sábado, 26 de maio de 2018

Apresentação do livro "Sonho, Fé e Coragem", de José Canita


Horário: 16h
Evento: 26 maio
Localização: Palácio de D. Manuel

​​José Canita, palestrante motivacional e inspiracional, autor e mentor de livros e projetos​ de desenvolvimento pessoal, vai apresentar em Évora a sua última obra "Sonho, Fé e Coragem". Um livro sobre coragem, humanismo, saúde, bem-estar e qualidade de vida. 

Organização: Chiado Books
Contactos: cmevora@cm-evora.pt | www.cm-evora.pt | 266777000
Apoios: Câmara Municipal de Évora
Entrada Gratuita

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Áureas | Refleçcões de uma Cegonha (Contemplations of a Stork)


Horário: Quarta a Sexta: 11h às 13h e 15,30h às 18,30h | Sábado e domingo das 13h às 18h | Encerra à segunda e terça
Fim do Evento: 30 maio
Localização: Galeria do Inatel - Palácio do Barrocal
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O voo sereno e natural da cegonha através do céu, o seu vagaroso andar nos campos como se estivesse a meditar, a forma nobre de observar a paisagem do seu ninho.... Gaëlle Pelachaud (França) fez centenas de desenhos e criou um livro de artista e inspirou a Maria Sarmento (Portugal) a escrever alguns poemas e o Mathew Manowski (USA) a responder com uma instalação artística​.
Org.: Câmara Municipal de Évora | F. OBRAS
Autor: Gaëlle Pelachaud
Contactos: 266777100 | Divisão de Cultura e Património | margarida.branco@cm-evora.pt | obrasart@hotmail.com
Apoio: INATEL
Entrada Livre

Évora perdida no Tempo - Fonte do Pátio - Museu de Évora


quinta-feira, 24 de maio de 2018

Cartas de Amor | exposição/ instalação


Horário: Quarta a Sexta: 11h às 13h e 15,30h às 18,30h | Sábado e domingo das 13h às 18h | Encerra à segunda e terça
Inicio do Evento: 19 abril
Fim do Evento: 30 maio
Localização: Galeria do INATEL | Palácio do Barrocal
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Deste que os seus avós morreram, há 15 anos, Andrea Brasch (Dinamarca) tem vindo a carregar um pacote com cartas, escritas entre os seus avós durante a Segunda Guerra Mundial, incapaz de o abrir. No ano passado, ela veio a Portugal para abrir o pacote e decidiu usá-lo para um projeto artístico. Tornou-se numa exposição com a apresentação de alguns fragmentos, um trabalho de video e uma peça de Realidade Virtual. 
Org.: Câmara Municipal de Évora | F. OBRAS
Autor: Andrea Brasch
Contactos: 266777100 | Divisão de Cultura e Património | margarida.branco@cm-evora.pt | obrasart@hotmail.com
Apoio: INATEL
Entrada Livre​​

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Tio Rex na FNAC


Horário: 21h
Evento: 26 maio
Localização: FNAC Évora

​​Tio Rex, também conhecido como Miguel Reis, é um cantautor Setubalense que, recorrendo a delicadas composições de guitarra e munido de uma voz grave, tem vindo a construir o seu próprio imaginário autobiográfico, que, de disco para disco, vai ganhando novos capítulos e abordagens alusivas ao mundo que o rodeia. 

Organização: Departamento de comunicação Fnac
Entrada Livre​

Évora perdida no Tempo - Fonte das Portas de Moura


terça-feira, 22 de maio de 2018

Theodore /\ SHE


Horário: 23h
Evento: 24 maio
Localização: Sociedade Harmonia Eborense

​Theodore Polychronopoulos, um jovem promissor da música internacional grega chega este mês ao nosso país. De dia 24 a 30 de maio, será possível assistir à sua performance ao vivo, em vários pontos de Portugal. ​O multi-instrumentista e compositor alia a voz à sua musicalidade e nesta multiplicidade torna a sua performance singular. Nas suas criações funde a composição clássica com elementos eletrónicos e a sua escrita com um criativo espetáculo de luzes. O contraste presente nas suas performances torna-as​ memoráveis para quem as assiste. 

Organização: Sociedade Harmonia Eborense
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Super Bock

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Évora perdida no Tempo - Aqueduto e Torrinha - Demolidos


domingo, 20 de maio de 2018

Solar da Oliveira


Nas antigas terras realengas da Valeira, obtidas por escambo com a vila da Vidigueira, instituiu o arcebispo de Braga D. Martinho de Oliveira, eborense muito ilustre e antigo cónego da sua Sé, segundo cédula testamentária lavrada no convento dos frades menores de S. Francisco de Lisboa, em 13 de Agosto de 1286, o Morgadio da Oliveira. Foi seu primeiro administrador Pedro Pires de Oliveira, irmão do prelado, o qual fora mestre do príncipe D. Afonso, futuro rei D. Afonso IV, distinto erudito e embaixador nas cortes de Roma e de Espanha. No ano de 1397 o vínculo personificado no ex-alcaide de Évora Álvaro Mendes de Oliveira, exilado e ao serviço de Castela, foi confiscado por D. João I e entregue a Rodrigo Álvares Pimentel, cavaleiro dedicado à causa nacional. 

A propriedade (anexa, ulteriormente, com mais terras à herdade de Sobrados, outro morgado fundado pelo Bispo de Lamego D. Rodrigo de Oliveira, irmão do instituidor da Oliveira), nos últimos anos do reinado de D. Manuel pertencia ao fidalgo Martim Afonso de Melo de Miranda e era gerido por Henrique da Mota, que nela recebeu, muitas vezes, os infantes D. Henrique e D. Duarte, na sua juventude, como se sabe através da obra biográfica deste último príncipe feita por Mestre André de Resende. Nos meados do séc. XVII era governado pelo morgado Luís Francisco de Oliveira e Miranda, casado com D. Luísa de Távora, fundadora do Convento de Cardais, de Lisboa, em 1681. Presentemente, é património dos Saldanhas Zuzarte Figueira e Sousa, Condes de Rio-Maior. Do primitivo solar pouco subsiste de interesse arqueológico, porque nos meados do século passado, em hora infeliz, um herdeiro determinou o alindamento e modernização do palácio (obra que ficou incompleta por motivos desconhecidos), mascarando completamente o edifício com alienação da veneranda construção rústica de antanho. 

Do pouco que não foi destruído, destacam-se alguns portados de granito: um de ogiva chanfrada, que deita para o pátio do corpo principal (lado norte), de desenho e características quatrocentistas, sobrepujado pela pedra de armas dos actuais donatários, de mármore; outras portas dos tipo românico e gótico no rés-do-chão, aquela arquitravada e de impostas do período decadente, obstruídas; alguns cunhais de cantaria lavrada, restos de escadas exteriores e várias salas do piso térreo cobertas por tectos nervurados, de aresta viva, apoiados em mísulas grosseiramente esculpidas. A escada, que comunica com os pisos altos é antiga e do sistema mediévico, correndo no endossamento da parede, com caixa de aberturas chanfradas mas modificada nas obras recentes. Antecede o pátio solarengo, para a banda do ocidente, robusto e alto muro de alvenaria recoberto no cornijamento por friso de merlões do estilo manuelino, no qual se abre amplo e rústico portado de pedra facetada, de configuração rectangular, sotoposto a pequeno nicho desornado do padroeiro, quiçá S. Martinho ou Santo António, este último, orago da capela. Abre-se esta no topo sul da mesma frontaria, no prolongamento do lamentável pavilhão moderno, com dupla faceira de janelas de arcos lanceolados, e conserva o antigo portado exterior, de vergas e lintel graníticos entre possantes contrafortes de alvenaria. Sobranceiro, vetusto e poético cruzeiro marmóreo. Curioso capitel românico, octogonal, de granito, com 50 cm. de alto, ornamentado por pinhas estilizadas e folhas de parra, servindo de assento, subsiste na entrada do templete, denunciando quão imponente seria a primitiva construção de tal fragmento decorativo. 

A capela, de uma nave de planta rectangular, está ligada ao paço através da tribuna dos donatários, aberta com três arcos de lanceta, de colunas dóricas. Tem tecto de penetrações e todo o interior foi completamente renovado nos fins do séc. XIX. Na parede fundeira do coro, em tela de factura medíocre, expõe-se o retraio pintado a óleo do fundador, D. Martinho de Oliveira, segundo cópia de 1783 da galeria da Catedral de Braga, com a particularidade documental de mostrar a personagem segurando uma planta panorâmica do solar da Oliveira, interessante, sobretudo, pelo debuxo que deu origem à desastrosa modificação da centúria passada. Muito pobres são os dois altares colaterais, dedicados a S. Luís e a Santo António, abertos em nichos nas paredes, sendo a imagem deste boa peça de madeira estofada e dourada, do séc. XVII. 

