segunda-feira, 2 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
Auditorias - Évora / Moura / Reguengos de Monsaraz / Borba / Estremoz
Empresa de Estudos de mercado procura candidatos para Auditorias para visitas a grandes superfícies, entre outros.
Envio de C. V. detalhado para o e-mail
andre.canico@imr.pt indicando no assunto: Auditor (Zona de Residência).
Procura-se candidato com o seguinte perfil:
Habilitações ao nível do 11º ano ou superior.
Facilidade de Comunicação
Capacidade para efectuar avaliação crítica enquanto consumidor
Carta de Condução e Viatura Própria
sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
O moinho do Montinho de Ferro
O moinho do Montinho de Ferro está situado a ENE de Évora, construído numa pequena elevação com cota de 291 mts acima do nível da água do mar e o seu acesso é feito por uma estrada de terra da antiga fábrica do Titan.
A sua construção é feita em alvenaria como a sua cobertura em forma abobada não sendo a original, apresenta bom estado de conservação.
Está bem conservado exteriormente.
Este moinho serve de ponto de referência pois tem acoplado na sua construção um Marco Geodésico.
Fonte: marcoseborenses.no.comunidades.net
Fonte: marcoseborenses.no.comunidades.net
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O incrível republicano Florival Sanches de Miranda
Florival era o filho mais novo do casamento celebrado a 25 de Janeiro de 1864, em Beja, entre o militar de carreira Eduardo Augusto de Sanches de Sousa Miranda e Mariana Lúcia Guerreiro Montes, naturais daquela cidade alentejana. Coube a Aníbal Augusto, primeiro rebento do casal, seguir as pisadas do pai, começando por frequentar a Escola Militar. Com a patente de tenente de Cavalaria viria a ilustrar-se nas campanhas de África, em 1885, quando ajudou Mouzinho de Albuquerque a aprisionar o célebre régulo moçambicano Gungunhana na região de Chaimite.
Entre 1912 e 1914 foi Governador de Macau e no regresso comandou em Évora o Regimento de Cavalaria 5. Ao invés de seu irmão, a Florival sempre interessaram mais os negócios e a política que o ofício das armas. A sua presença em Évora só é detectada no derradeiro lustro da centúria de oitocentos, como solicitador encartado, profissão em que se requeria como habilitações a instrução pública obtida em estabelecimento público e a aprovação em exames perante o Juiz da Comarca, os quais recaíam sobre os conhecimentos da teoria do processo e da prática forense, com respeito às diferentes espécies de prazos e dilações.
Republicano assumido, depressa ganhou fama de grande habilidade nas questões de que tratava. Perspicaz e com sentido de futuro, meteu-se no ramo dos transportes urbanos, que passou a dominar. Em 1911 associou-se ao comerciante Brás Simões e ambos criaram a primeira empresa deste ramo, a “Aluguer de Automóveis a Sul do Tejo”. No ano seguinte tomou de trespasse a “Empresa de Transporte de Trens d’Aluguer”, tendo cedido a sua exploração a outros mediante o pagamento de uma renda bem alta. É em 1915 que se estreia em lugar de proa na política, sendo eleito Presidente da Direcção do Centro Republicano Democrático. Daí para diante será Administrador do concelho, Comissário da Polícia e vereador até à eclosão do golpe de direita (5 de Dezembro de 1917) que levará ao poder o major Sidónio Pais.
Entre 1912 e 1914 foi Governador de Macau e no regresso comandou em Évora o Regimento de Cavalaria 5. Ao invés de seu irmão, a Florival sempre interessaram mais os negócios e a política que o ofício das armas. A sua presença em Évora só é detectada no derradeiro lustro da centúria de oitocentos, como solicitador encartado, profissão em que se requeria como habilitações a instrução pública obtida em estabelecimento público e a aprovação em exames perante o Juiz da Comarca, os quais recaíam sobre os conhecimentos da teoria do processo e da prática forense, com respeito às diferentes espécies de prazos e dilações.
Republicano assumido, depressa ganhou fama de grande habilidade nas questões de que tratava. Perspicaz e com sentido de futuro, meteu-se no ramo dos transportes urbanos, que passou a dominar. Em 1911 associou-se ao comerciante Brás Simões e ambos criaram a primeira empresa deste ramo, a “Aluguer de Automóveis a Sul do Tejo”. No ano seguinte tomou de trespasse a “Empresa de Transporte de Trens d’Aluguer”, tendo cedido a sua exploração a outros mediante o pagamento de uma renda bem alta. É em 1915 que se estreia em lugar de proa na política, sendo eleito Presidente da Direcção do Centro Republicano Democrático. Daí para diante será Administrador do concelho, Comissário da Polícia e vereador até à eclosão do golpe de direita (5 de Dezembro de 1917) que levará ao poder o major Sidónio Pais.
