sábado, 21 de julho de 2018

Évora perdida no Tempo - Vista Panorâmica da Cidade


quinta-feira, 19 de julho de 2018

terça-feira, 17 de julho de 2018

Évora perdida no Tempo - Vista da Cidade - Vista parcial


domingo, 15 de julho de 2018

Évora perdida no Tempo - Vista da Cidade - Ao fundo vê-se o quartel dos Dragões


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Artes à Rua | Programação Completa


Programa

12 JULHO

O CANTE ACUSMÁTICO DE PIAS - Espetáculo Multimédia
22H |Praça do Sertório
Apresentação de uma peça multimédia com 10 andamentos para coro polifónico alentejano - Camponeses de Pias -  eletroacústica, registos eco acústicos e videomaping, com temas do reportório eco semiótico do Cancioneiro Alentejano.
Alguns Mestres gregos davam as aulas aos seus alunos por detrás de uma cortina, para que se concentrassem unicamente com a sua voz. O compositor François Bayle dois milénios mais tarde, usou essa técnica na forma como a música era difundida, criando o "Acusmonium", uma série de altifalantes, distribuídos no espaço do proscénio e do auditório, rodeando de som o espectador. 
A Arte Acusmática  teve uma evolução na música Concreta de Pierre Schaeffer. Neste caso utilizamos essa técnica composicional, em que por um lado as vozes do coro dos Camponeses de Pias vão ser transformadas e alteradas eletronicamente em tempo real, através das mais avançadas técnicas de processamento vocal eletrónico, e por outro, difundidas as vozes do coro e os sons concretos e eletrónicos resultantes deste processo, no espaço cénico, acompanhadas por intervenções de poesia verbo visual em tempo real por videomapping.
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14 JULHO

CONCERTO
1ª Parte: DANÇA XIGUBO ZULO - Jovens Bailarinos da Companhia Xindiro​ 
2ª Parte: SELMA UAMUSSE
21H |Palácio Cadaval
Um tributo à dança e música africana
Parceria Câmara Municipal de Évora / Évora África para o "Artes à Rua"


15 JULHO

MATHILDA PALCO POINTLIST
18H | Coreto do Jardim Público
Diga-se o que quiser de Portugal e dos portugueses, mas se há algo de que não nos podem acusar é de não nos correr música no sangue. É longa a nossa tradição no que a cantautores diz respeito, com luminários desta e de outras gerações a despontarem dos restantes munidos apenas de uma voz e guitarra ao peito. É na ponta final de uma história que viu nascer Godinho, Fausto, Zeca Afonso, Benjamim, Sarnadas, Gobi Bear, entre tantos outros, que surge agora Mathilda, o alter ego musical de Mafalda Costa (Guimarães, 18 de Fevereiro de 2000).
Mafalda refugia-se neste termo, que não é mais do que uma variação do germânico Mahalta, de onde deriva o seu nome, para expor fragilidades, acompanhada ora por um ukulele, ora por uma guitarra eléctrica. Ao vivo, faz-se acompanhar por Diogo Alves Pinto, mais conhecido pela sua one-man band Gobi Bear, que desenvolve arranjos com percussões e guitarra.
Embrenhada nas raízes da família Planalto Records (a casa da folk talhada neste jardim à beira-mar plantado), que a ajudou a editar "Lost Between Self Expression and Self Destruction" em finais de 2017 - single lhe valeu o lugar de finalista no reputado Festival Termómetro. A cantautora vai percorrendo o seu caminho pacífico, à procura de encontrar o seu lugar neste longo conto, segura da voz, do vigor, da fantasia e da inocência tão própria dos jovens que nós também já fomos. Abra-se caminho para o encantamento da Mathilda.
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XINDIRO – COMPANHIA DE CANTO E DANÇA (Moçambique) - parceria ÉVORA ÁFRICA 
21: 00 | Praça do Sertório 
Xindiro - Companhia de Canto e Dança é uma Companhia Profissional de Canto e Dança que pauta pelo desfilar do melhor dos ritmos moçambicanos, pela coordenação das vozes para as canções que marcaram uma parte da história de Moçambique e na conceção do figurino sugestivo para o efeito, viajando habitualmente com um grupo limitado de elementos. A Companhia  participa em inúmeros eventos nacionais e internacionais (como nas Ilhas Mauricias, Noruega, Suécia, Zimbabwe, África do Sul, França e Holanda), sempre representando o melhor dos símbolos moçambicanos pela coordenação das vozes e ritmos, utilizando canções que marcaram a História de Moçambique. A Associação Cultural sem fins lucrativos foi fundada a 1 de Junho de 1994, por um grupo de alunos pertencentes à Escola Primária Maguiguana, que tem a sua sede e local de ensaios nessa unidade escolar situada no periférico Bairro de Maxaquene.
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TEMPO DE JOGAR E BRINCAR + BUM BLUE BEE – Teatro de Sombras com Marionetas
21:45 e 22:30 | Praça do Sertório
Apresentam--se duas histórias infantis, uma focada numa realidade passada e a outra numa fantasia num tempo e realidade inventados.
Em Tempo de Brincar e Jogar, Ricardo Jorge adaptou histórias pessoais construindo a pequena história passada, antes da era digital, cujo narrador é uma criança que conta como ela brincava nesse então. Esta viagem à infância é ilustrada pelas marionetas de sombras criadas por Beniko que se fazem acompanhar de desenhos ampliados produzidos pelo ilustrador Ricardo Jorge.
Para Bum Blue Bee, Beniko criou o seu próprio conto de fadas. Aqui usou novamente a manipulação de silhuetas em papel, mas também o seu próprio corpo e voz. Trabalhou em sintonia com o compositor, tocando instrumentos simples (como pianos de brinquedo e xilofones) e cantando. Foi também usada a narração gravada de uma cantora portuguesa, Guida de Palma.
Duração | 20 min.
Ficha técnica | Ricardo Jorge: texto, interpretação, ilustração 
            Beniko Tanaka: marionetas, ilustração​
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​16 JULHO
AS ÉVORAS EM KEPA - Exposição
21:00 | Palácio do Barrocal - INATEL
Sete dias intensos revelam Évoras diferentes, em nada indiferentes ao ritmo de Kepa Junkera, músico do País Basco premiado com um Grammy.
Kepa vive por uma semana a cidade dos Cantares de Évora. É recebido com uma açorda à moda alentejana, desafio à mistura de ingre​​dientes simples mas genuínos, tal como a música que virá a nascer.
O encontro entre a música basca e o cante alentejano é o mote inicial. Juntam-se à açorda outros artistas convidados, com raízes na música do Alentejo e ouvidos no mundo: Amílcar Vasques-Dias, António Bexiga, Beatriz Nunes, Carlos Menezes, Celina da Piedade, Galandum Galundaina, Gigabombos e Vozes Do Imaginário, Mara, Mário
Lopes e Vozes de Abril.
Misturam trikitixa, piano, máquinas de costura, alboque e chocalhos, pandeiros, tambores e vozes, instrumentos musicais e esculturas, viola campaniça, txalapartas e cante alentejano. Fundem patrimónios imateriais e materiais, criam lugares, não tão comuns assim, onde a imortalidade da música encontra a beleza de Évora.
Trabalha-se muito nestes sete dias. O ritmo é acelerado e gera movimento, acção.
Dezenas de eborenses e instituições envolvem-se, num trabalho de produção notável.
Nascem duas dezenas de músicas que darão origem a concertos, à edição de um cd/livro, a um documentário e uma exposição de fotografa. Fotógrafos, realizadores e sonoplastas registam tudo, para construção futura de outras memórias.
Estas fotografias são partes dessa memória refetida nos olhares de António Carrapato, José Miguel Soares, Pedro Vilhena e Telmo Rocha. Focam a interação entre músicos e espaço, congelam os momentos dos improvisados, e por vezes profanos, retratos de Kepa, desvendam as cumplicidades nos encontros de bastidores.
Sete dias passaram, sem Évora passar indiferente a Kepa e sem Kepa passar indiferente a Évora. Construíram-se pontes entre o Alentejo e Euskal Herria, novos caminhos para a música ibérica e do mundo, para a Cultura. São estas as Évoras em Kepa, as que fcam na nossa memória colectiva.
José Coimbra - Évora, 28 de Junho de 2018​.
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LISBON MUSIC FEST - BROMLEY YOUTH CONCERT BAND (UK)​
22:00 | Praça do Giraldo
"Fundada há mais de 30 anos, a Bromley Youth Concert Band (BYCB) ensaia todas as semanas no Bromley Youth Music Center, reunindo jovens instrumentistas de sopros (madeiras, metais) e percussão, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos. A maioria destes jovens músicos reside no bairro londrino de Bromley e em bairros adjacentes. Muitos dos antigos membros da BYCB, incluindo a clarinetista Emma Johnson, são agora nomes bem conhecidos no mundo da música, quer enquanto intérpretes, quer como professores. Constituída por mais de 65 jovens músicos, selecionados anualmente, esta banda sinfónica realiza todos os anos uma série de concertos, incluindo uma digressão anual. A BYCB tem-se apresentado em diversos países, incluindo os Estados Unidos e o Canadá, tendo sido laureada no World Music Contest em Kerkrade (Holanda) e no National Festival of Music for Youth (Reino Unido). Em 2015, a BYCB foi o único agrupamento juvenil britânico a participar no prestigiado Festival de Música e Dança de Granada (Espanha) e, em 2016, realizou uma digressão internacional a Itália. No ano passado, apresentou-se no World Music Competition, tendo sido distinguida com um Silver Award. O reportório da BYCB abrange uma vasta gama de estilos musicais, sob os mais elevados padrões de exigência. Existe um forte espírito de grupo e um sentimento de orgulho em pertencer a esta banda, que acompanha os seus membros ao longo da vida."
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17 JULHO

THE PILINHA Palco Mundos - parceria INATEL
22: 00 H | Praça do Sertório 
The Pilinha nasceram no Verão de 2006 na Glória do Ribatejo. No dia 1 de Dezembro de 2006 deram o seu 1º concerto no aniversário da Associação Febre Amarela. Os concertos foram surgindo e o nome The Pilinha foi se espalhando levando o grupo a atuar em diversos locais por Portugal e a partilhar o palco com diversas bandas, contando já no currículo com cerca de 200 atuações. Com a atual formação a sonoridade Ska está bem assente nesta banda que promete agitar todo o público por onde quer que passe.

ALIBOMBO Palco Mundos - parceria INATEL
23: 00 H | Praça do Sertório 
Alibombo é um espetáculo de percussão e um laboratório de experimentação sonora a partir de materiais reciclados. Inicia atividades em 2009, em Medellín, ainda como grupo de percussão urbana. Evolui para uma dimensão mais experimental pela mão do seu diretor, o baterista David Colorado, do percussionista Juan Pablo e do produtor Lucas Jaramillo. Juntos, criam os seus próprios beats em tempo real por meio de uma loopstation, extraindo sons de objetos que se poderiam encontrar numa lixeira: um quadro de bicicleta, uma caneca de plástico, uma caixa de cartão ou um fecho éclair. São influenciados pelas músicas tradicionais da Colômbia, que abordam de forma contemporânea.

FLORENTINO PUJANTE
22H | Largo Álvaro Velho
Nascido nas ruas de Évora, Florentino Pujante é uma criatura musical criada a partir de harmonias cíclicas tocadas na rua onde as melodias se vão intercalando fechando e abrindo ciclos sucessivos. De natureza acústica mas com uma abordagem sonora cinematográfi​ca o Florentino Pujante é um projeto do músico Zé Peps que cria grande parte da sua palete sonora a partir de temas tocados e improvisados na rua. Aqui a musica deixa a rua e sobe ao palco com três músicos. É aqui que as harmonias cíclicas se estruturam para a tomada melódica de três guitarras que por vezes se harmonizam, outras se sobrepõem e ainda disputam, por vezes, um protagonismo oferecendo a pujança de Florentino Pujante.
Álvaro Lancinha – Guitarra | Ricardo Alberto – Violino | Zé Peps – Guitarra, Guitarra Slide, Loops
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18 JULHO
FALA DE ANTÍGONA A MEDEIA
21H| Ruinas Termas Romanas – Praça do Sertório (18, 19 e 20 Julho)
Antígona não pode abdicar do seu dever de dar sepultura a um irmão. Está tranquila com a decisão e sua consequência. Contudo, antes de morrer, fala a Medeia, a única Mulher cuja conduta íntegra e firme admira e a quem pode confiar, de forma empática, as suas convicções e motivações. Um Coro de Mulheres – Medeias, Antígonas, Castros e outras tantas, talvez, que se cruzam connosco no caminho – comenta, enfatiza e reproduz pontualmente o discurso e as ações de Antígona. Antígona é elas e elas são Antígona. Ou apenas elas próprias ou todas as Mulheres do Mundo.
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AHT THURDA'
22H | Praça do Giraldo
AtH-Thurdâ, uma receita m​usical, de Évora para o Mundo!
Num recipiente junta-se um pouco de folk do País Basco, com​ muito Cante Alentejano. Tempera-se com uma pitada de trikitixas e txalapartas, envolve-se tudo e cobre-se com um toque de acordeão. Noutro recipiente de grandes proporções e que possa atingir temperaturas extremas, refoga-se um pouco de Kepa Junkera, com Mara, Celina da Piedade, Beatriz Nunes e Cantares de Évora. Deixa-se apurar e envolve-se com a viola campaniça de Tó Zé Bexiga, o piano de Amílcar Vasques-Dias, o contrabaixo de Carlos Menezes, a bateria de Mário Lopes, uma pitada de Vozes e Gigabombos do Imaginário e surpresas q.b.  Junta-se o preparado anterior e mistura-se tudo muito bem, põe-se em lume brando e deixa-se cozinhar durante 7 dias, com muitos sentimentos, improvisação e vivências únicas. O resultado será um preparado de música do mundo, com novos aromas, tons e paladares de música ibérica, que culminam num prato cheio de novas expressões, texturas, cores e sabores... Serve-se de Évora para o Mundo, já no próximo dia 18 de Julho, pelas 22:00, na Praça do Giraldo
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19 JULHO