Ao lado subsiste modesta caixa de esmolas, figurada pela pintura popular de S. Martinho. Bom exemplar de arquitectura clássica, embora de traça provincial, é o presbitério, cronografado de 1567, de pórtico rectangular aberto por arco de volta redonda, com aduelas almofadadas e armorejadas de símbolos da casa e apoiado sobre colunas dórico-toscanas, de granito, A cúpula, de secção ovóide, está igualmente decorada por tabelas brasonadas, de estuque. O retábulo do altar compõe-se de preciosa tábua pintada a óleo, de c.ª 1560, de temático da Assunção da Virgem, muito carregado de vernizes por restauro hodierno do pintor Carlos Reis, mas do maior interesse pictural, com intenso movimento de personagens e delicioso rancho de anjos músicos e cantores. O painel, que mede de altura 2 m x larg. 1,20 m., manifestamente peça barroca do maneirismo flamengo, pertence ao núcleo oficinal eborense dessa época. 

O Padre Eterno, predela sobrepujante, também pintado sobre madeira e emoldurado com pilastras estriadas, do estilo jónico, completa o conjunto do altar, além das imagens correntes do Calvário e Santo António, de lenho policromo e N.ª S.ª do Rosário, antiga, mas de roca. Dos estimados jardins do solar, perdidos actualmente, existem restos de alegretes, fontes e cascatas, uma grande taça gomeada, de granito, pináculos e vasto tanque lajeado, ornamentado com leão de pedra no rebordo, servindo de gárgula, e outros vestígios artísticos de uma opulência que a história largamente assinalou e os homens deixaram perder. 

BIBL. Cónego Abel M. Ferreira, Archivo Eborense - Secção Extraías, pág. 55; António Francisco Barata, Évora e seus Arredores, págs. 29-31; Túlio Espanca, Património Artístico do Concelho de Évora, págs. 96-99. 

Carminho, Virgem Suta, Linda Martini e os eborenses ATOA na Feira de S. João


A fadista Carminho que se notabilizou, entre outras músicas, pela interpretação de "Perdoname", com Pablo Alborán, através do qual se tornou na primeira artista portuguesa a atingir o número um do top espanhol, e os eborenses ÁTOA, autores dos sucessos Já Não, Distância ou Um Pouco de Sol, são alguns dos artistas que irão atuar da Feira de S. João deste ano, que irá realizar-se de 22 de junho a 1 de julho, juntamente com os bejenses Virgem Suta ou Linda Martini.atoa (1).jpg

Carminho, que atualmente anda em digressão mundial com os discos "Canto" e "Carminho canta Tom Jobim", irá atuar no palco principal da Feira de S. João no dia 27 de Junho (quarta-feira), enquanto os "filhos da terra" irão apresentar os álbuns Sem Noção e Idade dos Inquietos, dois dias antes, ou seja segunda-feira, 25 de Julho.

Subordinada ao tema "A Paz e os 100 anos do Armistício", a Feira de S. João 2018 contará ainda com as atuações, no palco do Jardim Público, da Orquestra de Jazz de Évora (dia 24), Samuel Úria + Daniel Catarino (dia 26), Linda Martini (28), Homenagem a Francisco José /Orquestra do Alentejo (29), Júlio Pereira + Jon Luz (30) e Virgem Suta (01). Dia 23 de junho está agendado um encontro de Ranchos Folclóricos com: Flor do Alto Alentejo; Fazendeiros de Montemor-o-Novo; e Grupo de Danças e Cantares Pioneiros de Vendas Novas.

A edição deste ano da Feira de S. João contará, em paralelo, com as comemorações do 66º Aniversário da Força Aérea, estando previstas inúmeras iniciativas.

Em termos de ordenamento, a Feira de S. João apresentará como novidade a deslocação do espaço desportivo para a frente do Monte Alentejano, que contará com um ecrã gigante para a visualização dos jogos do Mundial de Futebol, e a chamada "rua dos sapatos" deixará de existir tal como a conhecemos até hoje. Os vendedores deste tipo de mercadoria ficarão situados no interior do Rossio de S. Brás.

No recinto da feira estará ainda patente ao público uma exposição especialmente dedicada aos 100 anos do armistício.

http://www.cm-evora.pt/pt/Evora-Noticias/arquivo/Paginas/Carminho,-Virgem-Suta,-Linda-Martini-e-os-eborenses-ATOA-na-Feira-de-S--Jo%C3%A3o.aspx
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