terça-feira, 9 de julho de 2013

Teatro - "Que Raio de Mundo" pelo Teatro Montemuro


Um carvalho milenar é rei do largo da aldeia. E a vida pacata desta terra, esquecida pelo tempo, perdida no cimo de uma montanha gira à volta do seu tronco e das estações que fazem cair as suas bolotas no Outono e rebentar novas folhas na Primavera. Até que um dia passa um estranho Peregrino E tudo muda: O presidente da junta entra em estado de coma. 

O padre foge com uma das coristas para lugar incerto. A velha Zulmira, que dantes não se calava, simplesmente deixa de falar. E Raimundo, o filho pródigo lá da terra, aparece com um norte coreano atrelado. Dizem que a árvore esconde um tesouro inimaginável. Mas também dizem que o mundo vai acabar e não tarda nada. Uma parábola para o Século XXI, Que Raio de Mundo, procura respostas para as grandes perguntas dos nossos tempos: O que aproveitar do passado? O que há que nos falta inventar? Que raio de mundo é este? E como raio vamos evitar acabar com ele de vez? Algures entre um concerto de música, um espectáculo de teatro físico e um surreal comício político, de um partido que ainda não existe, um bando de contadores de histórias à antiga, aproveitam o momento e o facto do povo se ter juntado à volta do velho carvalho, para ganhar uns trocos, para nos entreter e para nos obrigar a pensar. 

Criação Coletiva Encenação de Graeme Pulleyn Direcção Musical de António Pedro Música de António Pedro e Blandino Soares Cenografia de Kevin Plumb Figurinos de Helen Ainsworth Costureiras Capuchinhas crl e Maria do Carmo FélixInterpretação de Abel Duarte, Blandino Soares, Eduardo Correia, Joana Pupo, Paulo Duarte e Tanya Ruivo Construção de Cenários de Cal Carlos Assistência à cenografia e construção de Cenários Maria da Conceição Almeida Desenho de Luz de Paulo Duarte Produção e Comunicação de Paula Teixeira Estagiário Luís Duarte.

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