FALA DE ANTÍGONA A MEDEIA
21H| Ruinas Termas Romanas – Praça do Sertório (18, 19 e 20 Julho)
Antígona não pode abdicar do seu dever de dar sepultura a um irmão. Está tranquila com a decisão e sua consequência. Contudo, antes de morrer, fala a Medeia, a única Mulher cuja conduta íntegra e firme admira e a quem pode confiar, de forma empática, as suas convicções e motivações. Um Coro de Mulheres – Medeias, Antígonas, Castros e outras tantas, talvez, que se cruzam connosco no caminho – comenta, enfatiza e reproduz pontualmente o discurso e as ações de Antígona. Antígona é elas e elas são Antígona. Ou apenas elas próprias ou todas as Mulheres do Mundo.
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TOTY SA’MED
22H | Praça do Sertório 
Toty Sa’Med  - Luanda,1989. Cantor, compositor e multi-instrumentista. Um dos artistas de culto da nova música Angolana. Em 2016, grava e edita “Ingombota”, coproduzido por Kalaf Epalanga. Um EP que reúne alguns clássicos do cancioneiro angolano num registo intimista, guitarra e voz, onde transparecem influências que vão desde Bonga a Djavan a discos gravados nos anos 70. A canção ‘Namoro’ que fecha o EP foi considerada o melhor Afro-Jazz pela Rádio Luanda em 2017. Compôs para as fadistas, Ana Moura a canção ‘Moura’ em parceria com o escritor José Eduardo Agualusa e para Cristina Branco, o tema ‘Casa’ com letra de Kalaf Epalanga. Acompanhou à guitarra Aline Frazão na sua homenagem a Belita Palma com o tema ‘Susana’ (Insular - Valentim de Carvalho, 2015) e com Sara Tavares, gravou o dueto ‘Brincar de Casamento’ (Fitxadu - Sony Music, 2017).
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AS IMAGENS CONTRA O MURO – Ciclo de Cinema Ambulante
22h | Praceta D. João II – Vista Alegre 
AQUÁRIOS, de Kleber Mendonça Filho, 2016, 146’
"As imagens contra o Muro" é um ciclo de Cinema Ambulante que vai andar pela cidade fora a exibir 7  filmes sobre a vida contemporânea e o direito à cidade.
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20 JULHO

FALA DE ANTÍGONA A MEDEIA
21H| Ruinas Termas Romanas – Praça do Sertório (18, 19 e 20 Julho)
Antígona não pode abdicar do seu dever de dar sepultura a um irmão. Está tranquila com a decisão e sua consequência. Contudo, antes de morrer, fala a Medeia, a única Mulher cuja conduta íntegra e firme admira e a quem pode confiar, de forma empática, as suas convicções e motivações. Um Coro de Mulheres – Medeias, Antígonas, Castros e outras tantas, talvez, que se cruzam connosco no caminho – comenta, enfatiza e reproduz pontualmente o discurso e as ações de Antígona. Antígona é elas e elas são Antígona. Ou apenas elas próprias ou todas as Mulheres do Mundo.
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O LIVRO DAS CARAS - Projeção vídeo na rua com representação teatral
21:30 | Praça do Sertório 
Da fusão entre o teatro e a vídeo guerrilha nasce um espectáculo que satiriza os comportamentos humanos nos usos excessivos, compulsivos e bizarros das redes sociais nesta era da comunicação digital individualizada.
Fruto de uma alienação que aprisiona o olhar da humanidade a uma realidade fabricada, os humanos deixaram de comunicar entre si. Trocam apenas informação, muita e supérfua na maioria das vezes.
Três personagens entram em cena. Conversam pouco entre eles. Serão apenas uma projecção de si, de nós?
Duração média do espectáculo: 20 minutos.
CENDREV (José Russo, Rosário Gonzaga e Ana Meira) • Paredes em Carne Viva (José Coimbra e Tiago Guimarães)
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CORO DE VOZES - Parodia Musical
22H | Praça do Sertório 
Cantar é uma expressão corporal que a alma usa para falar de poesia. A poesia esta em tudo e foi desse namoro que nasceu a vontade destas e destes de ao aprender a usar o corpo, darem às suas almas a possibilidade de se manifestarem. Nesta criação, o encontro dá-se com a Bossa e outras sonoridades, mas o céu é o limite...hoje Parodia Musical são estas e estes que aqui estão, amanha se você quiser a Parodia é sua! Juntem-se a nós!​​​​
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O LIVRO DAS CARAS - Projeção vídeo na rua com representação teatral
23:00 | Largo Miguel de Portugal
Da fusão entre o teatro e a vídeo guerrilha nasce um espectáculo que satiriza os comportamentos humanos nos usos excessivos, compulsivos e bizarros das redes sociais nesta era da comunicação digital individualizada.
Fruto de uma alienação que aprisiona o olhar da humanidade a uma realidade fabricada, os humanos deixaram de comunicar entre si. Trocam apenas informação, muita e supérfua na maioria das vezes.
Três personagens entram em cena. Conversam pouco entre eles. Serão apenas uma projecção de si, de nós?
Duração média do espectáculo: 20 minutos.
CENDREV (José Russo, Rosário Gonzaga e Ana Meira) • Paredes em Carne Viva (José Coimbra e Tiago Guimarães)
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21 JULHO

O LIVRO DAS CARAS - Projeção vídeo na rua com representação teatral
21:30 | Rua João de Deus
Da fusão entre o teatro e a vídeo guerrilha nasce um espectáculo que satiriza os comportamentos humanos nos usos excessivos, compulsivos e bizarros das redes sociais nesta era da comunicação digital individualizada.
Fruto de uma alienação que aprisiona o olhar da humanidade a uma realidade fabricada, os humanos deixaram de comunicar entre si. Trocam apenas informação, muita e supérfua na maioria das vezes.
Três personagens entram em cena. Conversam pouco entre eles. Serão apenas uma projecção de si, de nós?
Duração média do espectáculo: 20 minutos.
CENDREV (José Russo, Rosário Gonzaga e Ana Meira) • Paredes em Carne Viva (José Coimbra e Tiago Guimarães)
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ÓPERA ABOUT LINES - Opera Multimédia
22H | Praça do Sertório
Num sentido nada convencional, “About Lines” desvia o sentido da doxa, combina morfemas variegados, retalha grafismos, ignora o bel canto, é uma antropologia vocal, desenha um patchwork de notações inabituais, de carácter primacialmente eletroacústico, embora inclua o sampler como instrumento duma “plunderfonia”. Esta ópera pondera uma questão controversa: não se constitui como um regime idiomático como o fará, a título de exemplo, a ópera clássica romântica; “About Lines” é antes uma concocção residual idiomática, painel de idioletos entre os tutti. Partindo da obra “About Lines”, transpõe-se para a dramaturgia aspetos de uma Arqueologia do Vivo, numa viagem pelos diferentes conceitos que ao longo do tempo marcaram a relação entre o humano, a Natureza e os outros seres.
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O LIVRO DAS CARAS - Projeção vídeo na rua com representação teatral
23:00 | Praça do Sertório
Da fusão entre o teatro e a vídeo guerrilha nasce um espectáculo que satiriza os comportamentos humanos nos usos excessivos, compulsivos e bizarros das redes sociais nesta era da comunicação digital individualizada.
Fruto de uma alienação que aprisiona o olhar da humanidade a uma realidade fabricada, os humanos deixaram de comunicar entre si. Trocam apenas informação, muita e supérfua na maioria das vezes.
Três personagens entram em cena. Conversam pouco entre eles. Serão apenas uma projecção de si, de nós?
Duração média do espectáculo: 20 minutos.
CENDREV (José Russo, Rosário Gonzaga e Ana Meira) • Paredes em Carne Viva (José Coimbra e Tiago Guimarães)
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22 JULHO

MAPAS DO QUOTIDIANO - Exposição​
17:30 | Sala do Grupo Pro-Évora
Até 12 de Agosto, encerra à 2.ª feira.
A vida do dia-a-dia das cidades, as memórias dos seus habitantes e os seus percursos quotidianos não costumam vir assinalados no mapa. Esta exposição mostra o resultado de uma oficina de cartografia onde se experimentou traçar os novos mapas da nossa cidade.
“Mapas Quotidianos” é um projecto coordenado por Rita Catarino e desenvolvido em parceria pela Associação Pó de Vir a Ser, o Grupo Pro-Évora e a C.M. Évora.
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O LIVRO DAS CARAS - Projeção vídeo na rua com representação teatral
21:30 | Rua João de Deus
Da fusão entre o teatro e a vídeo guerrilha nasce um espectáculo que satiriza os comportamentos humanos nos usos excessivos, compulsivos e bizarros das redes sociais nesta era da comunicação digital individualizada.
Fruto de uma alienação que aprisiona o olhar da humanidade a uma realidade fabricada, os humanos deixaram de comunicar entre si. Trocam apenas informação, muita e supérfua na maioria das vezes.
Três personagens entram em cena. Conversam pouco entre eles. Serão apenas uma projecção de si, de nós?
Duração média do espectáculo: 20 minutos.
CENDREV (José Russo, Rosário Gonzaga e Ana Meira) • Paredes em Carne Viva (José Coimbra e Tiago Guimarães)
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BARBEZ with Velina Brown
22H | Praça do Giraldo 
Barbez, é uma associação sediada em Nova York, que recorre a estilos de vanguarda, música clássica contemporânea e folk, como cumbia e flamenco, para reinventar canções icônicas como “L'Internationale” (A Internacional) e “Viva la Quince Brigada”. Décima Quinta Brigada) para toda uma nova geração de ouvintes. O álbum conta com os músicos estrela do grupo: o clarinetista Peter Hess (Philip GlassEnsemble), a virtuosa de Teremim Pamelia Stickney (David Byrne), marimba e vibrafone Danny Tunick (The Clean), o guitarrista Dan Kaufman (Rebecca Moore), a violinista Catherine McRae (The Quavers ), o baixista Peter Lettre (Shearwater) e o baterista John Bollinger (Sway Machinery); com a vocalista Velina Brown (Companhia de Mime de São Francisco) e os convidados especiais Dafna Naphtali nos vocais de fundo e Sebastiaan Faber no trompete. É o primeiro álbum dos Barbez desde o aclamado Bella Ciao (Tzadik), de 2013, inspirado em antigas melodias judaicas romanas e na resistência italiana durante a Segunda Guerra Mundial. 
​Barbez, em colaboração com a cantora Velina Brown, lançou pela importante produtora de Boston, Boston Records , um notável tributo a esses voluntários: Para aqueles que vieram depois: Canções da Resistência da Guerra Civil Espanhola.​
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O LIVRO DAS CARAS - Projeção vídeo na rua com representação teatral
23:00 | Largo da Misericórdia
Da fusão entre o teatro e a vídeo guerrilha nasce um espectáculo que satiriza os comportamentos humanos nos usos excessivos, compulsivos e bizarros das redes sociais nesta era da comunicação digital individualizada.​
Fruto de uma alienação que aprisiona o olhar da humanidade a uma realidade fabricada, os humanos deixaram de comunicar entre si. Trocam apenas informação, muita e supérfua na maioria das vezes.
Três personagens entram em cena. Conversam pouco entre eles. Serão apenas uma projecção de si, de nós?
Duração média do espectáculo: 20 minutos.
CENDREV (José Russo, Rosário Gonzaga e Ana Meira) • Paredes em Carne Viva (José Coimbra e Tiago Guimarães)​
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23 JULHO

"CONTÁGIO" Instalação de Rua de Anabela Calatroia
Permanente | Edifício do Salão Central, na Escadaria junto à Igreja de S. Vicente, na Praça de Sertório e Jardim do Largo de Avis
A série “Contágio” é um conceito de instalação de rua cujo objectivo é despertar um novo olhar sobre os lugares que habitamos ou visitamos, evidenciando os locais intervencionados seja pela sua matriz arquitetónica ou pela função que desempenham no espaço urbano através da inserção de elementos escultóricos tridimensionais e aplicação da técnica de yarn wrapped, tear e croché em árvores e mobiliário urbano.
Contágio realiza-se de 23 a 31 Julho mantendo-se até ao final de Outubro e apresenta-se, no Edifício do Salão Central, na Escadaria junto à Igreja de S. Vicente, na Praça de Sertório e Jardim do Largo de Avis.
Apoio: Sociedade Harmonia Eborense
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IVAN BECK & MÁRIO LOPES GRUPO
22H | Praça do Sertório
Ivan Beck & Mário Lopes Grupo.Trata-se de um septeto de funk/jazz/fusão liderado pelo baixista Ivan Beck (Brasil) e pelo baterista Mário Lopes que propõem um repertório energético de temas originais. A sonoridade é centrada no funk mas apresenta fusões bastante variadas que se poderão associar às músicas do mundo, tais como afro-cubanas, brasileiras e também orientais. Podemos ouvir influências claras de artistas como Snarky Puppy, Tigran Hamasyan, Avishai Cohen e Victor Wooten.
Músicos: Ivan Beck (baixo), Mário Lopes (bateria), Rodrigo Lino (saxofone), Jéssica Pina (trompete), David William (vibrafone), João Baião (guitarra), Rafael Foncubierta (piano).
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24 JULHO

TO THE BEST
22H | Praça do Sertório
To The Best. Quem não dançou ao som de "What´s Love Got To Do With It", "Private Dancer", "We Don't Need Another Hero", "Steamy windows"ou "Proud Mary"? Quem não cantou "(Simply) The Best" a plenos pulmões? To the Best é um tributo a uma das lendas do rock ainda vivas: a inigualável Tina Turner. Este projeto atravessa diferentes décadas e fará vibrar várias gerações que cresceram ao som dos seus maiores hits das décadas de 70, 80 e 90. To The Best surge da admiração dos músicos desta banda de tributo pela "Rainha do Rock”, pelo seu legado musical e artístico. Pretende-se que este espetáculo, com uma interpretação genuína, seja uma celebração da música e da carreira da artista vencedora de 8 Grammys, partilhando com o público a energia vibrante e contagiante dos temas de Tina Turner. "To The Best" é o espetáculo de rock ideal para cantar e recordar do início ao fim!
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25 JULHO

LISBON MUSIC FEST - Netherlands Youth String Orchestra
22H | Praça do Giraldo  ​
"A Netherlands Youth String Orchestra (Nederlands Jeugd Strijkorkest - NJSO) reúne talentosos jovens instrumentistas de cordas, com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos. Entre os seus membros, contam-se estudantes avançados de várias academias e conservatórios públicos de música da Holanda, bem como talentosos alunos de professores particulares e escolas de música privadas. O principal objetivo da NJSO é educar e orientar estes jovens músicos para a aquisição de uma coesão orquestral, promovendo simultaneamente o seu desenvolvimento individual, com intuito principal de apresentar concertos com a mais elevada qualidade artística. A NJSO apresenta-se com uma forte energia e entusiasmo, atingindo um alt​o nível de competências técnicas e de musicalidade. A orquestra ensaia semanalmente no conceituado Conservatório de Amsterdão, sob a direção do maestro Carel den Hertog. São realizados regularmente diversos workshops e ensaios de naipe, orientados por membros da Royal Concertgebouw Orchestra e de outros ensembles profissionais holandeses. Esta orquestra apresenta-se em três projetos anuais, interpretando programas desafiantes e exigentes que incluem reportório tradicional e contemporâneo. Cada projeto traduz-se numa série de concertos em salas conhecidas, como o Concertgebouw, mas também em locais onde a performance de música ao vivo é menos comum, mas muito apreciada, como por exemplo no Wilhelmina Children’s Hospital."
Programa - seleção de obras:
P. Hellendaal (1721-1799): Concerto n.º 1 em Sol menor
S. Maessen (1959-): Socra for String Orchestra (specially written for the NJSO, Summer 2018)
C. Meijering (1954-): Caixa de Dolça
J. S. Bach (1685-1750): Concerto para Violino e Orquestra em Mi Maior, BWV 1052
F. Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847): Sinfonia n.º 10 para Cordas em Si menor
B. Bartók (1881-1945): Divertimento para Cordas, Sz. 113
J. Braga Santos (1924-1988): Concerto para Orquestra de Cordas em Ré menor, Op. 17​
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STABAT MATER FURIOSA de Jean-Pierre Simèon
22H| Adro da Sé (25, 26 e 27 de julho)
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID
Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' 
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26 JULHO

CAPOTE À SOMBRA - Zé Simples e Cassete Pirata
18H | Jardim dos Colegiais 
ZÉ SIMPLES: "Pudera o homem evadir-se num ponto longínquo bem a sul, intersectar horizontes e perder-se num final de tarde, de um vermelho sanguíneo e febril quase consciente do fim.
José Penacho (músico de Marvel Lima e Riding Pânico) toma as planícies bucólicas do Alentejo como sua inspiração naquele que é o seu primeiro trabalho a solo, íntimo e revelador. Num registo cancioneiro, imerge na guitarra primitiva americana de John Fahey, Robbie Basho e Jack Rose, enquanto desperta ressonâncias saudosas de Zeca Afonso e José Mário Branco, nomes que fizeram história no mundo da sua arte e na música portuguesa de intervenção.
A expressão musical faz jus ao seu nome. A simplicidade com que evoca as vivências rurais mais cruas.”
CASSETE PIRATA: Liderada pelo guitarrista João Firmino (mais conhecido como Pir), que também assume o papel de vocalista, conta nas suas fileiras com o monstro da bateria João Pinheiro (Diabo na Cruz, TV Rural), o pulso firme de António Quintino no baixo (Samuel Úria), para além da única dupla de cantoras e teclistas que este país conhece – Margarida Campelo e Joana Espadinha.
Vindos maioritariamente das escolas de jazz de Lisboa e Amesterdão, os Cassete Pirata abalaram as fundações do Popular Alvalade, Casa do Povo de Ovar, Salão Brazil, Café Concerto Pombal com as suas canções rock, vindas directamente da juventude que reprimiram durante o estudo de harmonias de jazz demasiado complicadas.
A banda representa o descomprometimento de quem consegue enfiar uma canção pop entre os solos de guitarra de Firmino e a batida demolidora, suada e sem t-shirt de João Pinheiro, sem esquecer os coros de duas das melhores vozes de Campo de Ourique. O lirismo das melodias e o som psicadélico dos teclados vêm de quem juntou os Supertramp e Melody’s Echo Chamber aos discos do Coltrane e Milton Nascimento.
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STABAT MATER FURIOSA
22H| Adro da Sé 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' 
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RIO LISBOA
22H | Praça do Giraldo 
"A sonoridade do Rio Lisboa reflete a fusão das musicalidades de Portugal e do Brasil – países unidos por laços históricos e pela língua de Camões. O FADO unido à BOSSA-NOVA a nostalgia e a saudade unidas à alegria e à paixão. Esta mistura expressa as sonoridades da antiga Alfama com as da saudosa Copacabana, numa junção alegremente conseguida, sensivelmente materializada pelos poetas e pelos músicos que compõem este coletivo. MOÇA MORENA” o trabalho que apresentamos é uma mulher mestiça, resultado deste encontro e mistura de culturas, aqui representada pelas diversas cantoras convidadas. A par da identidade desta mulher cada vez mais global, devemos encarar o enorme e vasto oceano, como charneira que induz a uma reflexão profunda sobre o que nos liga a todos, bem como uma mudança de consciência. Quem sou eu? Quem somos nós?

AS IMAGENS CONTRA O MURO - CICLO DE CINEMA AMBULANTE
22h | Largo Nª Srª da Conceição – Bairro da Câmara
A GRANDE CIDADE, de Satyajit Ray, 1963, 136’
"As imagens contra o Muro" é um ciclo de Cinema Ambulante que vai andar pela cidade fora a exibir 7  filmes sobre a vida contemporânea e o direito à cidade. 


27 JULHO

CAPOTE À SOMBRA Amanita Ponderosa e Lobo Mau
18H | Jardim dos Colegiais 
AMANITA PONDEROSA: Formação teimosamente duo que toca para lá do rock com travo a mundo (ou seja, sem delineamento estilístico). Impulsionados pelo riff na procura via método tentativa e erro, mostram-se em concerto uma vez e meia por ano. E só para ficarem quatro estrangeirismos no texto: praticam o groove e por vezes recorrem ao loop!
LOBO MAU: Uma guitarra elétrica, duas vozes, uma feminina e outra masculina, e as histórias e vivências que caracterizam os seus timbres, servem de mote a todo um processo criativo de extrema partilha que tem vindo a resultar num repertório original, desinibido e sem artifícios, atualmente em fase de consolidação para ser levado a ouvidos disponíveis para a nova música portuguesa. Gonçalo Ferreira, Lília Esteves e David Jacinto
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RITUAL DA LUA CHEIA
22H | Alto de S. Bento 
Parceria Câmara Municipal de Évora / Évora África para o "Artes à Rua"


STABAT MATER FURIOSA
22H| Adro da Sé 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' 
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BANDA DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA
22h | Praça do Giraldo


29 JULHO

AMOR DE MARGARIDA - Peça de técnica mista para palhaço e pianista
18H | Largo do Chão das Covas
Os desamores de um personagem carente numa mesa de bar acompanhados ao piano por um músico que veio do oftalmologista.
Canção, emoção e improvisação num momento único de risco e rara beleza poética. Margarida conta-nos a sua história de amor.​

AFONSO DE SANTA MARIA
21:30 | Praça do Giraldo

SULCANTO
22H | Praça do Giraldo
Sulcanto nasceu a sul, em Évora, por desafio do Festival Artes à Rua. É um espetáculo que resulta do encontro, na cidade classificada património Mundial, de 3 expressões inscritas na lista de salvaguarda do património imaterial da UNESCO: Fado, Flamenco e Cante. O piano é, neste contexto, um instrumento inesperado que funciona como um berço de harmonias e timbres que cercam as vozes no caminho da emoção. Cada um dos cantores é um intérprete exímio e aqui eles mostram a coragem e a sabedoria para entrelaçarem estilos, havendo uma provocação mútua que dá vida a novas tessituras sonoras e visuais.
Sulcanto é um novo projeto com raízes na tradição, mas é a vontade de descobrir sonoridades diferentes que lhe dá vida.


30 JULHO 

ETHNO PORTUGAL'18
22H | Praça do Giraldo
Ethno Portugal é um projeto coordenado pela PédeXumbo que vai acontecer em Castelo de Vide, entre 22 de julho e 1 de agosto de 2018.
Consiste numa residência artística de música e dança tradicional, que reúne jovens músicos e bailarinos (entre os 18 e os 30 anos de idade) de todo o mundo (26 nacionalidades) durante 10 dias intensos onde vão partilhar a sua energia, música, dança e cultura e construir conjuntamente um espetáculo de sonoridades originais. 


31 JULHO

SUBSOLO - De Carolina Figueiredo e Mafalda Mósca
21:30 Pátio das Romãs – Convento dos Remédios 
A guerra não passa de um Aquário cheio de corpos, que estão limitados por um espaço, onde a única forma de sobreviver é também a única forma de morrer. Os que detém o poder dominam os movimentos das águas  consoante o que mais lhes aprouver. E assim sendo, estes corpos não passam de meras   saquetas incómodas e poluídas, que um dia pensaram ser humanos. Chamamos humanos aos que desumanizam aqueles que eram tão humanos como nós. E chamamo-nos o quê a nós que não desumanizamos nem somos humanos? Somos os vigilantes silenciosos, os assassinos escondidos, os monstros que assistem, e residem, sentados confortavelmente nos nossos lares,  enquanto contribuímos para a destruição do mundo sem fazer nada. Saramago dizia, “se puderes olhar vê, se puderes ver, repara”, nós dizemos, se puderes olhar vê, se puderes ver, age. 
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CINEMA NA RUA “ABELHA MAIA​ – OS JOGOS DE MEL”
22H | Praça do Sertório
Um filme de Noel Cleary, Sergio Delfino, Alexis Stadermann
Farta do comportamento inconsequente e estouvado de Maia, a mais entusiasta e fervorosa abelha do seu enxame, a rainha de Buzztropolis decide convocá-la para os Jogos do Mel. Se a princípio ela não cabe em si de contente, depressa percebe que foi colocada numa equipa de desajustados. Mas sabe que, se quiser salvar o mel que tanto se esforçaram por fabricar durante o Verão, o seu grupo tem de se sagrar vencedor. Para isso apenas têm de diluir as diferenças e unir os talentos de cada um, transformando o seu grande amigo Willy, as formigas Arnie e Barney, e o gafanhoto Flip numa equipa de sonho…
Um filme de animação co-realizado por Noel Cleary, Sergio Delfino e Alexs Stadermann, que transporta para o cinema as aventuras da abelha Maia, que apareceu pela primeira vez em 1912 no livro do alemão Waldemar Bonsels (1880-1952) e que foi adaptada à televisão nos anos 1970 (a Portugal, chegou na década seguinte), marcando o imaginário de várias gerações. 
DURAÇÃO:  83’
GÉNERO:  Animação
CLASSIFICAÇÃO: M/3


01 AGOSTO

SUBSOLO - De Carolina Figueiredo e Mafalda Mósca
21:30 Pátio das Romãs – Convento dos Remédios 
A guerra não passa de um Aquário cheio de corpos, que estão limitados por um espaço, onde a única forma de sobreviver é também a única forma de morrer. Os que detém o poder dominam os movimentos das águas  consoante o que mais lhes aprouver. E assim sendo, estes corpos não passam de meras   saquetas incómodas e poluídas, que um dia pensaram ser humanos. Chamamos humanos aos que desumanizam aqueles que eram tão humanos como nós. E chamamo-nos o quê a nós que não desumanizamos nem somos humanos? Somos os vigilantes silenciosos, os assassinos escondidos, os monstros que assistem, e residem, sentados confortavelmente nos nossos lares,  enquanto contribuímos para a destruição do mundo sem fazer nada. Saramago dizia, “se puderes olhar vê, se puderes ver, repara”, nós dizemos, se puderes olhar vê, se puderes ver, age. 
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JONAS RUNA OUROBOROS - Concerto/Performance
22h | Cromeleque dos Almendres
O Cromeleque dos Almendres recebe, nos dias 1 e 2 de Agosto, a mais recente criaçãodo artista Jonas Runa: Ouroboros apresenta-se sob a forma de concerto/performance,com fato de luz criado pelo artista em colaboração com a designer de moda Alexandra Moura. proposta desenvolve técnicas que envolvem luz, som e movimento, anteriormente apresentadas na La Biennale di Venezia e no ARoS Museum of Art, ambas em colaboração com a artista Joana Vasconcelos; e no Teatro Camões, em parceria com a coreógrafa Clara Andermatt e a Companhia Nacional de Bailado. Ouroboros propõe uma viagem sonora, luminosa e performática, que se desdobra num fluxo de improvisações e se funde num discurso aberto em permanente ação. O músico/performer trabalha a partir do interior do som, moldando-o como um escultor e desdobrando-se em noções dinâmicas de tempo - retardado, síncrono, assíncrono, acelerado -; no sentido de criar novos espaços sonoros.
TROVAS E CANTIGAS - Grupo AJA
22h | Praça do Sertório
Interpretação de versões arranjadas/adaptadas do repertório do Zeca, bem como outros temas do cancioneiro português de intervenção.


 02 AGOSTO

CHORO DA TIXA - Roda de Choro de Évora
19h | Praça do Sertório
O grupo interpreta temas da música popular brasileira nos seus mais variados regionalismos, como samba-canção, choro, baião, frevo, bossa e samba, levando o público a uma viagem pela cultura do país irmão.​

SUBSOLO - De Carolina Figueiredo e Mafalda Mósca
21:30 Pátio das Romãs – Convento dos Remédios 
A guerra não passa de um Aquário cheio de corpos, que estão limitados por um espaço, onde a única forma de sobreviver é também a única forma de morrer. Os que detém o poder dominam os movimentos das águas  consoante o que mais lhes aprouver. E assim sendo, estes corpos não passam de meras   saquetas incómodas e poluídas, que um dia pensaram ser humanos. Chamamos humanos aos que desumanizam aqueles que eram tão humanos como nós. E chamamo-nos o quê a nós que não desumanizamos nem somos humanos? Somos os vigilantes silenciosos, os assassinos escondidos, os monstros que assistem, e residem, sentados confortavelmente nos nossos lares,  enquanto contribuímos para a destruição do mundo sem fazer nada. Saramago dizia, “se puderes olhar vê, se puderes ver, repara”, nós dizemos, se puderes olhar vê, se puderes ver, age.
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STABAT MATER FURIOSA
22H| Ermida de S. Bartolomeu 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO A​companhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração  50' 
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AS IMAGENS CONTRA O MURO - CICLO DE CINEMA AMBULANTE
22h | Antigo Matadouro de Évora, Av S João de Deus, 29
Chinatown, de Roman Polansky, 1974, 130’
"As imagens contra o Muro" é um ciclo de Cinema Ambulante que vai andar pela cidade fora a exibir 7  filmes sobre a vida contemporânea e o direito à cidade. 


​JONAS RUNA OUROBOROS - Concerto/Performance
22h | Cromeleque dos Almendres
O Cromeleque dos Almendres recebe, nos dias 1 e 2 de Agosto, a mais recente criaçãodo artista Jonas Runa: Ouroboros apresenta-se sob a forma de concerto/performance,com fato de luz criado pelo artista em colaboração com a designer de moda Alexandra Moura. proposta desenvolve técnicas que envolvem luz, som e movimento, anteriormente apresentadas na La Biennale di Venezia e no ARoS Museum of Art, ambas em colaboração com a artista Joana Vasconcelos; e no Teatro Camões, em parceria com a coreógrafa Clara Andermatt e a Companhia Nacional de Bailado. Ouroboros propõe uma viagem sonora, luminosa e performática, que se desdobra num fluxo de improvisações e se funde num discurso aberto em permanente ação. O músico/performer trabalha a partir do interior do som, moldando-o como um escultor e desdobrando-se em noções dinâmicas de tempo - retardado, síncrono, assíncrono, acelerado -; no sentido de criar novos espaços sonoros
.03​ AGOSTO
JOÃO GRILO
21:30H| Praça do Sertório 
''Mui Nobre e Mau Rapaz'' é o primeiro projeto de João Grilo e uma homenagem à sua cidade natal: Évora. Este EP, composto por 5 temas originais, faz a ponte entre Portugal e a sua inevitável herança latino-africana através da exploração das sonoridades sul-americanas, e das suas raízes rítmicas em África. A vibração das cordas da guitarra clássica, e as suas infindáveis texturas sonoras, são o mote desta viagem ao sentimento quente e teimosamente errante do Sul.​​​​​​
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GUITARRAS AO ALTO APRESENTA FRANCISCA CORTESÃO E MARIANA RICARDO
22H| Praça do Sertório 
Depois de 5 concertos entre Maio e Junho, em Estremoz, Avis, Beirã-Marvão, Redondo e Crato, o Guitarras ao Alto chega mais uma vez ao Artes à Rua em Évora, este ano com as guitarras e vozes de Francisca Cortesão e Mariana Ricardo, e com o patrocínio dos vinhos Herdade de São Miguel da Casa Relvas. Um evento cada vez mais alentejano, que valoriza o património, a paisagem, o vinho e a gastronomia, e que já vai na 4ª edição, desde 2014.


