quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Tradições: A Matança do Porco

A matança do porco é uma prática de há muito enraizada nos hábitos do povo alentejano. Nasceu, segundo reza a tradição, entre os rurais que, labutando de sol a sol nas terras dos senhores de pendão e caldeira, tinham necessidades alimentares que as parcas jornas não conseguiam suprir. O pão, as azeitonas ou de onde em onde, uma peça de caça miúda surripiada, com passagem directa ao fogo ou à panela, eram aconchego de pouca substância, para quem alombava em tão rudes tarefas.
A comida dos ganhões, nome por que eram conhecidos os trabalhadores do campo no Alentejo, compunha-se normalmente das rotineiras e pouco substanciais sopas de cebola, hortelã ou de qualquer outra erva aromática, em que o distrito ou o concelho de Évora passam por ser os mais férteis do país. Em dias de festa o patrão lá abria mão de um galináceo, de alguns nacos de carne de porco ou, até, de um ou outro enchido, que durante alguns dias forravam o estômago dos pobres.
Curiosamente, até meados do século XIX os suínos tinham sido considerados pelos grandes terratenentes como animais sujos e imundos, parentes abastardados dos javalis e por isso indignos de comparecerem às mesas requintadas. Contudo, a sua carne, muito saborosa e suculenta, foi-se impondo ao paladar mais exigente, ao mesmo tempo que o seu valor alimentício ia paulatinamente ganhando estatuto entre as gentes de maiores posses. E se, entre estas, só as partes mais nobres eram consumidas, nas vilas e aldeias vingava a ideia de que tudo no porco podia ser aproveitado.
Assim se foi desenvolvendo o hábito, entre os menos bafejados pela sorte, de se adquirir anualmente, e ainda que com grande sacrifício, um pequeno bácoro para ser abatido à entrada do Inverno, na altura dos grandes frios. A sua criação não envolvia grandes gastos, dado que as bolotas caíam quotidianamente e em abundância dos sobreiros e a erva podia ser livremente pastada nos montados de sobro e azinho. E o seu abate contribuía para equilibrar o orçamento familiar e garantia o sustento por muito tempo, até à próxima matança, se possível, fazendo-se uma gestão controlada da carne.
Costume secular, a matança sempre foi feita em tempo certo, por alturas dos grandes frios, nos meses de Janeiro e Fevereiro. Duas razões concorriam para isso: este era o período em que as actividades agrícolas se reduziam ao mínimo e em que, por sua vez, as baixas temperaturas ajudavam à conservação dos produtos. A operação de abate, para além de não ser fácil, envolve um ritual para o qual se convoca a presença de familiares e amigos. Normalmente inicia-se a um sábado. Durante um fim-de-semana, todos são poucos para cumprir a função de tudo aproveitar.
Cabe a um matador experimentado desferir o golpe fatal. Entretanto, cinco ou seis pessoas seguram-no pelas pernas e pelas orelhas. Os guinchos desesperados e sofridos do suíno, acompanhados de espasmos violentos, dão bem conta de uma agonia relativamente prolongada enquanto o sangue jorra para um alguidar. Os mais sensíveis estão afastados e só por ali aparecem mais tarde. Em seguida o animal é chamuscado e esventrado. Nesta fase alguns dos convivas já se aproximam para observar e confirmar a justeza do provérbio popular: «Se queres ver o teu corpo abre um porco». Retiradas as tripas e lavadas pelas mulheres, as mesmas são preparadas para as operações seguintes.
É então tempo de parar o trabalho e começar a festa. Ao almoço já se comem sopas de sarapatel, febras e torresmos fritos regados com bom vinho da região. Com os estômagos confortados e ao calor da fogueira armada desde bem cedo e reavivada sempre que o lume parece esmorecer, canta-se à alentejana até bem tarde.
No outro dia, a alvorada marca a necessidade do regresso à lide, que vai começar pelo desmancho do resto da carcaça. Segue-se o lento e cuidado ensacamento das tripas. Consoante a preparação a que são sujeitas, assim fazem os tão famosos enchidos da nossa terra: linguiças, chouriços, cacholeiras, farinheiras, morcelas e salpicões.

Outrora, a matança do porco estendia-se por várias casas e locais, num espírito comunitário e solidário. Quem tinha ajudado recebia posteriormente ajuda. Até meados de Março, conforme a extensão do Inverno, havia sempre festa, na certeza da chegada de mais um ano em que a barriga não padeceria privações. Mas, a pouco a pouco, a desertificação do mundo rural, o abandono dos campos e a adopção de novas técnicas agrícolas foram modificando a vida, mesmo a dos que continuam a querer resistir à perda dos velhos hábitos.
Actualmente, por via da imposição rígida de normas da União Europeia, a pretexto de homogeneizar comportamentos e globalizar princípios de saúde pública, a matança do porco, na sua versão tradicional, tem sido largamente combatida. No mínimo exige-se a presença de um veterinário que se faz pagar a peso de ouro. Outras regras sanitárias, como o abate em matadouro, desincentivam também a sua prática. Determinados imperativos de natureza ética têm ganho também terreno, condenando costumes ancestrais que os urbanos acoimam hoje de bárbaros.
Apesar de tudo, esta continua a fazer-se de forma clandestina em vilas, aldeias e principalmente em lugares ou montes isolados na vasta planície alentejana, onde todos se conhecem e a presença das autoridades não alcança. E mesmo que, à distância, algum eco lhes chegue dessas actividades, o que fazem é ignorá-lo para não cair no desagrado dos poucos que por ali ainda habitam.
Este ano, a Câmara Municipal de Évora achou por bem fazer a recriação deste hábito tradicional na Praça do Giraldo, com a óbvia exclusão da parte não permitida por lei, no intuito de fazer descer a ruralidade à cidade. Ali instalou dois carros de canudo e levantou um lume de chão onde as febras foram assadas. Sopa dos ganhões enriquecida com a presença da carne de porco e enchidos cozidos também foi colocado à disposição de quem a quisesse saborear. Grupos de cantares acompanharam a refeição, onde a pinga de estalo se fez notar. Turistas nacionais e estrangeiros, surpreendidos com este evento inédito, teceram loas à iniciativa que lhes permitiu conhecer melhor a história e os segredos de vida do povo alentejano.

Texto: José Frota

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Triste e Alegre Cidade de Évora

Triste e Alegre Cidade de Évora, de autor desconhecido, insere-se no grupo de obras de escrita privada. Este tipo de escrita permite-nos o conhecimento de numerosos factos ausentes das fontes oficiais, de aspectos do quotidiano individual e colectivo não mencionados em outro tipo de documentos e da forma como o narrador sente o contexto da época que descreve.

Esta obra, transcrita conforme o original por Teresa Fonseca e provavelmente da autoria de um clérigo eborense de vida solitária, narra uma série de fenómenos naturais e eventos públicos ocorridos em Évora e região envolvente entre 1729 e 1764. Como observador atento escreve algumas notícias de âmbito nacional e internacional sobre a evolução política e social do país.

Reproduzem-se aqui apenas as páginas correspondentes à transcrição da obra original.

Título: Triste e Alegre Cidade de Évora
Autor: Teresa Fonseca (transcrição)

Triste e Alegre Cidade de Évora, Testemunho de um anónimo do século XVIII, Teresa Fonseca (transcrição)
Évora, Câmara Municipal de Évora, 2001
[103] p. Fonseca, Teresa


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Évora Perdida no Tempo - Capela do Fundador no claustro da Sé de Évora

Autor Inácio Caldeira
Data Fotografia 1920 ? -
Legenda Capela do Fundador no claustro da Sé de Évora
Cota CME0332 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Solar de Monfalim

