segunda-feira, 28 de maio de 2018

Livros à Rua 2018




Programação

25 de maio || sexta-feira

​17:00 – Inauguração | Local: Largo da Sé

​17:30 – SEVENDIXIE – Animação de Rua | Local: Largo da Sé

18:00 – Apresentação do Livro " Vácuos" de Mbate Ferreira por José Alberto Ferreira e o autor | Local: Biblioteca Pública de Évora | Integrado na programação do festival Évora África

19:00 – Concerto PEIXE | Local: Largo da Sé

22:00 – As máscaras da Lua – cerimónia Bwaba (Burkina Faso) | Local: Templo Romano | Integrado na programação do festival Évora África



​26 de maio || sábado

10:00 – Jogos de tabuleiro | B de Brincar | Local: stand Biblioteca Pública de Évora

10:00 – 13:00 – Atelier Popular de serigrafia | O Homem do Saco | Local: stand É neste país (ponto de encontro) | mediante inscrição em geral@podeviraser.pt

11:00 – Com quantos pontos se conta um conto? | Bru | Local: Largo da Sé

14:30 – 17:00 – Atelier Popular de serigrafia | O Homem do Saco

16:00 – 20:00 – Cristina Faz bilhetes de amor e má cara | Local: Largo da Sé

17:00 – Inauguração da exposição de ilustração: "Bem-vindos ao Museu do Pensamento" | Estúdio Adamastor | Local: Biblioteca Pública de Évora

19:00 – Espetáculo BONECOS E CAMPANIÇA | Local: Largo da Sé

21:00 – Concerto Orquestra Ballaké Sissoko – A Arte da Kora – entre mestra e novos discípulos (Mali) | Local: Templo Romano | Integrado na programação do festival Évora África

22:00 – As máscaras da Lua – cerimónia Bwaba (Burkina Faso) | Local: Templo Romano | Integrado na programação do festival Évora África



​27 de maio || domingo

10:00 – 13:00 – Tipografia na Rua | O Homem do Saco | Local: Largo da Sé

11:00 – Contos com Nic e Inês | Local: Largo da Sé

14:30 – 17:00 – Tipografia na Rua | O Homem do Saco | Local: Largo da Sé

17:30 – Apresentação de Livro + Oficina | Casa Nic e Inês | Local: Largo da Sé

19:00 – Concerto BENJAMIM | Local: Largo da Sé



28 de maio || segunda-feira

11:00 – Conversa com Joana Bértholo – Museu do pensamento | Local: Biblioteca Pública de Évora

17:30 – Conversa com Joana Bértholo – Museu do pensamento | Local: Largo da Sé

19:00 – Concerto DJANGO TRIBUTO | do Imaginário Associação Cultural | Local: Largo da Sé



29 de maio || terça-feira

​11:00 – Conversa com Joana Bértholo – Museu do pensamento | Local: Biblioteca Pública de Évora

15:00 – Conversa com Joana Bértholo – Museu do pensamento | Local: Biblioteca Pública de Évora

17:00 – 20:00 – Carimbando por Évora | Oficina aberta de ilustração com Renata Bueno | Local: Largo da Sé

19:00 – Concerto NUNO DO Ó | Local: Largo da Sé



30 de maio || quarta-feira

​16:00 – 17:30 – Carimbando por Évora | Oficina aberta de ilustração com Renata Bueno | Local: Largo da Sé

18:00 – O aniversário da Princesa Ziah | Era uma vez – Teatro de Marionetas | Local: Largo da Sé

20:00 – 22:00 – Carimbando por Évora | Oficina aberta de ilustração com Renata Bueno | Local: Largo da Sé

21:00 – Concerto MISS MANOUCHE | Local: Largo da Sé



31 de maio || quinta-feira (Feriado)

​10:00 – 13:00 – Jogos de Rua Katakrak | Local: Largo da Sé

10:00 – Peddy Paper Literário | Local: Biblioteca Pública de Évora (partida)

11:00 – Onde Moram as Coisas – contos e oficina | Qual Albatroz | Local: Biblioteca Pública de Évora   mediante inscrição no stand da É Neste País ou para o email nestepais@gmail.com

15:00 – 18:00 – Jogos de Rua Katakrak | Local: Largo da Sé

15:00 – Ler entre linhas - Oficina de blackout poetry | Qual Albatroz | Local: Largo da Sé

16:00 – Conversa com José Mário Branco e António Guerreiro | "Maio de 68: Direito à cidade – 50 anos depois" | Local: Biblioteca Pública de Évora

17:30 – Apresentação do livro "Um urso muito assustador" de Mafalda Silva | Local: Largo da Sé

18:00 – Concerto FUNGAGUINHOS | Local: Largo da Sé



1 de junho || sexta-feira

​10:00 – 13:00 – Jogos de Rua Katakrak | Local: Largo da Sé

11:00 – Contos com Rui Melgão | Local: Largo da Sé

15:00 – 18:00 – Jogos de Rua Katakrak | Local: Largo da Sé

17:30 – Conversa com Ana Jara, Luís Mendes, Susana Mourão, Tiago Mota Saraiva e António Guerreiro | "Maio de 68: Direito à cidade – 50 anos depois" | Local: Biblioteca Pública de Évora

18:30 – Cria o teu monstro verdadeiramente assustador! | Local: Stand Didatic by Edicare

21:00 – Concerto MÁRCIA | Local: Largo da Sé



2 de junho || sábado

​10:00 – Jogos de Tabuleiro | B de Brincar | Local: stand Biblioteca Pública de Évora

10:00 – Construção postal Pop Up | Up Up Pop-Up - José Alberto Rodrigues | Local: Largo da Sé

11:00 – Com quantos pontos se conta um conto? | Contadores É Neste País | Local: Largo da Sé

15:00 – Conversa e mostra de Livros Pop Up | Up Up Pop-Up - José Alberto Rodrigues Local: Biblioteca Pública de Évora

16:00 – 20:00 – Cristina Faz bilhetes de amor e má cara | Local: Largo da Sé

17:00 – Vem explorar um livro que não é de ciências! | Local: Stand Didatic by Edicare

17:30 – Apresentação do livro "Vivências Cristãs em contexto Islâmico" de Adel Sidarus. | Com Marcial Rodrigues e o autor. | Local: Biblioteca Pública de Évora

19:00 – Concerto MALINO | Local: Largo da Sé

21:00 – Concerto IAN MUCZNIK | Local: Largo da Sé

21:30 – Caça ao tesouro | Local: Biblioteca Pública de Évora



3 de junho || domingo

​10:00 – Construção postal Pop Up | Up Up Pop-Up - José Alberto Rodrigues | Local: Largo da Sé

11:00 – Contos com Rodolfo Castro | Local: Largo da Sé

16:00 – Contos com Rodolfo Castro | Local: Largo da Sé

17:00 – Vou contar-te uma história (concerto de música para crianças) | Local: Biblioteca Pública de Évora

17:30 – Apresentação do livro "Falares e Ditarenhos do Alentejo" de Luís Miguel Ricardo | Local: Largo da Sé

19:00 – Concerto B FACHADA | Local: Largo da Sé

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Okup@-te Verão 2018



Festa Final de Ano 2017/2018


Évora Wine


Comemorações do 66º Aniversário da Força Aérea


Inicio do Evento: 02 junho
Fim do Evento: 01 julho

Sábado
dia 02 junho 2018

Abertura da Exposição "Aviação Militar Portuguesa – Grande Guerra - 1914-1918" e Exposição de homenagem ao Major Óscar Monteiro Torres 
Local: Palácio D. Manuel
Horário de Funcionamento: de 2ª feira a 6ª feira, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00, Sábados das 14h00 às 18h00 (até 21 de junho); de 2ª feira a Sábado das 10h30 às 12h30 e das 17h30 às 24h00 (de 21 de junho a 1 de julho).


6.ª feira
dia 22 junho 2018

19H00 | Inauguração da Exposição “A Paz e os 100 anos do armistício” no âmbito da Feira de S. João 2018
Local: Rossio / Feira de S. João

22H00 | Concerto Popular – Abertura da Feira de S. João.
Local: Palco Principal – Jardim Público


5.ª feira
dia 28 junho 2018

Abertura das Exposições:

“As Pessoas da Força Aérea - Rostos de Missão, Alma no Servir”
Local: Palácio D. Manuel
Horário: de 2ª feira a Sábado das 10h30 às 12h30 e das 17h30 às 24h00 

Exposição estática de aeronaves F- 16, Alpha-Jet e Chipmunk
Exposição estática de viatura de combate a incêndios
Local: Praça 1.º de Maio.

Exposição estática da aeronave AL III e Planador
Demonstrações de simuladores de segurança rodoviária
Local: Jardim Público

20H00 | Prova de Orientação Solidária
Prova promovida em parceria com a Associação de Deficientes das Forças Armadas a favor da Associação de Solidariedade Social Pão e Paz.
Local: Centro Histórico


6.ª feira
dia 29 junho 2018 |  DIA DA CIDADE

17H30 – Hastear das Bandeiras Nacional, de Évora e da Força Aérea Portuguesa
Local: em frente à Câmara Municipal de Évora

18H00 – Visita Oficial às exposições no Palácio D. Manuel e exposição de aeronaves na Praça 1º de Maio e jardim público
- Demonstrações cinotécnicas
Local: jardim público 
- Entrega dos prémios do Concurso “Cria e Voa Connosco”
Local: Palácio D. Manuel


Sábado
dia 30 junho 2018

10H30 – Cerimónia Militar
Local: Praça do Giraldo

21H00 – Concerto da Banda da Força Aérea com artistas/grupos locais de renome
(Pedro Calado; Gisélia Silva e Joana Ricardo)
Local: Teatro Garcia de Resende


Domingo
dia 1 julho 2018 |DIA DA FORÇA AÉREA

10H00 – Inauguração de Monumento Alusivo
Local: Aeródromo Évora

11H00 – Missa na Igreja de S. Francisco, presidida pelo Bispo do Porto e Administrador Pastoral das Forças Armadas e de Segurança, com a presença do Coro da Academia da Força Aérea e com transmissão em direto na TVI.

16H00 – FESTIVAL AÉREO
Local: Aeródromo Évora

Exposição estática:
Épsilon
Chipmunk
C-295
C-130
EH-101
Alouette III

Aterragem e sobrevoo das frotas da Força Aérea, com saltos de Paraquedas pelos Falcões Negros

Demo Teams:
Patrulha ASPA (helicópteros) - Espanhóis

Solo Teams:
F-16 Belga ou F-16 holandês
Eurofighter espanhol
Batismos de voos


19H30 – Arrear das Bandeiras Nacional, de Évora e da Força Aérea​


Évora perdida no Tempo - Fonte Lavabo de Mármore - Colégio do Espírito Santo


domingo, 27 de maio de 2018

Solar da Sempre Noiva


No limite da Freguesia de N.ª S.ª da Graça e confinante com a Pedra da Missa, local onde a tradição assegura que o Exército do Condestável D. Nuno Álvares Pereira ouviu missa campal nos fins de Junho de 1384, vigilante pelo arraial castelhano do marechal Pero Ruiz Sarmiento, que ocupava a vila de Arraiolos, e a cerca de 18 quilómetros da sede do Concelho, pela qual comunica com a Estrada Nacional 370 (troço Évora-Arraiolos), fica o celebrizado paço rústico do Bispo D. Afonso de Portugal. Construído nos fins do séc. XV e talvez já no reinado de D. Manuel, como relíquia muito notável da nossa arquitectura civil desse período, eivado de formas mudejares, está situado entre campinas levemente onduladas de manchas de sobro e azinhal e refrescado pela ribeira do Divor que, apesar da sua quase permanente secura concede encanto e certo bucolismo ao sítio, carregado de lendas e tradições. D. Beatriz de Portugal, filha do ilustre prelado, foi a instituidora do morgadio, na quinta e passal de herdamento e seu vínculo na pessoa do irmão primogénito, D. Francisco, 1.° Conde de Vimioso, segundo escritura original lavrada nas casas do 2.° Conde da Vidigueira, em 15 de Junho de 1531 e existente na colecção Pombalina da Biblioteca Nacional de Lisboa. 

Este titular, no paço hospedou, em Maio de 1554, no regresso a Madrid, a princesa viúva D. Joana de Castela, filha de Carlos Quinto e mãe de D. Sebastião. A herdade, já com o ancestral topónimo de Sempre Noiva, em tempos de D. Dinis, estava encorporada nos bens dos fidalgos Dragos, verificando-se o escambo, por concordância entre o bispo de Évora e Manuel Drago, por um morgadio no Algarve, no reinado de D. Afonso V. Em 1886 o arqueólogo alemão Haupt esboçou a reconstituição do edifício, que se encontrava em ruínas e de coberturas desmoronadas; no ano de 1892 o proprietário resolveu adaptar o velho paço a fins utilitários sacrificando, inutilmente, o primitivo aqueduto, algumas chaminés monumentais e os coruchéus cónicos das torrinhas cilíndricas da capela. Ao presente está na posse do lavrador Bernardino Câmara Mira e o seu estado de conservação não é bom. Compõe-se a fachada axial, a oriente, de vasto corpo rectangular antecedido por alpendre de três arcos de volta redonda, protegido por botaréus angulares de granito aparelhado, com abóbadas nervuradas e de aresta viva, apoiadas em colunas toscanas decoradas por capitéis e bases naturalistas e zoomórficas, do estilo manuelino. 

Escadaria de patamares abertos, alcança o eirado que domina a galilé e a entrada principal do corpo nobre, que teve alpendre (hoje desmoronado) e é constituído por portal de jambas e lintel encordoados, de secção conopial, ornado de capitéis inflectidos e mísulas ideográficas, bem típicos do mudejarismo. A fachada deste pavilhão, de cunhais de pedra trabalhada, está ricamente iluminada por fieira de sete formosas janelas de arcos de ferradura e ajimezes, quase todos geminados, em variados tipos de padieiras e arcos denticulados e ultrapassados uns, levemente contornados outros, de coluneis e meios coluneis de mármore branco, rica e exuberantemente esculpidos na capitelação, com temas vegetalistas, toros, cordas, cogulhos, rosetões e mais atributos afins e característicos do estilo da época. O balcão angular norte-leste, é mainelado e de duas faces. O corpo posterior, voltado ao Poente, pela sua assimetria de linhas, volumes de arquitectura e desencontro de contornos, oferece singular perspectiva, onde se combinam o austero, o pitoresco e o monumental. Galgando as empenas, em perfis muito recortados para o céu, levantam-se quatro chaminés (uma datada de 1612), decoradas e envolvidas por largas barras de esgrafitos de folhagem estilizada que, de igual modo, acompanham em desenho clássico as cornijas e os beirais. São do modelo utilizado nas fachadas do Palácio dos Condes de Basto, de Évora. 

Na face da torre (actual pavilhão coberto por telhado de quatro águas), há vestígios acentuadamente góticos em frestas e em seteiras cruciformes, de recorte militar. As caixas das escadas cocleadas, nesta banda, mostram a ossatura primitiva, rude e do quinhentismo. A mais arcaica janela do paço existe neste lado e revela maior ancianidade, embora construída de materiais pobres. É do tipo rectangular, de arco trilobado, reentrante, com moldura de carena abraçada por cordão contínuo, liso e rematado com três cones ornamentais, de alvenaria. Parece ser obra do período final do reinado de D. João II. A construção do corpo térreo oferece pouco interesse artístico e vê-se perfeitamente que obedeceu ao sentido prático. Na vasta dependência ocidental, de três tramos com abóbadas de barrete de clérigo, as mísulas, bem lavradas, embora singelas, parecem ser coetâneas de D. João III. Talvez não seja a cobertura original. Através de escada helicoidal, que nasce na casa imediata, atinge-se o primeiro andar do corpo nobre, que apenas conserva de notável a sala quadrangular, gótica, com fogão de mármore e tecto polinervado, de trompas e ogivas nascentes de oito mísulas circulares, constituindo impressionante feixe de nervuras chanfradas, enriquecidas por chaves de granito ornadas de lóbulos e temas ideográficos. 

Mede, a dependência, 6,75 x 6,05 m. Daqui nasce a escada de caracol, de 32 degraus, que conduz à última casa, o mutilado terraço de outrora. Nalgumas salas do piso principal, subsistem silhares baixos, de azulejos azuis e brancos, e verdes e brancos, enxadrezados, da 2.ª metade do quinhentismo. A secularizada capela solarenga, constituída na banda meridional, de serventia pública, está contrafortada por quatro torres cilíndricas, no género das de S. Brás, de Évora, protótipo do generalizado estilo provincial em toda a 1.ª metade do séc. XVI. Perdeu, em 1892, os remates cónicos e o campanil de alvenaria, que tanta graça lhe davam. Possui miniatural e curioso portado de arco de carena, com jambas guarnecidas de cogulhos e bases flordelizadas; o interior, de planta rectangular dividido por dois tramos, tem abóbada nervurada ornada de bocetes e mísulas de pedra com os habituais elementos manuelinos e, no pano fundeiro da ousia, vestígios nítidos de uma primitiva composição a fresco, policroma. 

No local conservam-se restos arqueológicos romanos de merecimento, talvez reunidos por D. Francisco de Portugal, 1.° Conde de Vimioso, homem ilustrado e poeta, provenientes do destruído Templo do Deus gentílico CARNEUS, de Santana do Campo. Algumas peças classificadas, encontram-se dispersas pelo Museu de Coimbra e colecção Manisola, do Visconde da Esperança. Escaparam, apenas, estas duas: Grande ara, anepígrafa, de mármore, encostada à galilé, medindo de alto, 1,30 x larg. 0,73 m. Fragmento de lápide de homenagem aos méritos de Cornélio Bocho, de mármore azulado, aplicado no murete da quinta, na face nascente, com a truncada inscrição latina: ...LIO... ...BOCCHO... ...AMPRO INCIRMIL... ...LONIA SCALLABITANA... ...EMÉRITA IN COLÓNIA... Dimensões das fachadas oriental e norte, do edifício, respectivamente: comp. 23,75 m. e 19,90 m. 

BIBL. Gabriel Pereira, Revista Ilustrada, 1890; António Francisco Barata, Évora e seus Arredores, 1904; Aibrecht Haupt, A Arquitectura da Renascença em Portugal; Raul Proença e Reynaldo dos Santos, Guia de Portugal, 2.° 1926, págs. 82-83; Túlio Espanca, Património Artístico do Concelho de Évora, 1957, págs. 107-109. 

sábado, 26 de maio de 2018

Apresentação do livro "Sonho, Fé e Coragem", de José Canita


Horário: 16h
Evento: 26 maio
Localização: Palácio de D. Manuel

​​José Canita, palestrante motivacional e inspiracional, autor e mentor de livros e projetos​ de desenvolvimento pessoal, vai apresentar em Évora a sua última obra "Sonho, Fé e Coragem". Um livro sobre coragem, humanismo, saúde, bem-estar e qualidade de vida. 

Organização: Chiado Books
Contactos: cmevora@cm-evora.pt | www.cm-evora.pt | 266777000
Apoios: Câmara Municipal de Évora
Entrada Gratuita

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Áureas | Refleçcões de uma Cegonha (Contemplations of a Stork)


Horário: Quarta a Sexta: 11h às 13h e 15,30h às 18,30h | Sábado e domingo das 13h às 18h | Encerra à segunda e terça
Fim do Evento: 30 maio
Localização: Galeria do Inatel - Palácio do Barrocal
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O voo sereno e natural da cegonha através do céu, o seu vagaroso andar nos campos como se estivesse a meditar, a forma nobre de observar a paisagem do seu ninho.... Gaëlle Pelachaud (França) fez centenas de desenhos e criou um livro de artista e inspirou a Maria Sarmento (Portugal) a escrever alguns poemas e o Mathew Manowski (USA) a responder com uma instalação artística​.
Org.: Câmara Municipal de Évora | F. OBRAS
Autor: Gaëlle Pelachaud
Contactos: 266777100 | Divisão de Cultura e Património | margarida.branco@cm-evora.pt | obrasart@hotmail.com
Apoio: INATEL
Entrada Livre

Évora perdida no Tempo - Fonte do Pátio - Museu de Évora


quinta-feira, 24 de maio de 2018

Cartas de Amor | exposição/ instalação


Horário: Quarta a Sexta: 11h às 13h e 15,30h às 18,30h | Sábado e domingo das 13h às 18h | Encerra à segunda e terça
Inicio do Evento: 19 abril
Fim do Evento: 30 maio
Localização: Galeria do INATEL | Palácio do Barrocal
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Deste que os seus avós morreram, há 15 anos, Andrea Brasch (Dinamarca) tem vindo a carregar um pacote com cartas, escritas entre os seus avós durante a Segunda Guerra Mundial, incapaz de o abrir. No ano passado, ela veio a Portugal para abrir o pacote e decidiu usá-lo para um projeto artístico. Tornou-se numa exposição com a apresentação de alguns fragmentos, um trabalho de video e uma peça de Realidade Virtual. 
Org.: Câmara Municipal de Évora | F. OBRAS
Autor: Andrea Brasch
Contactos: 266777100 | Divisão de Cultura e Património | margarida.branco@cm-evora.pt | obrasart@hotmail.com
Apoio: INATEL
Entrada Livre​​

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Tio Rex na FNAC


Horário: 21h
Evento: 26 maio
Localização: FNAC Évora

​​Tio Rex, também conhecido como Miguel Reis, é um cantautor Setubalense que, recorrendo a delicadas composições de guitarra e munido de uma voz grave, tem vindo a construir o seu próprio imaginário autobiográfico, que, de disco para disco, vai ganhando novos capítulos e abordagens alusivas ao mundo que o rodeia. 

Organização: Departamento de comunicação Fnac
Entrada Livre​

Évora perdida no Tempo - Fonte das Portas de Moura


terça-feira, 22 de maio de 2018

Theodore /\ SHE


Horário: 23h
Evento: 24 maio
Localização: Sociedade Harmonia Eborense

​Theodore Polychronopoulos, um jovem promissor da música internacional grega chega este mês ao nosso país. De dia 24 a 30 de maio, será possível assistir à sua performance ao vivo, em vários pontos de Portugal. ​O multi-instrumentista e compositor alia a voz à sua musicalidade e nesta multiplicidade torna a sua performance singular. Nas suas criações funde a composição clássica com elementos eletrónicos e a sua escrita com um criativo espetáculo de luzes. O contraste presente nas suas performances torna-as​ memoráveis para quem as assiste. 

Organização: Sociedade Harmonia Eborense
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Super Bock

domingo, 20 de maio de 2018

Solar da Oliveira


Nas antigas terras realengas da Valeira, obtidas por escambo com a vila da Vidigueira, instituiu o arcebispo de Braga D. Martinho de Oliveira, eborense muito ilustre e antigo cónego da sua Sé, segundo cédula testamentária lavrada no convento dos frades menores de S. Francisco de Lisboa, em 13 de Agosto de 1286, o Morgadio da Oliveira. Foi seu primeiro administrador Pedro Pires de Oliveira, irmão do prelado, o qual fora mestre do príncipe D. Afonso, futuro rei D. Afonso IV, distinto erudito e embaixador nas cortes de Roma e de Espanha. No ano de 1397 o vínculo personificado no ex-alcaide de Évora Álvaro Mendes de Oliveira, exilado e ao serviço de Castela, foi confiscado por D. João I e entregue a Rodrigo Álvares Pimentel, cavaleiro dedicado à causa nacional. 

A propriedade (anexa, ulteriormente, com mais terras à herdade de Sobrados, outro morgado fundado pelo Bispo de Lamego D. Rodrigo de Oliveira, irmão do instituidor da Oliveira), nos últimos anos do reinado de D. Manuel pertencia ao fidalgo Martim Afonso de Melo de Miranda e era gerido por Henrique da Mota, que nela recebeu, muitas vezes, os infantes D. Henrique e D. Duarte, na sua juventude, como se sabe através da obra biográfica deste último príncipe feita por Mestre André de Resende. Nos meados do séc. XVII era governado pelo morgado Luís Francisco de Oliveira e Miranda, casado com D. Luísa de Távora, fundadora do Convento de Cardais, de Lisboa, em 1681. Presentemente, é património dos Saldanhas Zuzarte Figueira e Sousa, Condes de Rio-Maior. Do primitivo solar pouco subsiste de interesse arqueológico, porque nos meados do século passado, em hora infeliz, um herdeiro determinou o alindamento e modernização do palácio (obra que ficou incompleta por motivos desconhecidos), mascarando completamente o edifício com alienação da veneranda construção rústica de antanho. 

Do pouco que não foi destruído, destacam-se alguns portados de granito: um de ogiva chanfrada, que deita para o pátio do corpo principal (lado norte), de desenho e características quatrocentistas, sobrepujado pela pedra de armas dos actuais donatários, de mármore; outras portas dos tipo românico e gótico no rés-do-chão, aquela arquitravada e de impostas do período decadente, obstruídas; alguns cunhais de cantaria lavrada, restos de escadas exteriores e várias salas do piso térreo cobertas por tectos nervurados, de aresta viva, apoiados em mísulas grosseiramente esculpidas. A escada, que comunica com os pisos altos é antiga e do sistema mediévico, correndo no endossamento da parede, com caixa de aberturas chanfradas mas modificada nas obras recentes. Antecede o pátio solarengo, para a banda do ocidente, robusto e alto muro de alvenaria recoberto no cornijamento por friso de merlões do estilo manuelino, no qual se abre amplo e rústico portado de pedra facetada, de configuração rectangular, sotoposto a pequeno nicho desornado do padroeiro, quiçá S. Martinho ou Santo António, este último, orago da capela. Abre-se esta no topo sul da mesma frontaria, no prolongamento do lamentável pavilhão moderno, com dupla faceira de janelas de arcos lanceolados, e conserva o antigo portado exterior, de vergas e lintel graníticos entre possantes contrafortes de alvenaria. Sobranceiro, vetusto e poético cruzeiro marmóreo. Curioso capitel românico, octogonal, de granito, com 50 cm. de alto, ornamentado por pinhas estilizadas e folhas de parra, servindo de assento, subsiste na entrada do templete, denunciando quão imponente seria a primitiva construção de tal fragmento decorativo. 

A capela, de uma nave de planta rectangular, está ligada ao paço através da tribuna dos donatários, aberta com três arcos de lanceta, de colunas dóricas. Tem tecto de penetrações e todo o interior foi completamente renovado nos fins do séc. XIX. Na parede fundeira do coro, em tela de factura medíocre, expõe-se o retraio pintado a óleo do fundador, D. Martinho de Oliveira, segundo cópia de 1783 da galeria da Catedral de Braga, com a particularidade documental de mostrar a personagem segurando uma planta panorâmica do solar da Oliveira, interessante, sobretudo, pelo debuxo que deu origem à desastrosa modificação da centúria passada. Muito pobres são os dois altares colaterais, dedicados a S. Luís e a Santo António, abertos em nichos nas paredes, sendo a imagem deste boa peça de madeira estofada e dourada, do séc. XVII. 

Ao lado subsiste modesta caixa de esmolas, figurada pela pintura popular de S. Martinho. Bom exemplar de arquitectura clássica, embora de traça provincial, é o presbitério, cronografado de 1567, de pórtico rectangular aberto por arco de volta redonda, com aduelas almofadadas e armorejadas de símbolos da casa e apoiado sobre colunas dórico-toscanas, de granito, A cúpula, de secção ovóide, está igualmente decorada por tabelas brasonadas, de estuque. O retábulo do altar compõe-se de preciosa tábua pintada a óleo, de c.ª 1560, de temático da Assunção da Virgem, muito carregado de vernizes por restauro hodierno do pintor Carlos Reis, mas do maior interesse pictural, com intenso movimento de personagens e delicioso rancho de anjos músicos e cantores. O painel, que mede de altura 2 m x larg. 1,20 m., manifestamente peça barroca do maneirismo flamengo, pertence ao núcleo oficinal eborense dessa época. 

O Padre Eterno, predela sobrepujante, também pintado sobre madeira e emoldurado com pilastras estriadas, do estilo jónico, completa o conjunto do altar, além das imagens correntes do Calvário e Santo António, de lenho policromo e N.ª S.ª do Rosário, antiga, mas de roca. Dos estimados jardins do solar, perdidos actualmente, existem restos de alegretes, fontes e cascatas, uma grande taça gomeada, de granito, pináculos e vasto tanque lajeado, ornamentado com leão de pedra no rebordo, servindo de gárgula, e outros vestígios artísticos de uma opulência que a história largamente assinalou e os homens deixaram perder. 

BIBL. Cónego Abel M. Ferreira, Archivo Eborense - Secção Extraías, pág. 55; António Francisco Barata, Évora e seus Arredores, págs. 29-31; Túlio Espanca, Património Artístico do Concelho de Évora, págs. 96-99. 

Carminho, Virgem Suta, Linda Martini e os eborenses ATOA na Feira de S. João


A fadista Carminho que se notabilizou, entre outras músicas, pela interpretação de "Perdoname", com Pablo Alborán, através do qual se tornou na primeira artista portuguesa a atingir o número um do top espanhol, e os eborenses ÁTOA, autores dos sucessos Já Não, Distância ou Um Pouco de Sol, são alguns dos artistas que irão atuar da Feira de S. João deste ano, que irá realizar-se de 22 de junho a 1 de julho, juntamente com os bejenses Virgem Suta ou Linda Martini.atoa (1).jpg

Carminho, que atualmente anda em digressão mundial com os discos "Canto" e "Carminho canta Tom Jobim", irá atuar no palco principal da Feira de S. João no dia 27 de Junho (quarta-feira), enquanto os "filhos da terra" irão apresentar os álbuns Sem Noção e Idade dos Inquietos, dois dias antes, ou seja segunda-feira, 25 de Julho.

Subordinada ao tema "A Paz e os 100 anos do Armistício", a Feira de S. João 2018 contará ainda com as atuações, no palco do Jardim Público, da Orquestra de Jazz de Évora (dia 24), Samuel Úria + Daniel Catarino (dia 26), Linda Martini (28), Homenagem a Francisco José /Orquestra do Alentejo (29), Júlio Pereira + Jon Luz (30) e Virgem Suta (01). Dia 23 de junho está agendado um encontro de Ranchos Folclóricos com: Flor do Alto Alentejo; Fazendeiros de Montemor-o-Novo; e Grupo de Danças e Cantares Pioneiros de Vendas Novas.

A edição deste ano da Feira de S. João contará, em paralelo, com as comemorações do 66º Aniversário da Força Aérea, estando previstas inúmeras iniciativas.

Em termos de ordenamento, a Feira de S. João apresentará como novidade a deslocação do espaço desportivo para a frente do Monte Alentejano, que contará com um ecrã gigante para a visualização dos jogos do Mundial de Futebol, e a chamada "rua dos sapatos" deixará de existir tal como a conhecemos até hoje. Os vendedores deste tipo de mercadoria ficarão situados no interior do Rossio de S. Brás.

No recinto da feira estará ainda patente ao público uma exposição especialmente dedicada aos 100 anos do armistício.

http://www.cm-evora.pt/pt/Evora-Noticias/arquivo/Paginas/Carminho,-Virgem-Suta,-Linda-Martini-e-os-eborenses-ATOA-na-Feira-de-S--Jo%C3%A3o.aspx

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Porquê ler os clássicos hoje?


Horário: 16h30
Evento: 19 maio
Localização: À da Maria Mercearia - Rua do Cano, 37

​A cultura ocidental, herdeira natural da antiguidade greco-romana encontra nos clássicos dessa época os primeiros passos para a reflexão do papel do homem na sociedade e no mundo, servindo de modelo para a escrita literária ao longo da História. De Homero a Dante, Shakespeare, Cervantes, Camões, Tolstoi ou Fernando Pessoa, todos constroem a partir dessa fonte original, um manancial de obras consideradas universais que alicerçam a nossa cultura levando-nos a viajar pelo seus mundos, que se tornam muitas vezes o nosso mundo. Falar da literatura clássica é falar sobre a oralidade, o verso e a palavra escrita. Dos livros que lemos ou ainda gostaríamos de ler, dos momentos de prazer que nos proporcionam, das lições de vida que deles colhemos, do enriquecimento do nosso processo de socialização na partilha de um bem comum dado que os clássicos são sempre atuais.​

O Projeto ENTRE LINHAS, dinamizado mensalmente por Maria Eduarda Sousa, Ivone Girbal e Vicente de Sá, pretende cruzar as dimensões culturais dos recantos das diversas artes e das suas manifestações na sociedade em geral, num dinamismo significativo de opiniões e saberes entre os seus participantes. Intenta, também, recuperar o espírito de tertúlia na qual a partir de uma provocação a conversa fluía espontaneamente

Organização: Projeto Entre Linhas
Contacto: 956561434​

Évora perdida no Tempo - Fonte das Portas de Moura


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Autarcas querem três paragens no distrito de Évora da futura ferrovia Sines/Caia


Os presidentes dos municípios do distrito de Évora defenderam hoje a criação de três plataformas de cargas e descargas no seu território da futura linha ferroviária de mercadorias entre Sines e a fronteira do Caia, perto de Elvas.

Numa tomada de posição enviada hoje à agência Lusa, o conselho intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), composto pelos 14 autarcas do distrito de Évora, propôs a criação de paragens em Évora, Vendas Novas e na zona dos mármores.

A existência de uma plataforma em Évora foi considerada pela CIMAC como de "importância fundamental", pela sua centralidade e por apresentar "um conjunto significativo de indústrias, onde se destacam as fileiras aeronáutica, tecnológica e da agricultura".

Os autarcas apontaram ainda a necessidade de se criada uma paragem em Vendas Novas para servir as indústrias da cidade, mas também devido à "posição estratégica" do concelho, que "permitirá a ligação entre a linha férrea do norte com a nova infraestrutura".

A CIMAC assinalou ainda "a relevância para o setor das rochas ornamentais" de uma plataforma na zona dos mármores, que abrange os concelhos de Estremoz, Borba e Vila Viçosa, para "dinamizar a comercialização e expedição rápida e eficaz dos produtos da extração e transformação de mármore".

Nesta posição, o conselho intermunicipal da CIMAC alertou para "a necessidade imperiosa de inscrever os subprodutos resultantes da extração de mármore da região nas especificações técnicas dos cadernos de encargos" para a construção da nova ferrovia, designadamente no que se refere ao enrocamento.

A CIMAC vai enviar a sua posição para os grupos parlamentares, ministros do Planeamento e das Infraestruturas, da Economia e do Ambiente e para a empresa Infraestruturas de Portugal (IP), entre outras entidades.

De acordo com a IP, o troço da nova linha ferroviária, entre Évora e a fronteira do Caia (Elvas), distrito de Portalegre, que integra o Corredor Internacional Sul, terá uma extensão total de cerca de 100 quilómetros, 80 dos quais de construção nova, em via única eletrificada sobre plataforma para via dupla e preparada para receber a bitola europeia.

O projeto é apoiado por fundos comunitários através do programa Mecanismo Conectar Europa, ao abrigo de contratos de cofinanciamento com comparticipações que variam entre 40 e 50%.

A nova ferrovia entre Évora e a fronteira de Caia custará, ao todo, nos próximos anos, mais de 500 milhões de euros.

A obra de construção da nova linha deverá começar até março de 2019 e a conclusão está programada para o primeiro trimestre de 2022, num custo de 509 milhões de euros (quase metade provenientes de fundos europeus), segundo o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas.

O Plano Ferrovia 2020, que promove as ligações com Espanha e a modernização dos principais eixos ferroviários, engloba, no total, um investimento superior a dois mil milhões de euros, dando especial destaque ao transporte de mercadorias e ao transporte público de passageiros.

https://www.dn.pt/lusa/interior/autarcas-querem-tres-paragens-no-distrito-de-evora-da-futura-ferrovia-sinescaia-9350654.html

Comemoração do Dia Internacional dos Museus


Horário: 17h
Evento: 18 maio
Localização: Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida
​​
O tema proposto pelo ICOM para a celebração do Dia​ Internacional dos Museus em 2018 coloca-nos sob o signo da hiperconectividade. Sabendo que vivemos num imenso hipertexto, o que fazemos são permanentes ligações à rede de saberes que ligam tradição, património e criação contemporânea, num diálogo pleno de desafios face aos modos de pensar o passado, equacionar o futuro e viver o presente. São esses os desafios que este programa apresenta:

17h00
VISITA GUIADA à exposição WAH! (We Are Here!)
Com o curador José Alberto Ferreira
Centro de Arte e Cultura
Participação gratuita mediante inscrição prévia*

18h00
CONCERTO com Diana Combo
'Desacordo'
Diana Combo apresenta em estreia uma performance que combina sons gravados, a partir das recolhas existentes, com intervenções ao vivo de percussão e voz. Entre tradição e invenção, um concerto que se inscreve em profundidade nas nossas redes de saberes.
Centro de Arte e Cultura, jardim tardoz
Entrada livre

21h30
VISITA GUIADA ao Paço de São Miguel
Páteo de São Miguel
Participação gratuita mediante inscrição prévia*​

Organização: Fundação Eugénio de Almeida
Contactos para informações e marcações: 266748300/350 | servicoeducativo@fea.pt​

quarta-feira, 16 de maio de 2018

A SHE Convida: João Baião


Horário: 22h30
Evento: 16 maio
Localização: Sociedade Harmonia Eborense

​A SHE convida João Baião para uma noite de improvisação. Mais uma grande noite na SHE com Imperial a 0,80€ e a começar às 22h30! Não percas a oportunidade de beber um copo e ouvir tocar alguns dos melhores músicos da cidade!
Organização: Sociedade Harmonia Eborense
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Super Bock​

Câmara termina loteamento Villas Alcaide


O Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, acompanhado pelo vice-presidente da edilidade, João Rodrigues, e do vereador Eduardo Luciano, visitou esta segunda-feira de manhã a empreitada de conclusão das infraestruturas do loteamento Villas do Alcaide – Bairro de Almeirim.

O edil constatou, assim, “in loco”, o andamento desta obra que, para além da repavimentação das diversas artérias, incluiu ainda a criação de uma zona de lazer onde, doravante, os moradores poderão usufruir para atividades físicas diversas (caminhada, corrida…). Para além dos espaços exteriores por acabar naquele loteamento de iniciativa privada, o Município está também a proceder à repavimentação de artérias e de vias de ligação, prevendo-se que venham a beneficiar também os habitantes do Bairro de Almeirim, Cabeço do Arraial e os trabalhadores do Parque de Indústria Aeronáutica de Évora.

“Esta obra significa a resolução de um dos 17 loteamentos que herdámos, que estava incompleto, e envolto num processo administrativo muito complicado, e que, graças à caução e à posse administrativa, a Câmara Municipal de Évora pode agora terminar”.

“Este é o primeiro passo no sentido de resolver todos os problemas relacionados com loteamentos parados, por razões diversas”, disse ainda Carlos Pinto de Sá, que depois se deslocou para o Parque de Indústria Aeronáutica, onde visitou a obra de expansão do mesmo. Neste caso, a obra consiste na criação de arruamento e de infraestruturas que permitirão aumentar a capacidade do Parque e acolher empresas com as quais já estão a ser negociados terrenos para desenvolvimento de atividade ligada à indústria aeronáutica.

“Esta obra é essencial para que as empresas se possam aqui instalar. A nossa preocupação é que a mesma tivesse início em tempo útil, e com o devido Visto do Tribunal de Contas, o que já sucedeu, estando prevista a sua conclusão ainda durante o presente ano. Posteriormente, a edilidade ficará com mais um conjunto de lotes para disponibilizar no Parque Aeronáutico”, salientou.

http://www.cm-evora.pt/pt/Evora-Noticias/arquivo/Paginas/C%C3%A2mara-termina-loteamento-Villas-Alcaide.aspx

Em reunião pública extraordinária de 14 de Maio: Câmara de Évora aprovou parecer referente ao troço ferroviário Évora/Évora Norte

Em reunião pública extraordinária, a Câmara Municipal de Évora aprovou o parecer camarário referente à discussão pública do estudo de impacto ambiental do troço ferroviário junto à cidade de Évora.

As conclusões do parecer foram consensualizadas e destacam:

- O abandono do Corredor 0 que atravessava a cidade e foi objecto de contestação geral.

- A rejeição do Corredor 1 que mantem uma travessia indesejável da cidade.

- A identificação dos impactos negativos dos Corredores 2 e 3 ainda que ultrapassem os principais problemas de atravessamento da cidade.

- A insistência na reconsideração do Corredor 4, abandonado no estudo, que se aproxima do traçado do IP2 e que minimizava os impactos ambientais, económicos e sociais da ligação ferroviária.

- A reafirmação da necessidade de incluir uma estação/cais ou zona logística de mercadorias para o desenvolvimento de Évora e da região.

- Sugerir um estudo sobre a possibilidade de uma variante à cidade que afaste mercadorias perigosas sem pôr em causa a ligação ferroviária.

A Câmara Municipal de Évora registou com agrado o esforço para se encontrar alternativas reais ao atravessamento da cidade e sublinhou a importância da solução que vier a ser escolhida garantir a redução dos impactos negativos identificados ou a identificar, bem como medidas de mitigação.

O referido parecer foi aprovado por maioria, com duas abstenções do PS, explicando que tal decisão se deveu a questões formais e não de conteúdo.

"Maria By Callas" de Tom Volf


Horário: 18h e 21h30
Evento: 16 maio
Localização: Auditório Soror Mariana

Pela primeira vez, 40 anos depois da sua morte, a mais famosa cantora de ópera conta a sua história – nas suas próprias palavras. Um filme a partir de filmagens inéditas, fotografias nunca vistas, filmes em super 8 pessoais, gravações ao vivo privadas, cartas íntimas e raras imagens de arquivo a cores, pela primeira vez. Com imagens e filmagens de Maria Callas, Vittorio De Sica, Aristotle Onassis, Pier Paolo Pasolini, Omar Sharif, Marilyn Monroe, Alain Delon, Yves Saint-Laurent, J.F. Kennedy, Luchino Visconti, Winston Churchill, Grace Kelly e Liz Taylor, entre outros.

For the first time, 40 years after her death, the most famous opera singer tells her story - in her own words. A film from unreleased footage, never seen photos, personal super 8 movies, private live recordings, intimate letters and rare color file images.​


França, 2017
Duração: 113'
Classificação: M/12
Trailer: https://vimeo.com/259677878​

Évora perdida no Tempo - Fonte das Portas de Moura - Vista desde a Praça


domingo, 13 de maio de 2018

Real Celeiro Comum do Monte da Piedade


O Depósito de Pão do Concelho, o primeiro instituído em Portugal, deveu-se ao rei D. Sebastião, por alvará de 20 de Julho de 1576 e foi instalado, a título provisório, nas torres do castelo manuelino por empreitada dada aos mestres de pedraria Mateus Neto e Francisco Gil no ano imediato e terminada por Brás Godinho na década seguinte. As vultuosas obras de adaptação deste edifício militar para Quartel de Dragões de Évora, segundo determinação real de D. João V em 1736, impuseram o estudo de transferência dos depósitos de trigo para lugar definitivo e o monarca, interessado em instalar condignamente os cereais do mais poderoso produtor nacional - o Alentejo deu plenos poderes à Junta nomeada para construir edifício que honrasse pela sua arquitectura e proporções a monarquia portuguesa. Para o efeito adquiriu-se um talhão de moradias situadas entre a Rua do Paço e o Largo de S. Francisco, que compreendiam os restos do palácio quinhentista de D. Jorge de Lencastre, Duque de Coimbra e filho natural de D. João II. Todavia, a construção, planeada nos últimos anos do reinado do Magnânimo só teve início no ano de 1773, sob assistência do Corregedor da Comarca Dr. João de Faria da Costa e Abreu Guião e foi concluída em 1780. Desde 1744, porém, que o Celeiro funcionava, com feição precária, no edifício do Trem (Palácio de D. Manuel). 

Foi tracista do novo imóvel o mestre pedreiro João Baptista e acessores Brás da Silva, António Baptista e Sebastião Rosado; oficiais de cantaria João de Sampaio e João da Silva; ferreiro Francisco Cardim; mestre de carpintaria João Crisóstomo; dos fomos e arranque da pedra. Sebastião José e Angelo Henriques e pintor João Baptista. Vedores: deputados cónego João Pedro Stokier e Estêvão Mendes da Silva. A obra importou em 20 000 cruzados. No ano de 1821 sofreu grandes benefícios assistidos pelo oficial de pedraria Manuel Joaquim dos Santos. O Regimento de 1576 vigorou até 1852, apesar de, após a restauração liberal de 1835 a Câmara, por sentença estadual que extinguiu a Junta primitiva, entrar na administração do Estabelecimento com as necessárias alterações. Estas foram, sucessivamente, modificadas com as Portarias e Leis de Outubro de 1852, Julho e Agosto de 1854, Julho de 1863 e Julho de 1898. A fachada axial, voltada ao lado sul e sobranceira à ermida de S. Joãozinho, é uma nobre empena decorada por janelas de sacada, de granito emoldurado e com frontões triangulares, defendidas por elegantes balcões de ferro forjado, do estilo rocócó. 

Formoso portado, também de granito, em linhas dum barroquismo seco mas monumental, compõe o centro, ladeado por pilastras que atingem as cornijas bem salientes do edifício, que é coberto com telhado de quatro águas donde rompem mansardas do tipo característico da arquitectura pombalina. O portal propriamente dito, de arco lanceolado, envolvido por ornatos aconcheados e volutas, onde assenta o armorial da casa reinante portuguesa, de mármore branco, está centrado por jambas apilastradas, de filetes e mísulas de enrolamento, do género vegetalista, terminadas em ábacos de porte muito acentuado, sobrepujadas por fachos de belo efeito ornamental. Estantes e lateralmente ao brasão, duas tabelas enroladas em forma de pergaminho exibem a inscrição: CELLEIRO COMM UM F.TO P.ª UTIL.DE P UBLICA POR ORD EM DE S.M.F.SEND O INSPECTOR E D EPUT.DO O DZ.DOR JOÃO JOZE DE F.ª DA COSTA E ABREU GUIÃO CORR.OR DESTA COMARCA E DEPUTADOS DE MESMO CELL EIRO O CONICO JOÃO PEDRO ST OCOLER E ESTE UÃO MENDES DA SILV.RA CID.ÃO DEST A CI.DE ANNO D 1777. 

O Real Celeiro Comum é constituído pelo depósito, em si, e pelas sala de sessões, sala vaga, cartório e moradia do tesoureiro, com suas dependências cómodas mas vulgares, que compreendem o piso alto e se atingem através da escadaria principal, coberta de abóbada em 1778 e que termina em patamar de três entradas, de vergas de granito trabalhado, com molduras salientes e reentrantes terminadas em empenas de cunha. São do puro estilo português do derradeiro período de D. João V. As portas, de madeira esculpida e almofadada, com seus painéis e filetes, conservam as fechaduras e espelhos originais, coroados, de latão. Verdadeira grandeza tem o depósito do trigo, amplíssimo salão de planta rectangular, onde se recolhiam cerca de cinco milhões de quilos do precioso cereal. Construído em alvenaria, é formado por um rectângulo de 30,10 m de comprimento, 21,60 m de largura, e 6,25 m de altura, com quatro naves de cinco tramos divididos por pilares de secção poligonal, de cornijas muito acentuadas e fechado por abóbada de penetrações, com arcos redondos de aduelas almofadadas. As doze colunas centrais assentam em robustíssima sapata de granito, e estiveram recobertas de alvenaria de 1821 a 1962. A iluminação da dependência faz-se por vastas janelas rectangulares, emolduradas, vulgares. O edifício está ocupado ao presente pela Direcção-Geral dos Serviços Agrícolas - Brigada Técnica da XII Região - e pela Federação Nacional dos Produtores de Trigo. 

BIBL. Tombos mss. do Celeiro Comum. Sécs. XVI-XIX. Arquivo Distrital de Évora. 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Évora perdida no Tempo - Fonte Quinhentista


Apresentação do Livro "Os Espíritos da Natureza"


Horário: 14h30
Inicio do Evento: 12 maio
Fim do Evento: 12 maio
Localização: Biblioteca Pública de Évora
​​

RITA GOLDRAJCH
– Nascida em Portugal. Filha de mãe alentejana e pai judeu | 1972
– Licenciada em design gráfico pela Escola Superior Gallaecia | 1999
– Designer Gráfica na Empresa Arquiviva em Setúbal | 2000
– Designer Gráfica na Empresa DesignArtUs em Lisboa | 2001 Designer Gráfica Independente | 2002…
– Criadora das bonecas Puppas – Todas Diferentes Todas Iguais | 2008 Professora de Yoga pela Escola Yoga Om | 2010
– Professora de Yoga em Mora, Brotas, Avis, Arraiolos, Ponte de Sôr,…
– Ilustradora do Livro Anuro – O sapo sapinho o sapo sapão, do escritor Carlos Canhoto | 2015
– Ilustradora do livro A Cegonha, o Pardal e o Pedro. Amigos para sempre! da escritora Fátima Caeiro | 2016 Autora e ilustradora do livro Os Espíritos da Natureza | 2016
​– Amante da natureza, da beleza, da gentileza, da alegria, da verdade e do amor.​

"Guerra, Censura e Humor" | Exposição Documental


Horário: 2ª a 6ª: 10h às 12h e 14h às 18h | Sábados 14h às 18h
Inicio do Evento: 12 abril
Fim do Evento: 12 maio
Localização: Palácio de D. Manuel

​​Mostra evocativa do centenário da I Guerra Mundial 1914-1918,com jornais, revistas e alguma correspondência. Reprodução de 40 desenhos do artista Holandês Raemaekers.​

Os Vocalistas


Horário: 22h
Inicio do Evento: 12 maio
Fim do Evento: 12 maio
Localização: Armazém 8

​​formados em 2015, abraçam a música tradicional e popular e vários êxitos portugueses, mas sempre com o Cante Alentejano na alma e com a preocupação que tal transpareça facilmente. O grupo é constituído por cinco elementos: José Emídio, de 53 anos, um dos fundadores do grupo “Adiafa” e o mentor deste projeto Bernardo Emídio de 23 anos, natural de Beja, também elemento do grupo Adiafa Ruben Lameira 25 anos natural de Beja, é também um dos elementos do grupo “Adiafa” Miguel Garcia de 23 anos e Ricardo Furão 22 anos, os dois naturais do Campinho. “Os Vocalistas” contam no seu repertório vários êxitos portugueses e naturalmente recolhas de canções alentejanas, cantadas à capela, a cinco vozes, tendo na maioria dos temas a companhia de um dos cordofones portugueses, a viola campaniça do baixo Alentejo. Sendo um grupo polivalente no que respeita ao género de músicas que cantam, a raiz é sempre apenas uma: o cante alentejano, ou seja, até os sucessos da música nacional são “alentejanados”. Agora a este conceituado grupo alentejano, juntam-se três exímios músicos do panorama nacional (acordeonista, baixista e percussionista), que partilham também a loucura destes alentejanos de Beja! No inicio de 2017 lançaram uma “quarentena de modas” que colocou as redes sociais em alvoroço. Na respetiva página de facebook, youtube e Vimeo, foi lançado um vídeo diário, de uma moda (canção) diferente, durante quarenta dias sem cessar, num local distinto. De realçar que o grupo participou na 1ª edição em Portugal do programa televisivo “À Capella”, no qual ficou classificado num surpreendente 2º lugar. O programa foi transmitido ao longo de 8 semanas na estação de televisão RTP1. Desde então são presença assídua em vários programas televisivos, onde também transparece a diversão destes orgulhosos alentejanos. Os Vocalistas têm atuado um pouco por todo o país, e também para as comunidades portuguesas no estrangeiro, e assim pretendem continuar!​

Capote Fest 2018


Horário: 22h às 04h
Inicio do Evento: 10 maio
Fim do Evento: 12 maio
Localização: SHE - Sociedade Harmonia Eborense & Monte Alentejano, Évora

​CAPOTE FEST O Festival da Música Moderna Portuguesa 10, 11 e 12 de Maio 2018 | Évora Sociedade Harmonia Eborense | Monte Alentejano Uma coorganização Capote Música e Câmara Municipal de Évora A terceira edição do Capote Fest chega a Évora dias 10, 11 e 12 de Maio na SHE - Sociedade Harmonia Eborense e este ano, pela primeira vez, no Monte Alentejano. O Capote é um festival de música portuguesa, que pretende afirmar Évora no roteiro nacional dos festivais de música e atrair mais pessoas à cidade. Promove a nova música portuguesa através de bandas emergentes, de impacto regional, e outras já com relevância nacional. O Capote Fest é uma iniciativa da Capote Música, um coletivo​ independente de Évora que apoia a criação e produção musical. O cartaz é formado por nove bandas que aceitaram o convite para representar o melhor do talento nacional nesta 3ª edição! O arranque do Capote Fest acontece na Sociedade Harmonia Eborense no dia 10 de Maio a cargo de Cajado. A 10 e 11 de Maio, as portas do Monte Alentejano abrem às 22h e pelo seu palco passam concertos de Lâmina, Awaiting the Vultures, Eu Fúria, Plause, Dapunksportif, Prana, Conjunto!Evite e Momma T & The Cameltoes. (Em baixo informação sobre cada banda). Após os concertos no Monte Alentejano, o Festival continua no Pós-Capote com os Dj’s Altamont na discoteca Praxis, a partir das 3h. A entrada é gratuita para os portadores da pulseira do Festival. Uma das novidades este ano é a parceria entre o Capote Fest e o Festival Grosso Modo, um evento de arte urbana a acontecer de 10 a 12 de Maio no Pólo dos Leões. --- + INFO CAPOTE FEST 10 Maio ▸ Sociedade Harmonia Eborense, Praça do Giraldo | 23h Entrada livre para sócios da SHE | 3€ para sócios temporários 11 e 12 Maio ▸ Monte Alentejano, Rossio de S. Brás, Évora Abertura de Portas ▸ 22h | Início dos Concertos | 22h30 Bilhetes Monte Alentejano ▸ 1 dia . 7 € | 2 dias . 10 € ​​

terça-feira, 8 de maio de 2018

Oficina de Daguerreotipia



Horário: Conforme Programa
Inicio do Evento: 11 maio
Fim do Evento: 12 maio
Localização: Palácio do Vimioso

A Câmara Municipal de Évora (DCP/Arquivo Fotográfico) em colaboração com o Laboratório HERCULES (Universidade de Évora) vão promover nos dias 11 e 12 de Maio próximos uma oficina de daguerreotipia, orientada por Luis Pavão, na qual será efectuada uma apresentação e demonstração daquele processo fotográfico que hoje renasce das cinzas da fotografia analógica, num interesse crescente por todas as tecnologias antigas da imagem que escapam ao redutor processo digital.
Um daguerreótipo é uma fotografia produzida num suporte metálico, cobre ou latão, coberto de prata, muito polida, tornando-se um espelho. A chapa do daguerreótipo é tornada sensível à luz por acção de vapores de iodo, que reagem com a prata.
Este foi o primeiro processo de fazer fotografias que se tornou popular e foi praticado por todo um mundo, desde 1839 até 1860, ou mesmo até um pouco mais tarde. Também foi praticado em Portugal, até aparecer onegativo em vidro.
Alguns Daguerreótipos com 170 anos, ainda hoje se conservam em bom estado.

PROGRAMA DA OFICINA
Durante dois dias, os “alunos” vão observar todos os passos da criação de um daguerreótipo. Assim, vão poder lustrar um pouco as placas prateadas e observar os riscos a tornarem-se menos evidentes. Vão, igualmente, observar as cores porque a chapa passa quando é sensibilizada nos vapores de iodo, bem como observar alguns exemplares de daguerreótipos antigos.
Neste mergulho prático na história dos processos fotográficos vai ser necessário sol, muitos ajudantes, paciência e alguma tolerância, caso as coisas não corram da forma desejada. A organização só pode garantir a todos os participantes de que irão gostar desta pequena aventura pelas ruas de Évora.

PLANO DE TRABALHOS:
DIA 11 DE MAIO
10H00
Apresentação do processo.
Visita aos instrumentos e ferramentas.
Primeira sessão prática:
lustrar chapas manualmente.

13H00 – 14H00
Pausa para almoço

14H00 – 18H00
Segunda sessão prática:
Sensibilização com iodo;
Carregar chapas;
Captação de imagens no exterior;
Expor algumas chapas na câmara;
Regresso ao estúdio, revelação;
Fixação e lavagem;
Banho de ouro;
Selagem da chapa.

DIA 12 DE MAIO
10H00 - 16H00
Continuação das sessões práticas

13H00 – 14H00
Pausa para almoço

INSCRIÇÕES:
Divisão de cultura e património
Carmen Almeida
carmem.almeida@cm-evora.pt