quarta-feira, 13 de junho de 2012

Monumentos Megalíticos em Évora


Anta 1 da Herdade da Chaminé


Anta 2 da Herdade da Chaminé


Anta 3 da Herdade da Chaminé



Anta da Bota 1


                                                                           Anta da Bota 2





Anta da Zambujeira

Évora Perdida no Tempo - "Gaivotas" no lago da Feira de São João


Aspecto nocturno da Feira de São João (Rossio de São Brás): "Gaivotas" no lago

Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1960 - 1969
Legenda "Gaivotas" no lago da Feira de São João
Cota MCS4596 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 12 de junho de 2012

“Em Câmara Lenta” no Auditório Soror Mariana


Actividade
“Em Câmara Lenta”, de Fernando Lopes
Descrição
Portugal | 2012 | 71 min. | M/12 | Drama | com: Rui Morrison, João Reis e Maria João Pinho
Data
13 de Junho
Local
Auditório Soror Mariana | Rua Diogo Cão, 8
Horário
18:00 | 21:30



Sinopse: Um longo mergulho no mar transforma-se numa intensa travessia pela vida de Santiago e pelas suas relações. A paixão por Constança. O casamento com Laurence. A cumplicidade do amigo Salvador.

Organização: Cineclube da Universidade de Évora | Pátio do Cinema - SOIR Joaquim António d’Aguiar
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Universidade de Évora | ICA | Secretaria de Estado da Cultura | Federação Portuguesa de Cineclubes | Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica
Contacto: cineclube@uevora.pt

Évora Perdida no Tempo - Rua enfeitada durante a Feira de São João


Aspecto parcial do recinto da Feira de São João, no Rossio de São Brás: ruas enfeitadas

Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1960 -
Legenda Rua enfeitada durante a Feira de São João
Cota MCS4046 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A Casa Nobre da rua de Burgos



Fica no quarteirão delimitado pelas ruas de Burgos e da Alcárcova de Cima, o prédio conhecido por Casa Nobre da Rua de Burgos onde está alojada, desde finais do século passado, a Delegação Regional da Cultura do Alentejo. Trata-se de um dos muitos edifícios que se ergueram nas proximidades da Acrópole em virtude da instalação na cidade de diversas famílias da Corte, quando esta aqui montou sede e arraiais durante largos períodos do século XVI.

Com a posterior debandada real a casa terá sido apropriada pelo Cabido da Sé, passando a residência dos cónegos capitulares da diocese, dos quais o derradeiro parece ter sido José Joaquim Nunes de Melo, de existência terrena entre 1740 e1820. Por essa altura já a frontaria do prédio apresentava a sua actual feição, estendendo-se preguiçosamente pela rua, com a qual de resto comunica através de um piso térreo donde sai uma escadaria que conduz ao andar cimeiro, considerado o de maior nobreza.

A nacionalização dos bens da Igreja veio a determinar a sua passagem a propriedade do Estado e a venda, algumas décadas volvidas, ao abastado agricultor, político e poeta José Carlos Gouveia (1844-1908). Este homem, que foi, entre outras coisas, Conselheiro do Reino, Governador Civil e Presidente da Câmara, utilizou-a como residência na cidade, dado que anteriormente tinha como única moradia a Quinta do Chantre, onde nascera e igualmente viria a falecer.

O novo proprietário empreendeu no edifício avultadas benfeitorias, recorrendo em grande parte à inclusão de elementos oriundos do recém-demolido Convento do Paraíso, avultando dentre eles os azulejos da escadaria, datados do séc. XVII, e várias portas almofadadas e tectos interiores em madeira de carvalho trabalhada. Nos trabalhos efectuados se integrou também a abertura de um novo portão de acesso, cuja configuração se mantém na actualidade.

Os descendentes de José Carlos Gouveia foram ocupando a casa até que, por volta dos anos 90 da centúria passada, se decidiram pela sua venda ao Estado, nela interessado pelo seu valor histórico e artístico. Na nobilitada mansão se resolveu instalar a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, que antes estava sedeada num esguio, discreto e acanhado imóvel na Praça Joaquim António de Aguiar.

No decurso do processo de renovação do edifício foi encontrada uma “domus” romana, do séc. II d.c., encravada no respectivo subsolo e assente na Cerca Velha e visível nas traseiras do edifício que deita para a Rua da Alcárcova de Cima, apresentando notáveis pinturas a fresco desconhecidas na esfera da arte portuguesa do tempo. A estes achados juntaram-se ainda vestígios da ocupação islâmica. Entretanto o prédio aglutinou um torreão de dimensões reduzidas, com 4,5 por 5,2 metros de base, pertencente à ancestral cerca velha, que na sua ala mais antiga acolhe a actual Galeria de Exposições e onde se vislumbram manifestações gótico mudéjar, como abóbadas estreladas, janelas de ajimez e arcos de ferradura.

Durante o curto XVI Governo Constitucional (Julho de 2004 a Fevereiro de 2005), presidido por Pedro Santana Lopes, o edifício albergou de forma efémera a Secretaria de Estado dos Bens Culturais, transferida para Évora no âmbito de uma falhada tentativa de descentralização cultural. Em 2009, no âmbito do processo de regeneração urbana denominado “Acrópole XXI”, a Casa Nobre da Rua de Burgos foi alvo de nova intervenção arquitectónica, num investimento avaliado em cerca de 130.000 euros. Dela se incumbiu o arquitecto eborense José Filipe Ramalho, que a reabilitou, adaptando-a a novas e correctas utilizações que já estão na forja.

Texto: José Frota 

Évora Perdida no Tempo - Rancho folclórico na Praça do Giraldo


Cortejo Histórico da Feira de São João: rancho folclórico em frente ao palanque, na Praça do Giraldo

Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1967 -
Legenda Rancho folclórico na Praça do Giraldo
Cota MCS4192 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 9 de junho de 2012

Médico(a) Especialistas - Évora

Medicsearch, S.A.

1. Cliente: SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde;

2. Local: Distrito de Évora;

3. Função: Médico(a) Especialistas;

4. Especialidades: Medicina Interna, Ortopedia;

5. Requisitos:
a. Licenciatura em Medicina e inscrição na Ordem dos Médicos Portuguesa;
b. Especialidade reconhecida pelo Colégio da Ordem dos Médicos Portuguesa.

6. Candidatura – Registe-se no nosso site, anexando o seu CV, ou se preferir, envie-o para


com a referência “PROJ SPMS ESP Évora”:

7. Contactos:
a. Telefone: 21.315.39.17/8/9;
b. Telemóveis: 96.908.47.68; 91.903.59.98;
c. Morada: Praça Duque de Saldanha, nº 20, 2º Dt, 1050-094 Lisboa;
d. Site: www.medicsearch.com - encontrará aqui toda a informação sobre a nossa actividade (oportunidades, notícias, contactos, etc.).

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O Convento de Santa Helena do Monte Calvário


O Convento de Santa Helena do Monte Calvário, conhecido popularmente por Convento do Calvário, fica situado na Rua Cândido dos Reis (antiga Rua da Lagoa), junto à muralha da cerca nova, na freguesia de Santo Antão, na cidade de Évora.
Antiga casa religiosa da Ordem de Santa Clara, fundada em 29 de Maio de 1565, pela Infanta D.Maria, filha mais nova do Rei D.Manuel I.
Este convento caracteriza-se pelo seu aspecto pesado e severo, patente na longa fachada contrafortada, influenciado pelas directrizes emandas do Concílio de Trento. As freiras deste mosteiro viveram sempre em grande pobreza, nele se conservando ainda o célebre Sino da Fome, que as pobres freiras tocavam quando em momentos de grande penúria apelavam à caridade do povo eborense. Aqui vivieu enclausurada durante alguns anos, por ordem do Marquês de Pombal, D.Isabel Juliana de Sousa Coutinho (chamada de Bichinho de Conta), porque se recusara a casar com o filho do Marquês.
O convento encerrou, devido ao Decreto da Extinção lenta das Ordens Monásticas, em 7 de Setembro de 1889, devido à morte da última freira, a abadessa Maria José. Entrou na posse do Estado, que até 1910, que permitiu que nele se recolhessem mulheres, sem votos, para aprenderem a ler e diversos trabalhos domésticos. Foi depois um Lar de jovens em situação de risco dirigido por Religiosas da Congregação das Adoradoras Escravas do Santíssimo Sacramento e da Caridade, que encerrou em 2007. Presentemente alberga serviços arquidiocesanos ligados ao Movimento dos Cursos de Cristandade e ao Corpo Nacional de Escutas.
Conserva praticamente intacta a sua arquitectura original, não tendo sofrido grandes alterações.

Évora Perdida no Tempo - Venda de cestos e escadas na Feira de S. João


Venda de cestos e escadas na Feira de São João (Rossio de São Brás)

Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1960 - 1969
Legenda Venda de cestos e escadas na Feira de S. João
Cota MCS2480- Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Évora Perdida no Tempo - Prova de natação nas Piscinas Municipais de Évora


Prova de natação nas Piscinas Municipais de Évora, inauguradas em 5 de Setembro de 1964.

Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1964 dep. -
Legenda Prova de natação nas Piscinas Municipais de Évora
Cota MCS 3659 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Évora Poética - Florbela Espanca

Évora! Ruas ermas sob os Céus
cor de violetas roxas ... Ruas frades
pedindo em triste penitencia a Deus
que nos perdoe as miseras vaidades!

Tenho corrido em vão tantas cidades!
e só aqui recordo os beijos teus,
e só aqui eu sinto que são meus
os sonhos que sonhei noutras idades!

Évora! ... o teu olhar ... o teu perfil ...
tua boca sinuosa, um mês de Abril
que o Coração no peito me alvoroça!

... em cada viela o vulto dum fantasma ...
e a minha Alma soturna escuta e pasma ...
e sente-se passar menina-e-moça ...

Florbela Espanca

Évora Perdida no Tempo - Rua enfeitada durante a Feira de São João


Aspecto parcial do recinto da Feira de São João: Rua da República enfeitada

Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1960 -
Legenda Rua enfeitada durante a Feira de São João
Cota MCS4044 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 5 de junho de 2012

Exposição de Fotografia “Mata-Velhos”, de António Carrapato


A Câmara Municipal de Évora inaugura no Palácio de D. Manuel, no próximo dia 2 de junho, sábado, pelas 17 horas, uma exposição de fotografia de António Carrapato, intitulada "Mata-Velhos".
Primeiro foi a curiosidade, depois a estupefação e por fim a admiração. António Carrapato, fotógrafo, alentejano, de um metro e noventa de altura, moldado às velocidades das redações de fotografia dos diários nacionais, vê nos “Mata-velhos” (nome por que são conhecidos no Alentejo os veículos de dois lugares que não requerem dos condutores carta de condução) um enigma: “Pequeno e lento, quem quer?”.
A sua fixação por este meio de transporte transformou-se em “puro e doce” – expressão muito comum no discurso do fotógrafo – afeto. Hoje, mais do que a fisionomia e o desembaraço dos “Mata-Velhos”, António Carrapato deslumbra-se com as capotas, os apetrechos escolhidos para a decoração dos seus interiores e, especialmente, com a relação que os donos nutrem pelo carro.
Sobre esta “experiência”, como prefere designar esta exposição, o autor afirma que é “a primeira [do género] a valer”. Apresentada ao público em 2010, na galeria Ermida de N.ª S.ª da Conceição, em Lisboa, o fotógrafo diz ainda que esta representa uma travessia, em que ele passa da margem da fotografia jornalística para a margem da fotografia que considera “mais livre”, porque, explica, lhe permite “uma busca mais séria da ironia”, porque a ironia é o que ele diz perseguir na fotografia e é um elemento distintivo do seu trabalho. Nas suas fotografias a imagem resgatada é espontânea, humanística e humorística, anedótica, se for preciso, mas, não menos, próxima, atenta e crítica dos detalhes da realidade.
Nesta exposição António Carrapato partilha com o público 16 fotografias e um vídeo, intitulado “Eu e o meu Mata-velhos”, filmado no percurso Évora-Lisboa, até à porta da Ermida de N. ª S.ª da Conceição, em Belém. O vídeo prova como o fotógrafo cabe num “Mata-Velhos”, algo de que ele próprio duvidava, mas que apesar da economia em combustível, mostra como os utilizadores dos “Mata-velhos” encontram nas suas viagens duras provações. Nesta experiência o fotógrafo descobriu a sensação de autonomia conferida por este “carro-brinquedo”, o que explica porque se torna, apesar de tudo, tão cobiçado e tão estimado por aqueles que, ou pela idade, ou por outra qualquer condição, não conseguem obter a carta de condução.
Esta exposição pode ser visitada até ao dia 23 de junho, de segunda a sexta-feira, das 10:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00, e sábados só no período da tarde, encerrando ao domingo.

Évora Perdida no Tempo - Venda de peneiras na Feira de São João



Venda de peneiras na Feira de São João (Rossio de São Brás)

Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1960 -
Legenda Venda de peneiras na Feira de São João
Cota MCS2500 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME