sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Visitas guiadas ao Paço dos Condes de Basto


Visitas guiadas ao Paço dos Condes de Basto
Data: Até dezembro
Local: Paço dos Condes de Basto (Páteo de São Miguel)
Horário: de segunda a sexta-feira, mediante marcação prévia
 
No ano em que celebra o seu 50º aniversário e o centenário do nascimento do seu fundador, Vasco Maria Eugénio de Almeida, a Fundação Eugénio de Almeida abre ao público o Paço dos Condes de Basto, edifício emblemático da história da cidade de Évora e do país, com um programa de visitas guiadas. O percurso da visita dá a conhecer o Paço dos Condes de Basto e o conjunto arquitetónico que o alberga, o Páteo de S. Miguel, convidando o público a fazer uma viagem no tempo e a descobrir as épocas mais marcantes na história deste monumento nacional - que foi um alcácer mourisco, paço medieval e palácio quinhentista - bem como os principais acontecimentos ali vividos.

Organização: Fundação Eugénio de Almeida
Contacto: 266 748 300 | geral@fea.pt
Inf. Extra: Iniciativa dirigida ao público em geral, famílias e ao público escolar (pré-escolar ao ensino secundário), com duração de cerca de 40 minutos. O Paço dos Condes de Basto está também aberto a visitas durante o fim-de-semana, mediante inscrição.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Roda de Shiatsu: O Shiatsu e o Bem Estar


Roda de Shiatsu: O Shiatsu e o Bem Estar

Data: 31 de agosto
Local: Espaço Transformação (Rua Miguel Bombarda, 66)
Horário: 18:00-21:00
 
Esta técnica baseia-se nos princípios da medicina oriental, considerando o ser humano como um sistema completo, no qual se processa um constante movimento de energias através dos canais denominados “meridianos”. Terapeuta de Shiatsu: Vanda Colaço.

Organização: Círculos de Transformação
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Fundação Eugénio de Almeida
Contacto: 925 811 846 | 934 570 921 | circulostransform@sapo.pt
Inf. Extra: Entrada livre

Postais Antigos - Ermida de S.Brás - 1940/50


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cinema no Museu de Évora


"Nove 5.ªs de Cinema no Museu"
Data: 29 de agosto
Local: Museu de Évora (Largo do Conde de Vila Flor)
Horário: 22:00
   
1. Gabriel Abrantes: Retrato de um jovem artista. A obra de Gabriel Abrantes constitui um retrato dos nossos dias, tanto pela pluralidade de referências que convoca – do local ao global, do pessoal ao colectivo, da atualidade à história –, mas sobretudo pelo modo descentrado como são trabalhadas. 

2. João Pedro Vale: Não há fim para o caminho "Queria de ti um país de bondade e de bruma queria de ti o mar de uma rosa de espuma". As palavras são de Cesariny mas podem aplicar-se a várias obras de João Pedro Vale, onde o mar é convocado através de referências que vão desde, uma certa ideia de portugalidade, passando pelos castelos de areia da infância até obras mais recentes de revisitação homoerótica.

Organização: Cineclube da Universidade de Évora | Pátio do Cinema - SOIR Joaquim António d’Aguiar
Apoios: Universidade de Évora | ICA/SEC - Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | Direção Regional de Cultural do Alentejo | Universidade de Évora | Associação de Estudantes da Universidade de Évora | Fundação INATEL | Federação Portuguesa de Cineclubes | Perspectiva – Impressão Digital | Câmara Municipal de Évora

terça-feira, 27 de agosto de 2013

“Labirinto Caminhável” por Helena Aikin


“Labirinto Caminhável” por Helena Aikin
Data: Até 31 de agosto
Local: Jardim Público de Évora (no acesso ao parque infantil)
Horário: Todos os dias | 8:00-21:00
 
Instalação artística por Helena Aikin, que é uma recriação de uma escultura com mais de 6000 anos, em granito, encontrada no Laxa das Rodas (Corunha, Espanha), de 120 x 80 cm, e cuja função poderá ter sido a de um calendário, representando símbolos do sol e da lua no solstício do verão e do inverno. A artista é fascinada por petróglifos e por labirintos em geral, não só por causa da sua beleza e harmonia, mas também porque estes padrões são símbolos arquétipos humano encontrados em vários países da Europa, América pré-colombiana, Ásia e Austrália aborígenes. Eles são, portanto, lembranças da humanidade que compartilhamos com todas as pessoas, independentemente da sua cultura, cor ou credo. Além de mapas do céu, estas esculturas antigas também podem representar a jornada espiritual de uma pessoa, desde a conceção até ao nascimento e as várias fases da vida que nos levam em direção à morte e renascimento no Além.

Organização: Fundação Obras
Apoios: Câmara Municipal de Évora
Inf. Extra: Entrada Livre

Postais do Distrito de Évora - Ermida de São Brás

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

De 14 a 22 de Setembro: BikÉvora 2013 promete novidades


O BikÉvora 2013 volta este ano a realizar-se na cidade de Évora de 14 a 22 de Setembro, com eventos novos. A iniciativa, organizada pela Divisão de Desporto da Câmara Municipal de Évora tem atraído milhares de pessoas e na edição deste o programa integra provas de estrada e campo em circuitos de competição e lazer, uma Feira “Low Cost” da bicicleta e um evento inédito: o 1º Family Color BikÉvora.