O Solar de Monfalim fica em pleno Centro Histórico de Évora, no Largo da Misericórdia, a dois passos da central Praça do Giraldo. É desde logo, e para que se tome boa nota, a mais antiga unidade hoteleira da cidade.
Construída em meados do século XVI, esta antiga residência senhorial pertenceu a um fidalgo da casa real, D. Gonçalo de Sousa. Mais tarde passou para a família dos Cogominhos, que tinham paço na actual freguesia de Torre dos Coelheiros, a cerca de 12 quilómetros da cidade. Com o extinção desta família, foram os Monfalins, seus descendentes, que ficaram na posse do solar. Habitaram-no até finais do século XIX, altura em que, por dificuldades financeiras, decidiram vendê-lo.
Os compradores transformaram-no num estabelecimento hoteleiro, pelo que o solar recebeu o seu primeiro hóspede em 1892. Com o nome de Pensão Eborense, foi, durante bastos anos, o único estabelecimento hoteleiro da cidade, depois de ter desaparecido o Hotel Eborense, situado na Acrópole, no antigo Palácio da Inquisição.
A Pensão Eborense dispunha de uma posição privilegiada, pois no prédio que lhe é contíguo funcionava o desactivado Salão Central Eborense, por essa altura a única sala de cinema, e um pouco mais ao lado, mas em sentido contrário, ficava o edifício dos CTT, que depois foi sede da Delegação Distrital da Legião Portuguesa e onde hoje se encontra instalada a messe de sargentos do Comando de Instrução e Disciplina do Exército. Agregado a este imóvel, mas em plano inferior e separada do mesmo por uma protecção de ferro, temos a Igreja da Misericórdia, de visita obrigatória para os mais devotos.
O edifício foi depois adquirido por um negociante, de nome Luis Gonzalez, que o herdou, entre muitos outros bens, do casamento estéril de sua tia, uma espanhola refugiada da Guerra Civil, com o abastado proprietário eborense António Paquete, praticamente dono de quase toda a Rua de Valdevinos. Mas a sua exploração turística manteve-se sempre concessionada a outros.
Com o passar dos tempos o velho solar entrou em decadência e degradação, até que, em meados da década de 90, a empresária do ramo de hotelaria e restauração Ana Ramalho Serrabulho decidiu tomar conta dele e recuperá-lo, devolvendo-lhe o encanto e a graciosidade perdidas.
Reclassificado como albergaria, o Solar de Monfalim é, como se sublinhou, a mais antiga casa do seu género e a mais tradicional de todas as existentes na cidade. A fachada do solar, caiada de branco e com uma barra inferior em amarelo-ocre, tem um fascínio especial. Por cima do portal de entrada, situado num plano ligeiramente superior ao da rua calcetada, vêem-se as armas dos Monfalins e, de ambos os lados, sobram ainda à mostra vestígios do granito que constituiu o material de construção originário. Na parte superior, cinco arcos de tipo manuelino deixam entrever o interior do primeiro andar, onde se situa um pequeno pátio que dá acesso à recepção e aos quartos.
Passa-se do rés-do-chão ao primeiro andar subindo uma dupla escadaria de granito ladeada por muitos vasos com plantas de médio porte. A maioria dos quartos possui janelas de sacada que dão para um pátio interior. Todos possuem ar condicionado, casa de banho privativa, televisão, telefone directo, mini-bar e cofre. As camas são de ferro forjado e, juntamente com o restante mobiliário, de grande sobriedade e tradicionalismo, ajudam a recriar um ambiente de fim do século XIX, pleno de romantismo, afinal a altura em que o solar foi aberto com as suas actuais funções.
Refira-se ainda que o pequeno almoço continental, confeccionado à base de produtos regionais e a recender a ruralismo, é simplesmente impecável. E é esta atmosfera e esta aura do passado que seduz visitantes nacionais e estrangeiros, principalmente estes, que o preferem aos hotéis mais padronizados.

Texto: José Frota

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Évora Perdida no Tempo - Senhoras no Claustro de S. Bento de Castris

Autor Inácio Caldeira
Data Fotografia 1920 ? -
Legenda Senhoras no Claustro de S. Bento de Castris
Cota CME0376 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Évora Perdida no Tempo - Vista parcial do Jardim de Diana

Autor Inácio Caldeira
Data Fotografia 1920 ? -
Legenda Vista parcial do Jardim de Diana
Cota CME0322 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Uma Visita ao Aqueduto