A participação na I Guerra Mundial e a incapacidade de entendimento dos principais partidos de matriz republicana tinham lançado o descrédito sobre as novas instituições democráticas. Assumido o poder, Sidónio Pais enceta uma política ancorada no poder pessoal, repressão e perseguição pessoal, alterações na ordem administrativa e outras medidas avulsas, em suma, emitindo sinais inequívocos de preparar o regresso da monarquia. Acaba por cair igualmente no desagrado popular. Para 12 e 13 de Outubro de 1918 são marcados pronunciamentos militares em Lisboa, Porto, Lamego, Penafiel, Vila Real, Coimbra e Évora, para apear Sidónio Pais do poder.
Mas apenas nos dois últimos locais o movimento foi desencadeado. E mesmo assim o de Coimbra durou escassas horas. O de Évora levou três dias a ser sufocado. De Lisboa foi enviado um forte contigente militar, que fez com que o comité revolucionário e os civis que o apoiavam não oferecessem resistência, tendo mesmo alguns fugido. Implicado nos acontecimentos, Florival Sanches Miranda foi preso e enviado, em companhia de mais de uma centena de militares e civis, para o Forte da Graça, em Elvas, onde ficaram a aguardar julgamento.
Mas apenas nos dois últimos locais o movimento foi desencadeado. E mesmo assim o de Coimbra durou escassas horas. O de Évora levou três dias a ser sufocado. De Lisboa foi enviado um forte contigente militar, que fez com que o comité revolucionário e os civis que o apoiavam não oferecessem resistência, tendo mesmo alguns fugido. Implicado nos acontecimentos, Florival Sanches Miranda foi preso e enviado, em companhia de mais de uma centena de militares e civis, para o Forte da Graça, em Elvas, onde ficaram a aguardar julgamento.
Dois meses após, mais exactamente na noite de 14 de Dezembro de 1918, Sidónio era baleado mortalmente na estação do Rossio, tendo-se caído numa situação de impasse quanto à detenção do poder, uma vez que no Norte os fiéis à Monarquia se haviam reorganizado como força de resistência. Recolocado o Partido Republicano no poder, Florival Sanches de Miranda é nomeado Governador Civil de Évora, cargo que exerceu entre 8 de Julho de 1919 e 30 de Maio de 1921. Em 1920 pagado seu próprio bolso, e em nome de Grupo Pró-Évora, a quantia de 50 contos pela aquisição do Palácio do Amaral (hoje Governo Civil), para aí se poder instalar o Museu Regional de Évora. Anos mais tarde ambas as instituições permutaram de lugares, num processo que não cabe aqui desenvolver.
A partir de 1923 Florival Sanches de Miranda começa a afastar-se paulatinamente da política e cessa mesmo qualquer actividade nesse campo a partir do golpe militar do 28 de Maio. Em 1928 negocia com a rica terratenente D. Maria Antónia Vieira de Barahona a compra de terrenos junto ao Asilo, pelos quais desembolsa faseadamente 45 contos (5 contos de sinal e o restante de uma só assentada), e que oferece ao Juventude Sport Clube, colectividade desportiva de sua afeição, para que este instale ali o seu parque de jogos.
Tinha entretanto acumulado uma razoável fortuna que, além de outras coisas lhe permitiu ser o segundo maior accionista (sócio-gerente) da Tipografia Minerva Comercial, Lda., onde investiu seis contos de réis, só superados pelos onze contos do Banco do Alentejo; pertencer ao grupo dos maiores accionistas da Companhia de Seguros “A Pátria”; e ser sócio-gerente do Salão Central Eborense. Vítima de grave doença, veio a falecer em Évora a 29 de Setembro de 1935.
Texto: José Frota
Tinha entretanto acumulado uma razoável fortuna que, além de outras coisas lhe permitiu ser o segundo maior accionista (sócio-gerente) da Tipografia Minerva Comercial, Lda., onde investiu seis contos de réis, só superados pelos onze contos do Banco do Alentejo; pertencer ao grupo dos maiores accionistas da Companhia de Seguros “A Pátria”; e ser sócio-gerente do Salão Central Eborense. Vítima de grave doença, veio a falecer em Évora a 29 de Setembro de 1935.
Texto: José Frota
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Igreja da Graça
A Igreja da Graça ou Convento de Nossa Senhora da Graça (popularmente chamado Convento da Graça ou Meninos da Graça), é um importante monumento religiosa renascentista da cidade de Évora, situando-se no Largo da Graça, na freguesia da Sé e São Pedro. Este mosteiro, dos frades eremitas calçados de Santo Agostinho, foi fundado em 1511, tendo sido projectado pelo arquitecto da Casa Real Miguel de Arruda.
O edifício é um belo exemplar do mais puro estilo renascentista, tendo nos acrotérios da fachada as famosas figuras atlantes a quem o povo de Évora chama desde há séculos, os "Meninos da Graça". Sofrendo o golpe da extinção das ordens religiosas, no ano de 1834, o Convento da Graça foi nacionalizado e transformado em Quartel. Entrou então em grande ruína, perdendo-se grande parte dos seus valores sumptuários, o que constituiu uma enorme perda para o acervo artístico de Évora. Muitos dos altares, imagens e sinos da igreja foram transferidos para a Igreja do Convento de São Francisco, então já paroquial de São Pedro (em cuja freguesia se situava o arruinado Convento da Graça).
Está classificado pelo IGESPAR como Monumento Nacional desde 1910 e Património Mundial da UNESCO desde 2001.
A bela capela da Irmandade do Senhor Jesus dos Passos da cidade de Évora, em mármores coloridos e embutidos, que situava no claustro, foi, em boa hora, transferida para a Igreja do Espírito Santo. O estado calamitoso de ruina atingiu o ponto máximo em 1884, com o desabamento da abóbada da igreja, perdendo-se os seus magníficos painés de azulejo (que representavam cenas da vida de Santo Agostinho). O edifício veio a ser restaurado só na segunda metade do século XX, conservando (o exterior e algumas dependências conventuais, como o claustro e o refeitório) as linhas da arte renascentista que o tornam num dos mais belos monumentos eborenses.
Presentemente serve de Messe de Oficiais da guarnição de Évora, sendo a Igreja a Capelania da Região Militar Sul.
Évora Perdida no Tempo - Aspecto nocturno da Feira de São João
Aspecto nocturno da Feira de São João, no Rossio de São Brás
Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1960 - 1969
Legenda Aspecto nocturno da Feira de São João
Cota MCS4592 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
terça-feira, 26 de junho de 2012
Moinho da Tapada do Ramalhinho
O moinho da Tapada do Ramalhinho está situado a Este de Évora, construído numa elevação com a cota de 255 e o seu acesso é feito pela estrada municipal que liga o Bairro de Sto António à Cidade.
A sua construção e feita de alvenaria como a sua cobertura em forma de abobada, não sendo a original, apresentando já alguma deterioração. Tem anexado a casa do moleiro, onde esta está em ruínas, só as suas paredes permanecem em pé.
Fonte: marcoseborenses.no.comunidades.net
Fonte: marcoseborenses.no.comunidades.net
Évora Perdida no Tempo - Carrocel durante a Feira de São João
Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1968 -
Legenda Carrocel durante a Feira de São João
Cota MCS4355 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Évora Perdida no Tempo - Vista parcial das Piscinas Municipais de Évora
Vista parcial das Piscinas Municipais de Évora, inauguradas a 5 de Setembro de 1964.
Autor Marcolino Silva
Data Fotografia 1964 dep. -
Legenda Vista parcial das Piscinas Municipais de Évora
Cota MCS 4093 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
domingo, 24 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Comercial D2D – Telecomunicações (m/f) Évora – 14h às 22h, com folgas ao fim-de-semana
A Vertente Humana encontra-se a recrutar para seu cliente multinacional na área das telecomunicações:
Comercial D2D – Telecomunicações (m/f)
Neste Serviço, os Comerciais têm como objectivo fazer a divulgação e a venda de produtos e serviços na área das Telecomunicações, a potenciais clientes residenciais.
Local de trabalho: Évora
Horário: 14h às 22h, com folgas ao Fim-de-Semana
- Idade Superior a 20 anos;
- Discurso Claro e Correcto (sem vícios linguísticos, sem problemas de dicção);
- Escolaridade Mínima: 9º ano;
- Excelente apresentação;
- Gosto pela Área Comercial;
- Experiência na Área Comercial;
- Gosto pelo trabalho em Equipa;
- Gosto pelo trabalho por objectivos;
- Elevada capacidade de persuasão e motivação.
Condições apelativas e acima da média:
- Vencimento Fixo + Comissões;
- Contrato de trabalho;
- Deslocações pagas pela Empresa;
- Folgas ao fim-de-semana.
Venha trabalhar numa equipa dinâmica, jovem e em crescimento. Venha trabalhar numa empresa sólida e de renome em Portugal!
Envie o seu CV, acompanhado por foto, para
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