sexta-feira, 25 de setembro de 2015

CORETO Live Sessions Évora, com Filipe Sambado e Luis Severo


Horário: Das 15:00 às 20:00
Evento: 26 setembro
Localização: Coreto, Jardim Público de Évora​​
CORETO - Live Sessions Évora, by Pointlist
​FILIPE SAMBADO + LUIS SEVERO (O CÃO DA MORTE) ao vivo
26 de setembro, das 15h às 20h
Coreto, Jardim Público de Évora​​

FILIPE SAMBADO, Lisboa (Experimental/Pop/Música Popular)
Apesar de radicado em Lisboa há anos e vital à produção da música de uma comunidade que aqui trabalha de modo independente, é saudável lembrar que Filipe Sambado é, antes de produtor, criador ele próprio. Camuflando-se/ostentando-se na sua banda Cochaise (para a qual compõe e toca e canta) é onde o vemos de modo mais consistente. Passa a infância e adolescência de um lado para outro dentro da geografia portuguesa e talvez essa errância não seja um mau ponto de partida para entender quem ele é. Ora, se o seu crescimento é feito a errar dentro de uma fronteira; a sua música desbrava o trilho da intimidade de quem se confessa, mas inevitavelmente traz a vulnerabilidade de quem viaja. Em Fevereiro de 2012, toma coragem ao partilhar o seu primeiro EP “Isto não é coisa para voltar a acontecer”. São seis faixas poeticamente lideradas por uma solidão feroz... lembremo-nos de como começa o disco em “assim a assim”: “São precisos dois para começar, mas um só chega para fazer o fecho” e o verso da última canção, “maria da luz”: “eu já fui teu pai e nunca me abraçaste”. Em Novembro do mesmo ano, segue-se 1234, como que uma continuação do EP anterior, mas marcado por mais urgência tipo-jacto não fossem as quatro canções chamadas 1,2,3,4 respectivamente. Passaram dois anos e é-nos oferecido “Ups... fiz isto outra vez”, ficando completa uma trilogia. Quem prestar atenção ao título do EP, entende que estamos não só perante um hino pop (olá, Britney!) como perante uma chamada de atenção a um primeiro EP que deve ser re-ouvido. A melancolia oferece-se lânguida em canções que foram costuradas para nos atingirem e ressoarem perpetuamente. Eis Filipe Sambado, a virilidade marginal à qual ninguém nos habituou.


LUIS SEVERO, Lisboa (Experimental/Pop)
O Cão da Morte é agora Luis Severo. Nascido caranguejo a caminhar para touro, foi debaixo do signo d'O Cão da Morte que começou um processo de experimentação adolescente como cantautor. Apresenta-se agora como Luís Severo, transportando e concretizando as vivências tanto do seu moniker anterior, quanto dos seus contributos como produtor. Em 2014, uniu-se a Coelho Radioactivo para nos apresentar radiosas canções e performances na estrada enquanto Flamingos. Para além do talento como letrista e do seu charme na descrição do suburbano, em Cara d'Anjo (o nome do seu novo disco) irá transparecer a sua maturidade no ofício da canção. Este novo LP contou com Bernardo Álvares no contra-baixo/baixo, Luís Barros na bateria e Ricardo Amaral na guitarra para a finalização do seu novo LP. Com ritmo de baile, numa casa de fados, Luís Severo vai ao encontro da sua própria sinestesia. No entanto, este evento é uma ocasião perfeita para o vermos sozinho (seja com guitarra ou piano) e ouvir malhas novas entre outras mais antigas.
Informações Adicionais
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Informação retirada daqui

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