Uma visita a Évora fica sempre incompleta se circunscrita ao deambular pelo Centro Histórico. Nos arredores há também património edificado a conhecer, envolto por paisagens naturais de grande beleza e onde perpassa o aroma das ervas e flores campestres, proveniente das inúmeras quintas e hortas que cinturam a cidade. E, no meio dessa tranquilidade, é prazeiroso sentir o contágio do multifacetado canto dos passaritos que esvoaçam alegremente por todo o lado.
Um desses passeios pedestres e ambientais, em que se conjuga o valor ecológico com o enriquecimento do espírito, é sem dúvida o que nos conduz ao conhecimento pormenorizado do Aqueduto da Água de Prata, a mais importante estrutura hidráulica construída em Portugal no século XVI (1533-1532). A monumental estrutura foi mandada erguer pelo rei D. João III, cuja corte passava longos períodos na cidade e que, tal como a população, se sentia afectada com a escassez de água.
Évora sempre tinha enfrentado problemas no abastecimento de água. Tudo leva a crer que os seus habitantes, até à construção do Aqueduto, captassem o precioso líquido através de minas, poços e cisternas nas respectivas moradias. Como a dificuldade na sua obtenção se agudizava nos meses de estiagem, causando incómodos e embaraços ao augusto monarca, à sua veneranda família e ilustre séquito, este decidiu encarregar o arquitecto eborense Francisco de Arruda de construir um aqueduto que pusesse termo ao problema da captação de água potável e da sua distribuição pela cidade.
A tomada de água foi efectuada nas nascentes próximas de Nossa Senhora da Graça do Divor, no concelho de Arraiolos, e transportada por gravidade para a cidade, através de uma magnífica e deslumbrante arcaria com cerca de 19 km de extensão. A obra de alvenaria transpôs mesmo as muralhas da cidade, junto à Porta da Lagoa, avançou pela Rua do Cano e chegou à Praça Grande. Maria Mourato Monteiro e Virgolino Ferreira Jorge, no nº. 21 da revista “Monumentos” consideram que «a distribuição colectiva de água potável aos diferentes pontos do tecido urbanizado de então, fazia-se, sobretudo, por meio de fontes, chafarizes, lavadouros e balneários públicos».
À água da conduta acediam também os donatários (favorecidos por uma doação) reais, que se foram multiplicando ao longo dos anos seguintes. Para gerir a situação, que exigia naturalmente uma utilização metódica e eficiente da água, foi criado um “Regimento do Aqueduto da Água de Prata”.
Durante quatro séculos, o Aqueduto foi cumprindo a sua função de utilidade pública. Em meados da penúltima centúria, já bastante arruinado, foi alvo de operações de beneficiação e restauro, pois já era evidente que não conseguia satisfazer na totalidade as necessidade de consumo. Com começo em 1873, a estrutura foi reconstruída, recebendo uma nova conduta ao mesmo tempo que se procedia a uma redução do comprimento inicial do Aqueduto, obtida pela abertura de trincheiras e elevação de mais arcadas.
Todas estas benfeitorias adiaram, apenas por mais umas décadas, o problema da distribuição da água. Em 1933, os eborenses puderam finalmente dispor do abastecimento doméstico de água potável em conexão a uma rede de esgotos subterrâneos. A importância do Aqueduto decresceu notoriamente. As fontes e chafarizes foram sendo abandonados, mas o antigo cano real ainda é responsável por cerca de quinze por cento do actual consumo citadino.
Dos seus 19 kms de extensão, 8,3 estão à disposição do usufruto público e da utilização como meio turístico. Neste último caso recomenda-se que o passeante use roupa e calçado desportivo e leve água e comida consoante a dimensão do percurso que tem em mente efectuar.
Os acessos, no sentido ascendente, são três, designados pelas primeiras letras do alfabeto, havendo em cada um parque de estacionamento para visitantes. O Acesso A tem o seu início junto ao Convento da Cartuxa, passando pela Quinta da Torralva e por S. Bento de Cástris, caminhando por uma zona ladeada de pastagens. A partir daí o Aqueduto é subterrâneo e só voltamos a poder segui-lo à superfície do outro lado da estrada de Arraiolos.
Começa aí o Acesso B, entre montados de sobro e azinho. Ao fim de aproximadamente mil metros, aparece a Fonte do Arcediago, situada na quinta do mesmo nome e que foi casa de campo do grande humanista, de renome internacional, André de Resende. Frade dominicano, natural de Évora, teve sempre um acrisolado apego à terra que lhe serviu de berço. Neste fontanário que mandou erguer em 1593, para seu descanso e devaneio espiritual, deixou duas inscrições latinas da sua autoria, hoje já pouco perceptíveis.
É nesta zona que se observam melhor as caixas de visita, facilmente detectáveis por serem encimadas por um pináculo e que servem essencialmente para a decantação da água. Grosso modo, são pequenos poços de alvenaria que, situando-se em plano inferior ao do cano, recebem os detritos sólidos arrastados pela água, sendo ainda portadores de uma porta lateral que possibilita a sua limpeza.
Ao cabo de mais algum tempo, entra-se num pequeno bosque, formado em torno do Ribeiro de Pombal, que, a partir das intervenções verificadas à entrada do terceiro quartel do século XIX, é possível ultrapassar pedonalmente. Nessa altura foi construída uma arcada, chamada do Cano Alto, com o objectivo de reduzir a distância de contorno do vale. Na pequena mata abundam os espaços ripícolas (localizados na margens do ribeiro), povoados de freixos, loureiros, salgueiros, hera ou silvas, contrastando com os mais afastados, onde espécies menos ávidas de água como a oliveira, a azinheira, salsaparrilha ou o medronheiro afirmam a sua presença. Assim nos vamos aproximando da zona de Metrogos, as redes das nascentes.
Começa o acesso C, que faz a ligação entre a rede das nascentes e um ponto extremo da Estrada do Sr. dos Aflitos, com travessia do caminho dos Arcos do Divor. É este o final do passeio ao longo da parte visível do Aqueduto da Água de Prata, notável obra da arquitectura e da engenharia hidráulica. Informações sobre a organização de passeios podem ser solicitadas no Posto de Turismo de Évora.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Templo de Diana nos Anos 80

Autor Helder Matos

Colisão mata mulher

Uma mulher de 63 anos, residente no Redondo, morreu na sequência de uma brutal colisão frontal ocorrida ontem ao início da noite na EN254, entre Évora e Redondo.
Do acidente resultaram ainda ferimentos graves em três pessoas. Ao que se conseguiu apurar junto de fonte da GNR, a vítima mortal viajava num Opel Corsa. Uma outra ocupante dessa viatura – uma mulher de 35 anos, familiar da vítima mortal – ficou ferida com gravidade. No outro veículo envolvido no acidente, uma carrinha Mercedes Vito, seguiam dois homens, que também ficaram feridos com gravidade.
No local estiveram os bombeiros de Évora, GNR e INEM. Os feridos foram todos retirados para o Hospital do Espírito Santo, em Évora. As causas do acidente, que destruiu por completo as duas viaturas, continuam ainda a ser investigadas. A estrada esteve cortada mais de duas horas para as operações de socorro.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Gestor Comercial - Ramo Alimentar (M/F) - Évora

A Talenter™ promove o talento dos seus colaboradores de acordo com a natureza específica de cada área, proporcionando diferenciadas oportunidades de emprego e soluções na gestão e valorização das Pessoas.

Estamos actualmente em processo de recrutamento de Gestor comercial para empresa do Ramo Alimentar situada na Zona de Mourão, Portel, Viana do Alentejo, Reguengos de Monsaraz, Évora, Redondo, Montemor-o-Novo, Vendas Novas, Arraiolos, Mora, Estremoz, Borba, Vila Viçosa, Alandroal.

Descrição da Função:
- Angariação de novos clientes e gestão de uma carteira de clientes;
- Dinamização da actividade comercial através de acções de prospecção de mercado;
- Venda directa junto de padarias, cafés, minimercados, restaurantes, entre outros.

Requisitos:
- Experiência profissional anterior comprovada em funções similares (eliminatório);
- Orientação para cumprimento de objectivos;
- Boa apresentação;
- Dinamismo e Proactividade;
- Orientação para o cliente;
- Excelentes capacidades de comunicação e relacionamento interpessoal;
- Carta de condução;
- Disponibilidade total e imediata.

Condições:
- Remuneração base (Remuneração variável atractiva, em função dos objectivos alcançados);
- Formação especializada com acompanhamento individual;
- Integração numa equipa jovem e dinâmica:
- Fortes perspectivas de carreira.


Junte-se a nós e desperte o seu talento!


Caso reúna os requisitos exigidos, envie-nos o seu Curriculum Vitae, com indicação do NIF, para o seguinte endereço electrónico ligia.ventura@talenter.com mencionando no assunto da mensagem “Gestor Comercial – Ramo Alimentar – Évora” e a Zona a que se candidata, ou contacte-nos através do 91 369 3116.


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