STABAT MATER FURIOSA
22H| Ermida de S. Bartolomeu 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' ​
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04​ AGOSTO
FANTOCHES NO PARQUE - "O Bolo" Era Uma Vez Teatro de Marionetas
11H| Parque Infantil 
Um dia o Sr. António e a Sra. Antónia fizeram um bolo. Deixaram-no a arrefecer e pediram aos meninos que tomassem conta dele, mas o bolo fugiu para a floresta onde se cruzou com muitos animais dos quais conseguiu sempre escapar até que apareceu a dona Raposa que se mostrou muito mais esperta do que ele.

DUQUESA + APRIL MARMARA PALCO POINTLIST
18H| Largo de S. Vicente 
DUQUESA: Depois de numerosas aventuras em carrinhas e transportes públicos, de incendiar a sua passagem com um rock 'n roll movido a punk, Nuno Rodrigues chegou a Duquesa, o seu projecto que abriga o álbum homónimo e, agora, "Norte Litoral", um documento da sua novafase artística e sobre as suas referências, espelhadas em sete canções pop de tons mais negros, com arranjos cuidados,ora doces, ora amargos, a enaltecer umregisto essencialmente maduro. ​
APRIL MARMARA: do pedaço ghost folk da multifacetada Spring Toast Records, surge April Marmara. Bia Diniz, cantora e compositora deste solitário projecto, vai beber aos ambientes bucólicos dos amigos e companheiros de editora, Calcutá ou Jasmim. Mas não nos limitemos a comparações imediatas, até porque estamos perante um universo bastante singular.
STABAT MATER FURIOSA
22H| Ermida de S. Bartolomeu 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' ​
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MARIA JOÃO COM MOÇOILAS
 22h | Praça do Giraldo
Um concerto improvável, surpreendente e ousado, juntando a diva do jazz e da música improvisada Maria João às singulares e irreverentes Moçoilas, grupo de três mulheres (Margarida Guerreiro, Inês Rosa e Teresa Silva) que interpretam a capella canções tradicionais do sul, de matriz mediterrânica. O mote para o espetáculo é o cruzamento de diversas latitudes musicais (Portugal, Brasil, África e outras) em que tradição e contemporaneidade se interpenetram para originar novas e criativas abordagens, num formato de grande cumplicidade artística e proximidade com o público. 
05 AGOSTO
OFICINAS COM ASAS
17H| Parque Infantil 
Trazemos até este espaço, onde pais e filhos procuram o tão necessário «tempo de qualidade», um conjunto de oficinas para desfrutar em família, onde todos são convidados a jogar, a pintar, a brincar com as palavras e a aprender a fazer. Os nossos «passarulhos» não serão as únicas aves naquele parque. De facto, muitas outras o habitam. A pensar nisso, e com o objectivo de sensibilizar os participantes para esta presença e para a consequente importância das árvores numa cidade, preparámos um conjunto de oficinas para os 4 fins de semana de agosto. Numa oficina, que decorre durante duas horas, cada participante pode: - «Aprender a fazer pássaros» técnicas de origamis; - «Voar a cores» expressão plástica com tintas e papel; - «Des-passa-rar palavras» escrita criativa
PASSEIO DOS PASSARULHOS
19H| Parque Infantil 
Construídos com materiais 99,9% vegetais e/ou reciclados, estes «Passarulhos» são criaturas de anatomia aviforme. São pássaros que não voam, mas gostam de passear.Têm um pastor que tenta impor a ordem, mas com muita dificuldade, pois não é fácil fazer um rebanho de «Passarulhos». Como todas as aves, estas também têm muita dificuldade em obedecer. É neste jogo de bom e mau comportamento, na curiosidade por tudo, sobretudo, pelo público, que se baseiam estes «Passeios». Também gostam de descobrir cidades, caminhando pelas ruas e dançando nas praças. Os passarulhos também são cantores e chilreiam ou grasnam conforme o seu estado de espírito. Procuram a sua alma gémea e quando pensam tê-la encontrado não resistem a um fantástico baile nupcial, revelando as suas mais belas plumas, reservadas para momentos especiais.
RUI CALAPEZ - Concerto para piano
22H| Alto de S. Bento
Podia ser um hino
Podia ser uma ópera
Podiam ser músicas contínu​​​as, infinitivas 
Mas aqui tudo interfere: a música instrumental, as palavras ditas, os cantos recordados
Persisto neste projeto, nesta vontade de dar espaço às fontes sonoras de se abraçarem, de se libertarem, de se imporem.

A MÚSICA DAS PALAVRAS
22h | Praça do Sertório
Temos Cá Poesia
Partindo da língua portuguesa e da poesia portuguesa, este projecto de poesia musicada é feito a pensar no ritmo poético de cada palavra. Florbela Figueiredo dá a voz a cada palavra de poemas de autores e autoras portugueses, alguns reescritos, e ainda a originais. Acompanhada à guitarra pelo musico Zé Peps, que, criando uma paisagem sonora criada a partir de simples loops de guitarra, decora com dedilhados e guitarra slide as palavras de Florbela Fi
gueiredo.
Florbela Figueiredo – voz e declamação
Zé Peps – guitarra e loops

07 AGOSTO

CARTA DE UM PRISIONEIRO
21H | Biblioteca Pública de Évora
Oficina Carta é um espetáculo de teatro documental, um espetáculo - conferência, que recupera alguns dos materiais trabalhados no contexto do projeto "30 e tal no campo da morte lenta" (sobre o Campo do Tarrafal), como excertos de entrevistas e memórias de antigos prisioneiros e colaboradores da Prisão, do conto "a carta de um prisioneiro" (escrito em residência, em Cabo Verde) e imagens relacionadas, entre outros ambientes empáticos. Antecipando um diálogo sobre o lugar do prisioneiro ideológico, da memória e de um respetivo enquadramento histórico, propõe-se, assim, um olhar abrangente sobre o legado histórico das memórias do Estado Novo, da Guerra Colonial e da Prisão do Tarrafal. "A carta de um prisioneiro" integrou a iniciativa "30 e tal no campo da morte lenta", agraciada com a bolsa Criar Lusofonia do Centro Nacional de Cultura e da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas.

CINEMA NA RUA "CINEMA PARAÍSO" de Giuseppe Tornatore
22H| Praça do Sertório
Roma, 1980. O cineasta Salvatore Di Vitta (Jacques Perrin) recebe um telefonema da mãe que lhe comunica a morte do seu velho amigo Alfredo (Philippe Noiret). Salvatore – ou Totó – é invadido por recordações, revisitando a sua infância, na sua Sicília natal, quando vivia fascinado pela cabina mágica de Alfredo, o mal-humorado projeccionista do cinema da vila: o Cinema Paraíso. 
Festivais e Prémios
Óscar - Melhor Filme Estrangeiro
Festival de Cannes - Grande Prémio do Júri
BAFTA - Melhor Actor, Melhor Actor Secundário, Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Música e Melhor Argumento Original
DURAÇÃO: 123’
GÉNERO: Comédia dramática​
CLASSIFICAÇÃO: M/12

08 AGOSTO

SOFA CONCERTS
10H | 19h | 21:30H - Templo Romano | Largo Álvaro Velho | Praça do Giraldo 
O Sofa Concerts/Concertos de Sofá é uma performance de rua que consiste na colocação de um sofá num espaço público, juntamente com uma placa que convida os transeuntes a sentar. Assim que tal aconteça, a equipa da OfA irá compor uma pequena "sala de estar" acrescentado ao espaço um tapete de sala, uma mesa de centro, um candeeiro, etc. Surge então o (a) cantor (a) que à capela inicia um tema musical de jazz.

CARTA DE UM PRISIONEIRO
21H | Biblioteca Pública de Évora
Antecipando um diálogo sobre o lugar do prisioneiro ideológico, da memória e de um respetivo enquadramento histórico, propõe-se, assim, um olhar abrangente sobre o legado histórico das memórias do Estado Novo, da Guerra Colonial e da Prisão do Tarrafal. "A carta de um prisioneiro" integrou a iniciativa "30 e tal no campo da morte lenta", agraciada com a bolsa Criar Lusofonia do Centro Nacional de Cultura e da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas.
ENCANTANTE
22H| Praça do Sertório
Um lugar de encontrosA música deste concerto é uma revisitação dos lugares, das pessoas e dos afectos que têm marcado a vida e o carácter de Amílcar Vasques-Dias.O encontro com o mestre Joaquim Soares, a quem dedica ‘...se não chover primeiro’, e com o marionetista Manuel Dias, a quem dedica ‘Marioneta meu amor’, representam momentos únicos de inspiração.Os demais temas do programa são outros momentos de um percurso de vida feito de projectos diversos entre a música erudita, o cante flamenco, o cante alentejano, o fado, e as músicas tradicionais.As vozes de Pedro Calado e de Gisélia Silva, e as imagens de João Bacelar – artistas convidados – fazem parte desta viagem, enriquecendo-a.ENCANTANTE - um concerto único, íntimo, irrepetível... - é dedicado à cidade de Évora.



9 AGOSTO

CARTA DE UM PRISIONEIRO
21H | Biblioteca Pública de Évora
Antecipando um diálogo sobre o lugar do prisioneiro ideológico, da memória e de um respetivo enquadramento histórico, propõe-se, assim, um olhar abrangente sobre o legado histórico das memórias do Estado Novo, da Guerra Colonial e da Prisão do Tarrafal. "A carta de um prisioneiro" integrou a iniciativa "30 e tal no campo da morte lenta", agraciada com a bolsa Criar Lusofonia do Centro Nacional de Cultura e da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas.

H2Ode, a partir da Ode Marítima, de Álvaro de Campos
21:30H| Praça do Sertório
Ser as cordas. Cada uma delas. Ser navio. Cada um deles. Ser o cuspo. Ser as quilhas. Ser o vapor. A pinga que escorre no rosto daquele que chega. Daquele que parte. "Sozinho". Engolir a seco. Dois copos. Um meio vazio. Um meio cheio. De algo. Bebo o meio cheio. O copo. De algo. Cheio. Um meio vazio. E um meio cheio. Engasguei-me. Cuspi. Porque me engasguei. Engasguei-me e cuspi "sozinho". H2O. "E porque penso eu isto?". "Chamam por mim as águas". Um atracar e um largar solitário. "Sozinho". Ter o tempo. O meu. O do outro, E o do outro. Bebo. Engasgo-me. Cuspo. "E porque penso eu isto?". Um navio. Um ser. Feito de copos meio cheios. Meio vazios. "Como o meu sangue" . Meio cheio. Meio vazio. Sinto. "Treme já todo o chão do meu psiquismo". Uma náusea que me pertence. A mim. Ao outro. E ao outro. E bebo. Engasgo-me. Cuspo. Cuspo. E cuspo. Como o meu sangue. O meu e o do outro. E do outro. Sozinho". Ser o outro, sozinho. Ser água, todas as águas. "Porque penso eu isto?" Cantar. Cantar o que é nosso. H2Ode.
STABAT MATER FURIOSA
22H| Ermida de S. Bartolomeu 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
.Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' ​
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BEATRIZ NUNES
22H| Praça do Giraldo 
Canto Primeiro é o primeiro álbum de originais da jovem cantora Beatriz Nunes. Rio Sem Margem, Andorinhas, Resistência, As mesmas Pedras, Ouroboros, Valsa de um Bom Rapaz, Dias Contados, Senhora do Ó e o arranjo de Canção da Paciência de Zeca Afonso são alguns dos temas que podemos ouvir. O disco conta ainda com o arranjo para cordas de Jorge Moniz para a canção alentejana Aurora tem um menino e o música de Afonso Pais Pára-me de repente o Pensamento, a partir do poema de Ângelo de Lima. Canto Primeiro é um disco de canções portuguesas, por vezes contemplativas, noutras contadoras de histórias, entre a herança da música portuguesa tradicional, a música de cantautor e o jazz. A sonoridade pretende ser limpa, cristalina, simples como as canções. Esta linguagem deriva do percurso de Beatriz Nunes entre o jazz e a música erudita. Aos 22 anos, o início da sua colaboração com Pedro Ayres Magalhães Carlos Maria Trindade no Madredeus foi uma experiência decisiva no seu crescimento artístico. Aos 28 anos Beatriz Nunes afirma-se como cantora e autora no lançamento do seu Canto Primeiro.
AS IMAGENS CONTRA O MURO - CICLO DE CINEMA AMBULANTE
22h | Jardim da Rua da Sobreira, Bairro da Malagueira
O Menino, de Nagisa Ôshima, 1969, 105’
"As imagens contra o Muro" é um ciclo de Cinema Ambulante que vai andar pela cidade fora a exibir 7  filmes sobre a vida contemporânea e o direito à cidade. 



10​ AGOSTO
STABAT MATER FURIOSA
22H| Ermida de S. Bartolomeu 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' ​
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VIVIANE CANTA EDIT PIAF
22h | Praça do Giraldo 
Viviane nasceu no sul de França onde viveu e cresceu até aos 13 anos, ouvindo e admirando grandes nomes da música francesa entre os quais Edith Piaf mas só mais tarde já em Portugal, é que sentiu o efeito avassalador que as suas canções exerciam sobre ela cada vez que as cantava.  12 anos após ter iniciado a sua carreira a solo com 5 álbums editados, Viviane acaba de editar um novo CD inteiramente dedicado à cantora, intitulado "Viviane canta Piaf".  Este CD surge na sequência de um concerto, que Viviane realizou em 2016 enquanto "Artista Figuras" no Teatro Municipal de Faro e que alcançou grande sucesso. 2018 será o ano em que Viviane irá levar aos palcos a tournée deste espetáculo que terá igualmente o nome de "Viviane canta Piaf". Temas como "La vie en rose", "Padam Padam", "Non rien de rien", "Sous le ciel de Paris", "Milord" ou "Mon Dieu" entre outros, marcados por histórias de amor e tragédia, integram um espetáculo repleto de emoção e de algumas surpresas, em que Viviane irá conduzir o público aos longínquos anos 40-50 num ambiente bem parisiense. Neste espetáculo, Viviane será acompanhada por Tó Viegas na guitarra acústica e guitarra portuguesa, João Gentil no acordeão, Filipe Valentim no piano, Bruno Vítor  no contrabaixo e João Vitorino na guitarra elétrica. Neste espetáculo, Viviane mostra-nos uma nova faceta do seu talento, surpreende-nos com a versatilidade da sua voz, e deixa-nos rendidos pela forma apaixonada como interpreta todo este repertório. Um espetáculo único e inesquecível, numa das vozes mais carismáticas da actual música portuguesa.


11​ AGOSTO
FANTOCHES NO PARQUE "A Princesa Ziah" Era Uma Vez Teatro de Marionetas
11H| Parque Infantil
"A Princesa Ziah" - Quando o músico Guesti e o urso Sera chegam ao palácio do Rei Largo para animar a festa de aniversário da Princesa Ziah não imaginam a aventura que os espera para salvar a Princesa do malvado Rei Crachos
.

H20de, a partir da Ode Marítima, de Álvaro de Campos
21:30H| Largo do Chão das Covas
Ser as cordas. Cada uma delas. Ser navio. Cada um deles. Ser o cuspo. Ser as quilhas. Ser o vapor. A pinga que escorre no rosto daquele que chega. Daquele que parte. "Sozinho". Engolir a seco. Dois copos. Um meio vazio. Um meio cheio. De algo. Bebo o meio cheio. O copo. De algo. Cheio. Um meio vazio. E um meio cheio. Engasguei-me. Cuspi. Porque me engasguei. Engasguei-me e cuspi "sozinho". H2O. "E porque penso eu isto?". "Chamam por mim as águas". Um atracar e um largar solitário. "Sozinho". Ter o tempo. O meu. O do outro, E o do outro. Bebo. Engasgo-me. Cuspo. "E porque penso eu isto?". Um navio. Um ser. Feito de copos meio cheios. Meio vazios. "Como o meu sangue" . Meio cheio. Meio vazio. Sinto. "Treme já todo o chão do meu psiquismo". Uma náusea que me pertence. A mim. Ao outro. E ao outro. E bebo. Engasgo-me. Cuspo. Cuspo. E cuspo. Como o meu sangue. O meu e o do outro. E do outro. Sozinho". Ser o outro, sozinho. Ser água, todas as águas. "Porque penso eu isto?" Cantar. Cantar o que é nosso. H2Ode.
AMORTE.COM - Teatro
22H| Bairro dos Álamos
Herdeiro duma antiga tradição que colhe referências nos saltimbancos e nos modelos e formas teatrais populares, este espectáculo é organizado a partir de pequenos quadros ou peças curtas ligadas por um eixo central numa linguagem simples mas irónica, indutora de múltiplas leituras para todos os públicos e todas as idades. Aqui, a morte, é uma personagem bem-humorada e justa, esforçando-se por fazer o seu trabalho o melhor que sabe e pode em luta pela sua própria sobrevivência. Sem repreensões. Sem exclusões. Democraticamente acessível, toca a todos. Um desfile de personagens vulgares onde há lugar para os pobres e ricos, distraídos e avisados, bem e mal-educados, irreverentes e domesticados, onde não faltam os super-heróis; com todos eles a morte faz as contas e como saldo final a vida continua dando pretexto à procura incessante da felicidade e realização do ser humano numa fábula ponteada por palavras, gestos, músicas e canções num teatro efémero onde todos cabemos.
“A vida humana como um teatro onde cada pessoa representa um papel”.
Calderón de La Barca.
Duração: 60 minutos
Ficha técnica: 
ENCENAÇÃO Isabel Bilou;
DRAMATURGIA e DIRECÇÃO MUSICAL Gil  Salgueiro Nave; CENOGRAFIA / Colectivo artístico
FIGURINOS e ADEREÇOS / Dina Nunes
ILUMINAÇÃO / Hâmbar de Sousa
ELENCO:
ACTORES / Joana Borrego, Rute Marchante Pardal, Júlio Quirino, Luís Rufo, Vítor Castanheira e Hâmbar de Sousa
MÚSICOS / Gil Salgueiro Nave, Inês Pessoa, João Cintra e Luís Pereira
REALIZAÇÃO TÉCNICA / Paulo Nuno Silva e Miguel Cintra


STABAT MATER FURIOSA
22H| Ermida de S. Bartolomeu 
Uma mulher que “recusa compreender e que não quer compreender e implora”. Uma mulher que suplica a vida. Mãe furiosa, filha furiosa, irmã furiosa. 
'Stabat Mater Furiosa' não é apenas um texto contra “a tosse enraivecida das armas”, é uma indignação, um gesto de revolta, uma voz de esperança. Uma voz como a minha, a sua, a nossa.
Tradução FILIPA GUERREIRO Com ELSA PINHO Acompanhamento musical com JORGE CAEIRO e MÁRCIO VITORINO Criação vídeo JOÃO PITEIRA Direção FIGUEIRA CID. Produção: 'a bruxa TEATRO'
Duração 50' ​
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CAIXA DE PANDORA
22H| Praça do Giraldo 
Desde o lançamento do primeiro CD Teias de Seda, em finais de 2014, Caixa de Pandora pisou inúmeros palcos, quer em Portugal onde se destacaram concertos memoráveis para o grupo, tais como na Fundação Oriente, o convite do TEDx 2015, o Palácio da Bolsa, quer lá fora entre variadíssimas apresentações em Festivais e Centros Culturais.
As afinidades foram acontecendo e as rotas estenderam-se a participações e concertos pelo Oriente, nomeadamente pela Índia e China. 
Na Índia, através de experiências com nomes maiores dessa cultura: Gulraj Singhe Manoj Yadav, com quem compuseram e interpretaram temas em colaboração, quer para o mercado em hindi, quer para o repertório da Caixa de Pandora; no seguimento desta colaboração será em breve editado o tema Mann Marzi Mauji.
Na China, o encontro com Joe Lei - produtor, letrista e compositor sediado em Hong kong, resultou em diversas parcerias com cantores e instrumentistas tradicionais, as quais se destacam - Kit Lam, Michele Ng ou Wong Kin Wai, e que vieram dar origem ao tema House of the Swallows, assim como a alguns concertos agendados no decorrer de 2016.
A Rota das Afinidades vem afirmar a consolidação artística do trio e reflecte de forma incontestável a cumplicidade dos seus elementos.​

12​ AGOSTO
OFICINAS COM ASAS
17H| Parque Infantil 
Trazemos até este espaço, onde pais e filhos procuram o tão necessário «tempo de qualidade», um conjunto de oficinas para desfrutar em família, onde todos são convidados a jogar, a pintar, a brincar com as palavras e a aprender a fazer. Os nossos «passarulhos» não serão as únicas aves naquele parque. De facto, muitas outras o habitam. A pensar nisso, e com o objectivo de sensibilizar os participantes para esta presença e para a consequente importância das árvores numa cidade, preparámos um conjunto de oficinas para os 4 fins de semana de agosto. Numa oficina, que decorre durante duas horas, cada participante pode: - «Aprender a fazer pássaros» técnicas de origamis; - «Voar a cores» expressão plástica com tintas e papel; - «Des-passa-rar palavras» escrita criativa.
PASSEIO DOS PASSARULHOS
19H| Parque Infantil 
Construídos com materiais 99,9% vegetais e/ou reciclados, estes «Passarulhos» são criaturas de anatomia aviforme. São pássaros que não voam, mas gostam de passear.Têm um pastor que tenta impor a ordem, mas com muita dificuldade, pois não é fácil fazer um rebanho de «Passarulhos». Como todas as aves, estas também têm muita dificuldade em obedecer. É neste jogo de bom e mau comportamento, na curiosidade por tudo, sobretudo, pelo público, que se baseiam estes «Passeios». Também gostam de descobrir cidades, caminhando pelas ruas e dançando nas praças. Os passarulhos também são cantores e chilreiam ou grasnam conforme o seu estado de espírito. Procuram a sua alma gémea e quando pensam tê-la encontrado não resistem a um fantástico baile nupcial, revelando as suas mais belas plumas, reservadas para momentos especiais.
AMORTE.COM - Teatro
22H| Adro da Sé
Herdeiro duma antiga tradição que colhe referências nos saltimbancos e nos modelos e formas teatrais populares, este espectáculo é organizado a partir de pequenos quadros ou peças curtas ligadas por um eixo central numa linguagem simples mas irónica, indutora de múltiplas leituras para todos os públicos e todas as idades. Aqui, a morte, é uma personagem bem-humorada e justa, esforçando-se por fazer o seu trabalho o melhor que sabe e pode em luta pela sua própria sobrevivência. Sem repreensões. Sem exclusões. Democraticamente acessível, toca a todos. Um desfile de personagens vulgares onde há lugar para os pobres e ricos, distraídos e avisados, bem e mal-educados, irreverentes e domesticados, onde não faltam os super-heróis; com todos eles a morte faz as contas e como saldo final a vida continua dando pretexto à procura incessante da felicidade e realização do ser humano numa fábula ponteada por palavras, gestos, músicas e canções num teatro efémero onde todos cabemos.
“A vida humana como um teatro onde cada pessoa representa um papel”.
Calderón de La Barca.
Duração: 60 minutos
Ficha técnica: 
ENCENAÇÃO Isabel Bilou;
DRAMATURGIA e DIRECÇÃO MUSICAL Gil  Salgueiro Nave; CENOGRAFIA / Colectivo artístico
FIGURINOS e ADEREÇOS / Dina Nunes
ILUMINAÇÃO / Hâmbar de Sousa
ELENCO:
ACTORES / Joana Borrego, Rute Marchante Pardal, Júlio Quirino, Luís Rufo, Vítor Castanheira e Hâmbar de Sousa
MÚSICOS / Gil Salgueiro Nave, Inês Pessoa, João Cintra e Luís Pereira
REALIZAÇÃO TÉCNICA / Paulo Nuno Silva e Miguel Cintra


RICARDO RIBEIRO
 22h | Praça do Giraldo
Ricardo Ribeiro (n. Lisboa; 1981) participa desde 2001 em festivais nacionais e internacionais de música. Em 2004 lança o primeiro álbum, “Ricardo Ribeiro” e participa no “Tributo a Amália Rodrigues”. Em 2005, integra o espetáculo “Cabelo Branco é Saudade” e recebe o prémio Revelação Masculina da Fundação Amália Rodrigues.
Em 2008 grava com o alaudista/compositor Libanês Rabih Abou Khalil o álbum “Em Português”, eleito Top of the World Album pela revista inglesa SongLines. Em 2013 grava composições deste álbum com a Frankfurt Radio Big Band.
Entra nos filmes “Fados”, de Carlos Saura, “Filme do Desassossego”, de João Botelho, “Rio Turvo”, de Edgar Pêra e no documentário “O Rei sem coroa”, de Diogo Varela Silva. Participou em discos de Rui Veloso, Simone de Oliveira, Pedro Joia, Rão Kyao, João Gil ou Carlos do Carmo.
Em 2010 lança “Porta do Coração”, álbum disco de Ouro, eleito Top of the World Álbum pela revista britânica Songlines. E no ano seguinte recebe o prémio de Melhor Intérprete Masculino, da Fundação Amália Rodrigues. Participa no ciclo de música Luso-Chinesa, com a Orquestra Chinesa de Macau e no “Festival International de Musique Andalouse et Musique Ancienne”, integrado na Capitale Islamique de la Culture 2011, em Tlemecen-Alger.
Em 2012 colabora com a cantora Maria Jonas, a violetista Susanne Ansorg e o alaudista Fábio Accurso no concerto de música antiga “Lágrimas de Saudade” em Bielefeld – Alemanha, 
Canta na Bienal de Veneza 2013 no jantar inaugural do pavilhão de Portugal concebido pela artista plástica Joana Vasconcelos.
Em 2013 sai o seu quinto álbum, “Largo da Memória” pela antiga EMI, atual Warner, registo que também é Disco de Ouro e pelo qual é nomeado para a categoria de Melhor Artista pela revista de world music Songlines, no ano de 2015. Neste mesmo ano recebe a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.
“Hoje é assim, amanhã não sei.” editado em 2016 é apresentado pela primeira vez no Coliseu de Lisboa, e desde então apresentado em várias salas nacionais e festivais portugueses e estrangeiros sempre com as melhores críticas. Em fevereiro de 2017 é editado em França e em maio do mesmo ano, chega ao mercado inglês, numa edição da Warner UK. 
Com este trabalho, Ricardo Ribeiro é nomeado pela segunda vez para Melhor Artista pela revista Songlines e fica pela segunda vez entre os quatro finalistas. 
Ainda em 2017, vive uma crescente internacionalização da sua carreira, não só com a edição internacional do seu último disco, mas também com os inúmeros concertos em festivais e salas internacionais. Ricardo Ribeiro é presença habitual em França, Bélgica, Marrocos, Estados Unidos e Canadá, Áustria, Inglaterra ou Rússia. No inicio de 2018 estreia-se em Teerão, capital do Irão e vai pela primeira vez às Ilhas Canárias.
Paralelamente, o músico desenvolve outros projetos, continuando a sua bem-sucedida parceria com o alaudista Rabi Abou-Khalil ou aceitando o convite do CCB para a Carta Branca de 2017. Este repto deu origem ao espetáculo de Tributo a José Afonso, no qual o fadista se acerca de músicos de jazz como Mário Delgado (guitarras), Ricardo Toscano (saxofone) ou António Quintino (contrabaixo), e conta ainda com as percussões do americano Jarrod Cagwin (músico de Rabih Abou-Khalil). Filipe Raposo ajudou a construir o espetáculo, fazendo os arranjos dos temas escolhidos, e a direção musical. Este concerto já foi apresentado em Loulé, na véspera do 25 de abril e maio em Coimbra, no Convento de São Francisco.
2017 foi ainda o ano no qual Ricardo Ribeiro recebeu o Prémio Carlos Paredes, atribuído pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e recebeu uma Menção Honrosa no Prémio José Afonso, por parte da Câmara Municipal da Amadora. 
Estreou igualmente o videoclip de Fadinho Alentejano, segundo single do seu disco “Hoje é assim, amanhã não sei.” que conta com a participação do humorista, ator e apresentador César Mourão e a jovem Diana Vilarinho, nos principais papéis. Este bonito videoclip feito entre o estuário do Tejo e a planície Alentejana tem também a participação do coro de Cante Alentejano Os Ganhões de Castro Verde.
Ricardo Ribeiro continuará em tournée nos próximos meses, tanto em Portugal como no estrangeiro.



13​ AGOSTO
ZANGUIZARRA - música itinerante
19H| Centro Histórico
O Grupo ZANGUIZARRA, nasce de uma sonoridade de incontornável atualização da música popular portuguesa pela fusão com a música lusófona. Tem um carácter muito próprio da melodiosa alma lusa, com marcas, tanto do universo rural português, como bebendo de um sensual aroma das culturas Brasileira e Africana. É a relação destes elementos que conserva a essência da música portuguesa.​


AMORTE.COM - Teatro
22H| Praça do Sertório
Herdeiro duma antiga tradição que colhe referências nos saltimbancos e nos modelos e formas teatrais populares, este espectáculo é organizado a partir de pequenos quadros ou peças curtas ligadas por um eixo central numa linguagem simples mas irónica, indutora de múltiplas leituras para todos os públicos e todas as idades. Aqui, a morte, é uma personagem bem-humorada e justa, esforçando-se por fazer o seu trabalho o melhor que sabe e pode em luta pela sua própria sobrevivência. Sem repreensões. Sem exclusões. Democraticamente acessível, toca a todos. Um desfile de personagens vulgares onde há lugar para os pobres e ricos, distraídos e avisados, bem e mal-educados, irreverentes e domesticados, onde não faltam os super-heróis; com todos eles a morte faz as contas e como saldo final a vida continua dando pretexto à procura incessante da felicidade e realização do ser humano numa fábula ponteada por palavras, gestos, músicas e canções num teatro efémero onde todos cabemos.
“A vida humana como um teatro onde cada pessoa representa um papel”.
Calderón de La Barca.
Duração: 60 minutos
Ficha técnica: 
ENCENAÇÃO Isabel Bilou;
 CENOGRAFIA / Colectivo artístico
FIGURINOS e ADEREÇOS / Dina Nunes
ILUMINAÇÃO / Hâmbar de Sousa
ELENCO:
ACTORES / Joana Borrego, Rute Marchante Pardal, Júlio Quirino, Luís Rufo, Vítor Castanheira e Hâmbar
​de Sousa
MÚSICOS / Gil Salgueiro Nave, Inês Pessoa, João Cintra e Luís Pereira
REALIZAÇÃO TÉCNICA / Paulo Nuno Silva e Miguel Cintra
OPERAÇÃO TÉCNICA / Joaquim Oliveira



14​ AGOSTO
CINEMA NA RUA - "op.ção" de Tiago Figueiredo
22H |Praça do Sertório
Clara toca clarinete na Orquestra de Jovens da Gulbenkian. Duas semanas por ano, ela e mais 80 jovens músicos juntam-se para ensaiar um difícil programa de concerto - que depois percorre Portugal em digressão. Este ano, Clara tem uma responsabilidade acrescida, com um solo com que todos os clarinetistas sonham. A pressão é enorme, as possibilidades de falhar são todas, todos os caminhos apontam para a desistência. Esta não é a história de um concerto. É a história de uma op.ção.
DURAÇÃO: 
GÉNERO:Documentário
CLASSIFICAÇÃO: M/12

AMORTE.COM - Teatro
22H| Largo do Chão das Covas
Herdeiro duma antiga tradição que colhe referências nos saltimbancos e nos modelos e formas teatrais populares, este espectáculo é organizado a partir de pequenos quadros ou peças curtas ligadas por um eixo central numa linguagem simples mas irónica, indutora de múltiplas leituras para todos os públicos e todas as idades. Aqui, a morte, é uma personagem bem-humorada e justa, esforçando-se por fazer o seu trabalho o melhor que sabe e pode em luta pela sua própria sobrevivência. Sem repreensões. Sem exclusões. Democraticamente acessível, toca a todos. Um desfile de personagens vulgares onde há lugar para os pobres e ricos, distraídos e avisados, bem e mal-educados, irreverentes e domesticados, onde não faltam os super-heróis; com todos eles a morte faz as contas e como saldo final a vida continua dando pretexto à procura incessante da felicidade e realização do ser humano numa fábula ponteada por palavras, gestos, músicas e canções num teatro efémero onde todos cabemos.
“A vida humana como um teatro onde cada pessoa representa um papel”.
Calderón de La Barca.
Duração: 60 minutos
Ficha técnica: 
ENCENAÇÃO Isabel Bilou;
 CENOGRAFIA / Colectivo artístico
FIGURINOS e ADEREÇOS / Dina Nunes
ILUMINAÇÃO / Hâmbar de Sousa
ELENCO:
ACTORES / Joana Borrego, Rute Marchante Pardal, Júlio Quirino, Luís Rufo, Vítor Castanheira e Hâmbar
​de Sousa
MÚSICOS / Gil Salgueiro Nave, Inês Pessoa, João Cintra e Luís Pereira
REALIZAÇÃO TÉCNICA / Paulo Nuno Silva e Miguel Cintra
OPERAÇÃO TÉCNICA / Joaquim Oliveira​


15 AGOSTO

FIME-FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE ÉVORA - CONCERTO I
19H | Igreja do Salvador do Mundo


O FIMÉ apresenta-se pela primeira vez em Évora, numa edição dedicada à música antiga, trazendo à cidade um conjunto de músicos internacionais e portugueses de carreira internacional que aceitaram o desafio de mostrar o seu virtuosismo artístico e performativo em concertos únicos e irrepetíveis. Numa cidade com uma vibrante história e património musical pretende-se valorizar essa riqueza e adicionar as sonoridades e experiências de músicos da Europa e do Mundo especializados na interpretação da música em instrumentos de época. Os músicos interpretarão algumas das mais marcantes e impressionantes obras, em instrumentos de época, através de um programa que viaja do Renascimento ao Barroco da música italiana, inglesa, portuguesa e alemã: Monteverdi, Vivaldi, Tallis, White, Bach.
“A programação que escolhi para este festival reúne um conjunto brilhante de músicos, reconhecidos especialistas neste repertório, que mostram grande sensibilidade e versatilidade, adaptando-se com facilidade à proposta de programa. É um programa inovador, abrangente e emocionante.”  
João Moreira, tenor, Diretor artístico do festival.
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‘Amor numa longa noite de Verão,
Música de Claudio Monteverdi e seus contemporâneos

Claudio Monteverdi 1567 - 1643
- Lamento della ninfa, SV 163
- Chiome d’oro, SV 143
- Zefiro torna, SV 251

Bartolomeo de Selma y Salaverde 1595 - 1638
- Canzon Settima a Quattro n. 52

Luca Marenzio 1553 - 1599
- Quell’augellin, Che Canta

Claudio Monteverdi 1567 - 1643
- Damigella Tutta Bella, SV 235
- Io son pur vezzosetta pastorella
- Io che armato sin hor
- De la bellezza le dovute lodi

Dario Castello c. 1590 – c. 1658
- Sonata XI à 3 “Sonate Concertate in stil moderno”  

Claudio Monteverdi 1567 - 1643
- Cruda Amarilli “Quinto Libro dei Madrigali”
- O Mirtillo, Mirtill’anima Mia “Quinto Libro dei Madrigali”
- Zefiro torna “Sesto Libro dei Madrigali”

Dario Castello c. 1590 – c. 1658
- Sonata VIII à 2 “Sonate Concertate in stil moderno”
Claudio Monteverdi 1567 - 1643
- Ballo: Tirsi e Clori, SV 145
Músicos do Festival: Mónica Monteiro, soprano Varoujean Donyean, violino Elsbeth Gerritsen, mezzosoprano Maite Larburu, violin William Knight, Tenor Marta Vicente, violone João Moreira, Tenor Benny Aghassi, dulcian e flauta Matthew Baker, Baixo Sérgio Silva, órgão e cravo.


POR PORTAS E TRAVESSAS
21H| Largo do Chão das Covas (dias 15, 16 e 17)
Por portas travessas [Nova Criação]
No âmbito do projecto “Entre muros”
Por portas travessas é parte integrante do projecto Entre muros promovido pela Malvada Associação
Artística, cujo foco se centra nos residentes do Centro Histórico de Évora, no seu dia a dia, nas suas inquietações, nas suas histórias e memórias da cidade.
“Por portas travessas” é uma expressão idiomática que significa que algo foi feito de modo pouco claro ou sinuosamente. Neste dito, a palavra travessa é empregue como adjectivo, referindo-se a entradas secundárias de uma casa, entendidas em sentido figurado. De forma análoga, em Por portas travessas apalavra travessa é pensada como adjectivo, mas também como substantivo - as artérias secundárias da cidade - e verbo, implicando-nos num movimento, o de atravessar. É com base nesta multiplicidade de sentidos que se desenvolve a expressividade deste trabalho.
Vamos identificar residentes em travessas localizadas em redor do Largo do Chão das Covas, que nos vão oferecer a matéria prima deste trabalho, recolhida através de entrevistas, fotografia, vídeo, documentos, objectos relacionados com as famílias, as suas habitações e a cidade. Este conjunto de memórias permitirá definir uma cartografia a partir da qual se cria o conceito que subjaz à instalação vídeo e ao espetáculo teatral, que vão ser apresentados no mesmo espaço cénico. A intimidade, o quotidiano e o habitat destes residentes vão ser captados numa linguagem que procurará usar elementos reais e ficcionais, consubstanciando-se num trabalho que se propõe questionar processos de significação e de codificação cultural acerca do património humano que habita a cidade. Uma narrativa ficcional que expõe e acima de tudo questiona o movimento de despovoamento de que a cidade entre muros tem sido alvo. Esta Performance teatral e Instalação vídeo será apresentada no Largo do Chão das Cova, precedida de um percurso encenado por travessas da zona envolvente e terminará com um baile final.
Este processo envolve a comunidade residente no centro histórico em três dimensões: como matéria-prima, como intérpretes e também inserida no público-alvo.
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AMORTE.COM - Teatro
22H| Bairro da Cruz da Picada
Herdeiro duma antiga tradição que colhe referências nos saltimbancos e nos modelos e formas teatrais populares, este espectáculo é organizado a partir de pequenos quadros ou peças curtas ligadas por um eixo central numa linguagem simples mas irónica, indutora de múltiplas leituras para todos os públicos e todas as idades. Aqui, a morte, é uma personagem bem-humorada e justa, esforçando-se por fazer o seu trabalho o melhor que sabe e pode em luta pela sua própria sobrevivência. Sem repreensões. Sem exclusões. Democraticamente acessível, toca a todos. Um desfile de personagens vulgares onde há lugar para os pobres e ricos, distraídos e avisados, bem e mal-educados, irreverentes e domesticados, onde não faltam os super-heróis; com todos eles a morte faz as contas e como saldo final a vida continua dando pretexto à procura incessante da felicidade e realização do ser humano numa fábula ponteada por palavras, gestos, músicas e canções num teatro efémero onde todos cabemos.
“A vida humana como um teatro onde cada pessoa representa um papel”.
Calderón de La Barca.
Duração: 60 minutos
Ficha técnica: 
ENCENAÇÃO Isabel Bilou;
DRAMATURGIA e DIRECÇÃO MUSICAL Gil  Salgueiro Nave; CENOGRAFIA / Colectivo artístico
FIGURINOS e ADEREÇOS / Dina Nunes
ILUMINAÇÃO / Hâmbar de Sousa
ELENCO:
ACTORES / Joana Borrego, Rute Marchante Pardal, Júlio Quirino, Luís Rufo, Vítor Castanheira e Hâmbar de Sousa
MÚSICOS / Gil Salgueiro Nave, Inês Pessoa, João Cintra e Luís Pereira
REALIZAÇÃO TÉCNICA / Paulo Nuno Silva e Miguel Cintra
OPERAÇÃO TÉCNICA / Joaquim Oliveira



16​ AGOSTO​

FIME-FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE ÉVORA - CONCERTO II
19H | Igreja do Salvador do Mundo
​​​O FIMÉ apresenta-se pela primeira vez em Évora, numa edição dedicada à música antiga, trazendo à cidade um conjunto de músicos internacionais e portugueses de carreira internacional que aceitaram o desafio de mostrar o seu virtuosismo artístico e performativo em concertos únicos e irrepetíveis. Numa cidade com uma vibrante história e património musical pretende-se valorizar essa riqueza e adicionar as sonoridades e experiências de músicos da Europa e do Mundo especializados na interpretação da música em instrumentos de época. Os músicos interpretarão algumas das mais marcantes e impressionantes obras, em instrumentos de época, através de um programa que viaja do Renascimento ao Barroco da música italiana, inglesa, portuguesa e alemã: Monteverdi, Vivaldi, Tallis, White, Bach.
“A programação que escolhi para este festival reúne um conjunto brilhante de músicos, reconhecidos especialistas neste repertório, que mostram grande sensibilidade e versatilidade, adaptando-se com facilidade à proposta de programa. É um programa inovador, abrangente e emocionante.”  
João Moreira, tenor, Diretor artístico do festival.
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‘Contemplação,
Música inglesa na era Tudor

Thomas Tallis 1505 - 1585
- Salvator Mundi

William Byrd 1538 - 1623
- Miserere

Thomas Tomkins 1572 - 1656
- Too much I once lamented

John Bull 1562 - 1628
- Præludium. Dor. CXVI

William Byrd 1538 - 1623
- Vigilate

John Redford 1486 - 1547
- Te lucis ante terminum

Orlando Gibbons 1583 - 1625
- The Silver Swan

John Dowland / William Byrd
- Lachrimaæ Pavan

William Byrd 1538 – 1623
- Ave Verum Corpus

Thomas Tallis 1505 - 1585
- Veni Redemptor
John Wilbye 1574 - 1638
- Weep, Weep Mine Eyes  

Thomas Tallis 1505 - 1585
- Ecce tempus idoneum

Robert White 1538 – 1574
- Lamentations à 5
Lectio Prima
Lectio Secunda

Músicos do Festival: Mónica Monteiro, soprano Elsbeth Gerritsen, mezzosoprano William Knight, Tenor João Moreira, Tenor Matthew Baker, Baixo Sérgio Silva, órgão e cravo

POR PORTAS E TRAVESSAS
21H| Largo do Chão das Covas
Por portas travessas [Nova Criação]
No âmbito do projecto “Entre muros”
Por portas travessas é parte integrante do projecto Entre muros promovido pela Malvada Associação
Artística, cujo foco se centra nos residentes do Centro Histórico de Évora, no seu dia a dia, nas suas inquietações, nas suas histórias e memórias da cidade.
“Por portas travessas” é uma expressão idiomática que significa que algo foi feito de modo pouco claro ou sinuosamente. Neste dito, a palavra travessa é empregue como adjectivo, referindo-se a entradas secundárias de uma casa, entendidas em sentido figurado. De forma análoga, em Por portas travessas apalavra travessa é pensada como adjectivo, mas também como substantivo - as artérias secundárias da cidade - e verbo, implicando-nos num movimento, o de atravessar. É com base nesta multiplicidade de sentidos que se desenvolve a expressividade deste trabalho.
Vamos identificar residentes em travessas localizadas em redor do Largo do Chão das Covas, que nos vão oferecer a matéria prima deste trabalho, recolhida através de entrevistas, fotografia, vídeo, documentos, objectos relacionados com as famílias, as suas habitações e a cidade. Este conjunto de memórias permitirá definir uma cartografia a partir da qual se cria o conceito que subjaz à instalação vídeo e ao espetáculo teatral, que vão ser apresentados no mesmo espaço cénico. A intimidade, o quotidiano e o habitat destes residentes vão ser captados numa linguagem que procurará usar elementos reais e ficcionais, consubstanciando-se num trabalho que se propõe questionar processos de significação e de codificação cultural acerca do património humano que habita a cidade. Uma narrativa ficcional que expõe e acima de tudo questiona o movimento de despovoamento de que a cidade entre muros tem sido alvo. Esta Performance teatral e Instalação vídeo será apresentada no Largo do Chão das Cova, precedida de um percurso encenado por travessas da zona envolvente e terminará com um baile final.
Este processo envolve a comunidade residente no centro histórico em três dimensões: como matéria-prima, como intérpretes e também inserida no público-alvo.
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AS IMAGENS CONTRA O MURO - CICLO DE CINEMA AMBULANTE
22h | Largo Nossa Senhora da Conceição, Bairro da Câmara
Os Respigadores e a Respigadora, de Agnès Varda, 2000, 82’
"As imagens contra o Muro" é um ciclo de Cinema Ambulante que vai andar pela cidade fora a exibir 7  filmes sobre a vida contemporânea e o direito à cidade. ​​


AMORTE.COM - Teatro
22H | Praça 1º de Maio
Herdeiro duma antiga tradição que colhe referências nos saltimbancos e nos modelos e formas teatrais populares, este espectáculo é organizado a partir de pequenos quadros ou peças curtas ligadas por um eixo central numa linguagem simples mas irónica, indutora de múltiplas leituras para todos os públicos e todas as idades. Aqui, a morte, é uma personagem bem-humorada e justa, esforçando-se por fazer o seu trabalho o melhor que sabe e pode em luta pela sua própria sobrevivência. Sem repreensões. Sem exclusões. Democraticamente acessível, toca a todos. Um desfile de personagens vulgares onde há lugar para os pobres e ricos, distraídos e avisados, bem e mal-educados, irreverentes e domesticados, onde não faltam os super-heróis; com todos eles a morte faz as contas e como saldo final a vida continua dando pretexto à procura incessante da felicidade e realização do ser humano numa fábula ponteada por palavras, gestos, músicas e canções num teatro efémero onde todos cabemos.
“A vida humana como um teatro onde cada pessoa representa um papel”.
Calderón de La Barca.
Duração: 60 minutos
Ficha técnica: 
ENCENAÇÃO Isabel Bilou;
DRAMATURGIA e DIRECÇÃO MUSICAL Gil  Salgueiro Nave; CENOGRAFIA / Colectivo artístico
FIGURINOS e ADEREÇOS / Dina Nunes
ILUMINAÇÃO / Hâmbar de Sousa
ELENCO:
ACTORES / Joana Borrego, Rute Marchante Pardal, Júlio Quirino, Luís Rufo, Vítor Castanheira e Hâmbar de Sousa
MÚSICOS / Gil Salgueiro Nave, Inês Pessoa, João Cintra e Luís Pereira
REALIZAÇÃO TÉCNICA / Paulo Nuno Silva e Miguel Cintra
OPERAÇÃO TÉCNICA / Joaquim Oliveira


17 AGOSTO​

FIME - FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE ÉVORA - CONCERTO III
19H | Museu de Évora
O FIMÉ apresenta-se pela primeira vez em Évora, numa edição dedicada à música antiga, trazendo à cidade um conjunto de músicos internacionais e portugueses de carreira internacional que aceitaram o desafio de mostrar o seu virtuosismo artístico e performativo em concertos únicos e irrepetíveis. Numa cidade com uma vibrante história e património musical pretende-se valorizar essa riqueza e adicionar as sonoridades e experiências de músicos da Europa e do Mundo especializados na interpretação da música em instrumentos de época. Os músicos interpretarão algumas das mais marcantes e impressionantes obras, em instrumentos de época, através de um programa que viaja do Renascimento ao Barroco da música italiana, inglesa, portuguesa e alemã: Monteverdi, Vivaldi, Tallis, White, Bach.
“A programação que escolhi para este festival reúne um conjunto brilhante de músicos, reconhecidos especialistas neste repertório, que mostram grande sensibilidade e versatilidade, adaptando-se com facilidade à proposta de programa. É um programa inovador, abrangente e emocionante.”  
João Moreira, tenor, Diretor artístico do festival.
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‘Viva Vivaldi - 4 Estações,

Antonio Vivaldi 1678 - 1741
- Concerto para Flauta em Dó menor, RV 441
Allegro non molto - Largo - (Allegro)
Antonio Vivaldi 1678 - 1741
“As 4 Estações”
- Concerto para Violino em Mi maior, RV 269 [Primavera]
Allegro - Largo - Danza Pastorale
- Concerto para Violino em Sol menor, RV 315 [Verão]
Allegro non molto - Adagio e piano / Presto e Forte - Presto
- Concerto para Violino em Fá Maior, RV 293 [Outono]
Allegro - Adagio molto - Allegro ‘Caccia’
- Concerto para Violino em Fá menor, RV 297 [Inverno]
Allegro non molto - Largo – Allegro

Músicos do Festival:  Varoujean Donyean, violino solo, Maite Larburu, violino, César Nogueria, violino, Raquel Massadas, viola, Diana Vinagre, violoncelo, Marta Vicente, Contrabaixo, Benny Aghassi, Flauta e Fagote, Miguel Jalôto, órgão e cravo



POR PORTAS E TRAVESSAS
21H| Largo do Chão das Covas
No âmbito do projecto “Entre muros”
Por portas travessas é parte integrante do projecto Entre muros promovido pela Malvada Associação
Artística, cujo foco se centra nos residentes do Centro Histórico de Évora, no seu dia a dia, nas suas inquietações, nas suas histórias e memórias da cidade.
“Por portas travessas” é uma expressão idiomática que significa que algo foi feito de modo pouco claro ou sinuosamente. Neste dito, a palavra travessa é empregue como adjectivo, referindo-se a entradas secundárias de uma casa, entendidas em sentido figurado. De forma análoga, em Por portas travessas apalavra travessa é pensada como adjectivo, mas também como substantivo - as artérias secundárias da cidade - e verbo, implicando-nos num movimento, o de atravessar. É com base nesta multiplicidade de sentidos que se desenvolve a expressividade deste trabalho.
Vamos identificar residentes em travessas localizadas em redor do Largo do Chão das Covas, que nos vão oferecer a matéria prima deste trabalho, recolhida através de entrevistas, fotografia, vídeo, documentos, objectos relacionados com as famílias, as suas habitações e a cidade. Este conjunto de memórias permitirá definir uma cartografia a partir da qual se cria o conceito que subjaz à instalação vídeo e ao espetáculo teatral, que vão ser apresentados no mesmo espaço cénico. A intimidade, o quotidiano e o habitat destes residentes vão ser captados numa linguagem que procurará usar elementos reais e ficcionais, consubstanciando-se num trabalho que se propõe questionar processos de significação e de codificação cultural acerca do património humano que habita a cidade. Uma narrativa ficcional que expõe e acima de tudo questiona o movimento de despovoamento de que a cidade entre muros tem sido alvo. Esta Performance teatral e Instalação vídeo será apresentada no Largo do Chão das Cova, precedida de um percurso encenado por travessas da zona envolvente e terminará com um baile final.
Este processo envolve a comunidade residente no centro histórico em três dimensões: como matéria-prima, como intérpretes e também inserida no público-alvo.​
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AMORTE.COM - Teatro
22H| Urbanização do Moinho
Herdeiro duma antiga tradição que colhe referências nos saltimbancos e nos modelos e formas teatrais populares, este espectáculo é organizado a partir de pequenos quadros ou peças curtas ligadas por um eixo central numa linguagem simples mas irónica, indutora de múltiplas leituras para todos os públicos e todas as idades. Aqui, a morte, é uma personagem bem-humorada e justa, esforçando-se por fazer o seu trabalho o melhor que sabe e pode em luta pela sua própria sobrevivência. Sem repreensões. Sem exclusões. Democraticamente acessível, toca a todos. Um desfile de personagens vulgares onde há lugar para os pobres e ricos, distraídos e avisados, bem e mal-educados, irreverentes e domesticados, onde não faltam os super-heróis; com todos eles a morte faz as contas e como saldo final a vida continua dando pretexto à procura incessante da felicidade e realização do ser humano numa fábula ponteada por palavras, gestos, músicas e canções num teatro efémero onde todos cabemos.
“A vida humana como um teatro onde cada pessoa representa um papel”.
Calderón de La Barca.
Duração: 60 minutos
Ficha técnica: 
ENCENAÇÃO Isabel Bilou;
DRAMATURGIA e DIREÇÃO MUSICAL Gil  Salgueiro Nave; CENOGRAFIA / Colectivo artístico
FIGURINOS e ADEREÇOS / Dina Nunes
ILUMINAÇÃO / Hâmbar de Sousa
ELENCO:
ACTORES / Joana Borrego, Rute Marchante Pardal, Júlio Quirino, Luís Rufo, Vítor Castanheira e Hâmbar de Sousa
MÚSICOS / Gil Salgueiro Nave, Inês Pessoa, João Cintra e Luís Pereira
REALIZAÇÃO TÉCNICA / Paulo Nuno Silva e Miguel Cintra
OPERAÇÃO TÉCNICA / Joaquim Oliveira


LUIZ CARACOL
22H| Praça do Sertório
Depois do seu primeiro álbum "Devagar", editado em 2013 e do seu mais recente trabalho "Metade e meia", lançado em meados de 2017, Luiz Caracol apresenta agora o seu novo concerto ao vivo, onde continuam a estar presentes todas as suas influências do universo lusófono, assim como toda a sua mestiçagem.​



18 ​AGOSTO​

FANTOCHES NO PARQUE "O Mistério da Pedra Encantada" Era Uma Vez Teatro de Marionetas 
11H | Parque Infantil
"O Mistério da Pedra Encantada" - Uma história divertida de Reis, Princesas e Dragões onde os equívocos são o mote para uma grande aventura.

PLATAFORMAS IMAGINÁRIAS - Exposição 
18H | Praça do Giraldo, nº 1
Plataformas Imaginárias - Inauguração de Instalação e Esculturas em Pedra de Alexandra Dias Ferreira
As "Plataformas Imaginárias" inspiram-se nas rampas e halfpipes do skate. Criam um novo encontro entre a arte de ocupar as ruas com uma prancha e a arte que transforma o Mármore numa base de experimentação. O aspeto físico da pedra opõe-se ao imaginário das plataformas - quem vai tocar nelas? Quem vai ter a coragem de surfar em cima da sua superfície? Ou será que isso tudo só vai acontecer na nossa cabeça? 
Projeto desenvolvido no Antigo Matadouro de Évora, a convite da Associação Pó Vir a Ser, Departamento de Escultura em Pedra. Especial agradecimento ao Escultor Pedro Fazenda.

FIME - FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE ÉVORA - CONCERTO IV
19H | Igreja do Espírito Santo
O FIMÉ apresenta-se pela primeira vez em Évora, numa edição dedicada à música antiga, trazendo à cidade um conjunto de músicos internacionais e portugueses de carreira internacional que aceitaram o desafio de mostrar o seu virtuosismo artístico e performativo em concertos únicos e irrepetíveis. Numa cidade com uma vibrante história e património musical pretende-se valorizar essa riqueza e adicionar as sonoridades e experiências de músicos da Europa e do Mundo especializados na interpretação da música em instrumentos de época. Os músicos interpretarão algumas das mais marcantes e impressionantes obras, em instrumentos de época, através de um programa que viaja do Renascimento ao Barroco da música italiana, inglesa, portuguesa e alemã: Monteverdi, Vivaldi, Tallis, White, Bach.
“A programação que escolhi para este festival reúne um conjunto brilhante de músicos, reconhecidos especialistas neste repertório, que mostram grande sensibilidade e versatilidade, adaptando-se com facilidade à proposta de programa. É um programa inovador, abrangente e emocionante.”  
João Moreira, tenor, Diretor artístico do festival.​
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"Bach no Festival"

Johann Sebastian Bach 1685 - 1750
                    - Toccata e Fuga BWV 914
                    - Preludio Coral “Erbarm dich mein, O Herre Gott” BWV 714
                    - Coral “Erbarm dich mein, O Herre Gott” BWV 305
                    - Peça Instrumental
                    - Trio Sonata
                    - Motete “Lobet Den Herrn, Alle Heiden” BWV 230
                    - Coral “Nun Komm, der Heiden Heiland” BWV 659
                    - Cantata “Nach dir, Herr, verlanget mich” BWV 150
                    - 1. Sinfonia
                    - 2. Coro
                    - 3. Aria (Soprano)​
                    - 4. Coral
                    - 5. Aria (Alto, Tenor, Baixo)
                    - 6. Coro
                    - 7. Tutti Ciacona

Músicos do Festival
Mónica Monteiro, soprano Varoujean Donyean, violino
Elsbeth Gerritsen, mezzosoprano Maite Larburu, violino
João Moreira, Tenor Raquel Massadas, viola
Matthew Baker, Baixo Diana Vinagre, violoncelo
Benny Aghassi, dulcian e flauta
Miguel Jalôto, órgão e cravo


MORGANE JI - Concerto Musical
22H| Praça do Giraldo 
Cantora, instrumentista, compositora e letrista, Morgane Ji é originária da Ilha de Reunião (Mdagascar) apesar de há muitos anos residir em França (a sua mãe adoptiva é da Bretanha). Assim como é importante referir esta História para se compreender como esta pequena ilha plantada no meio do Oceano Índico gerou também um género musical próprio e que, tal como o seu crioulo – falado por quase toda a população apesar da língua oficial ser sempre o francês -, se faz da mistura de muitas influências. As influências que os seus criadores ali preservam mas carregam consigo de outros lugares, como se, e tal como acontece em tantos outros estilos musicais, uma memória cultural genética se mantivesse de alguma maneira conservada. Essa música é a maloya – que a própria Morgane celebra numa das canções incluídas no álbum “Idiomes” (que significa exactamente “línguas”, “idiomas”…). Um género musical que tem laços de parentesco com o séga das Ilhas Maurícias, também bastante popular na Reunião, e da qual cantores como o pioneiro Firmin Viry (em 1959), o seu discípulo Danyèl Waro ou Nathalie Natiembé são os seus embaixadores mais conhecidos.
Uma música nascida no seio das comunidades de escravos africanos e trabalhadores forçados indianos e considerada maldita durante muitas décadas – são cantos de intervenção, que recordam a escravatura e a pobreza e apelam muitas vezes a uma maior autonomia ou até à independência da ilha -, tendo sido a sua expressão pública apenas permitida pelo governo francês já na década de 70 do Séc. XX. Na sua origem, as canções maloya são de chamada e resposta e para acompanhar usam-se apenas instrumentos de percussão e um berimbau (bob). Mas, nas últimas décadas, a maloya tem-se cruzado com inúmeros outros géneros como o rock, o jazz ou o hip-hop. A propósito destas experiêcias de fusão de um género local com músicas estrangeiras, e numa recente entrevista com o jornalista Gonçalo Frota (Público), a já referida Nathalie Natiembé dizia sobre essa evolução: “Afirmo muitas vezes a música maloya como um espaço de liberdade. Por isso devo poder tomar os caminhos que quiser. Sou livre. Talvez não respeite os códigos, mas paciência”.​



19​ AGOSTO

OFICINAS COM ASAS
17H| Parque Infantil 
Trazemos até este espaço, onde pais e filhos procuram o tão necessário «tempo de qualidade», um conjunto de oficinas para desfrutar em família, onde todos são convidados a jogar, a pintar, a brincar com as palavras e a aprender a fazer. Os nossos «passarulhos» não serão as únicas aves naquele parque. De facto, muitas outras o habitam. A pensar nisso, e com o objectivo de sensibilizar os participantes para esta presença e para a consequente importância das árvores numa cidade, preparámos um conjunto de oficinas para os 4 fins de semana de agosto. Numa oficina, que decorre durante duas horas, cada participante pode: - «Aprender a fazer pássaros» técnicas de origamis; - «Voar a cores» expressão plástica com tintas e papel; - «Des-passa-rar palavras» escrita criativa.
WORKSHOP DE GRAFFITI por BRUNOLOZSANTOS
18H| Jardim Público 
Brunolozsantos aka "loz" é um artista nacional. Licenciado em design gráfico na Universidade de Évora, desde sempre demonstrou sua versatilidade ao fazer diferentes tipos de trabalhos desde a ilustração à pintura. Sem nunca esquecer suas origens e influências, "loz" faz questão de representar a cultura hip hop através do graffiti. Actualmente está dedicado a projectos de intervenção no espaço urbano, nomeadamente street art.​
CONCERTO DE BOB O VERMELHO
19H| Jardim Público 
Ligado ao movimento Hip-Hop desde o inicio do século XXI, Bob O Vermelho é um Rapper/Produtor/Writer natural de Évora, Portugal. Faz parte de dois grupos de extrema importância no panorama Hip-Hop Eborense sendo eles o colectivo Sistema Intravenoso e o colectivo Matilha 401. 
Ao vivo apresenta o seu primeiro álbum “O VERMELHO”.

PASSEIO DOS PASSARULHOS
19H| Parque Infantil 
Construídos com materiais 99,9% vegetais e/ou reciclados, estes «Passarulhos» são criaturas de anatomia aviforme. São pássaros que não voam, mas gostam de passear.Têm um pastor que tenta impor a ordem, mas com muita dificuldade, pois não é fácil fazer um rebanho de «Passarulhos». Como todas as aves, estas também têm muita dificuldade em obedecer. É neste jogo de bom e mau comportamento, na curiosidade por tudo, sobretudo, pelo público, que se baseiam estes «Passeios». Também gostam de descobrir cidades, caminhando pelas ruas e dançando nas praças. Os passarulhos também são cantores e chilreiam ou grasnam conforme o seu estado de espírito. Procuram a sua alma gémea e quando pensam tê-la encontrado não resistem a um fantástico baile nupcial, revelando as suas mais belas plumas, reservadas para momentos especiais.
DAVID MURRAY E SAUL WILLIAMS
22H| Praça do Giraldo 
David Murray Infinity Quartet feat. Saul Williams é o encontro entre um mestre do free jazz e um poeta da cena hip hop nova-iorquina. Murray é um músico conhecido do público do FMM e da cidade de Sines, onde reside parte do ano. Considerado um dos maiores saxofonistas da sua geração, detém uma discografia com mais de 130 discos editados em 40 anos de carreira. Nos últimos anos, tem apostado em criações colaborativas com músicos africanos, latinos e afro-americanos. Neste concerto o convidado é Saul Williams, poeta, ator e cantor que se tem notabilizado nas “slams”, competições de poesia onde as palavras fluem ao ritmo da cultura urbana contemporânea.​
20​ AGOSTO

SCRATCHERS ANÓNIMOS
18H| Jardim Público 
Scratchers Anónimos é neste momento uma referência no que toca à promoção, divulgação e transmissão do Scratch nacional, seja através das OPEN SCRATCH JAMS, DJ SETS, WORKSHOPS ou SA BATTLES.
Iniciam actividade em 2013. A ideia e fundação partiu de DJ Ki (a.k.a Dr.Ki). Hoje, o grupo integra DJ Ki, Camboja Selecta e DJ Ketzal. A ideia surgiu da vontade em voltar a fazer jams de Scratch. Com o tempo, e também devido à regularidade, passaram a explorar outros campos. Investiram num papel mais comunitário e social com workshops, decidiram organizar battles de DJing e, mais tarde, DJ sets em modo "club". 

TRANSMUTAÇÃO - O BATER DOS ÚLTIMOS TEARES - Performance | Vídeo arte & Música experimental​
22H| Adro da Sé 
Música e composição André Pinto, vídeo e imagem João Meirinhos, concepção e produção Tânia Costa Neves
Vídeo arte & Música experimental | "Transmutação - O bater dos últimos teares | parte.1", trata-se de um apelo de consciência social sobre a questão do desaparecimento da tecelagem manual no alentejo e das últimas tecedeiras ainda a laborar.
Através da composição musical produzida pelo músico experimentalista "Mestre André", acompanhada de vídeo, vamos poder identificar os momentos chave do processo criativo durante a captação de som e as diferentes "cadências" de cada instrumento de produção têxtil,  assim como da interacção entre o músico, o olhar do realizador João Meirinhos e as últimas tecedeiras e fiandeira. O espectáculo será apresentado dia 20 de Agosto em Évora.


MATILHA 401
22H| Praça do Sertório 
Matilha 401 é um coletivo Eborense na área do Rap. Juntos desde 2011 contam com mais de 100 concertos em conjunto e com vários álbuns editados. Juntos já pisaram os mais variados palcos destacando-se a presença no Festival Meo Sudoeste e Sumol Summer Fest ambos em 2017. 

VALAS
23H| Praça do Sertório
​...

21​ AGOSTO

DJ SIMS
19H| Coreto do Jrdim Público 
DJ/Produtor desde 2002, membro fundador do colectivo Sistema Intravenoso. Natural de Évora, Portugal. Correu quase todo o país com os gira-discos às costas. Partilhou o palco com metade do movimento Hip-Hop português e tem o seu nome em inúmeros projectos nacionais, seja em beats ou em scratch. 
Ao vivo proporciona viagens musicais que abraçam todos os estilos musicais, tocados ao bom estilo do turntablism onde o scratch é rei. 

CINEMA NA RUA - 
22H |Praça do Sertório


22​ AGOSTO

UM MASTRO POR UM DIA
16H| Largo dos Mercadores 
O mastro como um pau que se ergue para chegar ao céu e assim agradecer, sabe-se lá a quem, uma boa nova que aconteceu ou que aí vem. O momento de dançar à volta deste marca a celebração do que é o trabalho em comunidade para um fim e o derrubá-lo o fecho de uma promessa de festa que não acaba.
UM MASTRO POR UM DIA é uma proposta artística que cruza várias áreas: a plástica, a música e a dança. Esta proposta irá resultar de uma residência artística onde se pretende o envolvimento da comunidade da criação do que serão os enfeites do Mastro, esta a acontecer com antecedência à apresentação. Esse Mastro será o “palco” do espectáculo musical em formato de concerto/baile.
Uma das características desta instalação/espectáculo é a duração da mesma: 24 horas. A inspiração é a tradição e o espectáculo é o todo: montar, celebrar e derrubar!
Instalação Artística + Concerto/Baile
DURAÇÃO 24 horas

NERVE
22H| Praça do Sertório 
...

PAREDES EM CARNE VIVA (n)o bairro
22H| Bairro da Cruz da Picada 
Badja, o rapper mais antigo de Évora, e Tchino, rapper de uma geração bem mais nova, entram em palco para rappar uma breve história do Hip Hop.
Há quem diga que Badja engoliu uma caixa de ritmos em pequeno. Especializou-se nas artes do Beat Box e do Freestyle. E há quem diga que Tchino é uma das promessas eborenses.
Num palco diferente, do tamanho de um prédio da Cruz da Picada, a rima e a poesia
desafam o ritmo da imagem, projecções vídeo de grande formato, no fundo, ilustrações desta história.
• 22:00h – Bairro Cruz da Picada (Largo da Rua Dr. Fernando José Soares Pinheiro).
Duração média do espectáculo: 30 minutos.
• Rappers (Badja e Tchino)
• Paredes em Carne Viva (José Coimbra e Tiago Guimarães)​


23​ AGOSTO​

A+LV=1MIN+20M​
21:30H| Praça 1º de Maio
Jorge Almeida, um viajante solitário, acaba de chegar a uma nova cidade. 
Numa avenida movimentada, encontra um dos maiores desafios que terá de enfrentar: a travessia de uma passadeira.
Esta peça é a versão portuguesa de Le long voyage sur un passage piéton (versão francesa), encenada entre o final de 2017 e o início de 2018.
As duas versões integram o mais recente projecto do autor.

AS IMAGENS CONTRA O MURO - CICLO DE CINEMA AMBULANTE
22h | Associação "Pó de Vir a Ser" - Antigo Matadouro de Évora, Av. São João de Deus, 29
24 City, de Jia Zhangke, 2008, 112’
"As imagens contra o Muro" é um ciclo de Cinema Ambulante que vai andar pela cidade fora a exibir 7  filmes sobre a vida contemporânea e o direito à cidade. ​​


24​ AGOSTO

FILIPE SAMBADO + RG BITCHES​
21H| Pátio das Romãs - Convento dos Remédios 
FILIPE SAMBADO E OS ACOMPANHANTES DE LUXO é um compêndio de sons organizados na forma de hinos à possibilidade de NÓS sermos outra coisa. De sermos coisas para as quais ainda não temos nomes. Quando Filipe Sambado canta “só quero correr até já não fazer sentido”, em ALARGAR O PASSO, dá vontade de ir com ele para esse lugar onde tudo pode ser o que quisermos. É esta maturação pessoal e artística que o Filipe nos mostra com este disco. Um disco onde sentimos o processo: de aceitação e de não resignação. É inquieto mas optimista. Dá e tira e não existem respostas, tudo é sugestão, tudo condiciona, porque “o sul PODE ser o norte de alguém...”. Quando Filipe Sambado nos estende o single de apresentação e “pede”, ironicamente, autorização ao senso comum instituído ─ “deixem-me lá”─ lança simultaneamente o desafio. Deixem-se lá ser curiosas. Atrevidos por vos acharem bonitos. E mostra como se faz, sem pensar muito no assunto.
Filipe Sambado sabe que isto não é só música. E por isso mete corpo na cultura popular: lembra-nos o efeito que causava António Variações ao descer a Rua Garrett poucos anos antes de Filipe nascer. As unhas pintadas do Filipe hoje parecem ser os brincos do António ontem. Se os brincos romperam a norma de como se tinha de Ser, as unhas do Filipe parecem destruir os sentidos atribuídos ao Ser e isto transforma o Filipe em discurso.
RGBitches
Esfoliação auditiva e visual - Música e desenhos em português, tecnologias maioritariamente estrangeiras.
Os ex-membros dos Um Mais Um, dos Casca de Nós, dos Lapiseira, dos Ainda há Branco? e dos lendários 6 Membros (que só actuar am uma vez em Tavira e no final da noite pr esenciaram um jovem a rasgar um teste no qual havia reprovado) apresentam-nos o projecto do qual esperam ser ex-membros em breve: RGBitches - à mercê das cores do écran, vindos de uma altura em que se esperava tanto tempo para ver o Top+ e depois não passavam os vídeos que nós queríamos....
Agora mandamos nós nisto!
RGBitches são Cláudio Pereira (guitarra, piano e voz) e Cristina Viana (desenho e palavras digitais). Apresentam músicas para ouvir, ver e ler, de retratos originais a poemas roubados, passando por frases do avô de um deles e por histórias tão banais que só podem ser inventadas.
Um espectáculo meio pop, meio lamechas, muito aconchegante e em que o único tema instrumental tem um refrão que perseguirá o público, pelo menos, durante 4 ou 5 dias.

A+LV=1MIN+20M​
21:30H| Praça 1º de Maio
Jorge Almeida, um viajante solitário, acaba de chegar a uma nova cidade. 
Numa avenida movimentada, encontra um dos maiores desafios que terá de enfrentar: a travessia de uma passadeira.
Esta peça é a versão portuguesa de Le long voyage sur un passage piéton (versão francesa), encenada entre o final de 2017 e o início de 2018.
As duas versões integram o mais recente projecto do autor.

PLINT
22:00H| Praça do Giraldo
...


25​ AGOSTO

A+LV=1MIN+20M​
21:30H| Praça 1º de Maio
Jorge Almeida, um viajante solitário, acaba de chegar a uma nova cidade. 
Numa avenida movimentada, encontra um dos maiores desafios que terá de enfrentar: a travessia de uma passadeira.
Esta peça é a versão portuguesa de Le long voyage sur un passage piéton (versão francesa), encenada entre o final de 2017 e o início de 2018.
As duas versões integram o mais recente projecto do autor.

26​ AGOSTO

GRANDE PARADA DE PASSARULHOS
18H| Praça do Giraldo e Centro Histórico 
Os Passarulhos invadem a cidade.
O seu habitat é o Jardim Público, mas desta vez vão atrever-se nas ruas e praças de Évora.
Contamos reunir o maior bando possível, juntando todos os profissionais do Pim com os participantes da oficina «Quem quer ser Passarulho», para uma incursão no centro da cidade.
Se tudo correr bem (depende do número de participantes na oficina), podemos atingir a dúzia, o que seria espetacular. No mínimo, a equipa Pim assegura 6.
Na Praça do Giraldo e no adro da Sé serão as estações principais onde os «Passarulhos» aproveitarão para as suas exibições.
Para mais informação clique aqui​

30​ AGOSTO​
AS IMAGENS CONTRA O MURO - CICLO DE CINEMA AMBULANTE
22h | Praceta D. João II, Bairro dos Três Bicos​​
Leviatã, de Andrei Zvyagintsev, 2014, 140’
"As imagens contra o Muro" é um ciclo de Cinema Ambulante que vai andar pela cidade fora a exibir 7  filmes sobre a vida contemporânea e o direito à cidade. ​​​
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