sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Programa do Colóquio Comemorativo do Centenário do Arquivo Distrital de Évora


Divulgamos o Programa bem como a Comissão de Honra do Colóquio Comemorativo do Centenário do Arquivo Distrital de Évora.

O Colóquio Comemorativo terá lugar nos dias 28, 29 e 30 de novembro no Anfiteatro da Universidade de Évora (Sala 131), durante o qual serão abordados os seguintes temas:

-Da avaliação tradicional à avaliação suprainstitucional
-Preservação Digital
-Arquivos digitais: desafios e potencialidades
-O valor da memória – tratar e disponibilizar arquivos
-O valor da memória – divulgar e rentabilizar arquivos
-Os desafios dos arquivos da Sociedade Civil – A iniciativa pública
-Os desafios dos arquivos da Sociedade Civil – A iniciativa privada
-Arquivos em rede: Um novo paradigma?
-Oportunidades de financiamento para instalação, tratamento e disponibilização de arquivos no Alentejo

A entrada é gratuita mas a inscrição é obrigatória.

Os interessados poderão efetuar a sua inscrição através do email abaixo indicando o seu nome completo de modo a obterem o certificado de presença:

Nebuchadnezzar Group no Armazém 8 este sábado


Évora perdida no Tempo - Igreja do Espírito Santo - Parte traseira


terça-feira, 22 de novembro de 2016

EDP Meia Maratona de Évora 2016 - Corrida Monumental l 2ª edição l 27 de novembro 2016


Horário: 10h30
Evento: 27 novembro

​​​Realiza-se a 27 de novembro, pelas 10h30, em Évora. Tem três provas: Meia Maratona (21k), Mini Maratona (10k) e Caminhada (5k). A segunda edição da EDP Distribuição Meia Maratona de Évora é uma organização GlobalSport, através da Running Wonders com o apoio da Câmara Municipal de Évora​.

Évora vestirá o seu melhor traje para receber os milhares de participantes na Meia Maratona, recebendo de braços abertos a Corrida Monumental, num programa de três dias de várias atividades que culminam com a realização da segunda Meia Maratona de Évora em pleno coração deste portentoso Património Mundial classificado pela UNESCO.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

sábado, 19 de novembro de 2016

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Esta semana no Armazém 8


O próximo fim de semana vai ser de arromba no Armazém 8!
Na sexta- Feira recebemos dois dos maiores tocadores de violão brasileiro, o meu amigo Marcelo Fortuna e Rogério de Souza,um amigo que chega do Brasil. O Duo trás um conjunto de musicas para nos tocar que são verdadeiras pérolas musicais.
No sábado vamos receber uma amiga querida, Christina Quest, acompanhada de 5 outras mulheres. Num área tão dominada pelos homens, vai ser bom escutar estas grandes artistas.
São duas propostas absolutamente fantásticas! 


terça-feira, 15 de novembro de 2016

O Actor Que Pensava Que O Teatro Era a Vida


Horário: 21h30
Evento: 18 novembro
Localização: Teatro Garcia de Resende
​Actor: David Pereira Bastos

Um actor faz um espectáculo para si mesmo. Um actor faz um espe​​ctáculo de si mesmo. Sozinho dentro de uma sala de teatro, enuncia como quem imagina estórias e cenas de um espectáculo que nunca existiu, que vai existir ou que está sempre a acontecer. A acontecer agora. Gestos que se repetem em palavras. A fantasia enquanto didascália. O actor fica na sala de teatro quando todos já se foram. É nesse momento que o seu espectáculo começa. É nesse momento que a sua voz existe, como um olhar sobre as paredes vazias, correndo solto como o frémito da imaginação, cansado como o corpo de um cavalo em fim de jornada. Sai para a rua. Chove. Fica parado à frente da porta do teatro e fuma vendo as pessoas passar, adivinhando as suas vidas e que pouco têm a ver com a dele. Não vai para casa. Volta para o teatro; não sabe bem o porquê e lá fica, madrugada fora. O actor é produto da vida que escolheu, da quimera implacável que é o teatro; um lugar onde todos os momentos do mundo se reúnem, com ou sem testemunhas.

Duração: 75min | Classificação Etária: M/16 | Este espetáculo tem uma capacidade máxima para 80 pessoas
​Produção: Estado Zero | Texto, encenação, espaço cénico e produção: Tiago Mateus | Construção do cenário: Marcello Urgeghe e Gregório Rosa | Figurinos: Sofia Ribeiro e Tiago Mateus | Cartaz (pintura/design gráfico): Claudine Rodrigues e Pedro Páscoa | Fotografia: Bruno Simão | Vídeos promocionais: Paulo Menezes | Agradecimentos: Família e amigos | Apoios: Fundação GDA, LX Jovem (Município de Lisboa)

Informações Adicionais
​Organização: Cendrev e Câmara Municipal de Évora 
Preço: 6€ | Descontos: 50% (3€): PassaporTeatro Estudante: Cartão Estudante; Maiores de 65 anos Reformados/Pensionistas; Funcionários da C. M. Évora, Crianças até aos 12 anos; Passaporteatro Sénior (gratuito)​

Informação retirada daqui

domingo, 6 de novembro de 2016

Técnico Manutenção de Extintores. (f/m) - Évora

Empresa de prestação de serviços pretende recrutar para Évora: 

Técnico Especializado – Manutenção de Extintores (m/f) 

Descrição de Função: 
• Assegurar a inspecção e manutenção de equipamentos de segurança contra incêndios, garantindo a sua operacionalidade de acordo com a legislação e o normativo aplicável; 
• Assegurar a distribuição de produtos de segurança e higienização, desde a recolha dos produtos no armazém à entrega e instalação dos mesmos aos Clientes, cumprindo o planeamento e compromisso assumido. 

Requisitos Específicos: 
• Habilitações literárias mínimas ao nível do 12º ano de escolaridade; 
• Experiência comprovada de 2 anos em funções similares (factor eliminatório); 
• Boa capacidade de gestão de tempo; 
• Carta de Condução (factor eliminatório); 
• Curso de Formação em Manutenção de Extintores (fator preferencial); 
• Disponibilidade para deslocações à nível nacional. 

Oferta: 
• Vencimento compatível com a função; 
• Formação Contínua. 

Se preenche os requisitos pretendidos envie o seu CV para o email


com a referência "TME-Évora".    

sábado, 5 de novembro de 2016

Velhas escolas, novas escolas


A aprendizagem da literacia e numeracia básicas (ler e escrever, conhecer os algarismos e fazer contas), a par de algumas noções elementares de ciências, história e geografia, estiveram na origem da criação do ensino primário. Até 1759 a função esteve a cargo das ordens religiosas, mormente dos Jesuítas, que haviam congeminado um programa específico para ser aplicado em todas as escolas sob a sua jurisdição. Com a expulsão dos Jesuítas em 1759, o Marquês de Pombal procedeu à completa laicização da instrução e empreendeu uma reforma educativa que, no caso do ensino primário, levou à criação de Escolas Régias onde se ensinava a ler, escrever, contar, o catecismo e as regras da boa educação, numa aprendizagem que não ia além dos três anos. 

Só com o advento do liberalismo e a Carta Constitucional de 1826 se consagrou a obrigatoriedade escolar, legislando-se em 1835 que a sua frequência deveria ser gratuita, enquanto os pais e principalmente as câmaras e as paróquias eram responsabilizadas pelo cumprimento e execução das normas aprovadas. Mantiveram-se os três anos para a instrução primária obrigatória, havendo mais um ano para quem quisesse. O ensino, porém, era livre, consentindo-se a existência de escolas particulares. Cabia pois aos municípios e às paróquias disponibilizar edifícios ou construí-los de raiz para dar cumprimento ao estipulado. Segundo as primeiras indicações relativas à sua construção, estas deveriam ser implantadas em lugares tranquilos e em articulação com o núcleo populacional, e dispondo de uma boa iluminação natural. 

Em Évora não houve necessidade de construir novos edifícios, pois sobravam imóveis disponíveis depois da desamortização dos bens da Igreja. A Guerra Civil que se seguiu retardou o cumprimento de tais disposições. As primeiras escolas primárias oficiais em Évora foram as de S. Pedro, instalada na Igreja de idêntica designação e onde está hoje a Divisão de Assuntos Culturais da Câmara, da Casa Pia e da Infância Desvalida. Predominavam as escolas particulares, mais pretendidas pela qualidade dos docentes e onde estes eram também mais bem remunerados. Muitas delas eram geridas por gente ligada ao clero. Apenas em 1984 foi criada a Escola Normal de Évora, com o intuito de formar professores para a região a sul do Tejo, que veio a ser instalada após demoradas e dispendiosas obras na dita Igreja, à qual ficou anexa a escola que já aí funcionava. 

Em 1886 o jornal “A Escola”, órgão do professorado nacional, nomeadamente do Alentejo, publicava a seguinte informação datada de 12 de Fevereiro: “Pela Direcção da Escola Normal d’Évora se faz público que se encontra aberta desde o dia 15 do corrente pelas 9 da manhã a matrícula para a escola anexa à Normal, sendo admitidas as crianças obrigadas à escola de todas freguesias, as quais devem ser apresentadas pelos pais ou tutores no edifício da Escola Normal”. 

A Escola Normal falharia no entanto o seu objetivo ao formar apenas três professores nos três anos em que funcionou, pelo que foi encerrada. Este estado de coisas no campo da instrução oficial só veio a alterar-se já no segundo ano do século XX, quando o governo monárquico regenerador de Hintze Ribeiro promoveu uma significativa reforma da instrução nacional, apostando fortemente na criação de mais instalações. No caso do concelho de Évora foram criadas escolas oficiais nas paróquias de Santo Antão, da Sé e S. Mamede, recorrendo-se a prédios e edifícios confiscados à Igreja. 

A Escola de S. Mamede viria a transformar-se na maior escola do concelho, vindo a instalar-se no abandonado Convento dos Agostinhos, que foi demolido para ampliação do edifício escolar que já ali funcionava e para alojar a Escola Normal, já então reposta. Ainda hoje em atividade, é pois a mais antiga escola primária de Évora, tendo ultrapassado um século de existência em 1903. 

Com a implantação da República nova reforma do sistema de educação veio a ocorrer, assentando essencialmente na descentralização, na valorização do papel do professor e no alargamento do número de escolas. Para colmatar a falta de escolas móveis,  principalmente nas freguesias rurais, a República criou as escolas móveis e pôde contar com o apoio de muitos benfeitores que, educação naturais desses lugares ou sendo proprietários de grandes herdades, faziam questão de custear a instalação de escolas. Isto aconteceu na Azaruja em 1912, com a construção da escola a ser financiada por um médico local, na altura vereador da Câmara de Évora; em S. Miguel de Machede em 1915; na grande cerca do Convento do Espinheiro, por parte da família Marçal; ou na Herdade da Sousa da Sé, por parte dos lavradores aí residentes. 

Se bem que durante este período se tenham registado melhorias em todo o país nos índices de ensino, os objetivos estiveram longe de serem atingidos. Em relação a 1911 o analfabetismo apenas havia descido de 70,3% para 63,1%, e o número de escolas era de 7126, quando duas décadas antes era de 6412, o que representava uma média de 45 alunos e pouco mais de um professor por escola. A cobertura de todo o território por uma efetiva rede escolar apenas se veio a verificar com o Estado Novo. O ensino básico passou para quatro anos e determinou-se o cumprimento integral da lei da obrigatoriedade escolar, que, apesar da sua centenária existência, nunca havia sido imposta. É verdade que o ensino ministrado era ideológico e apologético, mas a sua análise não cabe neste registo, que apenas se refere aos edifícios. 

E nesse campo o Plano dos Centenários, lançado entre 1940 e 1960, veio a converter-se num êxito, que a propaganda nacionalista glosou nos mais diversos tons e sons. Devendo o seu nome ao terceiro centenário da Restauração da Independência (1940) e ao oitavo centenário da Independência de Portugal, o Plano consistiu num projeto de construção de escolas primárias em larga escala, abrangendo todo o país e com o objetivo de que todo e qualquer lugar estivesse dotado de um edifício próprio e adequado à função que iria desempenhar. Até ao final da década de 1950 foram levantadas mais de 7000 novas escolas, que permitiram baixar drasticamente o analfabetismo. 

A sua arquitetura típica, no estilo “português suave”, acabou por torná-las um emblema do país, sendo facilmente reconhecidas. Coube ao arquiteto Raul Lino desenhar os edifícios para a Região Sul (apenas ligeiramente diferentes dos do Norte por razões climáticas e nos materiais utilizados), compostos por duas ou quatro salas de aula, uma cozinha, instalações sanitárias e um alpendre. As primeiras escolas do Plano dos Centenários a serem construídas em Évora foram as do Rossio, uma masculina e outra feminina. Inauguradas a 28 de Abril de 1948, na presença de todas as principais figuras do regime do distrito e do concelho, cada uma possuía quatro salas de aula, dispondo o conjunto de uma vasta área para recreio e diversão. 

Seguiu-se, a 11 de Outubro do mesmo ano, a inauguração da Escola do Chafariz d’el Rei, para crianças do sexo masculino, em ambiente de igual pompa e circunstância. No ano seguinte é a vez do Bairro da Câmara, sucedendo-se depois, a um ritmo frenético, as dos Bairros de Almeirim, da Senhora da Glória e do Alto de S. Bento a as das freguesias rurais de Valverde, S. Matias, Boa Fé, Giesteira, Vendinha, Torre dos Coelheiros e outras mais. A última terá sido, em 1973, a do Bairro da Comenda. Muitas delas ainda estão hoje em funcionamento como escolas básicas do 1º. ciclo, tendo exigido um significativo esforço autárquico no sentido da sua remodelação e requalificação. Entretanto, na década de 90, com o abandono das zonas rurais e a litorização da economia nacional, muitas outras foram desativadas por número considerado insuficiente de alunos, optando-se pela colocação dos mesmos noutras de maior dimensão. 

Algumas dessas foram adstritas a outros fins, como a de S. Matias, onde está alojado um núcleo da Liga para a Protecção da Natureza, ou a do Alto de S. Bento, que serve de sede do Grupo Pim Teatro. Entretanto os novos conceitos de ensino básico, decorrentes das mudanças de políticas educativas no regime democrático, os quais alargaram a escolaridade obrigatória até ao 9º. ano, estabeleceram o funcionamento da escola a tempo inteiro e implantaram as atividades de enriquecimento curricular, exigindo a construção de edifícios mais modernos e funcionais. Em Évora vieram a ser criadas, nos novos bairros situados fora das muralhas, novas escolas sem obedecerem a linhas diretrizes específicas Assim apareceram as modernas escolas do Bairro das Pites, da Vista Alegre, da Cruz da Picada, da Malagueira, da Horta das Figueiras, do Frei Aleixo, dos Canaviais e do Bacelo, de caraterísticas diferentes umas das outras. A escola do Bacelo merecerá saliência pelas linhas arrojadas e pós-modernas.

Texto: José Frota
Évora Mosaico 11

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Dom la Nena - Misty Fest


Horário: 21h30
Evento: 09 novembro
Localização: Teatro Garcia de Resende

​Violoncelista, que impressiona pela precisão, da sua escuta e da sua graça. Com forte relação com Portugal, gravou no passado um EP com o projeto Danças Ocultas. Os temas e tons daquilo que faz, são de uma musicalidade puríssima que escapam à tirania dos géneros e falam da profundidade do ser simples, da riqueza de viver sem amarras. Para o Misty Fest traz um novo EP, feito de canções que marcaram a sua vida; uma de Lupicinio Rodrigues ("Felicidade"), outra de Brel, da Violeta Parra ("Gracias a la Vida") e uma de Beirut.​ ​

Informações Adicionais
Org./produção: UGURU II Produções
Contactos: Telef. 214416200 | E-mail: uguru@uguru.net | Site: http://www.uguru.net/​
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Cendrev
Duração: 75min | Classificação Etária: M/6 | Preço: 15€​

Informação retirada daqui

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Programa das Comemorações do 1º Centenário do Arquivo Distrital de Évora (1916-2016)


Terá lugar o Colóquio Comemorativo nos dias 28, 29 e 30 de novembro no Auditório da Universidade de Évora, cujo Programa segue em anexo, bem como a respetiva Comissão de Honra.

Será, ainda, inaugurada a exposição “O Centenário do Arquivo Distrital de Évora”, no Arquivo Distrital, pelas 17.30 horas, e o Concerto Comemorativo do Centenário, a realizar no Teatro Garcia de Resende, pelas 21.30, ambos no dia 28 de novembro.









terça-feira, 1 de novembro de 2016

Vestígios de aqueduto romano encontrados em Évora


Sondagens arqueológicas preliminares realizadas na zona do Aqueduto Quinhentista da Água de Prata permitiram encontrar uma sapata com “materiais de construção diferentes daqueles que foram utilizados” na edificação quinhentista
A Câmara de Évora revelou, esta segunda-feira, existirem “fortes indícios” da presença de um aqueduto romano por baixo do Aqueduto Quinhentista da Água de Prata, tendo sido encontrados vestígios que vão agora ser alvo de estudos científicos.

Havia várias teorias em torno de um aqueduto da época romana que coincidiria, em algum troço, com o aqueduto quinhentista. Mas, agora, é que se procedeu a um trabalho de escavações e foram encontrados vestígios”, disse hoje à agência Lusa o vereador da Câmara de Évora Eduardo Luciano.

