terça-feira, 5 de julho de 2011

Évora Perdida no Tempo - Sala de depósito da Biblioteca Pública de Évora


Aspecto de uma das salas de depósito da Biblioteca Pública de Évora.
 Autor David Freitas
Data Fotografia 1969 Março -
Legenda Sala de depósito da Biblioteca Pública de Évora
Cota DFT5070 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Beckett? na Antiga Fábrica dos Leões

Rotary inaugura monumento dos irmãos Charneca em Évora

Trata-se de uma escultura da autoria dos irmãos António José e Francisco Charneca que simboliza o meritório trabalho que, desde há muito, os rotários realizam em prol da melhoria da sociedade, integrando três esculturas (dois homens e uma mulher) que transportam o símbolo rotário, com determinação e optimismo, na direcção do Centro Histórico de Évora, o coração da cidade.

“É um excelente contributo para o embelezamento da cidade, que vem acrescentar património a Évora e representa o movimento rotário no que este tem de mais nobre - o esforço colectivo do bem-fazer”, considerou o autarca eborense, deixando um agradecimento aos autores e aos rotários pela iniciativa e concluindo que “este dia ficará como um marco e outros se lhe seguirão no sentido do bem-fazer”.

Na cerimónia, que contou com a presença dos sócios do Rotary Clube de Évora e das principais autoridades locais, interveio também o Presidente do Rotary Club de Évora, Luís Oliveira Rodrigues; o Governador do Distrito 1960, Joaquim Esperança, e o escultor António José Charneca.

O Presidente do Rotary Club de Évora sublinhou o simbolismo deste monumento que mostra a energia dos rotários, movimento benemérito com mais de um milhão e duzentos mil sócios a nível mundial, os quais, na sua acção, “são também fornecedores de paz, concórdia e boa vontade a todos os povos” e realçou o trabalho dos escultores na elaboração desta peça, a que se aliam também um conjunto de pedras “ pois simbolizam que, por vezes é com muitas dificuldades que os rotários levam a cabo a sua acção”.

Frisou ainda a forma com que o Presidente da Câmara acarinhou este projecto e a união de vontade por parte dos sócios para concretizar esta obra, disponibilizando materiais, máquinas, espaço para a sua concretização e o transporte da peça.

António José Charneca agradeceu a oportunidade que lhe foi oferecida de concretizar esta obra na sua própria terra e a importância que isso representa, mostrando a sua disponibilidade para continuar a sua colaboração com os rotários.

O Governador do Distrito 1960 expressou a sua satisfação pela forma como o movimento rotário é recebido em qualquer parte do mundo e enalteceu o trabalho realizado pelos irmãos Charneca que foi premiado por parte dos rotários, agradecendo-lhes também o seu contributo.

Évora Perdida no Tempo - Gradaria da capela-mor da Ig. S. Mamede


Gradaria da capela-mor da Igreja de São Mamede. Esta imagem foi publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca, Concelho de Évora, vol.II, est.482.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1966 ant. -
Legenda Gradaria da capela-mor da Ig. S. Mamede
Cota DFT4211 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 2 de julho de 2011

Comercial (m/f) - Évora

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

"Improviso o Jazz" hoje em Évora

A Tuna do Liceu de Évora


Aos 19 anos de idade, a jovem eborense Inês Amaro há já sete anos que integra a Tuna Académica do Liceu de Évora, e é com enorme orgulho que se refere a essa experiência: “Sinto-me muito especial por fazer parte desta tuna. Esta tuna é única! Única é a palavra que melhor a define. Não há outra igual! É única, por ser uma das mais velhas do país, por ser uma tuna de liceu, pela diferença de idades dos seus membros, por ser instrumental, entre outras características únicas!”.
Depois do habitual descanso estival, Inês Amaro encara ansiosa a entrada do mês de Setembro, pois no início das aulas a Tuna Académica do Liceu de Évora realiza uma actuação para os novos alunos da Escola Secundária André de Gouveia (sucessora do Liceu); ocorrem também eleições para uma nova direcção da tuna; encetam-se os preparativos da Semana Académica, que é anualmente organizada em Novembro, e começam a surgir os convites para os festivais de tunas e outros eventos, um pouco por todo o país, em que Inês, sempre acompanhada do seu bandolim, gosta de participar.
Fruto, e testemunho vivo, da história recente da cidade e símbolo maior das suas mais fortes tradições, a Tuna Académica do Liceu de Évora é ainda hoje motivo de grande admiração e entusiasmo gerais e um dos seus ex-líbris culturais.
Com cerca de 25 membros, cujas idades vão dos 13 aos 23 anos, e presidida por Diogo Raminhos, em 2009 esta tuna comemora 106 anos, no dia 1 de Dezembro, estando previsto um requintado programa de celebrações.
Mas, não só a actividade actual da tuna a distingue e a dignifica, como também o seu passado contribui para a sua magnitude. A sua génese remonta ao emblemático Liceu Nacional de Évora, instituição de ensino que abre as suas portas a 18 de Outubro de 1841 e que funciona no Colégio do Espírito Santo até 1978, altura em que assume a designação de Escola Secundária André de Gouveia e se muda para novas instalações. Porém, logo em 1860 recebe o Liceu, por concessão régia, permissão para uso de traje académico - hoje apenas privilégio dos membros da tuna - e em 1890 um grupo de estudantes cria a Associação Filantrópica Académica Eborense, com o objectivo de ajudar os mais necessitados no pagamento das propinas e na compra de livros, e no seio desta surge então a Tuna Académica, fundada pelos alunos do Liceu Artur Matias e Júlio Santos.
De forma amadora, e apenas com o intuito de angariar fundos para a Associação Filantrópica Eborense, a tuna começa por dar alguns espectáculos aqui e acolá, mas rapidamente se afirma no meio estudantil, social e cultural da cidade. A sua estreia pública ocorre no 1.º de Dezembro de 1900, quando um efusivo grupo de 26 tunos desfila pelas ruas de Évora e acorda a população com o Hino da Restauração. Mas é em 1902 que é eleita uma direcção e que fica cimentada a Tuna Académica do Liceu de Évora, que se mantém bastante fervorosa até ao final da década de 40 do século passado, enfrentando alguma acalmia por essa altura, mas logo ressurgindo revigorada em 1951, com 58 elementos, pela primeira masculinos e femininos. Desde então, até aos nossos dias, o seu percurso foi de um amadurecimento e de uma vivacidade ímpares.
A bandeira de seda, verde e branca, com uma lira de prata pintada, que a representa continua a brandir energicamente, em nome do convívio, do espírito académico e da tradição eborense.

