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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

"As Canções da Maria" na Arena de Évora


Vamos AjuDAR a APPACDM?


Rita Guerra em Évora no dia 20 de Abril 2012 - "Noites ao Piano" na Arena de Évora pelas 21H30


Rita Guerra é uma das melhores e mais consagradas vozes nacionais, a caminho de 30 anos de carreira multifacetada que inclui uma passagem pela Eurovisão, canções de filmes da Disney, publicidade, a presença constante nos tops nacionais, múltiplas participações em acções de solidariedade, duetos com estrelas internacionais e dois prémios Top Choice Awards, em 2009 e 2010, na categoria de “Top International Female Singer” portuguesa.

Desde 2005, todos os seus álbuns têm chegado à marca de platina e ao top 10 de vendas. Em 2009, foi mesmo a artista feminina mais vendida em Portugal.

Este percurso ascendente confirma-se também ao vivo. As suas digressões registam sucesso estrondoso, para salas e recintos esgotados e públicos anuais de centenas de milhar. Em 2011, quebrou limites com duas digressões distintas: a “Tour Luar”, com a sua banda; e o celebrado espectáculo “Noites ao Piano”, a solo.

É a voz feminina portuguesa mais popular no Facebook, com mais de 113 mil fãs na rede social. «Retrato», o seu novo álbum, será a base para nova tournée nacional e internacional, em 2012.


