domingo, 13 de outubro de 2013

14ª edição do FIDANC - Festival Internacional de Dança Contemporânea



PROGRAMAÇÃO 

14 e 18 OUTUBRO
"CORES EM MOVIMENTO" | OFICINA
Espetáculo seguido de oficina
Local: escola EB1 Br. Almeirim; Associação a Creche
Hora: 10:00 e 14:00
Duração: 30 minutos

RAFAEL LEITÃO (PT)
O espetáculo aborda a influência da cor no comportamento e nos sentimentos do ser humano. Através de uma atividade física participativa as crianças descobrem a relação que existe entre o corpo e a natureza expressiva das cores.


15 e 16 OUTUBRO
"C_VIB" | OFICINA
Espetáculo seguido de oficina 
Local: Museu de Évora
Hora: 10:00 e 14:30 
Duração 30min 
Classificação: Maiores de 6 anos

SIMÃO COSTA (PT)
c_ Vib é uma escultura sonora e musical do artista Simão Costa que explora as propriedades físicas do som. É uma instalação sonora interativa e um instrumento musical apresentado em formato de concerto/performance.
O Movimento transformado em som com coreografia e performance de Yola Pinto e música e difusão sonora de Simão Costa Através das esculturas c_Vib.


16 OUTUBRO
Dança “QUID IURIS” | CONVERSA COM GONÇALO LOBATO
Local: Pátio do INATEL 
Hora: 21:30
Duração: 60min 
Preço: 5€
Classificação: maiores de 12 anos

GONÇALO LOBATO (PT)
Tem como ponto de partida o dilema dos inocentes – de quem é preso mas que está inocente e da restrição da liberdade, que alimentada pelo sonho faz com que esta se torne menos punível.
O sonho e a realidade, dois mundos que estão constantemente presentes e em confronto nos quatro corpos confinados a quatro calabouços, tão particulares na sua própria solidão e que interagem no sonho, apenas.
“Quid Iuris?” A última pergunta que ecoa antes da liberdade sentenciada.


17 OUTUBRO
"ROMEU E JULIETA, ENCONTRO DESENCONTRO" (CENAS)
Local: Museu de Évora
Hora: 21:30  
Duração 50 mn 
Preço: 5€ 
Classificação: maiores 6 anos

BENVINDO FONSECA (PT)
O incognoscível, onde invoco das profundezas da minha alma as visões e memórias que estão para além do visível e do verbal, a dança no seu lado mais lúdico e sensorial, a música de Prokofief, particularmente a obra “Romeu e Julieta”. O mundo enigmático das emoções, que juntou os dois personagens, assim como o amor incompreendido e impendido por terceiros, onde muitos de nós encontramos identificação.
Foi a base e a inspiração para este meu, nosso “Romeu e Julieta”.
Foquei-me na sincronicidade no encontro, no desencontro, no baile, nas famílias antagônicas, na cena do balcão (noite de amor), no desgosto, e no final na cripta,
Apoiei-me em simbolismos para decifrar e ajudar na trama. 
Elementos da natureza (esses bem portugueses), desde paisagens alentejanas ao crepúsculo, a flores, assim como imagens de auroras boreais.
Onde um dos símbolos mais marcantes é a Rosa, e que a sua beleza jamais feneça: “quanto mais a desabrochada rosa se desfolhar sob a ação do tempo, ao menos que a tenra herdeira possa perdurar na sua saudade”.


19 OUTUBRO
"OS SERRENHOS DO CALDEIRÃO, EXERCÍCIOS EM ANTROPOLOGIA FICCIONAL" | CONVERSA COM VERA MANTERO 
Local: Black Box
Hora: 21:30  
Duração: 60 min.
Classificação: Maiores de 12 anos
Preço: 5€ 


VERA MANTERO (PT)
talvez tudo com vozes ao longe, vozes de vidas que já não existem.
Ou sons de pedras. Música de pedra. Feita com pedras. “duas pedras afrontadas parecem indicar a abertura”.
Também podia usar o triângulo (“ferrinhos”), mas só para esfregar as duas peças de metal uma na outra, não para bater. fazer com elas um som soprado, um som de silêncio. e dizer ou cantar algo.
As melodias daqui são muito bonitas e todas de tendência “orientalóide”. parece que são “em eólio”. por serem assim lindas e enleadas. e é frequente encontrar-se um curto estribilho que reza assim: “oh, tão lindo!”. oh, tão lindo. oh. tão lindo. oh tão lindo.
Há gente assim, que se sabe espantar com a beleza.
Podia talvez fazer uma montagem com vários “oh, tão lindo!” juntos e misturados.
Como a sequência de beijos na boca no fim do Cinema Paraíso.
muitas das músicas são religiosas mas curiosamente “enxertadas” em ritmos quase dançantes.
Religião transe. repetição hipnótica. E há também o caso de as músicas na Cortelha começarem todas com um ou no máximo dois acordes no acordeão. “estes artefactos de pedra colocam importantes questões crono-culturais”.

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