Este ano, a organização promete um conjunto de atividades de todo o tipo e características distintas, destinado a um público bastante diversificado, que pode seguir em http://bikevora.cm-evora.pt

Recorde-se que em 2008, foi o ano de arranque do evento BikÉvora, com a participação de milhares de pessoas repetindo-se o mesmo sucesso nos anos seguintes. O evento, organizado pela Câmara Municipal em parceria com diversas associações/empresas do Concelho, tem tido um enorme impacto e a edição 2013, com uma aposta em iniciativas inovadoras, coincide, durante uma semana, com a Semana Europeia da Mobilidade.

Do programa consta logo no dia 14, um passeio de ciclismo de cerca de 200 quilómetros, entre os templos romanos de Mérida e Évora, organizado pelo Clube de Ciclismo de Évora, devendo as inscrições ser feitas em www.ccevora.com até ao próximo dia 11.

No dia 15, entre as 10 e as 12 horas, será realizado o Passeio BTT à Descoberta, uma prova de orientação com partida do Rossio, organizada pelo Mundo BTT, cujas inscrições devem ser feitas em http://amundobtt.pt

O tradicional passeio noturno realiza-se no dia 20, entre as 21 e as 24 horas, com partida do Rossio e é promovido pelo BTT Malagueira, devendo os participantes obter mais informações e inscrever-se em http://bttmalagueira.blogs.sapo.pt

Durante todo o dia 21 decorre a Super Maratona BTT, com início no Rossio até à Serra de Monfurado, dinamizada pelo Clube de Ciclismo de Évora (www.ccevora.com)

Salienta-se ainda que nos dias 21 e 22 haverá a Feira “Low Cost” de Bicicletas, na Praça de Giraldo, promovida pela Câmara Municipal de Évora e no dia 22 não perca também o 1º Family ColorBikevora, com partida do Rossio, organizado pela Câmara de Évora, GARE, Pára e Bebes e apoio de diversas entidades. As inscrições irão decorrer em http://bikevora.cm-evora.pt/default.html

Noticia retirada daqui

“Django Libertado” na Praça do Sertório


“Django Libertado”, de Quentin Tarantino
Data: 28 de agosto
Local: Praça de Sertório
Horário: 22:00
 
Passado no sul dos Estados Unidos dois anos antes da Guerra Civil, Django Unchained conta a história de Django, um escravo com vendido a um caçador de recompensas alemão para ajudar na captura dos irmãos assassinos Brittle. O seu sucesso leva Schultz a libertar Django, mas os dois homens decidem permanecer juntos. Assim, Schultz persegue os criminosos mais procurados do Sul com Django a seu lado. Apesar de aperfeiçoar as suas capacidades de caça, Django mantém-se focado num objetivo: encontrar e resgatar Broomhilda, a sua mulher que perdeu no comércio de escravos há muitos anos atrás. (2012 | EUA | 141 min. | M/16 | Western. Com Christoph Waltz, Jamie Foxx, Jonah Hill, Leonardo DiCaprio e Samuel L. Jackson)

Organização: Cineclube da Universidade de Évora | Pátio do Cinema - SOIR Joaquim António d’Aguiar
Apoios: Universidade de Évora | ICA/SEC - Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | Direção Regional de Cultural do Alentejo | Universidade de Évora | Associação de Estudantes da Universidade de Évora | Fundação INATEL | Federação Portuguesa de Cineclubes | Perspectiva – Impressão Digital | Câmara Municipal de Évora
Inf. Extra: Entrada Livre

domingo, 25 de agosto de 2013

Oposição ao executivo do PS reclama um novo ciclo no município


Comunistas, sociais-democratas e bloquistas reclamam a emergência de um novo modelo na gestão municipal, que dê prioridade ao saneamento financeiro do município e à reabilitação urbana. Enfim, outro ciclo político

Os temas que emergem no debate partidário e na opinião pública de Évora, a pouco mais de um mês das eleições autárquicas, realçam a necessidade de um novo ciclo na gestão municipal. Nas suas propostas eleitorais destacam a necessidade de racionalizar a dívida da autarquia, superior a 70 milhões de euros, a reabilitação urbana e a recuperação da centralidade que a cidade alentejana tem vindo a perder ao longo dos últimos anos.

A degradação do Centro Histórico de Évora (CHE), o maior do país e classificado como Património Mundial em 1986, justifica a preocupação maior. Tem uma área de 107 hectares e quase 700 habitações, muitas delas em ruínas. Dos 18.000 residentes que ali viviam em 1995, resistem pouco mais de 4000 habitantes.

O espaço histórico que deu projecção mundial à cidade de Évora ainda não tem, decorridos 27 anos da classificação pela UNESCO, um percurso de acesso, nem um projecto de salvaguarda e um gabinete especial para acompanhar a gestão daquele território.

A candidatura do Bloco de Esquerda liderada por Maria Helena Figueiredo, independente, 54 anos, para além das matérias que são comuns a outras candidaturas, propôs-se debater as consequências ambientais e paisagísticas resultantes da exploração de uma mina de ouro, a céu aberto, na serra de Monfurado.

