domingo, 12 de fevereiro de 2012

COMERCIAL (MANUAIS ESCOLARES) - Residente em ÉVORA ou no Distrito

Recrutamos para nosso cliente no sector de actividade ligado à edição e comercialização de manuais escolares:

- COMERCIAL (MANUAIS ESCOLARES) - Residente em ÉVORA ou no Distrito

FOTO OBRIGATÓRIA

* Requisitos:

- BOA APRESENTAÇÃO
Apresentação ou Espírito jovem, formal, cuidada e credível (muito boa apresentação será imprescindível para a função - trata-se de lidar com Escolas - Professores e Encarregados de Educação)

- PERFIL/PERSONALIDADE
- Empatia fundamental
- Espírito Jovem
- Excelente facilidade de comunicação
- Orientação para os resultados
- Dinamismo e Autonomia
- Forte espírito de equipa e capacidade de auto-motivação

- Elemento com gosto pelas áreas do ensino e da pedagogia (preferencial mas não obrigatório)

- HABILITAÇÕES
- Experiência Comercial;
- Carta de Condução e disponibilidade para deslocações pelo País.
- Habilitações académicas ao nível da licenciatura ou 12º Ano de Escolaridade;
- Bons conhecimentos em informática na óptica do utilizador


- DISPONIBILIDADE
- Imediata e Horária para efectuar eventuais horas foras do horário normal de trabalho e remuneradas de acordo com a Lei.


* Funções:

- Comercialização de Livros de Exercícios / Fichas Técnicas junto de Professores e Escolas já depois de no início do ano terem adquirido os manuais principais.
- Divulgação e promoção dos manuais escolares e da Editora junto de Professores e Encarregados de Educação;
- A Divulgação/ Apresentação dos manuais poderá ser feita em Escolas, Hotéis (em eventos através de apresentações em powerpoint), etc.
- Acompanhamento e Esclarecimento de Dúvidas junto dos Professores e Encarregados de Educação dos Manuais Escolares entretanto adquiridos e aprovados pelas escolas e/ou Encarregados de Educação;

- Zona Geográfica de actuação : Évora, Beja e Portalegre

* Oferecemos:

- Vencimento liquido – 650€
- Refeições: 7€ com apresentação da factura
- Viatura da Empresa – para uso única e exclusivamente em horário laboral (kms/combustível pagos pela empresa)-
AINDA POR DEFINIR NESTA FASE SE SERÁ VIATURA PRÓPRIA OU DA EMPRESA
- Telemóvel – 30€/ mensal
- Horário de 2.ª a 6.ª feira das 9h às 18h (com disponibilidade para pontualmente trabalhar Sábados que serão pagos como Hora Extra)

Nota: Não existe lugar ao pagamento de Comissões

Observações:
Os candidatos deverão enviar o seu currículo com fotografia, indicando a Referência:
"COMERCIAL - ÉVORA"

para:




FOTO OBRIGATÓRIA
Só serão contactadas as candidaturas seleccionadas.

TRIANGULU
Rua Andrade Corvo, N.º 27 - Piso 3, 1050-008 Lisboa

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Salamandra intoxica seis alunos em escola de Évora

Seis crianças, três do sexo feminino e outras três do sexo masculino, sofreram uma intoxicação por monóxido de carbono, esta sexta-feira à tarde, numa escola em Évora. Quatro delas tiveram de ser internadas no Hospital do Espírito Santo, naquela cidade.

O alerta foi dado pelas 14.20 horas, quando os menores, alunos da EB1 do Bairro da Câmara, em Évora, se queixaram de náuseas e vómitos.

Segundo as autoridades, o forte vento na cidade terá provocado uma deficiente ventilação da salamandra instalada no estabelecimento de ensino, para aquecer a população escolar.

Com idades compreendidas entre os nove e os 10 anos, quatro crianças mantêm-se em vigilância nas Urgências Pediátricas do Hospital do Espírito Santo.

Segundo o porta-voz desta unidade hospitalar, não houve qualquer necessidade de submeter as vítimas a terapêutica de oxigénio.

Évora Perdida no Tempo - Pátio do antigo Palácio do Farrobo



Pátio do antigo Palácio do Farrobo (antigo Quartel dos Bombeiros), demolido em 1963 para dar lugar ao Palácio da Justiça.


Autor David Freitas
Data Fotografia 1963 ant. -
Legenda Pátio do antigo Palácio do Farrobo
Cota DFT7664 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Personalidades Eborenses - Celestino David

Quem vem do Hospital Velho para o Largo da Porta de Moura subindo pela íngreme Rua Dr. Joaquim Henrique da Fonseca, há-de reparar que, à sua direita, na frontaria do número 19, está colocada uma lápide marmórea comemorativa do 1º. Centenário do nascimento de Celestino David, figura pouco conhecida dos actuais eborenses. No sucinto epitáfio se pode ler, em termos da homenagem que lhe foi prestada pela cidade e pelo Grupo Pró-Évora: «Nesta casa faleceu em 28-9-1952 Celestino David , escritor e poeta beirão que a Évora e seu tempo regional deu todo o seu talento de homem público e de artista».

A vida deste homem de excepcional cultura é, apesar de tudo, um livro aberto. Dele podemos conhecer todos os passos, sonhos, ilusões, alegrias, tristezas e desenganos compulsando a autobiografia que nos deixou, escrita em 1950 e, na altura, um género literário de raro cultivo Pela leitura desta resenha pessoal se ficam a conhecer as suas facetas de homem público, a inteireza de carácter com que as viveu, a inusitada paixão de que se tomou por Évora, o seu gosto pelo jornalismo e a devoção à investigação e ao conhecimento histórico da cidade e das suas gentes. Natural da Covilhã, onde nasceu a 14 de Janeiro de 1880, era filho de um casal modesto: o pai, chefe da estação telegrafo-postal, a mãe cuidando da lida da casa e da criação dos onze filhos havidos. Pelo torrão natal se manteve até concluir o ensino primário, tendo feito o exame de admissão no Liceu da Guarda. 

Mas os pais hesitaram quanto ao rumo imediato a dar à sua carreira, «talvez porque não soubessem o que lhe convinha, talvez porque os recursos não eram muitos». Continuou porém a estudar, frequentando a Escola Industrial Campos de Melo e aulas particulares de português orientadas pelo administrador do concelho. Em Outubro de 1893 surgiu a oportunidade de entrar no Liceu do Carmo, em Lisboa, para iniciar o curso secundário, com a duração de seis anos. Um conflito com um professor de geografia, devido à recusa em usar óculos quando sofria de acentuada miopia, impossibilitando-o de identificações cartográficas precisas, esteve na origem do regresso à Beira. Matriculou-se no Liceu da Guarda e concluiu o curso em quatro anos, não deixando dúvidas quanto às suas capacidades e virtudes intelectuais.


Em 1897 ingressou na Universidade de Coimbra para se bacharelar em Direito, o que adregou em Junho de 1903. Eram as letras, contudo, que o prendiam. Nos anos que por lá passou «em estudos e devaneios» disseminou versos e prosas por muitos jornais da província e da capital. Ali conheceu a ilustre e letrada geração académica do final de século. Com muita mágoa deixou a urbe e a vida coimbrã, do seu cantado encantamento. Tornava-se agora imperioso ganhar a vida. Concorreu e foi nomeado sub-delegado e ajudante de conservador na comarca de Gouveia. Depois passou a administrador do concelho e finalmente a conservador. Num autêntico peregrinar pelo país andou pelo Cartaxo, Campo Maior, Alfândega da Fé, Castelo Branco, Vila Viçosa, até aportar a Évora - que o enfeitiçou - em 1912. Celestino David veio ocupar o lugar de Secretário Geral do Governo Civil de Évora, no qual se manteve até à aposentação em 1950 - salvo um período curto entre 1935 e 1936, em que esteve em Santarém, para se aproximar de seus filhos.

A política pouco o importava, sendo certo porém que a República nunca se lhe chegou ao coração. Mas cumpria com inexcedível zelo e proficiência a função que lhe fora cometida. Fora do horário de serviço, em dias santos e feriados - como confessou - lia, escrevia, frequentava bibliotecas, ou calcorreava a cidade a inebriar-se dos seus encantos, a encher-se da sua beleza, a desocultar os seus recantos e a mostrar aos outros os seus segredos. «Fui cicerone de uma geração» - afirmava com frequência. Em 1919 fundou, com alguns amigos, o Grupo PróÉvora. Na “Autobiografia” salientou «o que se lhe deve quanto ao Museu Regional - sem o grupo o Museu não existiria ainda, - quanto ao Claustro da Sé - sem as obras iniciadas pelo grupo não seria possível o que se vê hoje - quanto à conservação das muralhas - sem o grupo estariam arrasadas já - quanto ao pitoresco das ruas, restauro de monumentos, conferências de cultura, propaganda por todos os meios, exposições de arte - sem a acção do grupo pouco se teria feito».

Foi seu vice-presidente da direcção durante 13 anos e presidente da Assembleia Geral depois do seu regresso de Santarém. De resto escreveu. Escreveu desmedidamente, derramando o seu talento em prosa e verso, numa exaltação permanente de Évora e do Alentejo. E fê-lo em livros, poemas, jornais, revistas ou monografias várias. Foi autor dos verbetes, referentes a Évora e ao Alentejo, publicadas na Grande Enciclopédia Luso- Brasileira. Numa hora intervalar escreveu em 1926 o hino do Lusitano Ginásio Clube. Já para o termo da sua “Autobiografia” diria: «Da cidade, conheci a história, admirei a arte, gozei o pitoresco, construi a terra lendária que os cegos de alma não vêem e eu me dei a rodeá-la de ternuras profundas, ressonantes do meu espírito admirador». No dia da sua aposentação Celestino David recebeu do Governo Civil o diploma de cidadão honorário de Évora, que lhe foi entregue pela neta Maria da Conceição
.
Em 14 de Janeiro de 1951 o governo, através do Ministério da Educação, decidiu, muito justamente galardoá-lo com as insígnias da Ordem de S. Tiago.


Texto: José Frota

Évora Perdida no Tempo - Capela lateral da Sé de Évora


Aspecto durante a demolição de uma das capelas laterais da Sé Catedral de Évora (demolidas na década de 1940/ 1950, durante as obras de restauro).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 ant. -
Legenda Capela lateral da Sé de Évora
Cota DFT4080 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Évora Perdida no Tempo - Antiga Estação de Serviço da Sacor


Antiga Estação de Serviço da Sacor (actual Lagril): abastecimento de combustível.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1969
Legenda Antiga Estação de Serviço da Sacor
Cota DFT5415 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Recrutamos Delegado de Informação Médica (M/F) - Entrada Imediata

Adecco Marketing Services recruta Delegado de Informação Médica (M/F) para Zona de Évora:

Função:
- Estabelecer contactos presenciais com administrativos dos locais visitados;
- Realização de visitas a médicos, centros de saúde e clínicas privadas;
- Realização de agenda comercial;
- Assegurar contactos regulares no sentido de divulgação do produto;
- Elaboração de relatórios.

Perfil:

Procuramos candidatos com o seguinte perfil:

- Elevados padrões de ética e integridade;
- Excelente capacidade de comunicação oral e escrita;
- Excelente capacidade organizativa, assegurando um correcto seguimento das actividades solicitadas;
- Excelente capacidade de gestão de prioridades;
- Facilidade de relacionamento e boa capacidade de influência;
- Capacidade de trabalhar de forma autónoma;
- Elevada capacidade de aprendizagem;
- Capacidade de impactar os outros de forma positiva e estabelecer credibilidade e confiança no âmbito das relações profissionais;
- Forte focalização no cliente.

Oferecemos:
- Pc Tablet, Telemóvel, Viatura;
- Condições salariais atractivas;
- Outras regalias.

Caso esteja interessado envie o seu Cv actualizado com fotografia para


, indicando a referência " DIM - Évora"

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Corporações do distrito de Évora admitem parar transporte de doentes

As 14 corporações de bombeiros do distrito de Évora atravessam problemas financeiros, devido à "enorme redução de receitas", e já despediram 68 funcionários, equacionando parar o transporte de doentes não urgentes, alertou esta quinta-feira um responsável.
O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Évora, Inácio Esperança, assegurou à Agência Lusa que as corporações "vivem uma situação de agonia", porque "as receitas deixaram de existir ou são muitos exíguos", devido à redução dos serviços de transporte de doentes.
"Sem aviso prévio, houve uma enorme redução de receitas e isso está a criar nas associações dificuldades de tesouraria tais que já levaram ao despedimento de 68 bombeiros em algumas associações e outras estão na iminência de despedir", disse o responsável.
De acordo com o presidente da federação distrital, os cortes no transporte de doentes põem "em causa, a curto e médio prazo, a própria existência das associações de bombeiros", devido aos seus "problemas laborais e financeiros".
Referindo que os bombeiros já "temem não conseguir dar resposta às suas populações", Inácio Esperança defendeu que as corporações do distrito "não podem ser responsabilizadas por alguma inoperacionalidade que possa existir".
Como estão numa "situação limite", o responsável revelou que as corporações do distrito de Évora estão a "equacionar várias medidas", nomeadamente "uma paragem no transporte de doentes não urgentes".
Segundo o dirigente associativo, "os casos mais graves" de problemas financeiros no distrito são as associações de bombeiros de Mourão, Portel, Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo, mas, "a pouco e pouco, todas as corporações estão a passar por dificuldades".
Em Mourão, contou, a operacionalidade do corpo de bombeiros "já está comprometida", porque, "tendo apenas dois funcionários durante o dia, se há um serviço de urgência ou emergência, o quartel fica sem ninguém" para um segundo serviço.

Interior da Sé de Évora

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Concerto com Filipa Pais e João Paulo Esteves da Silva - Fórum Eugénio de Almeida - 4 de fevereiro - 21h30

Num duo imprevisto, João Esteves da Silva, compositor e improvisador de jazz, junta-se a Filipa Pais, uma das mais prestigiadas cantoras da música popular portuguesa, num concerto único que confere um novo ritmo e ambiência à música tradicional portuguesa.




Filipa Pais

Desde 1983, Filipa Pais desenvolve a sua atividade como cantora, tanto em disco como em espetáculo, trabalhando com nomes como Vitorino, Sérgio Godinho, João Paulo Esteves da Silva, Janita Salomé, Bernardo Sassetti, Tito Paris ou Chico César, cruzando a sua experiência com as áreas da música popular e tradicional portuguesa. L'Amar é o seu primeiro disco de originais, que inclui composições de alguns dos mais importantes músicos da cena musical portuguesa. Paralelamente ao seu trabalho a solo, durante um período que teve início em 1997, manteve experiência na área do fado com o mestre de Guitarra Portuguesa António Chainho. Em 1998, Filipa Pais cria o espetáculo “Afinidades" baseado em recolhas de Michel Giacometti - tendo como convidada a cantora Galega Uxía - e participa na ópera de Michael Nyman "Ciclo de Canções sobre Fernando Pessoa", no encerramento do Festival dos 100 dias. Após a edição de "A guitarra e Outras Mulheres" de António Chainho, participa em algumas apresentações deste trabalho em Portugal e no estrangeiro. Para o ano de 2000 é idealizada a formação de um grupo para acompanhar Filipa Pais. Ainda nesse ano, a formação fica composta por João Paulo Esteves da Silva (direção musical e piano), Ricardo Dias (acordeão), Manuel Rocha (violino), Joaquim Teles (percussões) e Yuri Daniel (contrabaixo e baixo), um grupo de eleição que atua com a cantora nas apresentações realizadas nesse ano em Portugal e Espanha.

Em 2003 é editado o seu CD - "À Porta do Mundo", álbum que foi galardoado com o Prémio José Afonso, o mais importante prémio da Música Popular Portuguesa. Além dos concertos de divulgação do seu disco, Filipa Pais tem colaborado em projetos de outros artistas. Em 2004 Filipa Pais lança o seu terceiro álbum "Estrela" em parceria com o guitarrista José Peixoto (Madredeus).






João Paulo Esteves da Silva

João Paulo nasceu em Lisboa em 1961. Começou muito cedo os seus estudos musicais, na Academia de Santa Cecília, iniciando-se rapidamente no piano. Posteriormente, ingressou no Conservatório Nacional, onde, em 1984, obteve o diploma do Curso Superior de Piano com a classificação máxima. Com uma bolsa de estudo da Secretaria de Estado da Cultura, muda-se imediatamente para Paris. Aí, durante três anos, aprofunda os seus estudos no Conservatório de Rueil-Malmaison e obtém sucessivamente as mais altas distinções. Terminados os estudos, permanece em Paris durante mais quatro anos, dando vários recitais em França e Estados Unidos, dos quais se destacam os de Nova Iorque (Carni Hall em 1986 e Carnegie Hall em 1989). Mas quando abandona Portugal, em 1984, interrompe uma já extensa atividade na área do jazz e da música popular. O primeiro reflexo público dessa sua atividade musical surge em 1979, com a participação do grupo Quinto Crescente no Festival de Jazz de Cascais 79. Entre 1979 e 1981, com o contrabaixista José Eduardo e o baterista José Martins, forma um trio, famoso na época, que desenvolveu concertos e serviu como base de acompanhamento a numerosos músicos estrangeiros. Na área da música popular, participa como pianista acompanhante em numerosos discos de artistas nacionais. Destaca-se a sua colaboração com Fausto ("Por este rio acima"), José Mário Branco ("Ser solidário") e Sérgio Godinho. Em 1992, depois de oito anos em França, regressa a Portugal e, de imediato, reconstitui as relações profissionais que interrompera em 1984. Colabora, então como arranjador e diretor musical no álbum que Vitorino compõe sobre textos de António Lobo Antunes "Eu que me comovo por tudo e por nada" (1992), cujo trabalho mereceu o Prémio José Afonso – galardão que a Câmara Municipal da Amadora atribui anualmente aos melhores trabalhos da música portuguesa – pela primeira vez entregue a um arranjador. Com Sérgio Godinho grava "Tinta permanente" (1993). Ainda nesse ano, funda com o pianista Mário Laginha a orquestra de câmara "Almas e Danças". Juntamente com Jorge Reis, Mário Franco e José Salgueiro, forma o quarteto de João Paulo. É com esses músicos que grava "Serra sem fim", o primeiro disco em seu nome.