Data: 2012-04-20 6ª-Feira 
Hora:21:30 h 
Entrada: 12,50 €


José Cid ao vivo na Arena d'Évora em Dezembro


Preço dos bilhetes:
Plateia - 8€; Bancada - 10€

Terceiro filho de Francisco Albano Coutinho Ferreira Tavares (neto do barão de Cruzeiro) e de Fernanda Salter Cid Freire Gameiro, mudou-se com os pais para Mogofores, perto de Anadia, aos onze anos.
Iniciou a sua carreira musical em 1956, com a fundação de Os Babies, agrupamento musical que se dedicava à interpretação de covers. Em 1960 criou em Coimbra o Conjunto Orfeão, com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição.
Em 1965 abandona Coimbra, onde frequentava a Faculdade de Direito, sem terminar o primeiro ano. Ingressa nesse ano no Instituto Nacional de Educação Física, onde tem como colega um irmão de Michel, membro do Conjunto Mistério. Após uma audição é convidado a entrar para o grupo, que daria origem ao Quarteto 1111. José Cid também não chega a concluir o curso de Educação Física, porque em 1968 é chamado a cumprir o Serviço Militar. Até 1972 permaeceu como oficial miliciano da Força Aérea Portuguesa, no Centro de Formação Militar e Técnica, situado na Ota. Dava aulas de ginástica de manhã, saia à tarde para ensair na garagem e actuava com os 1111 aos fins-de-semana.
Popularizou-se como teclista e vocalista nos 1111, tendo grande êxito com a A lenda de El-Rei D. Sebastião, de 1967, um tema inovador no panorama musical da época. Ainda com o quarteto, concorreu ao Festival RTP da Canção de 1968, com Balada para D. Inês. O álbum homónimo dos 1111 seria editado em 1970, mas não chegou a saír, por interferência da censura.
Em 1971, José Cid lançou o seu primeiro disco a solo. Nessa época, foram também editados os EP Lisboa perto e longe e História verdadeira de Natal. No ano seguinte, lançou o EP Camarada. Em 1973, o Quarteto 1111 adoptou o nome Green Windows, numa tentativa de internacionalização.
Concorreu ao Festival RTP da Canção de 1974, a solo com Uma rosa que te dei, e com os Green Windows, que apresentaram as canções No dia em que o rei fez anos e Imagens. Uma das suas composições mais conhecidas, Ontem, hoje e amanhã, seria premiada no Festival Yamaha de Tóquio, em 1975, ao qual já concorrera em 1971, com Ficou para tia.
Fundou o grupo Cid, Scarpa, Carrapa & Nabo, com Guilherme Inês, José Moz Carrapa e Zé Nabo, com o qual gravou o tema Mosca super-star e o EP Vida, em 1977. Em 1978, lançou o álbum 10.000 anos depois entre Vénus e Marte, um marco na história do rock progressivo, que viria a obter mais tarde reconhecimento a nível internacional, sendo incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo do mundo, organizada pela revista americana Billboard. No Festival OTI da Canção, de 1979, ficou em terceiro lugar com Na cabana junto à praia.
Com a canção Um grande, grande amor venceu o Festival RTP da Canção, em 1980, com 93 pontos. No Festival Europeu da Canção, conquistou um honroso sétimo lugar, com 80 pontos, entre dezanove concorrentes. Seguiu-se a gravação dos temas Como o macaco gosta de banana e Portuguesa bonita.
Em 1984 grava para a RTP Música Portuguesa, voltando a reunir o Quarteto 1111. No Natal de 1989 volta a gravar para a RTP, um programa chamado Natal com José Cid, onde interpreta algumas das suas músicas, já gravadas na Polygram, após a Orfeu deixar de operar. Teve alguns convidados, entre os quais Tozé Brito e o fadista, na altura amador, Manuel João Ferreira
No início dos anos 1990, fez estalar uma polémica, ao posar nú para uma revista social, com um dos seus discos de ouro. A intenção foi protestar contra a forma como as rádios desprezavam os intérpretes portugueses, incluindo ele próprio, em proveito de intérpretes estrangeiros.
Em 2000 publicou o livro Tantos anos de poesia. Em 2004 deu um espectáculo no Coliseu dos Recreios, que foi gravado pela RTP. Em 2006 reapareceu perante o público, no palco do velho Cabaret Maxime, em Lisboa, em dois espectáculos esgotados. Lançou entretanto o disco Baladas da minha vida, com velhas canções regravadas de forma acústica e dois temas novos, O melhor tempo da minha vida e Café contigo. Em 2007 actuou no Campo Pequeno para 4800 espectadores, convidando André Sardet, Luís Represas e os elementos do Quarteto 1111.
José Cid casou-se com Emília Infante da Câmara Pedroso, com quem teve uma filha, Ana Sofia, nascida em 1964. Ana Sofia viria a colaborar com o pai em algumas letras e nos coros de várias músicas. Teve um segundo casamento, com com Maria Armanda Ricardo, que durou doze anos. Assumido como monárquico e anarquista, continua a viver em Mogofores, passando longas temporadas na sua Chamusca natal. É pretendente ao título de barão do Cruzeiro, um título concedido a Francisco Luis Ferreira Tavares, seu bisavô, pelo rei D. Luís I.


Aurea ao vivo na Arena de Évora



Bilhetes à venda nos seguintes locais:
Tabacaria Central 
Tabacaria Paris
Arena D' Évora de 30 de Janeiro a 11 de Fevereiro das 14h as 19h

Aurea nasceu a 7 de Setembro em Santiago do Cacem onde viveu até aos 2 anos, desde cedo que queria ser atriz, entrando assim para o curso de Teatro da Universidade de Évora, onde "congelou" a matricula no último ano e ainda não decidiu se um dia irá acabar o curso. Foi Rui Ribeiro, um colega de curso da mesma escola que a fez aperceber-se da poderosa voz que detinha desde de pequena. Aurea ofereceu bastante resistência e diz que "O Rui teve bastante paciência, nunca pensei fazer da minha voz profissão" depois de tanta insestência gravaram a primeira maqueta num estúdio improvisado e descobriram qual o estilo de música que se adequava melhor ao seu timbre de voz, com o single "Busy (for me)", "este tema fez-me apaixonar pela música soul. Rui Ribeiro foi autor de sete dos dez temas do disco de estreia, que marca uma influências claramente pop/soul. O disco foi produzido por João Matos e Ricardo Ferreira. Aurea é neste momento considerada a revelação do ano com mérito próprio já deu mais de 70 concertos em Portugal, incluindo nos coliseus do Porto e Lisboa onde gravou o seu 2ºalbum "Aurea ao vivo no coliseu dos recreios" Aurea é muito fiel ao seu visual, quando está em palco interpreta uma personagem em cada música mas há muito tempo que é loira e pinta os olhos de preto também é muito fiel aos seus amuletos(piercing, pulseira) usa-os em todos os concertos assim como, é conhecida por cantar descalça "Tentei cantar de saltos altos mas não consegui, após a 1º vez em que me descalcei num concerto que fiz com a minha banda de covers nunca mais cantei calçada. Só porque me sinto mais confortável" Tem três tatuagens, uma na perna, uma no pescoço e sete estrelas na mão porque sempre teve uma ligação especial pelo número sete, e dois piercings um no nariz e outro no pescoço. 
O álbum de estreia homónimo foi lançado a 27 de Setembro de 2010, tendo já atingido o primeiro lugar da tabela em Portugal, destronando o álbum ao vivo de Pearl Jam, Live on Ten Legs.
A cantora participou no "Concerto mais pequeno do mundo" da Rádio Comercial no dia 12 de Fevereiro de 2011, no Monte Prado Hotel & Spa, em Melgaço.
Aurea recebeu o Globo de Ouro de "Melhor Intérprete Individual".
Foi anunciado a 19 de setembro de 2011, que Aurea estava nomeada para os prémios MTV Europe Music Awards, na categoria "Best Portuguese Act", tendo ganho o mesmo a 18 de outubro de 2011.
O álbum de estreia de Aurea, foi editado a 27 de Setembro 2010. Desde então, o primeiro trabalho da cantora natural de Santiago de Cacém esteve 28 semanas no Top 5 Nacional de Vendas de Cds (AFP), tendo permanecido 8 semanas seguidas no 1.º lugar.
Neste percurso, o álbum homónimo de Aurea atingiu a marca de Platina. Pelo meio ficam vários showcases nas FNAC, concertos de apresentação, um dueto do tema ‘Love me Tender’ com Elvis Presley (aprovado pela família do mesmo e incluído no álbum ‘Viva Elvis’, editado no final de 2010), um S. Jorge esgotado e uma digressão nacional que percorrerá várias cidades e que se prolongará até ao final do ano, sempre acompanhada por um grande banda de músicos conceituados.
No passado mês de Maio, o talento de Aurea foi reconhecido na gala Globos de Ouro, onde lhe foi atribuído um galardão na categoria de ‘Melhor Intérprete Individual’. Nesta entrega de prémios, Aurea recebeu três nomeações, feito inédito para um artista nacional.
Detentora de voz poderosa e cativante, apesar dos seus 23 anos, Aurea tomou de assalto as ondas hertzianas nacionais com o single de estreia “Busy (For Me)”, que marca a toada deste primeiro registo homónimo, contagiante e eclético, que tem na sua imensa voz o fio condutor. Seguiu-se o não menos fabuloso e atrevido single ‘No No No No (I Don’t Want Fall In Love With You Baby)’ e chegam agora às rádios o descontraído ‘Ok, Alright’, para fazer companhia neste tempo de férias, e o melancólico ‘The Only Thing That I Wanted’, a perfeita banda-sonora para o regresso de férias.
Aurea tem a voz do tamanho do mundo e a sua música também não conhece fronteiras. O talento de Aurea para cantar é inato, um dom que não escolhe qualquer um. No entanto, a ajuda da família (que desde sempre esteve ligada à música) foi fundamental no fortalecimento dos laços afectivos por esta área artística.
A frequência no curso de Teatro da Universidade de Évora foi o despertar de Aurea no sentido de uma carreira musical. Juntamente com a equipa da Blim Records, responsável pela composição, produção e direcção musical deste álbum, Aurea apresenta neste primeiro trabalho um registo pop/soul mas com várias nuances de diversos estilos musicais. Tal como Aurea, este trabalho é musicalmente eclético.

Tony Carreira actua na Arena d’Évora

Esta será a segunda passagem que Tony Carreira faz pela Arena d’Évora, desta vez para apresentar ao vivo o seu último álbum de originais.

O cantor Tony Carreira actua na Arena d’Évora no próximo dia 17 de Setembro, pelas 22 horas, num concerto gratuito organizado pela Câmara Municipal de Évora, produzido pela Regi-Concerto e com o apoio da cadeia de supermercados Continente.

A distribuição de ingressos para este concerto terá lugar nas bilheteiras da Arena d’Évora a partir do dia 14 de Setembro, das 9:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30, no limite máximo de dois bilhetes por pessoa. No dia 13 de Setembro as bilheteiras estarão abertas excepcionalmente para a distribuição de bilhetes para os munícipes de Évora com idade igual ou superior a 65 anos e/ou pensionistas, que poderão levantar o bilhete mediante a apresentação de documento identificativo que comprove a sua idade ou condição.

Esta será a segunda passagem que Tony Carreira faz pela Arena d’Évora, desta vez para apresentar ao vivo o seu último álbum de originais, intitulado "O Mesmo de Sempre", que foi editado no final do ano passado e que revelou ser mais um sucesso de vendas na carreira do cantor.



Frei Hermano da Câmara na Arena d'Évora esta sexta-feira



Falar de Frei Hermano da Camara é pretender que as palavras definam, na sua limitada capacidade sugestiva, a ideia de uma personalidade transcendente. E, se o termo pode assustar alguém, apresso-me a acrescentar que só deste modo consigo situar a atitude de um homem que, lucidamente, nos dias de hoje, se mantém fiel a um ideal que o avassalou. Porque é cada vez mais fácil perfilhar ideais, quaisquer que sejam, a dificuldade está em se submeter depois às consequências, às exigências da prática decorrentes dessas ideias. E se outra razão não houvesse, esta parece-nos suficiente para ser credora da nossa maior admiração.

A trajectória deste homem que “deixou tudo para seguir a Cristo” foi um acontecimento notável que deixou um rasto de espanto e admiração. Ficou meio mundo em suspenso quando Frei Hermano decidiu abandonar uma vida, que a todos os títulos lhe proporcionaria prosperidade, e uma carreira artística que se adivinhava promissora, a avaliar pelo disco com que nos legou esse imperecível êxito da música portuguesa que se chama “ Fado da Despedida”.

Esta atitude corajosa é indício do carácter nobre de Frei Hermano da Camara. A sua felicidade parecia, curiosamente, estar acima de todos os dons com que a natureza o dotara, ele que tivera um alto nascimento e vivia rodeado de bens terrenos. O triunfo não o tentou e alegremente desceu ao anonimato da sua cela conventual, longe de tudo aquilo que tinha sido a sua vida até então.

Esse gesto, por demasiado incompreensível, gerou à sua volta as mais desencontradas reacções. Atribuíram-lhe os mais variados significados; a imaginação popular, facilmente impressionável, agiu romanticamente e preferiu atribuir-lhe como causa um grande amor contrariado.

Poucos perceberam então que o misticismo que habitava a alma desse jovem só podia abrigar-se no recolhimento e na oração. E assim foi.

Durante alguns anos, o silêncio cobriu o nome daquela voz que deixara uma saudade dorida e um grande respeito pela sua determinação.

Frei Hermano manteve sempre aquela capacidade de transmitir a todos uma paz serena aliada a uma alegria muito saudável de viver.

O desejo de regresso à vida artística só foi assumido pelo monge-cantor quando, em consciência, admitiu que devia colocar a sua voz e o seu talento de compositor ao serviço da Igreja.

Cantaria sim, desde que isso resultasse numa forma de apostolado, devolvendo a Deus os atributos que Este lhe tinha concedido. Só assim se deixou convencer. A sua voz ao serviço da causa de Jesus Cristo. Da causa dos homens que precisavam de conforto, e a quem Frei Hermano podia ajudar, como se tem comprovado.

E é a convicção do que diz cantando, a certeza de pisar o único caminho possível para si, a segurança de o estar a fazer em nome de uma causa universal e justa que dão à sua presença aquele magnetismo e à sua voz o efeito do bálsamo tranquilizante para as almas angustiadas dos homens dos nossos dias que somos todos nós.

Tudo quanto temos dito acerca de Frei Hermano da Camara são pequenas contribuições para definir esse fenómeno que tem muito de transcendente, como começamos por dizer.

O homem que é artista e na sublimação dessa arte se entrega à tarefa de entre todas gratificante, de uma doação completa ao seu semelhante.

E a consciência dessa responsabilidade foi perfeitamente assumida pelo artista, durante a edição do trabalho em que a sua capacidade criativa se manifestava através da composição de fados e canções com o seu indefinível estilo que é o segredo do seu sucesso, mas sem a concessão à facilidade gratuita.

Todos os seus autores eram, e continuam a ser, grandes vultos da nossa literatura. Miguel Torga, Pedro Homem de Melo, Mário Sá Carneiro, Fernando Pessoa, Augusto Gil, Fernanda de Castro, entre outros.

Um dia, no entanto, a sua inspiração vai mais longe. “O NAZARENO” foi a primeira obra de grande fôlego da nossa música ligeira. A envergadura deste trabalho deixou espantados críticos e público. Conseguira-se, por fim, em disco, o primeiro trabalho sério, destinado a ocupar lugar destacado na história da música portuguesa. Por outra razão esse álbum duplo constitui um marco histórico, que nessa época foi galardoado com quatro discos de ouro.

Seguiu-se-lhe a segunda obra do tríptico que Frei Hermano da Camara ambicionara publicar, dedicado a S. Bento, com título “DEUS É MÚSICA”.

Entretanto, e após a edição dos seus maiores sucessos, comemorando os 20 anos de vida religiosa, já fermentava no seu espírito a concepção de uma obra totalmente dedicada a Nossa Senhora: Tendo como ponto de partida o atentado ao Papa João Paulo II e a sua visita de agradecimento a Fátima Frei Hermano mais uma vez expandiu o seu génio artístico com a obra musical “ TOTUS TUUS” – SERENATA MÍSTICA A NOSSA SENHORA.

Após um interregno de alguns anos, Frei Hermano regressa ao lugar que sempre foi e será o seu, o de escolhido para cantar sentida e eloquentemente o mistério de Deus com a sua obra exemplar “MISSA PORTUGUESA”. É um disco para ser ouvido na terra mas com os olhos no céu.

Saudemos reverentemente o regresso de Frei Hermano com este disco que é com certeza a mais ansiada forma de plenitude que se pode esperar do seu mais digno cantor.

A importância de Frei Hermano da Camara atinge duplo significado. Ele não é só um padre que prega, à sua maneira, a mensagem da sua Igreja Católica, ele é, acima de tudo, um dos mais destacados homens da cultura musical portuguesa dos nossos dias.

A irradiação da sua obra como apostolado musical só se pode explicar pela sua vocação contemplativa de união constante com Deus.

Avô Cantigas na Arena d'Évora dia 17 de Dezembro

Rui Veloso na Arena de Évora esta sexta-feira



Porque os amigos também são parte da família, o Clube Renascença convida-o para a grande Festa de Natal.

Dia 10 de Dezembro, na Arena de Évora, Rui Veloso celebra consigo 30 anos de carreira.

A ver as Estrelas no Céu, sem esquecer a Paixão pelo Chico Fininho e a Beirã, contamos consigo consigo para tornar esta noite ainda mais memorável, recordando estes e outros sucessos que fazem parte da sua vida.

Depois de encher duas vezes os Coliseus de Lisboa e do Porto, Rui Veloso vai agora ao seu encontro na Festa de Natal do Clube Renascença.

Um concerto com o apoio Hipermercados Modelo e Câmara Municipal de Évora.

Bilhetes à venda em Évora nas Tabacarias Central, Paris, Arcada e Rico e na internet na Ticketline.

Plateia 1 - 20€
Plateia 2 - 17,5€
Nível 1 - 12,5€

Carminho na Arena d'Évora


Nasceu Carmo Rebelo de Andrade, em Lisboa, filha da fadista Teresa Siqueira. Os seus pais organizavam tertúlias de fado e em casa ouvia discos de Lucília do Carmo, de Fernando Maurício, de Amália Rodrigues...
Em Lisboa, estreou-se a cantar em público aos doze anos, no Coliseu. Começou então a cantar regularmente na Taverna do Embuçado, em Alfama, onde teve como mestres, para além da sua mãe, Beatriz da Conceição, Fernanda Maria, Alcindo Carvalho, Paquito, Fontes Rocha, memórias vivas da verdadeira essência do fado.
Concluído o curso universitário e começando a perceber que boa parte da sua vida teria de passar pelo fado, viaja pelo mundo durante um ano, participando em missões humanitárias na Índia, Camboja, Peru e Timor.
Regressada a Lisboa, começa a cantar regularmente no restaurante Mesa de Frades. Rapidamente começa a receber solicitações para os grandes palcos nacionais (Casa da Música) e internacionais (Expo Saragoça, Argentina, Suíça, Malta e Tailândia), destacando-se ainda a sua participação no multigalardoado filme «Fados» de Carlos Saura.
Em 2009 editou o seu primeiro álbum «Fado» considerado «a maior revelação do fado da última década» (Time Out, 27 de Maio de 2009), alcançando rapidamente o galardão de ouro e dando início a uma digressão que cumpriu sessenta datas em palcos nacionais e espanhóis, sendo nomeado pela conceituada revista britânica Songlines como um dos dez “Best Album 2011”.
Vista como um símbolo da sua geração, tornou-se, em 2011, a Embaixadora portuguesa do programa “Youth on the Move”, a convite da Comissão Europeia.
2011 é também o ano de um arranque seguro de uma carreira internacional que a leva ao palco principal da Womex (World Music Expo), na Dinamarca, e a vários espetáculos no Reino Unido, França (Théâtre de la Ville), Holanda, Moçambique e Espanha.
Com ‘Perdoname’, com Pablo Alborán, Carminho torna-se na primeira artista portuguesa a atingir o número 1 do top espanhol.
Lançou em 2012 o seu segundo álbum, “ALMA”, que estreou em primeiro lugar nos tops de venda portugueses e alcançou lugares de destaque em vários tops internacionais.
Já no final de 2012, após cumprir mais de noventa datas em Portugal e no estrangeiro, Carminho realiza um sonho de sempre e grava com Milton Nascimento, Chico Buarque e Nana Caymmi, resultando numa reedição de “Alma” com os três novos temas.
O ano de 2013 tem sido o ano da consagração de Carminho no Brasil, confirmada pela surpreendente atuação na abertura do Carnaval de Recife e concertos esgotados no Rio de Janeiro e um pouco por todo o país. Mas tem sido também o ano de uma digressão internacional que tem permitido levar a sua voz a países como Israel, Letónia, Alemanha, Luxemburgo, Turquia, Angola, Espanha, Bélgica, Reino Unido, França,…

PREÇOS
Plateia 01-10 25€ a 30€
Plateia 11-20 25€ a 30€
Plateia 21-30 25€ a 30€
Plateia 31-40 25€ a 30€
Nível 1 sector 1 Dir. 20€
Nível 1 sector 1 Esq. 20€
Nível 1 sector 2 Dir. 20€
Nível 1 sector 2 Esq. 20€
Nível 1 sector 3 Dir. 20€
Nível 1 sector 3 Esq. 20€
Nível 1 sector 4 Dir. 20€
Nível 1 sector 4 Esq. 20€
Nível 2 sector 1 Dir. 15€
Nível 2 sector 1 Esq. 15€
Nível 2 sector 2 Dir. 15€
Nível 2 sector 2 Esq. 15€
Nível 2 sector 3 Dir. 15€
Nível 2 sector 3 Esq. 15€
Nível 2 sector 4 Dir. 15€
Nível 2 sector 4 Esq. 15€

"Panda e os Caricas" na Arena d'Évora


Rouxinol Faduncho na Arena d' Évora



Link: Rouxinol Faduncho na Arena d' Évora

Romana em concerto na Arena d'Évora



quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Philip Hamilton | O Jazz de Nova York a passar por Évora

Philip Hamilton é um vocalista contemporâneo de destaque nos palcos internacionais do Jazz e da World Music. Ao longo da sua carreira, já atuou ou gravou com artistas e grupos de renome mundial como Pat Metheny Group, Spyro Gyra, Donald Fagan, Gilberto Gil, Mike Stern e John Cage.

Reconhecido como um dos principais compositores contemporâneos de música para dança, foi distinguido em 2004 com o New York Dance and Performance Award (Bessie), em reconhecimento pelo seu trabalho nesta área.



quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Concerto de LEIDEN

 

Um concerto intimista e vibrante, onde LEIDEN apresenta pela primeira vez em Portugal o seu espetáculo em formato duo, acompanhada por um instrumentista convidado. A sua música funde a força poética da canção de autor com influências modernas de diversos ritmos da América Latina, trazendo o colorido e a intensidade tão marcantes na música mexicana.
Entre o bolero, o pop alternativo e as sonoridades de raiz afro-latina, LEIDEN convida o público a uma viagem emocional e sensorial, marcada pela proximidade, pela palavra e pela expressividade da sua voz.

data
10 Outubro 2025 

horário
21h30

sitio
Armazém 8 | Rua do Eletricista nº8, Évora

entrada
consultar promotor


Baile-Concerto com Joachim Montbord (FR)

 


terça-feira, 23 de setembro de 2025

XXVII Jornadas Internacionais “Escola de Música da Sé de Évora” – Manuel Mendes em Portalegre

Estão abertas as inscrições para as XXVII Jornadas Internacionais “Escola de Música da Sé de Évora” – Manuel Mendes em Portalegre até 31 de Agosto de 2025.

Pedro Teixeira é o diretor artistico do evento. Os ateliers para coralistas são orientados por Owen Rees, Rory McCleery e Armando Possante, com acompanhamento ao piano por Nicholas McNair. O atelier de Técnica Vocal será orientado por Ariana Russo. O atelier Instrumental será dirigido por Tiago Simas Freire e os instrumentistas do grupo “Capella Sanctae Crucis” – Tiago Simas Freire (corneta), José Rodrigues Gomes (baixão), Elsa Frank (charamela) e Henry van Engen (sacabuxa). O programa inclui também uma visita guiada à Sé de Évora.

terça-feira, 29 de julho de 2025

09 de Agosto | 22H00 | Jardim Público | Música – Motherflutters

Motherflutters é um projeto criado pelos irmãos André Cameira (flauta/voz/teclados) e Filipe Cameira (guitarra/voz/programações). Ao longo de mais de 20 anos, estudaram e deram aulas de música juntos, fizeram parte de grupos de música clássica e tocaram em algumas bandas (Moullinex, Suite), até que decidiram aventurar-se no seu próprio projeto de originais.

Em 2023 editaram o primeiro album “TOGETHER” que contem os aclamados singles Find Love, I Wanna Be e One Day que conquistaram o 1.º lugar do top da Antena3 por várias semanas consecutivas. Time to Time foi considerada uma das melhores músicas de 2022 por Nuno Reis e a 3ª música mais votada do TOP A3.30.

Têm sido convidados a participar em diversos festivais, tais como: Festival Bons Sons (Cem Soldos), Festival N2 (Chaves), Festival dos Canais (Aveiro), Pôr do Sol no Castelo de São Jorge (Lisboa), Festa dos Tabuleiros (Tomar), TiMilha (Pombal), CambraFest (Vale de Cambra), entre outros. Também têm integrado a programação de algumas das salas mais emblemáticas do país: MusicBox (Lisboa), Maus Hábitos (Porto), Bang Venue (Torres Vedras), StereoGun (Leiria), Cine-Teatro Paraíso (Tomar), Village Underground (Lisboa).

O concerto no MusicBox Lisboa foi considerado um dos melhores concertos de 2023 pela plataforma digital Música sem Capa.

2025 será marcado pelo lançamento de um novo álbum e por uma tour nacional e europeia, na qual irão apresentar-se em formato de banda, constituída pelos músicos Hugo Mendes (baixo), Flávio Filipe (bateria) e Miguel Urbano (teclados).

02 de Agosto | 22H00 | Jardim Público | Música – Expresso Transatlântico

A viagem do Expresso Transatlântico tem já muita história para contar. Numa jornada musical entre as influências da tradição portuguesa e as sonoridades contemporâneas globais, o projeto de Gaspar Varela, Sebastião Varela e Rafael Matos tem somado territórios e conquistado público pelos quatro cantos do globo. 

“Ressaca Bailada”, o álbum de estreia editado em 2023, foi um dos “Melhores Álbuns Nacionais” do seu ano, e tem esgotado salas desde a sua chegada. Em 2024, a banda lançou também um “filme-concerto”, escrito e realizado por Sebastião Varela e apresentado nos principais festivais de cinema documental portugueses.  

O grupo acaba de lançar o single “Flor de Trovão” como primeiro avanço do álbum marcado para sair em 2026. Com produção de Paulo Furtado (aka The Legendary Tigerman), este novo álbum promete marcar um ponto de viragem na trajetória musical do Expresso Transatlântico.

Sem perder a alma e a fusão de sonoridades que o caracteriza, o Expresso Transatlântico explora novas formas de se reinventar e “Flor Trovão” abre caminho para uma nova fase artística… Assim se abre um novo capítulo na travessia deste Expresso Transatlântico, rumo a novas paisagens sonoras. Bem-vindos a bordo!

01 de Agosto | 21H30 | Praça de Giraldo | Música Jazz – Branco toca Marco Paulo

Branco toca Marco Paulo é um projecto do guitarrista Pedro Branco que teve início em 2021 e que terá o seu disco editado em 2025. O projecto baseia-se numa reinterpretação da vasta obra artística do famoso cantor português Marco Paulo numa formação ainda pouco explorada por Branco, o formato trio de jazz. A ele, juntam-se os músicos João Sousa na bateria e Carlos Barretto no contrabaixo.

O projeto começou por se basear numa interpretação de temas exclusivamente retirados do disco «Ver e Amar» (1970), trabalho de Marco Paulo pouco conhecido do grande público. A esse repertório juntaram-se arranjos de temas sobejamente conhecidos, tais como “Eu Tenho dois Amores”, “Sempre que Brilha o Sol” ou “Joana”.

O objectivo do projecto é juntar duas linguagens musicais bastante distintas no seu propósito e na sua estética, mas encontrando nessa dicotomia traços em comum que se convertam em momentos musicais relevantes. O convite a uma das figuras históricas do jazz português, Carlos Barretto, tem também como objectivo encontrar novas soluções dentro de ideias musicais distantes. As canções são despidas à sua essência e o resultado final mistura uma improvisação contemporânea com clássicos da cultura pop portuguesa, sem perder o sentido de humor e a imprevisibilidade performativa.