O projecto a que faz referência prevê que num território em plena Rede Natura 2000, no concelho de Évora, sejam extraídas cerca de quinze milhões de toneladas de rochas, uma operação que libertará 105.000 toneladas de arsénico, boa parte das quais ficará retida na escombreira e lagoa de rejeitados. A intervenção mineira exigirá ainda o corte de quase sete mil sobreiros e azinheiras.

O desafio proposto pela candidata do Bloco não teve eco nas outras candidaturas, mais interessadas em discutir o resultado de 12 anos de gestão socialista na Câmara de Évora e o trabalho do actual presidente, Manuel Melgão, 61 anos, que foi durante oito anos vice-presidente da autarquia e substituiu na presidência José Ernesto Oliveira, que renunciou ao cargo no início do ano.

Depois de alguns meses de expectativa e de alguma especulação, Manuel Melgão foi apresentado como cabeça de lista do PS no final de Junho. No seu discurso de apresentação, o candidato foi lacónico na definição das linhas orientadoras do seu programa eleitoral.

Referindo-se à dívida actual da autarquia adiantou que o montante "ronda os 70 milhões de euros", garantindo que o valor é "menor" que aquele que recebeu quando o PS assumiu funções na autarquia há 12 anos. A dívida apurada por uma "auditoria independente" concluiu que era de 14 milhões de contos (70 milhões de euros). "Considerando o tempo que decorreu, a dívida é hoje menor do que então", esclareceu Melgão.

Outras referências à sua gestão não foram feitas, frisando apenas o seu desejo de gerir "um concelho limpo onde os munícipes sejam atendidos de forma simpática e eficaz" pelos serviços camarários.

Contudo está patente nas conversas de café, no conteúdo dos blogs, nos comentários dos frequentadores da Praça do Giraldo e nas posições dos partidos opositores, que o modelo de gestão autárquica chegou ao fim de um ciclo.

Reflexo disso mesmo ficou patente nas dificuldades que a organização socialista encontrou para a escolha do seu candidato, o último das capitais de distrito a ser apresentado. Outros nomes de peso como o ex-ministro da Agricultura António Serrano, o eurodeputado Capoulas Santos, o deputado Nico Bravo e o líder parlamentar socialista Carlos Zorrinho terão declinado essa possibilidade. Este último optou por se candidatar à presidência da Assembleia Municipal de Montemor-o-Novo e Capoulas Santos recandidata-se à Assembleia Municipal de Évora.

Melgão garante que foi "a primeira e única escolha da Comissão Política Concelhia de Évora do PS" e até conta com o apoio de Francisco Mira Branquinho, histórico militante do PSD e ex-governador civil de Évora, durante os governos de Cavaco Silva, uma surpresa que caiu como uma bomba na opinião pública eborense, justificada com a necessidade de abrir uma frente de luta contra o regresso dos comunistas à liderança da autarquia.

Paulo Jaleco, 50 anos, o candidato independente proposto pela coligação PSD/CDS-PP, assume a sua preocupação pela "elevada dívida da câmara", mas recusa avançar "soluções milagrosas" no saneamento das contas do município. A degradação do centro histórico é outras das suas preocupações, a par "da pobreza e da exclusão social" que quer erradicar do concelho.

"A única coisa que posso prometer é que não vou entrar em promessas de construir coisas para as quais a câmara não tem capacidade financeira". A candidatura de Paulo Jaleco terá de desfazer a imagem "colaboracionista" que o vereador do PSD, António Dieb, eleito em 2009 e actual presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional do Alentejo, passou para a opinião pública ao aprovar sempre os orçamentos municipais, constituindo maioria com os socialistas.

Não é um novato no trabalho autárquico. No desempenho das suas funções de médico já percorreu vários concelhos alentejanos e nalguns deles assumiu funções no poder local. Já participou como médico da Volta a Portugal em Bicicleta e hoje é cirurgião no Hospital de Évora, para além do seu envolvimento no movimento associativo da cidade.

"É um homem com muita experiência de gestão que pode dar uma nova centralidade a Évora dentro de um novo ciclo político", assinalou José Matos Rosa, secretário-geral do PSD. As divisões do eleitorado do centro auguram boas perspectivas para Carlos Pinto Sá, 51 anos, candidato pela CDU depois de ter estado durante 20 anos à frente dos destinos da Câmara de Montemor-o-Novo. Renunciou ao cargo no início deste ano, para retomar a docência no departamento de Economia da Universidade de Évora.

A "gestão catastrófica" da câmara é tema recorrente nas acções de esclarecimento à população. Será no "trabalho colectivo, com rigor e com verdade" que estruturará o seu modelo de gestão autárquica, compromete-se Pinto Sá, que propõe "um novo programa político para Évora" em alternativa a 12 anos de desastre da gestão socialista "apoiada na muleta do PSD".

"Com uma dívida de "quase 80 milhões de euros, um prazo médio de pagamento a fornecedores de quase 600 dias e o limite legal de endividamento líquido ultrapassado", o candidato comunista conclui que a Câmara de Évora "está em falência técnica".

Apesar dos constrangimentos financeiros, Pinto Sá assume que "a área social será outra das suas prioridades, a par do ordenamento do território, da reabilitação do parque habitacional e da revitalização do centro histórico.

Noticia retirada daqui

Bombeiros de Évora com nova viatura de combate a incêndios

sábado, 24 de agosto de 2013

Évora: El País elogia aposta cultural em tempos de crise



O novo Fórum Eugénio de Almeida, em Évora, recebeu uma excelente crítica no jornal El País. O "velho palácio da Inquisição" que agora renasce como um "assombroso museu" deu origem a um elogioso artigo neste jornal de referência na imprensa espanhola.

"Em tempo de crise e de afogamentos nas contas públicas e privadas, a bela cidade de Évora, localizada no Alentejo português, a 100 quilómetros de Badajoz, e classificada de Património da Humanidade em 1986, estreia um impressionante centro cultural, alojado naquilo que foi o palácio da Inquisição, no século XVII", introduz o El País. 

Depois de dois anos de obras e de um investimento de quatro milhões de euros, o Fórum Eugénio de Almeida está a receber exposições, concertos e ciclos de conferências desde o início deste Verão. 

"Em pleno coração da cidade e em frente às elegantes colunas das ruínas romanas", o "imenso edifício de três andares e mais de 20 salas" tem por base um projeto arquitetónico que visa recordar o horror ali vivido na altura da Inquisição.

As celas nos sótãos ainda perduram e a sala nobre do Tribunal da Inquisição ainda conserva "o mesmo ar inquietante da antiga dependência onde se julgavam e condenavam os réus por crimes contra a religião". 

"No Gabinete do Inquisidor, ou seja, a habitação privada usada pelo regente do palácio, de quem dependiam, literalmente, tantas almas e vidas, ainda existem artefactos originais e uma janela, na altura, com vista para o jardim". O restante espaço permanece vazio, até porque "preferimos que este seja um lugar de meditação, solidão e reconhecimento". 

Quem o diz é Maria do Céu Ramos, secretária-geral da Fundação, que conta que o palácio foi comprado pelo benemérito eborese Vasco Maria Eugénio de Almeida, em meados dos anos 60, a uma sociedade que o tinha transformado num hotel turístico. A intenção do português era convertê-lo em sede para a sua fundação, mas o espaço acabou por ter outro fim e albergar, antes, o instituto universitário daquela cidade.

Em 2008, quando o instituto voltou a mudar de lugar, a fundação Eugénio de Almeida, embora já sem o seu fundador, falecido em 1975 e sem descendência, tornou a pegar na ideia de se alojar no antigo palácio da Inquisição. 

A inauguração oficial aconteceu este ano, a 11 de Julho, com uma exposição original intitulada 'Portas Abertas', na qual participaram 450 artistas, com obras originárias dos quatro cantos do mundo. Patente até dia 9 de Outubro, a exposição antecede toda uma programação regular que fará parte do novo Fórum Eugénio de Almeida, em Évora. 

Destaque ainda para os frescos do século XVI, agora restaurados, dispostos no claustro lateral do palácio. "Toda a recuperação é sofisticada, apelando aos critérios mais modernos do restauro de um imóvel histórico que, quase por milagre, voltou a respirar", escreve o jornal El País.

"Em tempos de crise, cultura" é o título dado pelo jornalista Antonio Jiménez Barca a este artigo onde tece grandes elogios a este novo investimento português. "É certo que a fundação vive dos seus próprios ingressos vinícolas e que não depende de recursos externos. Ainda assim, nos tempos que correm, com a crise a corroer tudo e todos, levantar uma obra como esta a 150 quilómetros de Lisboa e 500 quilómetros de Madrid pode soar a loucura", lê-se.

A própria fundação confirma. "É claro que é um projeto arriscado", refere Maria do Céu Ramos. "Mas só arriscando é que vale a pena". 

Noticia retirada daqui


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Curso Intensivo de Introdução à Astrologia


Curso Intensivo de Introdução à Astrologia
Data: 23, 24 e 25 de agosto
Local: Évora Inn - Rua da República, 11
Horário: Sexta-feira, 23, 19:00-22:00 | Sábado, 24, e Domingo, 25, 10:00-13:00 | 15:00-18:00
 
Neste curso intensivo, ao longo de um fim-de-semana, irá aprender as bases da Astrologia: os elementos, os signos, as casas e os planetas. De forma simples e acessível mas profunda, cada participante irá descodificar o seu próprio mapa e abrir portas a uma experiência de autoconhecimento verdadeiramente transformadora.

Organização: Jorge Lancinha
Contacto: 933 403 000 | 910 414 424 | lancinha.astrologia@gmail.com
Inf. Extra: Preço: 65€

“Paraíso(s) Perdido(s)” na Casa da Zorra


“Paraíso(s) Perdido(s)”
Data: Até 24 de agosto
Local: Casa da Zorra (Rua Serpa Pinto, 78)
Horário: quartas a sextas-feiras 15:00-17:00 | quintas-feiras a sábados a partir das 21:30
 
Exposição de desenhos e pinturas de Júlio Quirino e Francisco Chinita. Francisco Chinita é pintor, desenhador cujo trabalho se baseia no óleo e na grafite, com os quais, durante anos, trabalhou no surrealismo e no retrato. Júlio Quirino é arquiteto de formação e artista plástico por amor à arte. Especialista no acrílico e no desenho tem trabalhos publicados em diversas revistas de sátira e tiras diárias no Portugal pós 25 de Abril.

Organização: Zorra Produções Artísticas
Contacto: 266 746 257 | zorra.producoes.arte@gmail.com
Inf. Extra: Entrada Livre

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Câmara Municipal promove Gala Solidária


A Câmara Municipal de Évora continua a desenvolver um trabalho de significativo valor na área social em conjunto com os diversos parceiros, nomeadamente da Rede Social do Concelho de Évora. A mais recente aposta é angariar fundos para instalação de aparelhos de teleassistência na casa dos idosos que permitam um rápido atendimento em caso de emergência e comparticipação da mensalidade destes equipamentos.

Para tal, está a organizar uma Gala Solidária, em parceria com a associação Tempo para Dar, a Fundação Eugénio de Almeida e a Cruz Vermelha Portuguesa, destinada à recolha de fundos que permitam comparticipar as mensalidades dos aparelhos de teleassistência a atribuir aos idosos mais desfavorecidos, que beneficiam do Cartão Social do Munícipe.

Em 2012 a Câmara Municipal de Évora lançou o projeto de sinalização e monitorização de idosos isolados no Concelho “Mais Próximo de Todos”, tendo durante este primeiro semestre de 2013 contactado já idosos dentro do Centro Histórico.

Após serem identificados pela Divisão de Educação e Ação Social (DEAS) da autarquia um total de 1102 agregados, com um ou dois elementos, seguiu-se o contato telefónico para fazer um rastreio de quem efetivamente tem necessidade de apoio e perceber em que situação está. Com base nisso, foram feitas 39 visitas domiciliárias sendo que neste grupo, houve cinco situações de alerta que já estão a ser acompanhadas. Trata-se de pessoas com alguma dependência física, a maioria senhoras viúvas e solteiras, com poucos recursos financeiros e que desconhecem os serviços existentes.

Foram encaminhadas para instituições da Rede Social Local, que são instituições particulares de solidariedade social, como os centros sociais e paroquiais, a Misericórdia, a Cáritas, que dão respostas sociais como o apoio domiciliário. Com a Fundação Eugénio de Almeida foi feita uma parceria que tem a ver com a questão do isolamento da pessoa. A Fundação desenvolve o Banco de Voluntariado e é através destes voluntários que se consegue companhia para estas pessoas e também a sua monitorização.

Para além disso, a Câmara Municipal dispõe de uma linha gratuita da Proteção Civil (800 206 405), que funciona durante as 24 horas, em que qualquer pessoa pode sinalizar um idoso do concelho que esteja em situação de isolamento e de alguma necessidade. A ideia, também divulgada em folheto, é dizer às pessoas que existe esta linha telefónica, independentemente das pessoas poderem ligar também, durante o horário de expediente, para a Divisão de Educação e Ação Social.

Relativamente à teleassistência que a Câmara se propõe dinamizar, trata-se de garantir que o idoso, se estiver numa situação de emergência, tenha alguém que lhe dá resposta. Por exemplo, o idoso caiu, sentiu-se mal durante a noite, não tem ninguém ao pé, pode acionar o botão de um aparelho colocado ao pescoço (ou pulseira) que a emergência médica será acionada de imediato e passado pouco tempo estará à sua porta.

A Câmara de Évora mantém uma parceria com a associação Tempo para Dar que é uma instituição particular de solidariedade social relacionada diretamente com a empresa Delta Cafés. No ano passado, fizeram ambas uma caminhada solidária com o objetivo de angariar fundos para aquisição de telemóveis para idosos isolados a nível distrital. A Tempo para Dar tinha uma parceria com a GNR e com a PT e, com base nos censos séniores da GNR, identificaram os idosos que estavam mais isolados e atribuíram-lhe telemóveis. No início de Agosto foi atribuído o último desses telemóveis a um idoso do concelho (S. Miguel de Machede).

Fizeram ainda com a Tempo para Dar, na altura do Natal, a entrega de cabazes de Natal elaborados pela Delta Cafés através dos seus colaboradores que angariaram géneros alimentares e a Câmara distribuiu-os no concelho de Évora pelos beneficiários do Cartão Social do Munícipe que apresentavam o rendimento mínimo per capita mais baixo. No concelho foram entregues cerca de 40 cabazes por várias freguesias urbanas e rurais.

Há cerca de poucos meses, a Tempo para Dar voltou a lançar o desafio à Câmara Municipal de fazer uma gala solidária em Évora para angariar fundos destinados ao pagamento da mensalidade de faturação dos aparelhos de teleassistência dos idosos do concelho. A instituição conseguiu uma parceria com a Portugal Telecom, que é uma das entidades fornecedoras de aparelhos de teleassistência, sendo que e a PT oferece os aparelhos (a parte da aquisição e montagem do aparelho será disponibilizada pela PT). O dinheiro que angariado na gala será para se pagar a mensalidade do aparelho de teleassistência durante o primeiro ano, posteriormente o Cartão Social do Munícipe comparticipará metade desse valor da faturação da mensalidade da teleassistência.

A gala, para a qual está convidada toda a população, inclui um espetáculo solidário de variedades com artistas locais, que em princípio contará com a participação de um apresentador de renome, na tarde do dia 16 de Novembro, na Arena de Évora. O bilhete são 2 euros e meio, um preço solidário, acessível para todos.

Noticia retirada daqui

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O mural desaparecido



Estava-se em pleno PREC (Processo Revolucionário em Curso). No Alentejo, a Reforma Agrária era um autêntico braseiro político e social, pois os proprietários de um milhão e duzentos e mil hectares tinham sido compulsivamente afastados das suas terras e substituídos pelas Unidades Colectivas de Produção, constituídas por grupos de trabalhadores organizados que as haviam ocupado com a conivência do MFA (Movimento das Forças Armadas) e o apoio do Partido Comunista Português. A tensão entre lavradores e antigos assalariados atingira o rubro, ameaçando transformar a região num enorme campo de batalha em que o sangue correria a rodos, visto que, se de um lado as forças militares e para militares possuíam armas legais, os latifundiários e rendeiros também as tinham, ainda que obtidas de forma clandestina. O confronto por diversas vezes esteve iminente, tal era o ódio entre ambas as partes em litígio. Nessa altura Évora era vista como a capital da Reforma Agrária. 

Os movimentos ditos progressistas e os intelectuais apoiavam calorosamente a mudança ocorrida nos campos alentejanos, emprestavam-lhe toda a sua solidariedade e criatividade e reforçavam as consignas emanadas do poder revolucionário. Foi assim que durante o chamado Verão Quente, mais concretamente nos dias 5 (sábado) e 6 de Julho (domingo), a instâncias da Comissão Dinamizadora Central do MFA, uma brigada de artistas plásticos deslocou-se à cidade para criar, num muro com 40 metros de comprimento, uma grande composição pictórica que celebrasse os momentos históricos de rutura com o antigo regime, nomeadamente a conquista da Reforma Agrária. 

O local escolhido havia sido uma extensa parede, adstrita ao Palácio de Cadaval e situada junto à Porta do Moinho de Vento, à entrada do Largo dos Colegiais. Durante aqueles dias trabalharam, num ritmo frenético e pluralidade de estilos, os pintores e desenhadores Vespeira, Gracinda Candeias, Rogério de Amaral, Rodrigo de Freitas, Sá Nogueira, Júlio Pereira, Sérgio Pombeiro, Teresa Magalhães, Henrique Manuel, David Evans, João Moniz Pereira, Silvia Chicó e Henrique Ruivo. 

A obra consagrava de fato maioritariamente a Reforma Agrária, quer através das imagens como por meio da inserção da máxima socialista “A terra a quem a trabalha”, mas referia também de forma mais breve e por vezes metafórica a chegada da liberdade ao Alentejo, as nacionalizações, a aliança Povo-MFA e o nascimento da Guiné-Bissau. Depois, com a realização das primeiras eleições e a instauração da democracia parlamentar e o consequente afastamento do PCP, a que sucedeu o paulatino regresso aos quartéis dos militares, a Reforma Agrária foi-se esboroando progressivamente. 

Em 1979 começa a devolução das terras que haviam sido nacionalizadas aos antigos proprietários. Os ocupantes resistirão, mas a GNR virá a ter um papel determinante na imposição das decisões governamentais. Será Cavaco Silva que, em 1995, com a publicação da Lei de Bases do Desenvolvimento Rural, vibrará o golpe de misericórdia na Reforma Agrária ao decidir-se pela privatização das terras. 

Na parede junto ao Palácio de Cadaval, o painel continuou indiferente aos ventos da história mas exposto à fúria dos elementos, que foram contribuindo para a sua acelerada deterioração, que já praticamente o tornava pouco menos que impercetível. Em 2004, aquando dos festejos do 30º. Aniversário do 25 de Abril, a Câmara Municipal tentou recuperá-lo, mas os peritos consultados para o efeito foram de opinião que o seu restauro era impossível, dada a degradação do reboco do muro. 

Em face disto, a edilidade optou por mandar executar uma placa interpretativa do mural que reproduzia a pintura como ela era em 1975, de acordo com a fotografia acima inserta e única que abrangia a totalidade da obra, e na qual figuravam os nomes dos artistas que haviam participado na sua feitura. Logo nos tempos imediatos desconhecidos roubaram a placa identificativa. 

Hoje, da existência do mural apenas restam alguns vestígios praticamente indecifráveis, com o muro carcomido pela usura do tempo e pelas ervas e líquenes que o encobrem. E foi pena que não lhe tivessem acudido a tempo. Independentemente das convicções políticas e ideológicas de cada um, o mural era valioso do ponto de vista artístico e cultural e marcava o testemunho de uma época marcante na história da cidade.

Autor: José Frota
Évora Mosaico

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Troca de livros escolares usados por entradas grátis nas Piscinas Municipais


A entrada gratuita nas Piscinas Municipais de Évora em troca da entrega de livros escolares usados pelos jovens está a decorrer com êxito, sendo muitos os estudantes que oferecem os seus manuais escolares do 2º ciclo ao secundário ao Banco de Manuais Escolares, recebendo em troca entradas gratuitas nas Piscinas Municipais, no âmbito da campanha “Dar e receber” lançada pela Câmara Municipal de Évora.

Só até meados desta semana já houve 377 entradas gratuitas nas Piscinas no âmbito desta campanha, tendo os jovens entregue 1030 livros. Os serviços camarários das Piscinas continuam a receber diariamente mais livros que depois transportam até ao Ponto Jovem onde é feita a triagem e entrega dos manuais aos estudantes e famílias que necessitem.
De sublinhar que este ano, até à data, foram já doados cerca de cinco mil livros escolares ao Banco, tendo os serviços camarários respondido a pedidos de mais de 250 alunos a quem foram entregues cerca de 1250 manuais escolares. A par disso, existem muitos outros pedidos que estão a ser tratados de acordo com a sua ordem de chegada. 


Os manuais que já estão desatualizados são oferecidos pela Câmara ao Banco Alimentar que dinamiza a campanha “Papel por Alimentos”, a qual incentiva a população a entregar papel usado (jornais, revistas, folhetos, livros, etc.), que é encaminhado para reciclagem, conseguindo, deste modo, obter mais fundos para reforçar os cabazes distribuídos.

Recorde-se que a oferta de três livros escolares (no mínimo), com datas de edição entre 2008 e 2013, dá direito a uma entrada gratuita nas Piscinas, válida de 2ª a 6ª feira (inclusive), entre 22 de julho e dia 15 de setembro de 2013.


Através do projeto Banco de Manuais Escolares, a autarquia disponibiliza livros entre o 5º e o 12º ano  a todos os alunos eborenses, à semelhança do que ocorreu no passado ano letivo, em que disponibilizou cerca de 2000 livros a  mais de 400 alunos.


Os livros oferecidos podem ser ainda entregues no Ponto Jovem  (Rua do Menino Jesus) ou em qualquer um dos 33 Pontos de Recolha  espalhados pelo concelho,  de entidades que assinaram  o Acordo de Colaboração com a autarquia.

A consulta da Base de Dados – Banco de Manuais Escolares que permite saber os livros disponíveis e também um melhor conhecimento do projeto pode ser feita em http://www.cm-evora.pt na pagina da CME. Mais informações ou esclarecimentos em palavraj@cm-evora.pt ou Divisão de Juventude e Desporto – Tel: 266 777 109

Noticia retirada daqui

domingo, 18 de agosto de 2013

Évora tem o primeiro hotel do mundo revestido a cortiça



O Ecorkhotel fica na periferia da cidade de Évora e é o primeiro hotel do mundo com um revestimento de cortiça. Inaugurado este mês, o projeto de hotelaria tem em conta a preocupação ambiental e apresenta uma nova forma de aproveitamento das energias alternativas.

O "eco-hotel" de quatro estrelas utiliza a energia geotérmica e a energia solar para o aquecimento do edifício principal, para as piscinas e para o abastecimento de água do hotel.

Este é "um projeto inovador e diferente", que teve em conta "preocupações ambientais" na sua construção e que está pensado para obter "a máxima eficiência energética", explicou à agência Lusa Miguel Rosado da Fonseca, administrador da sociedade promotora.

"Vamos também ter painéis solares fotovoltaicos para produzirmos metade da energia elétrica que precisamos", adianta o responsável. A construção do hotel foi feita com o apoio de fundos comunitários e constitui um investimento total de sete milhões de euros.

A cortiça "não leva qualquer produto químico" e atua como "isolante térmico e acústico", disse Miguel Rosado da Fonseca, que adianta que o mesmo tipo de revestimento foi utilizado nos pavilhões de Portugal na Expo 2000 em Hannover e na Expo 2010 em Xangai.

Além da aposta na eficiência energética, o administrador destacou que, na construção do hotel, existiram ainda "preocupações ambientais" e que "foi feito um esforço para se usarem materiais" que existiam na zona de Évora.

"Em vez de vir de outros sítios, a pedra que existia no próprio terreno foi britada e utilizada na construção" para contribuir para a "diminuição da pegada ecológica", exemplifica.

O Ecorkhotel tem 56 suites independentes com uma área de cerca de 70 metros quadrados cada, terraço, um quarto, uma sala e casa de banho. O hotel fica a cerca de quatro quilómetros de Évora, rodeado de sobreiros, azinheiras e oliveiras.

Notícia retirada daqui

sábado, 17 de agosto de 2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

terça-feira, 13 de agosto de 2013

MP abre inquérito a morte com busto


A tragédia que vitimou Fernando Figueira deixou amigos, estudantes e a família em choque. As causas do acidente vão agora ser investigadas.

O Ministério Público abriu um inquérito para apurar as causas da morte de Fernando Figueira, o estudante de engenharia mecatrónica, de 22 anos, que foi esmagado por um busto na madrugada de sábado numa brincadeira com dois amigos num jardim público de Évora. Os jovens poderão ser acusados de crimes relacionados com vandalismo e invasão de espaço público, propriedade da câmara municipal.
Afastado está o cenário de roubo do busto do arquiteto e pintor José Cinatti (1808-1879), situado junto ao Palácio D. Manuel. Segundo fonte policial, a vítima e os dois amigos – que não querem comentar o caso – dificilmente conseguiriam carregar o busto de 300 quilos.
A tragédia ocorreu às 02h00. Nessa altura a vítima agarrou-se ao busto que se desprendeu e esmagou-lhe o tórax.
A morte do jovem deixou Évora em choque. O pai é um agente da PSP conhecido na cidade, onde faz serviço no programa Escola Segura. "Está inconsolável. É uma situação muito complicada", diz um amigo da família.

Noticia retirada daqui

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Câmara de Évora cedeu imóveis a instituições e associações


A Câmara Municipal de Évora aprovou a cedência de vários espaços municipais a instituições e associações, visando assim a continuação da manutenção e conservação de tais espaços em perfeitas condições e também corresponder às expetativas de diversos agentes necessitados de locais para dinamização das suas atividades.

Deste modo, em recente reunião pública de Câmara, foi deliberada a cedência do edifício municipal sito na Rua das Cinco Cepas (Canaviais), que até há poucos anos funcionou como Escola Primária, à Junta de Freguesia dos Canaviais, a título gratuito, bem como a aprovação da minuta do protocolo que titule a referida cedência. O espaço destina-se ao funcionamento de atividades de caráter educativo, social, desportivo, cultural ou outra que a Junta de freguesia entenda por relevante.

Foi igualmente aprovada a cedência do edifício municipal onde funcionava o antigo Jardim Infantil, sito na Praça Joaquim Calado Piteira, à Junta de Freguesia dos Canaviais com as mesmas finalidades e idênticas condições.

Igual aprovação mereceu a proposta de protocolo entre a Câmara Municipal de Évora e a GARE – Associação para a Promoção de uma Cultura de Segurança Rodoviária para cedência de espaço municipal, polidesportivo descoberto, sito no Parque Industrial e Tecnológico de Évora, com vista à criação de um local de educação rodoviária que se designará por GARODROMO. O protocolo será válido por um período de cinco anos, contados a partir da data da sua assinatura, sendo tacitamente renovável.

Busto esmaga e mata jovem em Évora


Fernando Figueira foi esmagado no tórax e não resistiu a várias paragens cardiorrespiratórias provadas pela perfuração dos pulmões. Tudo aconteceu na madrugada de sábado, pelas 02h00. A vítima, estudante na Universidade de Évora e filho de um agente da PSP, saltou a vedação do jardim com dois amigos e agarrou-se depois, na brincadeira, ao busto do arquiteto e pintor José Cinatti (1808-1879).
Nesse instante, o busto desprendeu-se da base e esmagou o peito da vítima contra o chão. Fernando foi levado para o Hospital de Évora e transferido para Santa Maria, Lisboa, onde acabou por falecer na tarde de sábado. O caso está a ser acompanhado pela PSP.

Notícia retirada daqui

domingo, 11 de agosto de 2013

Dia Internacional da Juventude nas Piscinas Municipais


A Câmara Municipal de Évora assinala o Dia Internacional da Juventude, na próxima segunda-feira (12), nas Piscinas Municipais, oferecendo entradas gratuitas a jovens entre os 11 e os 21 anos que entreguem pelo menos um livro escolar.

Uma permuta que se insere na campanha lançada pela autarquia eborense denominada “Dar e Receber…”, que apela aos jovens que estudaram em escolas de Évora e já não precisam dos seus livros escolares do 2º ciclo ou do secundário para os oferecerem ao Banco de Manuais Escolares, recebendo em troca entradas gratuitas nas Piscinas Municipais.

A autarquia disponibiliza depois os livros a todos os alunos eborenses que necessitem.

Diariamente têm sido entregues livros nas Piscinas, estando assim este projeto a corresponder às expetativas, tanto no que concerne aos jovens que oferecem os livros e recebem entradas gratuitas nas Piscinas, como no que respeita ao Banco de Manuais Escolares que recebe cada mês mais livros e os distribui por todos aqueles que mais necessitam.

No âmbito da campanha “Dar e Receber…”, os manuais escolares podem ser entregues no Ponto Jovem (Rua do Menino Jesus) ou em qualquer um dos 33 Pontos de Recolha espalhados pelo concelho, de entidades que assinaram o Acordo de Colaboração com a autarquia.
A consulta da Base de Dados – Banco de Manuais Escolares que permite saber os livros disponíveis e também um melhor conhecimento do projeto pode ser feita em http://www.cm-evora.pt. No passado ano letivo, o Banco de Manuais Escolares disponibilizou cerca de 2000 livros a mais de 400 alunos.
Ainda no dia 12, a GARE -  Associação para Promoção de uma Cultura de Segurança  Rodoviária promoverá um  workshop sobre “Condução VS consumos”, durante a tarde, também nas  Piscinas Municipais.

Mais uma iniciativa digna de atenção, dada a gravidade da problemática abordada no workshop e a importância de esclarecer e sensibilizar, nomeadamente os mais jovens, para estas questões, missão que a GARE realiza com todo o empenho, persistência e mérito. Tal trabalho ficará agora ainda mais completo com a recente cedência de um espaço municipal, polidesportivo descoberto, no Parque Industrial e Tecnológico de Évora, onde esta associação criará um local de educação rodoviária denominado GARODROMO.

Serões Culturais no Pátio do Inatel


sábado, 10 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

domingo, 4 de agosto de 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

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