Segundo o mesmo responsável, as sondagens arqueológicas preliminares realizadas na zona do aqueduto permitiram encontrar uma sapata [elemento de fundações] com “materiais de construção diferentes daqueles que foram utilizados” na edificação quinhentista.

O Laboratório HERCULES, unidade de investigação da Universidade de Évora, envolvido nos trabalhos arqueológicos “já disse que os vestígios são de uma época diferente”, mas que ainda vai realizar análises para procurar datar os materiais, referiu.

Havendo materiais diferentes, mais antigos, podemos dizer que há fortes indícios, com fortes probabilidades de confirmação, de estarmos perante o aqueduto que, na época romana, faria chegar a água à cidade, mas o HERCULES ainda vai confirmar a datação destas argamassas”, sublinhou o vereador.

A Câmara de Évora aproveitou para dar a conhecer estes vestígios no Watch Day, no domingo, dedicado à divulgação do Aqueduto da Água de Prata, no âmbito da inscrição deste na lista do World Monument Fund (WMF).

Em comunicado distribuído hoje, a autarquia refere que os vestígios descobertos incluem materiais cerâmicos e de construção, ao que tudo indica, romanos.

Os vestígios romanos levam-nos a crer que o aqueduto seria uma superestrutura” e que teria “uma altura bastante maior do que o quinhentista, podendo levar assim a água à cota topográfica mais alta da cidade”, avançou José Rui Santos, arqueólogo ao serviço da câmara e que liderou a equipa de investigadores.

O vereador Eduardo Luciano realçou hoje à Lusa que, a confirmar-se a presença do aqueduto romano, vai significar “a confirmação histórica da importância de Évora naquela época”.

E, por outro lado, o que pretendemos com estes estudos é dar visibilidade ao aqueduto quinhentista”, para “projetar a imagem” do monumento e “angariar financiamento, através do mecenato, para uma intervenção futura”.

O Programa de Consolidação e Valorização do Aqueduto da Água da Prata tem como objetivo, com recurso a mecenas, captar cerca de 600 mil euros para preservar e valorizar a estrutura. A intervenção pode vir a incluir a aposta em iluminação cénica e, “eventualmente permitir que o aqueduto volte a distribuir água à população”, ainda que não para consumo humano, admitiu o município.

Informação retirada daqui

Marcas da Inquisição em Évora. Acervos do Museu e da Biblioteca Pública


Horário: Terça a Domingo das 09h30 às 17h30
Fim do Evento: 31 dezembro
Localização: Museu de Évora
No ano em que se assinalam os 480 anos da instalação do Tribunal do Santo Ofício em Portugal, o CIDEHUS, em conjunto com a Biblioteca Pública de Évora, o Museu de Évora, a Fundação Eugénio de Almeida e a Câmara Municipal de Évora, organiza uma exposição que pretende dar a conhecer alguns dos tesouros guardados no Museu e na Biblioteca. Estes objetos​ permitem fazer a História de uma das instituições mais marcantes da sociedade portuguesa entre os séculos XVI a XVIII.

Convidamo-lo a participar!

O Tribunal do Santo Ofício da Inquisição começou a funcionar de forma continuada em Portugal em 1536. Perdurou até 1821. Neste intervalo foi uma instituição marcante na sociedade portuguesa. Em nome da ortodoxia e com a adesão de praticamente todos os grupos sociais, contribuiu fortemente para a uniformidade ideológica. Ninguém estava teoricamente excluído da sua jurisdição.
A bula que introduziu o Santo Ofício em Portugal foi publicada em Évora, cidade onde, por essa altura, se encontrava a Corte.
Évora foi também sede de um dos quatro tribunais de distrito da Inquisição portuguesa. Hoje é a urbe que conserva maior património edificado sobre esta instituição e que importa dar a conhecer e valorizar. 
É por esta razão que hoje, em tempos de tolerância e de interesse pelo Património local e do mundo, se apresenta esta exposição, constituída por parte do acervo que se encontra no Museu e na Biblioteca Pública.
A iniciativa é organizada pela Direção Regional de Cultura do Alentejo - Museu de Évora, CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora e Fundação Eugénio de Almeida, com o apoio da Câmara Municipal de Évora e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Évora.

Informações Adicionais
Org.: Direção Regional de Cultura do Alentejo - Museu de Évora, CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora e Fundação Eugénio de Almeida
Contactos: Telef.266730480 | E-mail: mevora.secretariado@cultura-alentejo.pt | Site: http://www.museudevora.pt/
Apoios: Câmara Municipal de Évora e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Évora

Informação retirada daqui
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