Bibliografia
- Catálogo da Exposição “Tuna Académica do Liceu de Évora - 100 Anos Histórias e Tradições - Comemorações do 100.º Aniversário da Tuna Académica do Liceu de Évora”. Évora: Tuna Académica do Liceu de Évora, 2002.
- PINHEIRO, J. M Monarca - Memória do Liceu 1841-1991. Évora: Comissão Executiva das Comemorações do 150.º Aniversário do Liceu Nacional de Évora/Escola Secundária André de Gouveia, 1991.
- “1.º de Dezembro – O Liceu de Évora e a Mística Académica”, in Revista Grande Alentejo, N.º 2, 27 de Novembro de 1998, suplemento do jornal Diário do Sul N.º 8115.
- Tuna Académica do Liceu de Évora, in www.palcoprincipal.sapo.pt/tunadoliceu

Évora Perdida no Tempo - Cabeceira da Igreja de São Tiago, em Évora


Cabeceira (1680-1683) da Igreja de São Tiago, em Évora. A abóbada é coberta por pinturas murais (finais do século XVII) e nas paredes encontram-se frescos com motivos sacros e profanos. Na parte superior é visível uma tela representando São Cristóvão, seguida de três pinturas a óleo sobre tela. A cabeceira é composta pela Capela-mor e duas capelas absidiolares, dedicadas a Nossa Senhora da Esperança (lado da Epístula) e Nossa Senhora das Dores (lado do Evangelho). Esta imagem foi publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca, Concelho de Évora, vol.II, est. 412 
Autor David Freitas
Data Fotografia 1966 ant. -
Legenda Cabeceira da Igreja de São Tiago, em Évora
Cota DFT4316.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Leilão de porcos em Évora rende 5500 euros

O leilão dos porcos da exposição ‘Pig Parade’, que ficou famosa pelo roubo de 12 das 52 peças, rendeu 5500 euros a favor da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Évora.
Todos os porcos, construídos em fibra de vidro e pintados por alunos de diversas escolas e instituições deste concelho, foram adquiridas pela população. A peça mais valiosa rendeu 310 euros.
O leilão, que teve lugar na noite de ontem no recinto das Festas Populares da Cidade no dia de S. Pedro, feriado municipal, constituiu um enorme sucesso, tendo como base de licitação inicial de 100 euros por cada porco.
António Maia, residente no Ciborro, no concelho de Montemor-o-Novo, foi o primeiro a licitar, levando para casa um dos “porcos decorados”. “Vim de propósito para ajudar a causa. Agora, o porco vai embelezar o meu jardim”, disse.
Para promover o 2º Congresso Iberoamericano de Suinicultura que decorreu em Évora entre os dias 21 e 24 de Junho, foram distribuídos pelas principais praças e ruas da cidade de Évora 52 porcos em fibra de vidro.
O primeiro foi roubado na primeira noite, no dia 13 de Junho. Depois seguiram-se mais 11, o que obrigou a autarquia a concentrar todas as peças na Praça do Giraldo, a única da cidade com vigilância permanente da PSP. Tal como o CM noticiou, foi criada um grupo no Facebook para tentar recuperar os porcos. Três foram mesmo recuperados. Um foi encontrado abandonado junto à estrada de Arraiolos. Os outros dois apareceram dias antes do leilão. Um trazia um bilhete, escrito com humor em jeito de pedido de desculpa.

A Fonte da Porta de Moura


Chamada de fonte por uns e de chafariz por outros, sem dúvida que é um monumento de arquitectura civil renascentista bastante gracioso, devido às características artísticas e peculiares que apresenta.
A sua inauguração deu-se em finais de 1556, tendo sido construída graças à existência do magnífico Aqueduto da Água da Prata que permitiu a condução da água até à zona da cidade denominada por Porta de Moura.
A concepção e o projecto da obra foram da responsabilidade do arquitecto Diogo de Torralva, conservador do Aqueduto e mestre das obras da Comarca.
A edificação da fonte deve-se ao Cardeal-Arcebispo D. Henrique, regente na menoridade de D. Sebastião, tendo contribuído para a obra, – inclusive na realização dos respectivos canos, – os moradores vizinhos, o município com 8.000 reis e D. Jaime, o Duque de Bragança, por ter o seu Paço situado nas proximidades da zona. A casa do ducado de Bragança recebia inclusivamente os sobejos da água da fonte, através de canalização subterrânea. Vários eram os moradores que recebiam os sobejos da fonte, a que tinham direito, consoante as épocas de estiagem.

Évora Perdida no Tempo - Baile na Sociedade Joaquim António de Aguiar


Grupo na sala de baile na Sociedade Joaquim António de Aguiar (SOIR, Sociedade Operária de Instrução e Recreio), no Patio do Salema.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1947-04-13 -
Legenda Baile na Sociedade Joaquim António de Aguiar
Cota DFT7668 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Suspensão do TGV representa "abandono" do Alentejo

O presidente da Câmara de Évora, José Ernesto Oliveira, manifestou nesta quarta-feira o seu "protesto com veemência" pela suspensão do projecto de alta velocidade ferroviária (TGV) Lisboa-Madrid, considerandoque representa o "abandono" do Alentejo e "compromete" projetos turísticos.
"Lamento e protesto com veemência contra a decisão que acaba de ser anunciada", afirmou o autarca socialista de Évora, reagindo à decisão do Governo de suspender o TGV entre as duas capitais ibéricas, projeto que previa uma estação nesta cidade alentejana.
O Governo decidiu suspender o projecto de Alta Velocidade Lisboa-Madrid, mas este poderá ser reavaliado, segundo o programa do Executivo divulgado na terça-feira.
De acordo com o documento do Governo, "poderá sujeitar-se o projeto a uma reavaliação, incluindo o seu conteúdo e calendário, numa óptica de optimização de custos, à luz dos novos condicionalismos, e que deverá ter em conta o estatuto jurídico dos contratos já firmados".
O programa refere que "uma eventual renegociação só poderá proceder de uma avaliação deste tipo".
Em declarações aos jornalistas durante as cerimónias comemorativas do feriado municipal de Évora, José Ernesto Oliveira afirmou que a suspensão do TGV representa "uma vez mais a repetição daquilo a que a direita já habituou o Alentejo, que é o esquecimento desta terra sacrificada, desta terra que tem sido, durante anos e anos, abandonada sempre que a direita está no poder".
"Infelizmente, repete-se a história. O Alentejo não conta para a direita, os alentejanos não contam para a direita. Os alentejanos, no fundo, são cidadãos de segunda, são portugueses, que, talvez por sermos poucos, não contamos nas contas que a direita faz", disse.
O autarca de Évora considerou ainda que a decisão de suspender o TGV vai "comprometer" projetos turísticos que estavam previstos para o concelho de Évora e que contavam com a alta velocidade ferroviária em 2013.
"Para Évora é uma perda muito grande, por ser uma cidade Património Mundial, com mais de meio milhão de visitantes, a maioria dos quais estrangeiros", disse.
"Estar a cidade inserida numa rede de alta velocidade que a pusesse em contacto próximo com outras cidades da Europa era importantíssimo para o desenvolvimento", sublinhou.

Caracol Andador (Recordando a Lorca y la Argentinita)



Fórum Eugénio de Almeida | 19h00

30 de Junho - Caracol Andador (Recordando a Lorca y la Argentinita)

Espanha, Valladolid



Celebrando os 80 anos de Colección de Canciones Populares Españolas - um trabalho discográfico do poeta e dramaturgo espanhol, Federico García Lorca que, ao piano, acompanhava a cantora La Argentinita - apresenta-se o projecto dos Caracol Andador.

Com diversos estilos musicais, estes músicos decidiram recuperar o repertório e criar um novo trabalho discográfico com temas tão populares como En el Café de Chinitas, Las tres Hojas, Los Cuatro Muleros ou Las Morillas de Jaén.



Alberto Requejo - saxofone

Chuchi Marcos - baixo

Jaime Lafuente - voz

Jesús Ronda - guitarras

Paco Tejero - bateria



Entrada: 5,00 € | Bilhetes à venda no Fórum Eugénio de Almeida

Évora Perdida no Tempo - Pátio do antigo Palácio do Farrobo

Pátio do antigo Palácio do Farrobo (antigo Quartel dos Bombeiros), demolido em 1963 para dar lugar ao Palácio da Justiça.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1963 ant. -
Legenda Pátio do antigo Palácio do Farrobo
Cota DFT7662 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME