quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Álvaro Domingues nos Ciclos de São Vicente

CICLOS S. VICENTE
FEVEREIRO - RURALIDADES
Igreja de São Vicente, Évora
Colecção B, Associação Cultural

Aquilo a que continuamos a chamar ‘campo’, a ‘vida no campo’, não é já o que era. O mundo rural globalizou-se, é hoje palco de contaminações várias, hibridou-se e redesenhou os seus limites. O espaço e os seus modos de vida impõe-nos hoje respostas e perguntas renovadas, abrem-se a inquietações e inquirições outras, espelhando talvez o estatuto ‘transgenérico’ de que fala o geógrafo Álvaro Domingues na sua irreverente leitura da ‘vida no campo’.

A fechar a incursão nas ‘ruralidades’, a que demos lugar na programação de Fevereiro, vamos receber ÁLVARO DOMINGUES na Igreja de São Vicente.



15 de Fevereiro, 18h
"A paisagem era verde, veio uma cabra e comeu-a"

Uma incursão pelo Alentejo (pouco) profundo com o geógrafo Álvaro Domingues, nome que tem merecido destaque na actualidade. Uma leitura provocatória, incisiva, lúdica e atenta do território alentejano e do debate sobre o rural e a ruralidade, sobre conceitos e limites, sobre representações e realidades. Ocasião para apresentar o livro 'A rua da estrada' (Dafne, 2011) e o livro por vir 'A vida no campo', actualmente em subscrição.

Seja um dos primeiros 500 subscritores de uma obra notável! www.alvarodomingues.net


Évora Perdida no Tempo - Casa Soure, no Largo da Porta de Moura


Aspecto da Casa Soure, no largo da Porta de Moura, antes da desobstrução da arcada que dá acesso à loja da Gráfica Eborense.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1959 ant. -
Legenda Casa Soure, no Largo da Porta de Moura
Cota DFT4424 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Personalidades Eborenses - António Livramento

António José Parreira do Livramento, mais conhecido como António Livramento (São Manços, 28 de Fevereiro de 1943 – Lisboa, 7 de Junho de 1999), foi um jogador de hóquei em patins português, considerado o melhor jogador do Mundo de todos os tempos.
Começou por jogar futebol, a sua paixão de adolescente, no Venda Nova, perto de Benfica. A certa altura, um técnico do Futebol Benfica, Torcato Ferreira, achou que o "miúdo" teria muito jeito para jogar hóquei em patins, e convidou-o a aparecer no rinque do «Fófó». Livramento recusa, mas perante a insistência de Torcato decide experimentar, e a a partir daí o futebol passa para segundo plano.
Em 1959, o Benfica contrata-o, numa operação algo complicada, e aos 16 anos é chamado à selecção de juniores por António Raio. Tem a sua estreia auspiciosa contra a Bélgica, no Campeonato da Europa, marcando três golos na vítória por 5-1. É eleito melhor jogador do torneio, aliado ao troféu de melhor marcador.
Passa para a equipa principal, e em 1961 sagra-se Campeão Europeu, marcando 17 golos, tal como Adrião. No ano seguinte a dupla Livramento/Adrião torna-se imparável e Portugal é Campeão do Mundo.
Um momento ímpar na carreira de António Livramento aconteceu em Maio de 1962. O Mundial de hóquei em patins disputava-se em Santiago do Chile. No jogo entre Portugal e a Argentina, um jogador apanha a bola atrás da baliza, finta toda a equipa adversária e marca golo levando o público ao delírio. Era Livramento, que, emocionado, pede para sair.
Em 1963, torna-se pela segunda vez Campeão da Europa, e em 1965, em mais um triunfo europeu de Portugal, deslumbra, marcando sete dos 17 golos da vitória lusitana sobre a Bélgica. No final dos anos 1960 já não há dúvidas que o futuro do hóquei era ele.
A beleza do seu jogo só é igualada pela eficiência do mesmo. Volta a ser Campeão Nacional e Europeu em 1967, e um ano depois, no Porto, marca 42 golos em nove jogos do Mundial, quase metade dos da selecção das quinas (92). Por três vezes marca dez golos (Japão, Nova Zelândia e Suíça) num só jogo.
As grandes exibições levam-no a sair do Benfica para Itália, para jogar no Hóquei Candi Monza, mas pela primeira vez fica fora da selecção, quando Portugal se sagra novamente, em 1971, Campeão da Europa. Volta a Lisboa no ano seguinte para ser Campeão pelos encarnados, triunfo que repete em 1974, sagrando-se pela segunda vez Campeão Mundial.
Com a sua genialidade e talento junta mais dois títulos europeus ao seu vasto palmarés. Muito supersticioso, quando um jogo lhe corria bem, voltava a equipar-se da mesma maneira, repetindo os mesmos passos no jogo seguinte.
Ingressa depois no clube do Banco Pinto & Sotto Mayor, onde era funcionário, chegando a campeão da II Divisão.
Daí muda-se, em 1977, para o clube do coração, o Sporting, integrando uma equipa de sonho. Conquista tudo o que havia para ganhar, incluindo o título que lhe faltava, a Taça dos Campeões Europeus.
Sob a sua batuta, Portugal volta a sagrar-se Campeão Europeu, num jogo com a Espanha, incendiado nos minutos finais pelas agressões mútuas entre Livramento e um espanhol, que termina com invasão de campo. Após o jogo, declara "é a última vez que jogo pela Selecção. Em tantos anos nunca coisa semelhante me aconteceu. Tive de reagir depois do Ortega me ter agredido, quando vi o osso de fora…a minha saída não afectará Portugal". Fez 209 jogos com a selecção das quinas, marcando 425 golos. Ruma depois ao Amatori Lodi, de Itália, terminando a carreira no Sporting, em 1980.
Depois de abandonar os rinques, inicia o percurso de treinador novamente pleno de êxito, levando em 1981 o Sporting à vitória na Taça das Taças. No ano seguinte conquista o Campeonato Nacional.
Em 1984 conduz o «seu» Sporting a mais dois troféus para as vitrinas de Alvalade (Taça Cers e Taça de Portugal), e ruma de novo a Itália para treinar o Bassano, onde jogam Luís Nunes e Fanã.
Volta a Alvalade, qual pronto-socorro para reanimar uma equipa moribunda, levando-a ao segundo lugar do Campeonato.
Com o rigor, disciplina e a capacidade de motivar os jogadores implanta um jogo agressivo, ao bom estilo italiano, de procura constante da bola, aliada ao tecnicismo português que torna as suas equipas infalíveis. O seu maior vício era o tabaco, a ponto de, nos estágios da Selecção, dividir o quarto com o massagista para não fumar.
Soma mais três títulos, dois Europeus pela selecção, e um Nacional pelos «leões», e já na década de noventa, em 1993, é Campeão Mundial em Itália, 31 anos depois do último troféu conquistado fora de casa.
Não pára por aí, e como seleccionador sagra-se novamente Campeão da Europa no ano seguinte. Em 1998 é convidado para treinar o FC Porto e na mesma temporada vence o Campeonato, mas perde por penaltis a final da Liga dos Campeões.
A 5 de Junho de 1999, o destino coloca-o perante o desafio final, acabando por morrer repentinamente com apenas 55 anos, vítima de uma trombose.
Cristiano Pereira, colega de selecção e seu substituto no lugar de treinador do FC Porto, define o campeão na hora da despedida final: "Ele era o artista".

Títulos conquistados ao serviço do Sporting
1 Taça dos Campeões Europeus (1977)
1 Campeonato Nacional (1977)
1 Taça de Portugal (1977)
Como treinador do Sporting
2 Campeonatos Nacionais (1982 e 1988)
1 Taça das Taças (1981)
1 Taça CERS (1984)
1 Taça de Portugal (1984)

Palmarés como Jogador da Selecção Nacional
209 internacionalizações com 425 golos marcados
Campeonatos do Mundo ganhos – 3 em 1962, 68 e 74
Campeonatos da Europa ganhos – 7 em 1961, 63, 65, 67, 73, 75 e 77
Palmarés como Seleccionador/Treinador da Selecção Nacional
Campeonatos do Mundo Ganhos – 2 em 1982 e 1993
Campeonatos da Europa Ganhos – 3 em 1987, 1992 e 1994

Clubes representados como Treinador
Sporting Clube de Portugal
Hóquei Clube de Turquel
Futebol Clube do Porto
A.S. Bassano Hockey (Itália)

Évora Perdida no Tempo - Aspecto interior (maquinaria) da Fábrica dos Leões


Aspecto interior (maquinaria) da Fábrica dos Leões, em Évora.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 dep. - 1970 ant.
Legenda Aspecto interior (maquinaria) da Fábrica dos Leões
Cota DFT5109.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Évora Perdida no Tempo - Avenida São João de Deus


Prédios da Avenida São João de Deus (Zona de Urbanização nº1)


Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 dep. - 1962 ant.
Legenda Avenida São João de Deus
Cota DFT7681 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 12 de fevereiro de 2012

COMERCIAL (MANUAIS ESCOLARES) - Residente em ÉVORA ou no Distrito

Recrutamos para nosso cliente no sector de actividade ligado à edição e comercialização de manuais escolares:

- COMERCIAL (MANUAIS ESCOLARES) - Residente em ÉVORA ou no Distrito

FOTO OBRIGATÓRIA

* Requisitos:

- BOA APRESENTAÇÃO
Apresentação ou Espírito jovem, formal, cuidada e credível (muito boa apresentação será imprescindível para a função - trata-se de lidar com Escolas - Professores e Encarregados de Educação)

- PERFIL/PERSONALIDADE
- Empatia fundamental
- Espírito Jovem
- Excelente facilidade de comunicação
- Orientação para os resultados
- Dinamismo e Autonomia
- Forte espírito de equipa e capacidade de auto-motivação

- Elemento com gosto pelas áreas do ensino e da pedagogia (preferencial mas não obrigatório)

- HABILITAÇÕES
- Experiência Comercial;
- Carta de Condução e disponibilidade para deslocações pelo País.
- Habilitações académicas ao nível da licenciatura ou 12º Ano de Escolaridade;
- Bons conhecimentos em informática na óptica do utilizador


- DISPONIBILIDADE
- Imediata e Horária para efectuar eventuais horas foras do horário normal de trabalho e remuneradas de acordo com a Lei.


* Funções:

- Comercialização de Livros de Exercícios / Fichas Técnicas junto de Professores e Escolas já depois de no início do ano terem adquirido os manuais principais.
- Divulgação e promoção dos manuais escolares e da Editora junto de Professores e Encarregados de Educação;
- A Divulgação/ Apresentação dos manuais poderá ser feita em Escolas, Hotéis (em eventos através de apresentações em powerpoint), etc.
- Acompanhamento e Esclarecimento de Dúvidas junto dos Professores e Encarregados de Educação dos Manuais Escolares entretanto adquiridos e aprovados pelas escolas e/ou Encarregados de Educação;

- Zona Geográfica de actuação : Évora, Beja e Portalegre

* Oferecemos:

- Vencimento liquido – 650€
- Refeições: 7€ com apresentação da factura
- Viatura da Empresa – para uso única e exclusivamente em horário laboral (kms/combustível pagos pela empresa)-
AINDA POR DEFINIR NESTA FASE SE SERÁ VIATURA PRÓPRIA OU DA EMPRESA
- Telemóvel – 30€/ mensal
- Horário de 2.ª a 6.ª feira das 9h às 18h (com disponibilidade para pontualmente trabalhar Sábados que serão pagos como Hora Extra)

Nota: Não existe lugar ao pagamento de Comissões

Observações:
Os candidatos deverão enviar o seu currículo com fotografia, indicando a Referência:
"COMERCIAL - ÉVORA"

para:




FOTO OBRIGATÓRIA
Só serão contactadas as candidaturas seleccionadas.

TRIANGULU
Rua Andrade Corvo, N.º 27 - Piso 3, 1050-008 Lisboa

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Salamandra intoxica seis alunos em escola de Évora

Seis crianças, três do sexo feminino e outras três do sexo masculino, sofreram uma intoxicação por monóxido de carbono, esta sexta-feira à tarde, numa escola em Évora. Quatro delas tiveram de ser internadas no Hospital do Espírito Santo, naquela cidade.

O alerta foi dado pelas 14.20 horas, quando os menores, alunos da EB1 do Bairro da Câmara, em Évora, se queixaram de náuseas e vómitos.

Segundo as autoridades, o forte vento na cidade terá provocado uma deficiente ventilação da salamandra instalada no estabelecimento de ensino, para aquecer a população escolar.

Com idades compreendidas entre os nove e os 10 anos, quatro crianças mantêm-se em vigilância nas Urgências Pediátricas do Hospital do Espírito Santo.

Segundo o porta-voz desta unidade hospitalar, não houve qualquer necessidade de submeter as vítimas a terapêutica de oxigénio.

Évora Perdida no Tempo - Pátio do antigo Palácio do Farrobo



Pátio do antigo Palácio do Farrobo (antigo Quartel dos Bombeiros), demolido em 1963 para dar lugar ao Palácio da Justiça.


Autor David Freitas
Data Fotografia 1963 ant. -
Legenda Pátio do antigo Palácio do Farrobo
Cota DFT7664 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Personalidades Eborenses - Celestino David

Quem vem do Hospital Velho para o Largo da Porta de Moura subindo pela íngreme Rua Dr. Joaquim Henrique da Fonseca, há-de reparar que, à sua direita, na frontaria do número 19, está colocada uma lápide marmórea comemorativa do 1º. Centenário do nascimento de Celestino David, figura pouco conhecida dos actuais eborenses. No sucinto epitáfio se pode ler, em termos da homenagem que lhe foi prestada pela cidade e pelo Grupo Pró-Évora: «Nesta casa faleceu em 28-9-1952 Celestino David , escritor e poeta beirão que a Évora e seu tempo regional deu todo o seu talento de homem público e de artista».

A vida deste homem de excepcional cultura é, apesar de tudo, um livro aberto. Dele podemos conhecer todos os passos, sonhos, ilusões, alegrias, tristezas e desenganos compulsando a autobiografia que nos deixou, escrita em 1950 e, na altura, um género literário de raro cultivo Pela leitura desta resenha pessoal se ficam a conhecer as suas facetas de homem público, a inteireza de carácter com que as viveu, a inusitada paixão de que se tomou por Évora, o seu gosto pelo jornalismo e a devoção à investigação e ao conhecimento histórico da cidade e das suas gentes. Natural da Covilhã, onde nasceu a 14 de Janeiro de 1880, era filho de um casal modesto: o pai, chefe da estação telegrafo-postal, a mãe cuidando da lida da casa e da criação dos onze filhos havidos. Pelo torrão natal se manteve até concluir o ensino primário, tendo feito o exame de admissão no Liceu da Guarda. 

Mas os pais hesitaram quanto ao rumo imediato a dar à sua carreira, «talvez porque não soubessem o que lhe convinha, talvez porque os recursos não eram muitos». Continuou porém a estudar, frequentando a Escola Industrial Campos de Melo e aulas particulares de português orientadas pelo administrador do concelho. Em Outubro de 1893 surgiu a oportunidade de entrar no Liceu do Carmo, em Lisboa, para iniciar o curso secundário, com a duração de seis anos. Um conflito com um professor de geografia, devido à recusa em usar óculos quando sofria de acentuada miopia, impossibilitando-o de identificações cartográficas precisas, esteve na origem do regresso à Beira. Matriculou-se no Liceu da Guarda e concluiu o curso em quatro anos, não deixando dúvidas quanto às suas capacidades e virtudes intelectuais.


Em 1897 ingressou na Universidade de Coimbra para se bacharelar em Direito, o que adregou em Junho de 1903. Eram as letras, contudo, que o prendiam. Nos anos que por lá passou «em estudos e devaneios» disseminou versos e prosas por muitos jornais da província e da capital. Ali conheceu a ilustre e letrada geração académica do final de século. Com muita mágoa deixou a urbe e a vida coimbrã, do seu cantado encantamento. Tornava-se agora imperioso ganhar a vida. Concorreu e foi nomeado sub-delegado e ajudante de conservador na comarca de Gouveia. Depois passou a administrador do concelho e finalmente a conservador. Num autêntico peregrinar pelo país andou pelo Cartaxo, Campo Maior, Alfândega da Fé, Castelo Branco, Vila Viçosa, até aportar a Évora - que o enfeitiçou - em 1912. Celestino David veio ocupar o lugar de Secretário Geral do Governo Civil de Évora, no qual se manteve até à aposentação em 1950 - salvo um período curto entre 1935 e 1936, em que esteve em Santarém, para se aproximar de seus filhos.

A política pouco o importava, sendo certo porém que a República nunca se lhe chegou ao coração. Mas cumpria com inexcedível zelo e proficiência a função que lhe fora cometida. Fora do horário de serviço, em dias santos e feriados - como confessou - lia, escrevia, frequentava bibliotecas, ou calcorreava a cidade a inebriar-se dos seus encantos, a encher-se da sua beleza, a desocultar os seus recantos e a mostrar aos outros os seus segredos. «Fui cicerone de uma geração» - afirmava com frequência. Em 1919 fundou, com alguns amigos, o Grupo PróÉvora. Na “Autobiografia” salientou «o que se lhe deve quanto ao Museu Regional - sem o grupo o Museu não existiria ainda, - quanto ao Claustro da Sé - sem as obras iniciadas pelo grupo não seria possível o que se vê hoje - quanto à conservação das muralhas - sem o grupo estariam arrasadas já - quanto ao pitoresco das ruas, restauro de monumentos, conferências de cultura, propaganda por todos os meios, exposições de arte - sem a acção do grupo pouco se teria feito».

Foi seu vice-presidente da direcção durante 13 anos e presidente da Assembleia Geral depois do seu regresso de Santarém. De resto escreveu. Escreveu desmedidamente, derramando o seu talento em prosa e verso, numa exaltação permanente de Évora e do Alentejo. E fê-lo em livros, poemas, jornais, revistas ou monografias várias. Foi autor dos verbetes, referentes a Évora e ao Alentejo, publicadas na Grande Enciclopédia Luso- Brasileira. Numa hora intervalar escreveu em 1926 o hino do Lusitano Ginásio Clube. Já para o termo da sua “Autobiografia” diria: «Da cidade, conheci a história, admirei a arte, gozei o pitoresco, construi a terra lendária que os cegos de alma não vêem e eu me dei a rodeá-la de ternuras profundas, ressonantes do meu espírito admirador». No dia da sua aposentação Celestino David recebeu do Governo Civil o diploma de cidadão honorário de Évora, que lhe foi entregue pela neta Maria da Conceição
.
Em 14 de Janeiro de 1951 o governo, através do Ministério da Educação, decidiu, muito justamente galardoá-lo com as insígnias da Ordem de S. Tiago.


Texto: José Frota

Évora Perdida no Tempo - Capela lateral da Sé de Évora


Aspecto durante a demolição de uma das capelas laterais da Sé Catedral de Évora (demolidas na década de 1940/ 1950, durante as obras de restauro).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 ant. -
Legenda Capela lateral da Sé de Évora
Cota DFT4080 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Évora Perdida no Tempo - Antiga Estação de Serviço da Sacor


Antiga Estação de Serviço da Sacor (actual Lagril): abastecimento de combustível.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1969
Legenda Antiga Estação de Serviço da Sacor
Cota DFT5415 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012