terça-feira, 11 de agosto de 2009

Cuecas na cara para roubar CTT de Évora

Com umas cuecas enfiadas na cabeça para esconder a cara, um ladrão estrangeiro entrou ontem de manhã numa dependência dos CTT de Évora com o objectivo de roubar o dinheiro em caixa. Esperou que os clientes saíssem da estação e ameaçou a funcionária de serviço com uma faca, forçando-a fugir. Depois saltou para dentro do balcão e, consumado o assalto, abandonou o local numa bicicleta.

"Levou uma quantidade de dinheiro pouco significativa", informou fonte da empresa, que se escusou a revelar o montante.

O assaltante aparentava ser de um país de Leste, com cerca de 30 anos e 1,80 metros de altura. Uma testemunha, que preferiu o anonimato, referiu ao nosso jornal que o homem andara de manhã a rondar a estação na companhia de uma mulher. "Depois do assalto ninguém mais os viu", acrescentou. Ao final da tarde ainda não tinha sido detido.

O roubo ocorreu pelas 09h45 numa dependência dos Correios, situada no largo das Portas de Moura, em Évora. "A funcionária afastou-se do local quando se viu ameaçada pela arma branca. Ninguém ficou ferido", referiu a PSP.

A PSP de Évora recolheu vestígios no interior da estação e testemunhos para tentar chegar à identidade do assaltante.

Nenhum dos funcionários dos Correios de Évora quis ontem prestar declarações.

A dependência esteve fechada durante a manhã. A assessoria dos CTT referiu que não houve danos físicos a lamentar.


Alexandre M. Silva

BREVE CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO

1foto1.gif (33613 bytes)

Área do Concelho – 1.309 Km2 (5% da área da Região)

Área Urbana – 1.643,5 ha

Área do Centro Histórico – 103 ha

O Concelho está dividido administrativamente em 19 Freguesias: 7 Freguesias Urbanas (das quais 3 no Centro Histórico) e 12 Freguesias Rurais.

POPULAÇÃO

A população residente no Concelho era, em 1991, de 53.754 habitantes (densidade41,1 habitantes/K2); na área urbana residiam 44.199 pessoas (incluindo a zona de transição), das quais 7.842 no Centro Histórico.

Évora tem visto crescer o seu peso demográfico em relação à região (4,5% em 1960 e 8,2 em 1991). Em relação ao país, o peso demográfico de Évora mantém-se estacionário, embora com uma tendência para um ligeiro reforço.

O Concelho tem vindo a ganhar população desde 1911, com uma ligeira quebra na década de 60. A cidade também tem crescido continuamente ao longo do século, sobretudo no exterior das muralhas, já que intra-muros (Centro Histórico) se verificou um decréscimo acentuado na última década.

De realçar a crescente urbanização do concelho: em 1960, as freguesias urbanas concentravam 68,25 da população; em 1991, esse valor era de 82,5%.

No Concelho de Évora a população tem vindo a envelhecer. Observa-se um aumento da representatividade dos grupos etários mais idosos e uma diminuição acentuada dos mais jovens. Este fenómeno deve-se a decréscimos simultâneos da natalidade e da mortalidade. Há indícios de que na década de 80 o fenómeno pode estar a sofrer alterações, devidas à capacidade de Évora atrair novos residentes (Universidade, Serviços Regionais da Administração, entre outros factores de atracção). A maioria dos novos residentes são oriundos de concelhos exteriores ao Distrito.

No conjunto da área urbana, a população é mais jovem que no resto do concelho.

A dimensão média da família na área urbana em 1991 (2,96), é ligeiramente inferior à média do país (3,13).

A população residente na cidade de Évora apresenta níveis de instrução favoráveis, quando comparada com o país; pelo contrário, as zonas rurais apresentam valores comparativamente desfavoráveis (aqui 1 em cada 4 residentes adultos era, em 1991, analfabeto).

1.gif (41061 bytes)População activa e desemprego

A taxa de actividade do concelho de Évora era em 1991 de 46,6% (44,6% para o país). A taxa de desemprego era de 6,7% (6,1% para o país), sendo a zona rural a mais responsável por estes valores.

Existe um elevado peso dos reformados nos "residentes sem actividade económica". Há um baixo peso relativo das mulheres "Domésticas" (na cidade, quase metade da média nacional, em 1991).

A população empregada tem, em 1991, uma estrutura relativamente envelhecida, quando comparada com a do país. Os quadros intermédios, os empregados na administração, comércio e serviços são maioritariamente ocupados por mulheres.

Évora constitui uma "bacia de emprego" da região. A cidade atrai população das áreas rurais do concelho e ainda de outros concelhos que para aqui se deslocam para trabalharem diariamente. Em 1991, 1 em cada 9 empregados residia for a do concelho de Évora.

A CIDADE

A cidade de Évora, com cerca de 50.000 habitantes, um importante Centro Histórico, delimitado pela Muralhas Medievais.

O núcleo mais antigo é rodeado pela muralhas romanas e contém alguns dos mais importantes monumentos da cidade e o seu ex-libris – o Templo Romano.

No Século XV começa a "idade de ouro" da cidade – a família real instalava-se em Évora por largos períodos e com ela a corte de nobres, cientistas, cronistas. Desta época datam os grandes palácios da cidade, as casas nobres, o Aqueduto e o sistema de abastecimento de água às fontes da cidade, inúmeros conventos a Universidade. Os estilos manuelino, renascença, e barroco estão largamente representados na cidade que então se construiu.

Todo este riquíssimo património histórico-monumental que se manteve preservado, aliado a uma forte identidade cultural, levaram à classificação da cidade como Património da Humanidade em 1986 pela UNESCO, por proposta da Câmara.

Mas hoje a cidade não vive somente das glórias do passado – constrói o futuro com serenidade e segurança, com base em planos e projectos feitos pelos arquitectos mais prestigiados do país (ninguém pode, por exemplo, ficar indiferente ao Bairro da Malagueirado, projectado pelo Arquitecto Siza Vieira) e no trabalho persistente dos eleitos e da população.

Évora foi pioneira no planeamento urbanístico e estratégico; tem programas de revitalização para o Centro Histórico, tem projectos de tratamento integrado de transportes e estacionamentos, tem o projecto de uma rede de espaços verdes que abrange toda a cidade, tem um plano estratégico para a cultura, tem projectos de grandes equipamentos que constituirão as bases do futuro. Tudo isto está a ser posto em prática à medida que os meios o permitem.

ACTIVIDADE ECONÓMICA

1foto4.gif (50127 bytes)Agricultura

Sendo hoje um sector com reduzida ocupação de mão.de-obra, a agricultura é ainda geradora de riqueza no concelho. As tradicionais culturas de sequeiro estão paulatinamente a dar lugar a culturas de regadio, à vitivinicultura e a outras actividades, nomeadamente as agro-ambientais – turismo rural, turismo cultural, turismo ambiental, turismo de caça.

A criação extensiva de gado continua a ser uma actividade importante. Ao nível silvícola, a cortiça é a principal fonte de riqueza.

Indústria

O peso da indústria do concelho em relação ao país era baixo e bastante estabilizado em 1991 (0,6% dos estabelecimentos, 0.5% do pessoal ao serviço e 0,3% do VBP). A indústria alimentar, antes detentora de uma posição favorável encontra-se em sério declínio. Em termos de pessoal ao serviço, o ramo das indústrias de máquinas eléctricas ocupa o primeiro lugar, logo seguido do fabrico de artigos de vestuário.

Comércio e serviços

Em termos de comércio a retalho, predominam os estabelecimentos de produtos alimentares e bebidas (Estatística do Cadastro Comercial, 1992). O papel da cidade de Évora como Polo Regional surge particularmente evidente no comércio de "materiais de construção e ferragens", "automóveis, bicicletas e acessórios", entre outros. Nos últimos anos, o comércio de produtos de vestuário e calçado conheceu um grande incremento e uma forte requalificação.

No comércio grossista, o acento vai também para os produtos alimentares – a recente inauguração de um Mercado Abastecedor veio responder a novas procuras deste sector.

1foto3.gif (52902 bytes)Turismo

O turismo é um sector em forte crescimento, sobretudo na década de 90 – viu, por exemplo, a sua capacidade hoteleira crescer de forma exponencial. Existe um relativo equilíbrio entre turistas nacionais e estrangeiros, o que demonstra uma não excessiva dependência de eventuais flutuações do mercado e dos grandes operadores turísticos.

O aumento de turistas e de estudantes universitários na cidade contribuiu também para o enorme "boom" de estabelecimentos ligados à restauração.

Administração Pública

A Administração Pública está muito bem representada na cidade, em termos de serviços e de emprego. A somar aos serviços de nível local e distrital, concentram-se na cidade, no todo ou em parte, a maioria das Direcções Regionais da Administração Central que prestam serviços ao Alentejo.

TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

1foto5.gif (31955 bytes)Évora está ligada por Auto-Estrada a Lisboa e a Madrid. O Itinerário Principal 2 também atravessa o concelho, e embora ainda haja troços não renovados, tem, por esta via, uma boa acessibilidade ao Norte a ao Sul do País, pelo interior. A recente construção de um novo Terminal Rodoviário trouxe possibilidades acrescidas aos transportes públicos de passageiros, assim como a novas funções de âmbito supra-local.

A ligação ferroviária faz-se através de linha ainda não electrificada, sobretudo com Lisboa e o Algarve.

O Aeródromo Municipal, recentemente objecto de obras de vulto para ampliação da pista e construção de gare, dá possibilidades de manobra a aviões de médio porte.

As telecomunicações são em Évora das mais avançadas do País. O índice de cobertura telefónica de Évora era, em 1992, muito superior ao verificado para o resto do Continente.

Em termos dos "media", Évora constitui-se como um centro privilegiado do espaço informativo do Alentejo – jornais e rádios locais, delegações de serviços nacionais de jornais, rádios e televisões.

CULTURA, EDUCAÇÃO, SAÚDE

7.gif (35490 bytes)No concelho de Évora operam mais de uma centena de Associações e Agentes de Cultura, Desporto e Tempos Livres.

Música, teatro, convívio, dezenas de modalidades desportivas, são exemplos da diversificação da oferta no âmbito da cultura, desporto e lazer.

Évora tem uma boa cobertura de estabelecimentos de ensino básico. O secundário está também bem representado. A boa rede de Escolas Profissionais em Évora é a garantia da formação de quadros de nível intermédio. A Universidade, com cerca de 6500 alunos e uma grande diversidade de cursos nas áreas técnicas e humanísticas, representa um polo de desenvolvimento da cidade e a formação de importante faixa de recursos humanos.

Em termos de saúde, a oferta está muito centralizada em Évora, pela via da localização do hospital regional e da residência de técnicos especializados. Em termos de especialidades e de nº de profissionais, pode dizer-se que Évora está bem servida de serviços de saúde.

A tendência para um grande consumo dos serviços de saúde deve-se à elevada percentagem de pessoas idosas. A taxa de mortalidade infantil é mais baixa que a média do país.

ANEXOS:

Quadro 1 - Freguesias – Áreas e Eleitores

FREGUESIAS

Área (ha)

Eleitores (1997)

URBANAS
Santo Antão

27

2.281

S. Mamede

23

3.060

Sé e S. Pedro

63

3.073

Malagueira

1.930

9.167

Horta das Figueiras

4.400

5.102

Senhora da Saúde

1.930

8.991

Bacelo

1.460

4.824

RURAIS
Canaviais

6.787

1.945

Nª Srª da Boa Fé

3.450

367

Nª Srª da Graça do Divor

8.556

382

Nª Srª de Machede

18.500

1.001

Nª Srª da Tourega

19.420

918

Nª Srª de Guadalupe

6.685

458

S. Bento do Mato

6685

1.244

S. Manços

10.530

955

S. Miguel de Machede

8700

857

S. Vicente do Pigeiro

4994

454

Torre de Coelheiros

22600

787

S. Sebastião da Giesteira

4060

738

TOTAL

130.800

46.604

Quadro 2 - Evolução da População Residente

1911

1940

1960

1970

1981

1991

Cidade Intra-Muros

14074

18559

15696

12692

10783

7842

Área Urbana

14108

22174

28652

28186

34851

38094

Á. Urbana + Z. Transição

17907

26416

34145

34954

41102

44199

Concelho de Évora

30257

42765

50095

46900

51572

53754



segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Évora: Assalta CTT e foge de bicicleta

Um homem encapuzado assaltou esta segunda-feira, por volta das 9h45, a dependência dos CTT localizada nas Portas de Moura, no centro da cidade de Évora, tendo roubado algum dinheiro e fugido de seguida de bicicleta.

De acordo com o comunicado divulgado pelo Comando de Évora da Polícia de Segurança Pública (PSP), o suspeito mede cerca de 1,80 metros, é relativamente jovem e ameaçou a funcionária com uma faca, tendo saltado para dentro do balcão e roubado o dinheiro que aí se encontrava.

1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio


Autor Carlos Tojo
Data Fotografia 1974-05-01
Legenda 1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio
Cota AC - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 9 de agosto de 2009

Projecto de Interpretação do Património Hidráulico de Évora (Parte 2)

Carro de rega(s)

No Rossio, a camioneta da água da Câmara andava pelos arruamentos definidos no recinto, molhando a terra solta e escaldante, baixando o pó e levantando um cheiro a barro húmido e quente. Durante os dias da feira repetia várias vezes o mesmo circuito. O tempo de fazer uma volta e de ir reabastecer-se era suficiente para que tudo secasse. Este autotanque dos “tempos pré-históricos” tinha (…) uma sineta que o motorista badalava, avisando tudo e todos da sua aproximação, espalhando água. Correndo ao lado dos jactos que lançava, a garotada aproveitava para um “duche” municipal.

in A. M. Galopim de Carvalho, O Autotanque in O Cheiro da Madeira, Editorial Notícias, [1993], p.141.



Características :

Função: rega/limpeza das ruas, largos, praças e Rossio (principalmente na época da feira e nos dias de mercado) da cidade

Data de aquisição: 1926

Início de actividade: 1927

Fim de utilização: finais da década de 60

Fabrico: francês

Marca: Laffly

Tipo: Arroseuse

Modelo: L.C.2

Motor: 4 cilindros

Capacidade do tanque: 2.244 litros

Propriedade: Câmara Municipal de Évora

Esta máquina é uma peça rara no meio automobilístico e única dentro da história local.Devido ao seu valor patrimonial, a autarquia optou pela sua restauração, inserida no Projecto de Interpretação do Património Hidráulico de Évora (PIPHE), visto que o carro se encontrava em elevado estado de degradação.










sábado, 8 de agosto de 2009

1 de Maio de 1974 - manifestação no Rossio


Autor Carlos Tojo
Data Fotografia 1974-05-01 -
Legenda 1 de Maio de 1974 - manifestação no Rossio
Cota AC - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Projecto de Interpretação do Património Hidráulico de Évora (Parte 1)

No âmbito do acordo de colaboração celebrado entre a Câmara Municipal de Évora, a Região de Turismo de Évora e o Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo para a execução do projecto Reabilitação e Valorização Turística do Centro Histórico de Évora, foi incluída a acção Rede Museológica, que contempla, entre outros, o Projecto de Interpretação do Património Hidráulico de Évora, que tem como intenção principal interpretar e valorizar as várias infra-estruturas patrimoniais hidráulicas que resistiram às transformações urbanas e rurais, mantendo-se até aos nossos dias.

Objectivos

Estudo | Promover o(s) estudo(s) da história do abastecimento de água de Évora ao longo dos tempos.

Preservação | Conservar as infra-estruturas e os bens móveis hidráulicos.

Valorização | Revitalizar e valorizar o património hidráulico.

Divulgação | Divulgar o projecto através de:

- Produção de um guia turístico, de folhetos interpretativos, da
presente página na Internet e de uma base de dados informatizada;

- Edição de vários estudos sobre a temática;

- Execução de exposições e eventos.

Fruição | Contribuir para a fruição pública do património hidráulico através de diferentes propostas de circuitos temáticos e cronológicos:

- Acesso às infra-estruturas hidráulicas no centro histórico eborense, com destaque para a antiga Central Elevatória de Água(s) na Rua do Menino Jesus;

- Redescoberta do aqueduto quinhentista e de outros imóveis que existem no concelho.



Esta máquina é uma peça rara no meio automobilístico e única dentro da história local.Devido ao seu valor patrimonial, a autarquia optou pela sua restauração, inserida no Projecto de Interpretação do Património Hidráulico de Évora (PIPHE), visto que o carro se encontrava em elevado estado de degradação.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio



Autor Carlos Tojo
Data Fotografia 1974-05-01 -
Legenda 1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio
Cota AC - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

CEA - Central Elevatória de Água(s) da Cidade de Évora (Parte 3)





Estação Elevatória
(Rua do Menino Jesus)

O seu edifício compreendia uma sala de máquinas com o equipamento à vista e uma pequena zona destinada ao pessoal e às pequenas reparações, actividades transferidas posteriormente, com a construção da oficina de contadores.
Tendo sido desenhado e construído para ser uma instalação industrial/técnica, este edifício é bastante funcional, integrando a simplicidade. Apresenta características arquitectónicas modernistas, de estilo internacional, com planta rectangular e cobertura de placa, construído em betão armado, de reboco branco, renunciando a ornamentos, tendo faixas largas de janelas, que são compostas por ferro, material resistente ao fogo, com vidros, para manter a divisão bastante iluminada. Quanto à sua decoração interior, também funcional, apresenta características da Arte Déco, composta por painéis rectangulares em estuque com relevos em gesso, imitando a estalactite. No topo das paredes e no tecto; para embelezar e facilitar a limpeza do local, utilizou-se a conjugação da aplicação de mármore branco, preto e cinzento, de forma abstracta, com linhas rectas em movimento, formando ziguezagues, dando origem a triângulos encadeados, nas paredes, nos pavimentos e nos elementos decorativos. Destacam-se destes últimos os candeeiros de carácter estilizado e a balaustrada corrida em forma rectangular, a qual circunda a maquinaria, situada abaixo do n
ível do pavimento principal, havendo para o seu acesso uma pequena escadaria.
A maquinaria, que aspirava a água dos reservatórios de chegada, elevando-a para o reservatório de serviço regulador de distribuição na rede, foi fornecida e montada pela Sociedade Lusitana de Electricidade A.E.G., e era constituída por dois grupos de electrobombas, com uma potência de cerca de 40 CV no seu conjunto, necessários para dispor de um caudal para o combate ao fogo. Cada um dos grupos podia trabalhar separadamente ou em simultâneo, garantindo apenas um dos grupos o serviço. Cada um tinha a capacidade de elevar um caudal de 93,6 m3/hora, prevendo-se inicialmente que trabalhasse cerca de 16 horas por dia, sendo as restantes 8 horas apenas para uma emergência.
Em 1944, com a transformação de corrente contínua em alterna, foi necessário integrar um novo motor que funcionasse a corrente alterna, que foi fornecido pela Casa Siemens, instalado no meio dos outros dois grupos. Este motor ficou a operar em serviço normal, substituindo definitivamente os anteriores, accionando alternadamente qualquer uma das bombas. Contudo, os outros dois motores continuaram montados para as emergências, mesmo funcionando com a corrente contínua.
Passados 21 anos do início do funcionamento da CEA, no Verão de 1954, atingiu-se a elevação do caudal de 1650 m3/dia, forçando a maquinaria a um trabalho quase ininterrupto de elevação da água. Para agravar a situação, a cobertura de laje de cimento armado do edifício era desfavorável às condições de trabalho excessivo das electrobombas, que suportavam temperaturas elevadíssimas. Por esse motivo, as electrobombas foram substituídas por outras, de corrente alterna, fornecidas
pela Casa Capucho, tendo cada grupo capacidade para o débito horário de 300 m3, prevendo-se já o aumento da rede devido ao crescimento populacional.
Nos anos de 1964 e 1965, com a abertura das piscinas municipais e estando em construção a Estação Elevatória e de Tratamento da Albufeira do Divor, acrescentou-se um outro grupo de electrobomba, também da Casa Capucho, que possibilitou o aumento da elevação de água para 450m3/hora, ampliando-se a área reservada às electrobombas.


Reservatório de Serviço Regulador de Distribuição de Água
(Travessa das Casas Pintadas)


Construído em fo
rmigão de cimento armado, tem capacidade para cerca de 400 m3 e o seu fundo localiza-se num plano superior aos mais altos edifícios da cidade, concebido desta forma para obter a pressão necessária para a distribuição da água.
O reservatório estava ligado automaticamente à estação elevatória, para evitar o esgotamento de água. Podia ficar isolado do resto do complexo, em caso de avaria, passando a água directamente da conduta de elevação para a rede de distribuição domiciliária, através de um dispositivo de torneiras.Deste depósito derivava toda a rede, composta por 10 sectores. Estendia-se pelas ruas situadas intramuros e era constituída por malhas de ferro fundido muito abertas, que se foram apertando à medida que as disponibilidades financeiras o permitiam. Passados poucos anos, com o surgimento de novos bairros na cidade, a rede foi sendo ampliada.




Fontes

Iconográficas
Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Évora
NOGUEIRA, Eduardo, Central Elevatória de Água de Évora, década de 30 do século XX.
Câmara Municipal de Évora
CABRITA, Castro, Diagramas das Redes dos Sectores, n.º 1; n.º 2; n.º 3; n.º 4; n.º 5; n.º 6; n.º 7; n.º 8; n.º 9; n.º 10, 29-05-1930; 3-06-1930; 5-06-1930; 7-06-1930; 8-06-1930; 9-06-1930; 9-06-1930; 14-06-1930; 15-06-1930; 16-06-1930.
IDEM, Estudo do Abastecimento de Águas da Cidade de Évora, 1928-1929.
IDEM, Reservatório de Serviço 400 m3, 23-08-1929.

Impressas
Publicações Periódicas
Noticias d` Evora, Carlos Maria Pinto Pedrosa (Director, editor e proprietário), Évora, 1928-1933.

Manuscritas
Arquivo Distrital de Évora
Câmara Municipal de Évora, Actas da Câmara Municipal de Évora, 1928-1933.
Câmara Municipal de Évora
CABRITA, Castro, Estudo do Abastecimento de Águas da Cidade de Évora, 1928-1929.
Serviços Municipalizados, Actas das Reuniões do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados da Câmara Municipal de Évora, 1933-1983.

Bibliografia:

CABRITA, Castro, "Estudo do Abastecimento de Águas da Cidade de Évora", in Revista da Associação dos Engenheiros Civis Portugueses, n.os 656, 658, 664, 666, 668, Lisboa, 1930-31.
IDEM, "O abastecimento de Águas de Évora", in Revista de Engenharia Tecnica, n.º 28, Revista dos Alunos do Instituto Superior Técnico, Maio de 1930, pp. 350-353.
CABRITA, Castro, GALVÃO, Lopes, "O abastecimento de Águas de Évora - a obra a realizar", in Revista de Engenharia Tecnica, n.º 25, Revista dos Alunos do Instituto Superior Técnico, Fevereiro de 1930, pp. 262-273.
KOCH, Wilfried, Estilos de Arquitectura II, s.l., Editorial Presença, Colecção Dimensões, Série especial 11, s.d., pp. 27-29, 121-133.
www.laberintos.com.mx/artdeco2.html, em 22-11-2002.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Militares na Praça Joaquim António de Aguiar


Autor Carlos Tojo
Data Fotografia 1974-04 -
Legenda Militares na Praça Joaquim António de Aguiar
Cota AC - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

CEA - Central Elevatória de Água(s) da Cidade de Évora (Parte 2)



A unidade surgiu com o propósito de interpretar e valorizar a CEA, um testemunho único do património hidráulico do século XX da cidade de Évora, que deve ser preservado devido ao seu valor histórico, artístico e industrial. A sua criação contribui para o entendimento da evolução económica e social da cidade, ajudando a compreender os vários espaços do complexo que permitiam, em conjunto, o armazenamento e a distribuição de água.

De todo o complexo destaca-se a sua estação elevatória que alberga, ainda, a última maquinaria que aí funcionou, tendo o edifício a particularidade de apresentar elementos arquitectónicos de estilo internacional e decorado com elementos Arte Déco, dos quais estes últimos existem também no exterior do complexo, destacando-se o seu jardim. Tanto os elementos arquitectónicos como decorativos existentes na CEA pertencem a correntes artísticas de influência europeia, que surgiram no país durante a década de 30, no período entre as duas grandes guerras.

No entanto, apesar da preocupação estética presente na solução arquitectónica dada ao complexo, este sempre sofreu imensas críticas relativas ao seu aspecto por se tratar de uma vertente arquitectónica diferente da malha urbana antiga circundante, principalmente no caso do reservatório de serviço regulador de distribuição de água, visível no topo da cidade. Houve mesmo a ideia de primeiramente disfarçar todo o complexo, o que não se realizou. Após a desactivação da CEA, colocou-se a hipótese do seu derrube, principalmente do reservatório de s
erviço regulador de distribuição de água, o que felizmente não aconteceu.








Câmara de manobras
(Travessa do Serpe)
Com a construção da CEA a água continuou a ser conduzida pelo aqueduto, desde a sua origem até uma câmara de manobras. O objectivo da construção desta câmara foi estabelecer uma ligação entre o aqueduto e uma conduta de adução subterrânea, constituída por tubos de cimento armado, com cerca de 380 m de comprimento.
A água percorria o trajecto descendo a Travessa do Serpe, passando pela Rua d` Aviz, que subia a Rua da Corredoura e terminava o seu percurso nos reservatórios de chegada da CEA, na Rua do Menino Jesus.
O interior da câmara de manobras é composto por um poço de visita com grelha e tampa.
Pela década de 70, devido à necessidade de aumentar o caudal de água, implementou-se uma electrobomba (bomba centrífuga directamente accionada por motor eléctrico).




Reservatórios de Chegada
(Rua do Menino Jesus)

A reserva de água estava distribuída por quatro reservatórios, construídos em formigão de cimento armado, com forma circular e semi-enterrados. Cada reservatório tem capacidade para cerca de 500 m3 e, funcionam como compartimentos de um grande reservatório.
Previa-se que a reserva de água fosse suficiente para dois dias, pressupondo-se que, em princípio, qualquer avaria seria resolvida rapidamente.
Os reservatórios estão agrupados em dois, correspondendo a uma câmara de manobras por grupo, sendo cada uma composta por condutas de ferro fundido dotadas de torneiras de controlo à passagem da água proveniente da conduta de adução subterrânea, a qual tem origem na câmara localizada na Travessa do Serpe.
O nível da água nos reservatórios é controlado por um medidor/nível de capacidade em cada câmara de manobras.
As torneiras permitiam isolar cada um dos compartimentos, sem interromper o serviço nas situações de limpeza de um dos reservatórios ou de avaria de qualquer deles. Em caso de necessidade, permitiam que os reservatórios de chegada pudessem funcionar como reservatórios de distribuição para a parte mais baixa da cidade.

domingo, 2 de agosto de 2009

Militares na Praça Joaquim António de Aguiar


Autor Carlos Tojo
Data Fotografia 1974-04 -
Legenda Militares na Praça Joaquim António de Aguiar
Cota AC - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 1 de agosto de 2009

CEA - Central Elevatória de Água(s) da Cidade de Évora (Parte 1)

O abastecimento de água à cidade de Évora é um tema de estudo com bastante relevância, devido à presença dos vários imóveis hidráulicos de grande valor patrimonial, que testemunham o abastecimento de água à população ao longo dos tempos.

Entre estes imóveis hidráulicos, destaca-se a CEA - Central Elevatória de Água(s), que construída durante a década de 30 do século XX, tinha por função distribuir água por toda a cidade, constituindo-se actualmente como um importante testemunho da história eborense e da sua herança patrimonial.

Até ao século XX, a água provinha de nascentes existentes na zona compreendida entre a Graça do Divor e Metrógos, sendo conduzida até às fontes, chafarizes e algumas casas da cidade pelo aqueduto, com cerca de 18,5 km de comprimento. A sua distribuição era muito deficitária dado o aqueduto se encontrar em mau estado de conservação, não conseguindo elevar a água à parte alta da cidade. A tubagem no subsolo da cidade era inclusivamente insuficiente e muito rudimentar, registando-se desperdício de água e consequentemente a sua falta na(s) época(s) de seca.

Com a precisão do aumento populacional a situação tendia agravar-se, pelo que o Engenheiro Viriato Castro Cabrita foi convidado em 1928 pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Évora, por intermédio do Governo Civil do Distrito, para efectuar o projecto de Abastecimento de águas à cidade de Évora; que tinha por objectivo a construção de uma rede de distribuição de água aos locais de consumo, perspectivando-se que pelo menos durante os próximos 20 anos a cidade teria o abastecimento de água resolvido.

A convite de Viriato Castro Cabrita, o Professor Ernest Fleury estudou o caudal das nascentes, concluindo que o problema da água podia ser resolvido com a reparação e melhoramento do aqueduto, bem como do sistema utilizado. O caudal médio diário passaria a ser de 1000 m3, em que 120 m3 eram destinados a cobrir as necessidades da indústria.
Iniciou-se o levantamento da planta da cidade, utilizando-se em Évora o processo de fotogrametria aérea pela primeira vez, para permitir a construção correcta do sistema de rede de água.

Sob a coordenação de Viriato Castro Cabrita reconstruíram-se as captações e os troços do aqueduto, que ainda hoje exercem a sua função, tendo sido necessário desviar o aqueduto do interior da aldeia da Graça do Divor; reconstruiu-se a Central Elevatória do Pomar do Espinheiro que continua até aos dias de hoje a elevar água das nascentes do Pomar do Espinheiro, que ficam numa cota inferior ao nível da soleira do aqueduto; e construiu-se a CEA - Central Elevatória de Água(s), situada no centro histórico de Évora, para elevar a água à parte alta da cidade, assegurando uma pressão conveniente nos andares superiores dos prédios e permitindo um combate eficaz contra os incêndios.
As construções em cimento armado foram da responsabilidade do Engenheiro Virgílio Preto.

O Engenheiro Ricardo Teixeira Duarte viria a substituir Viriato Castro Cabrita, concluindo os trabalhos em curso, ficando mesmo sob a sua directiva técnica algumas obras, das quais se destaca a execução da rede de distribuição ao domicílio, inaugurada a 4 de Junho de 1933.

Por indicação de Ricardo Teixeira Duarte, o Engenheiro Mansos Ribeiro ficou encarregue da direcção e fiscalização dos trabalhos, tendo melhorado a rede de esgotos existente na cidade, embora o trabalho ficasse incompleto nesta primeira fase.
A 1 de Julho de 1933 o fornecimento de água à cidade passou a ser da responsabilidade dos Serviços Municipalizados, serviços autónomos dentro da Administração Municipal, criados no ano anterior.


As condições topográficas da cidade não permitiam estabelecer a sua divisão em zonas de distribuição, fazendo com que toda a água tivesse que ser elevada.
A localização da CEA, escolhida por Viriato Castro Cabrita, teve em consideração uma importante vantagem: a de permitir uma elevação curta da água, diminuindo, assim, a capacidade de potência necessária. Como resultado, em 1929 a autarquia comprou um edifício existente na Horta do Palácio Amaral e o restante terreno foi cedido pelo Ministério do Interior.

O complexo é composto por uma câmara de manobras, localizada no início da Travessa do Serpe, quatro reservatórios de chegada e uma estação elevatória, situados na Rua do Menino Jesus, e um reservatório de serviço regulador de distribuição de água, localizado no topo da Travessa das Casas Pintadas (os imóveis estão localizados na planta do Itinerário Expositivo).
Como solução para um enquadramento urbanístico a zona dos reservatórios foi ajardinada.

A partir de 1933, com a entrada em serviço da CEA, na estação de elevação iniciou-se a execução de trabalhos de aferição e reparação de contadores de água. Em 1937 transferiu-se essa actividade para uma oficina, com a mesma linha arquitectónica, anexada ao lado esquerdo do edifício principal. A oficina de contadores da Central Eléctrica viria também a ocupar este espaço, com a sua transferência em 1943.

Sendo a CEA automática, necessitava de corrente eléctrica, que era fornecida pela central da empresa concessionária - a Companhia Eborense de Electricidade. Em 1942, com a municipalização da electricidade, a Central Eléctrica passou a pertencer aos Serviços Municipalizados. Com a modificação da corrente eléctrica em 1944, praticamente toda a cidade passou da ligação de corrente contínua para corrente alterna, fornecida pela União Eléctrica Portuguesa. Neste sentido, coube também à CEA passar por algumas adaptações. A maioria da aparelhagem foi adaptada facilmente, devido ao facto de estar inicialmente preparada para trabalhar com corrente alterna.

Em 1947 instalou-se um sistema de cloragem na CEA - único local que tinha condições para montar a aparelhagem - pela qual passava toda a água que abastecia a cidade, permitindo manter a qualidade da água.

Ao longo do tempo criaram-se soluções para aumentar o caudal de água, conseguido através da perfuração de novas captações e construção de poços. Em 1966 a cidade passou a receber igualmente água da Albufeira do Divor.
O aumento do consumo, a falta de capacidade dos reservatórios da CEA e um caudal elevado muito superior à sua capacidade mas insuficiente, tornaram-se premissas para tornar o sistema obsoleto.
Na década de 70 a construção de depósitos soterrados na encosta do Alto de São Bento levaram ao encerramento da CEA, passando a ser utilizada apenas em caso de necessidade.

Na década seguinte, com o alargamento da Rua do Menino Jesus, houve necessidade de destruir parte do muro que circundava a CEA, o qual foi recuado e reconstruído ao lado dos depósitos soterrados. Como o pavimento da rua foi elevado, o acesso às portas das câmaras de manobras ficou parcialmente obstruído.

Nos anos 90, a área que correspondia à oficina de contadores foi ampliada e neste novo espaço instalou-se um estabelecimento de restauração, que veio ocupar uma zona da área exterior do complexo.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Agentes Desportivos em Évora

Modelismo Alentejo Clube
Rua João dos Santos, 32
Bairro da Casinha
7005-521 Évora
Tel. 960020550
E-mail: modelismoalentejoclube@hotmail.com
Web: http://modelismoac.blogspot.com

Aero Clube de Évora
Estrada de Viana do Alentejo
7000-790 Évora

Aminata – Évora Clube de Natação
Horta do Sezões (Circular à Zona Desportiva) EC Rossio
Telf.: 266 757370 Fax.: 266 757379
Site: www.aminata.pt
Apartado 375
7002-504 Évora

Associação de Caçadores e Pescadores dos Canaviais
Rua 4 de Outubro, 46 – 1º - Canaviais
Telf.: 266 761696
7005-279 Évora

Associação de Caçadores e Pescadores do Montinho e Anexas
Rua da tenda, 3
Telm.: 96 7498355
7005-681 Nossa Senhora de Machede

Associação de Caçadores e Pescadores de Santo Antonico
Quinta Nova do Caldeireiro – Santo Antonico
7000 Évora

Ass. para o Desenvolvimento Cultural e Desportivo da Malagueira
Rua da Conduta, 4
Telf.: 266 731160 Fax.: 266 731120
7000-706 Évora

Associação Hípica Eborense
Rua do Segeiro, 1
Tlm.: 91 7235002 Fax.: 266 711278
7000-672 Évora

Associação Equestre de Évora
Av. Conde de Vilalva, 369
7000-744 Évora

Associação de Minigolfe de Évora
Mata do Escurinho
Telf.: 266 771161 Fax.: 266 709898
7000-767 Évora

Associação Lyos Fighting de Portugal
Rua do Cabo, 17-A
Tlm.: 96 5883387
7000-595 Évora

Associação de Moradores do Bairro do Bacelo
Bairro do Bacelo - Praça Fernando Pessoa, 1
7000-695 Évora

Associação de Caça e Pesca do Degebe
Rua de S. Vicente, 1 – Vendinha
7200-042 S. Vicente do Pigeiro

Ass. Caçadores e Pescadores da Freguesia de Nª. Srª. da Tourega
Rua Giraldo Sem Pavor, 42
7000-093 Nossa Senhora da Tourega

Ass. Def. das Forças Armadas (Secção de Orientação)
Rua dos Penedos, 10-C
7000-531 Évora

Associação de Caçadores Desportivos e Ordenados de Évora
Rua Escusa Sacos, 2
Tlm.: 91 6787373
7000-723 Évora

Associação de Caçadores da Herdade da Falcoira
Bairro da Malagueira – Rua da Sobreira, 23
Tlm.: 96 2352223
7000-706 Évora

Ass. Caçadores e Pescadores da Freguesia Nª. Srª. de Guadalupe
Rua do Raimundo, 61
Telf.: 266 742742
7000-661 Évora

BTTorre – Grupo Desportivo de Bicicletas
Rua do Emigrante, 4
Telf.:266 721270 Fax.: 266 721130
7000-192 Torre de Coelheiros

Casa do Benfica em Évora
Zona Industrial da Horta das Figueiras, Talhão 12
Telf.: 266 747120 Fax.: 266 744579
Site: www.cbevora.com.sapo.pt
7000 Évora

Centro de Cultura e Desporto dos Salesianos
Av. S. João Bosco, 4
7000-766 Évora

Centro Juvenil Salesiano
Av. S. João Bosco, 4
7000-766 Évora

CEPA – Clube Eborense de Pesca ao Achegã
Rua 1º de Agosto, 5
Tlm.: 96 6177691
7000-969 Évora

Ciclotur
Bairro do Bacelo – Rua Cunha Rivara, 16 – r/c
Telm.: 917220215
7000-693 Évora

Clube de Badminton de Évora
Rua do Posto Médico, 35
Tlm.: 93 4252576 96 3256890

Clube Cultural e Desportos do Bairro de Almeirim
Rua Sebastião Mendes Dinis – Bairro de Almeirim
7000-690 Évora

Clube Trilhos do Alentejo
Bairro Maria do Rosário, 8 – Estrada do Redondo
7000-777 Évora

Clube Desportivo dos Álamos
Rua António José Couvinha, 15 – Urb. dos Álamos
Tlm.: 96 4715527 Fax.: 266 088878
7005-296 Évora

Clube de Tiro de Évora
Campo de Tiro do Monte da Cegonha- Monte das Flores
Telf.: 266 742954
Apartado 501
7006 Évora Codex

Clube de Ténis de Évora
Rua Embaixador Assis Chateaubrian – Bairro do Granito
Telf.: 266 744443
Site: www.terravista.pt
7000-716 Évora

Clube Eborense Amadores de Pesca Desportiva
Rua Vasco da Gama, 4
Telf.: 266 702595 Fax.: 266 742807

Clube de Rugby de Évora
Largo Alexandre Herculano, 8 – r/c
Telf/Fax.: 266 742575
Site: http://www.crevora.com
7000-501 Évora

Clube Futebol Eborense
Bairro Frei Aleixo
Telf.: 266 742452
7000 Évora

Externato Oratório S. José
Av. S. João Bosco, 4
Telf.: 266 736254 Fax.: 266 736 253

Escola de Futebol de Évora
Rua da Fé, 17 – Bairro da Malagueira
Telfs.: 266 731905 266 702538

Évora Andebol Clube
Rua de Machede, 53-A
Telf.: 266 702114
Site: www.eac.web.pt
7000-864 Évora

GOSMA – Grupo Orgulhoso de Ser Motard Alentejano
Rua Eng. Frederico Ulrich, 43
7005-101 Azaruja

G.D.C. Bairro Stº. António
Alameda das Amoreiras, 3 – Bairro Stº. António
Telf.: 266 701507
7000-724 Évora

G.D.C. Cruz da Picada
Bairro da Cruz da Picada, Lote 8 – Cave
Telf.: 266 083236 Fax.: 266 084119
7000-772 Évora

G.D.C.R. de Torre de Coelheiros
7000-192 Torre de Coelheiros

G.D.R. de S. Mamede
Rua das Fontes, 63
Telf.: 266 701879
7000-589 Évora

Grupo de Cicloturismo Azarujense
Rua Conde da Azarujinha, 3
7005-109 Azaruja

G.D.C. da Tourega
Rua Giraldo Sem Pavor
Tourega

G.D.R. Canaviais
Rua da Palmeira, 2 e 4, Canaviais Poente
Telf.: 266 761527 Fax.: 266 761527
E-mail.: gdrcanaviais@iol.pt
7005-481 Évora

Grupo Desportivo da Casa Pia
S. Bento de Cástris
Telf.: 266 760030 Fax.: 266 760031
7000-708 Évora

Grupo Desportivo Diana
Alcárcova de Cima, 5
Telf/Fax.: 266 707313
7000-842 Évora

Grupo Desportivo e Recreativo André de Resende
Escola EB 2/3 André de Resende – Av. Gago Coutinho
Telf.: 266 739560
7000-727 Évora

Grupo Desportivo S. Manços
7000-115 S. Manços – Évora

Grupo Desportivo e Recreativo Micaelense
Rua 5 de Outubro, 30
7005-763 S. Miguel de Machede

Grupo Desportivo Vendinhense
Rua 5 de Outubro
7200-042 S. Vivente do Pigeiro

Grupo União Recreio Azarujense
Rua João José Perdigão
Telf.: 266 977162
7005-119 Azaruja

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Segundo estudo da Universidade da Beira Interior - Évora entre as cidades com melhor qualidade de vida




Évora é uma das 20 cidades com melhor qualidade de vida em Portugal segundo revela a edição de 2009 do índice nacional da Universidade da Beira Interior (UBI), elaborado pelo Observatório Para o Desenvolvimento Económico e Social.
Para além de Évora, surgem nos 20 primeiro lugares cidades como Lisboa, Albufeira, Sintra, Porto, Cascais ou Oeiras. Segundo Pires Manso, professor catedrático da UBI e coordenador do trabalho no Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social da UBI, “de uma forma geral não há grandes mudanças e o índice continua a mostrar um país a duas velocidades”.
“Os municípios do litoral destacam-se nos 20 primeiros e nos últimos lugares predominam os municípios do interior norte e alentejano”, sublinhou.
No caso particular de Évora registou-se uma substancial subida, já que comparativamente ao último estudo realizado em 2007, Évora estava na 31ª posição.
“Este índice reflecte a realidade do país”, recorrendo a meia centena de variáveis de 15 áreas como equipamentos (de comunicação, culturais ou outros), educação, ambiente ou dinamismo económico, entre outros.
A edição de 2009 do índice foi feita com base no anuário de 2006 do Instituto Nacional de Estatística, “o mais recente disponível”, enquanto a edição divulgada no último ano tinha por base o anuário de 2004.