segunda-feira, 25 de março de 2013

Cinema - "Jesus Christ Superstar" na Igreja de São Vicente



Jesus Christ Superstar, de Norman Jewison (1973)
Data: 26 de março
Local: Igreja de São Vicente
Horário: 21:30
 
O musical que deu origem à indústria ‘superstar’ procura humanizar a figura de Jesus, aproximando-o do comum dos mortais. E o filme trouxe ao êxito da Broadway um ainda mais alargado sucesso!

Organização: Colecção B, Associação Cultural
Apoios: Governo de Portugal | Secretário de Estado da Cultura | Direção-Geral das Artes | Câmara Municipal de Évora | Recicloteca | O Registo
Contacto: 266 704 236 | | 919 306 951 | colb@escritanapaisagem.net
Web page: http://www.escritanapaisagem.net
Inf. Extra: Preço -2€

A doçaria conventual eborense



A famosa doçaria conventual alentejana tem em Évora um dos seus pontos altos, o que não é para admirar se dissermos que, coincidindo com o auge da produção da cana do açúcar na colónia do Brasil, existiam no século XVIII na cidade 22 conventos pertencentes a outras tantas ordens religiosas. Principalmente no Sul, estas tinham sido decisivas na lutas contra o invasor muçulmano, tendo os primeiros monarcas portugueses incentivado a criação de mosteiros, que funcionaram muitasvezes como pousada dos próprios e dos seu séquitos, ou das famílias mais nobres, quando em trânsito pelos territórios do Reino. Em recompensa da participação e apoio nos combates contra os infiéis concederamlhes os reis avultados domínios e formas de senhorio, que os tornaram poderosos e riquíssimos. 

Pela hospitalidade concedida e consoante o tempo de duração da estadia, doavam-lhes os senhores pingues esmolas, que contribuíam também para que ali nada faltasse em tempo algum. Este facto, aliado mais tarde à presença da Corte em Évora, no decurso do chamado período de ouro dos Descobrimentos, fez com que as congregações monásticas radicadas na cidade tivessem então triplicado. Os Conventos eram, pois, postos seguros de abrigo, respeitados, de excelente acomodação e bálsamo para o espírito, o paladar e o estômago. Paradoxalmente, os doces tinham sido trazidos para a Ibéria pelos árabes. Eles eram os principais cultivadores de açúcar e tinham-no transportado como elemento medicinal, benéfico para os incómodos do aparelho digestivo e respiratório. Era então equiparado às especiarias, igualmente de elevado preço e muito apreciado pela sua doçura. 

O seu consumo excessivo levou no entanto os médicos a declararem-no, em princípios do século XVII, como causador de graves alterações no sangue, apodrecimento dos dentes, origem indiscutível do escorbuto e não aconselhável a pessoas biliosas. Durante cerca de uma centúria desenvolveu-se acesa polémica entre os seus defensores e detractores, chegando-se à conclusão de que o seu uso redundava em benefício quando feito com moderação, repudiando-se porém os excessos. Entretanto os Portugueses chegaram ao Brasil e deram início, em força, à exploração da cana do açúcar. Com o desenvolvimento da produção, cujas técnicas de refinação iam conhecendo simultaneamente progressos substanciais, o açúcar começou a chegar a Portugal em grandes quantidades e a preço muito acessível. 

 A sua abundância reflectiu-se na produção doceira regional de que era elemento tradicional, juntamente com os ovos, a farinha, as amêndoas e o azeite. Os doces, normalmente confeccionados pelas senhoras, tornaram-se então presença assídua nos grandes banquetes senhoriais, como complemento das lautas refeições onde a carne predominava. Estas opíparas refeições eram bastas vezes confeccionadas no conventos femininos, que estavam pejados de freiras oriundas de famílias ricas que para ali eram remetidas por serem filhas bastardas ou por não conseguirem consorciar-se até determinada idade. Havia igualmente as que ali se refugiavam em função de romances desfeitos ou contrariados ou, mais raras, as que o faziam por devoção. De qualquer forma essa entrada era sempre acompanhada de magníficas doações. Na vida de clausura e de devoção exigia-se-lhes um comportamento exemplar (nem sempre cumprido), mas a frugalidade não constava da lista de obrigações. 

Para o interior dos mosteiros transportavam o tipo de alimentação que faziam como leigas, a ponto das receitas palacianas e senhoriais se terem incorporado nos hábitos da vida monacal. Ali sobejava-lhes o tempo para recriar, experimentar e inovar as múltiplas possibilidades que a abundância de açúcar veio proporcionar, criando novos doces. Para além dos grandes senhores, as freiras forneciam doçaria também a outras pessoas, desde que o seu estatuto ou o peso da sua bolsa lhes parecessem recomendáveis. Em separata das Actas do Congresso de História no IV Centenário do Seminário de Évora, que aborda o tema das Ordens Religiosas na Arquidiocese, o cónego António Fernando Marques identifica os 9 conventos femininos que no século XVIII existiam na cidade: S.Bento de Castris (um dos mais antigos do Reino, fundado em 1274 pela Ordem de Cister); Santa Mónica (ramo feminino da Ordem dos Agostinhos, 1380); Nª. Snrª. do Paraíso (Dominicanas, 1450); Santa Clara (Franciscanas, 1452); Santa Catarina de Sena (Dominicanas, 1547); Santa Helena do Monte Calvário (Franciscanas, 1565); Salvador (Franciscanas, 1602 e de todos o mais rico); S. João da Penitência (Maltesas?) e Convento Novo (Carmelitas Descalças, 1681). No seu livro intitulado “Doçaria Conventual do Alentejo”, Alfredo Saramago (1938-2008), o consagrado antropólogo e investigador das tradições gastronómicas portuguesas assinala, entre outras, as principais guloseimas que os tornaram procurados. 

O Convento do Paraíso seria então especialista no Bolo Real, no Toucinho do Céu, Lampreia de Ovos, no Pão de Ló e no Bolo Preto, enquanto o do Calvário ganhava encómios com o Pão de Rala com Azeitonas, o Bolo de Mel e o Porco de Chocolate com recheio. Em Santa Clara tinham fama o Doce de Escorcioneira (hoje desaparecido mas que há 50 anos ainda era uma especialidade de Évora), a Sopa Dourada, as Barriguinhas de Freira e os Queijinhos do Céu. Os Conventos de S. Bento e de Santa Mónica disputavam primazia no fabrico dos Manjares Branco e Real e da Encharcada, sendo que o segundo era ainda conhecido pela excelência do seu Morgado. Mas também o Convento do Salvador se fazia notar com a apresentação das Orelhas de Abade, dos Rebuçados de Ovos e dos Mimos de Freira. Em todos os outros existiam, da mesma forma, excelentes receitas. 

 Com o advento do liberalismo as Ordens Religiosas foram extintas. Em relação aos conventos femininos aguardou- se pela morte das últimas religiosas para o encerramento das portas. Depois, ou foram afectos a outros fins ou foram demolidos, como os do Paraíso, S. João da Penitência ou do Salvador, de que resta a Torre do Salvador. Com o regresso posterior das Ordens a maioria veio a servir para prestação de assistência social a jovens desamparadas. Para prazer de todos, as belas receitas da doçaria não se extraviaram e ainda hoje fazem as venturas de qualquer palato. Na cidade não há restaurante que não possua doces conventuais eborenses na sua carta de sobremesas. A Rota dos Sabores Tradicionais, excelente iniciativa municipal centrada na promoção dos sabores da mesa alentejana, consagra-lhes o mês de Maio. Mas o melhor local para os saborear e adquirir é sem dúvida, a Pastelaria Conventual Pão de Rala, na Rua do Cicioso, onde Maria Ercília Zambujo é mestra na confecção do doce que dá o nome ao estabelecimento, bem como do Toucinho de Noz, das Encharcadas, das Barrigas de Freira e dos Morgados.

Texto: José Frota
Fotografias: Carlos Neves

domingo, 24 de março de 2013

"Concerto da Primavera" na Igreja de S. João Evangelista (Lóios)



Concerto da Primavera
Data: 26 de março
Local: Igreja de S. João Evangelista (Lóios)
Horário: 19:00
   
Atuação do Coral Évora e dos seus convidados: o Grupo de Cantares de Évora e o Coral LEVANTATE, de Ulm, na Alemanha.

Organização: Coral Évora
Apoios: Palácio Cadaval | Câmara Municipal de Évora | Diário do Sul
Inf. Extra: Entrada livre

Recruta-se Nutricionista/Dietista para Zona de Évora


A Nutriconcept SA, empresa do Grupo Biocol, recruta Nutricionista/Dietista para realização de Consultas de Nutrição segundo os Protocolos da Nutriconcept bem como contribuir para a sua angariação. 

Requisitos 
- Licenciatura em Ciências da Nutrição ou Dietética e Nutrição; 
- Inscrição na Ordem dos Nutricionista; 
- Carta de Condução e viatura própria 

Envio de candidaturas para o email


com o título "Recrutamento Nutriconcept Zona Évora" 

sexta-feira, 22 de março de 2013

"A Festa de Rosinha Boca Mole" no Teatro Municipal Garcia de Resende



"A Festa de Rosinha Boca Mole" - Mostra de Teatro Mamulengo - Marionetas Brasileiras

Data: 23 de março
Local: Teatro Municipal Garcia de Resende (Praça Joaquim António d'Aguiar)
Horário: 21:30
 

Pela companhia Mamulengo da Folia, criada por Danilo Cavalcante, no Sítio de Taruassu, em Canhotinho/Pernambuco. Danilo Cavalcante tem-se destacado tanto no Sudeste como em Pernambuco, adaptando a “brincadeira tradicional” a partir de outros elementos e recebeu o prémio Culturas Populares Mestre Duda – 100 anos de frevo, em 2007. Em "A Festa de Rosinha Boca Mole" o Coronel Libório celebra o casamento da sua filha Rosinha, boca mole, com o vaqueiro Benedito. Para celebrar o acontecimento é realizada uma grande festa. O conflito estabelece-se: O Coisa Ruim, o Fut, como é chamado o diabo, invade a festa impedindo o casamento e obrigando a Rosinha a casar com ele.

Organização: CENDREV (estrutura financiada por: Governo de Portugal/Secretário de Estado da Cultura | Direção-Geral das Artes | Câmara Municipal de Évora
Apoios: INAlentejo 2007/2013 | QREN-Quadro de Referência Estratégico Nacional | União Europeia-Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Contacto: 266 703 112 | geral@cendrev.com
Inf. Extra: Preço: 4 € (funciona o Passaporteatro Jovem: 3 € e o Passaporteatro Sénior). Este programa de espectáculos decorre no âmbito do Projeto Bonecos de Santo Aleixo – Um Património a Preservar.

domingo, 17 de março de 2013

Precisa-se Professor Matemática para Évora


O Centro de Estudos A EXPLICOLANDIA está a recrutar colaboradores para o seu serviço de Apoio Pedagógico para  o ano lectivo 2012/2013. 

Area de Ensino: 
- Matemática (Ensino Básico) 

Local de Trabalho: 
- Évora (Centro de Estudos) 

Perfil do candidato: 
- Professores ou licenciados na área 
- Forte sentido de responsabilidade 
- Capacidade de comunicação e motivação dos alunos 
- Conhecimento dos actuais programas escolares 
- Regime de prestação de serviços 

Oferecemos: 
- Colaboração num projecto educativo ambicioso e em expansão contínua 
- Remuneração de acordo com a experiência e objectivos alcançados 
- Excelente ambiente de trabalho 
Os candidatos deverão enviar o Currículo Vitae (com foto) e Carta de Apresentação para o email


Indicando: 
- Disponibilidade de horário 
- Preço/hora 

Oferecemos: 
- Colaboração num projecto educativo ambicioso e em expansão 
- Remuneração de acordo com a experiência e grau de profissionalismo 
Para mais informações poderá consultar o site em www.explicolandia.com  

sábado, 16 de março de 2013

Termas Romanas


As termas romanas que terão sido edificadas entre os séc. II e III, foram descobertas em 1987, quando se estavam a fazer obras no edifício da Câmara Municipal de Évora (Largo do Sertório). A sua área tem cerca de 300m2 e é composta pelo Laconicum, uma sala circular para os banhos quentes e de vapor, pelo Praefurnium que, com sua a fornalha, serviria de sistema central de aquecimento das outras salas, e a Natatioque é uma piscina rectangular ao ar livre, mas que não está visitável. 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Os casamentos de S. Pedro




Saberão acaso os eborenses que na cidade já se realizaram “Casamentos de São Pedro”, à imagem e semelhança dos que têm lugar em Lisboa pelo Santo António e dos que também já se fizeram no Porto pelo S. João? Pois é verdade, aconteceram por uma só vez, mas aconteceram no já longínquo ano de 1972, integrados, como não podia deixar de ser, na tradicional Feira da urbe alentejana. Não tiveram seguimento porque o ambiente político se toldou bastante no ano imediato e depois ocorreu a Revolução de Abril, tempo a partir do qual tudo o que eram manifestações de cultura ou festas populares, desde que não enquadráveis no novo paradigma, passaram a ser tomadas como sinónimo de reaccionarismo.

A iniciativa partiu de três senhoras (Maria Emília Rebocho, Laurinda Fernandes e Custódia Mata), que faziam parte da Comissão de Festas e pretendiam acrecentar alguma coisa de inédito na programação da Feira de S. João desse ano, para além do já prestigiado Cortejo Internacional de Trajo, que a 2 de Julho encerrava o certame e trazia à cidade milhares e milhares de visitantes. Tendo obtido luz verde da Câmara para o início das respectivas diligências, as referidas senhoras entraram em contacto com a administração do “Diário Popular”,o diário vespertino de maior tiragem no país e organizador dos casamentos de S. António, em Lisboa, e de S. João, no Porto, solicitando igual apoio e patrocínio para os matrimónios que desejavam levar a cabo em Évora.

A abordagem efectuada ao jornal lisboeta foi coroada de êxito. Como o tempo urgia, pediu-se total empenhamento e dedicação à Comissão de Festas. Rapidamente se anunciou a abertura da inscrição «a todos os interessados, que não dispondo de grandes recursos financeiros, tinham já planos matrimoniais para o futuro próximo». Acudiram à participação dez pares casadoiros, sendo que um deles posteriormente se viu obrigado a desistir por motivos pessoais. Na sua maioria, as moças eram domésticas e os mancebos tinham profissões operárias.

A raridade da situação agitou Évora, nomeadamente o sector feminino, e o então ainda pujante comércio local, que se desmultiplicou em ofertas para os nubentes. Os sapatos para as noivas saíram das sapatarias Guerreiros, ao passo que os dos homens foram uma dádiva do representante em Évora da marca Campeão Português. As camisas masculinas foram uma prenda das Confecções Melka. E houve ainda prendas de vários outros comerciantes, principalmente de electrodomésticos, que muito ajudaram casais em princípio de vida. Muitas destas e outras valiosas prendas estiveram em exposição, durante dias, numa loja da cidade.

Antes do início da cerimónia, as noivas, depois de se vestirem na Casa da Sagrada Família, situada no Largo Dr. Alves Branco (hoje Residência Episcopal). deixaram- se fotografar no terraço do edifício. Dali saíram em cortejo automóvel - todos de marca Ford e cedidos para a ocasião pela firma Aniceto & Espanhol – para o largo Conde Vila Flor, onde, tendo o Templo Romano por fundo, voltaram a posar para a posteridade. Foi então altura do cortejo rumar à Igreja de S. Francisco, com um carro da PSP a abrir caminho, dada a aglomeração de pessoas espalhadas pelas diversas artérias da cidade. Junto da Igreja, a multidão de curiosos apinhava-se numa densa mole humana. No interior do templo, pomposamente engalanado, não cabia um alfinete. Noivos, padrinhos, alguns familiares, convidados e as principais individualidades do distrito (Governador Civil, Presidente e Vice-Presidente do Município, representante do Comandante da Região Militar, Presidente da Junta Distrital e outros), acompanhados das respectivas esposas, assim como um administrador do “Diário Popular”, igualmente acompanhado da sua consorte, enchiam literalmente o velho espaço seiscentista.



À cerimónia litúrgica presidiu o Arcebispo de Évora, D. David de Sousa, coadjuvado pelo chantre Jerónimo Alcântara Guerreiro e pelo arcediago João Luís Guerreiro. Os cânticos solenes foram acompanhados por um conjunto instrumental de género “pop” da mesma instituição – caso sem precedentes nas cerimónias religiosas da cidade. Terminada a cerimónia, só a muito custo noivos e convidados conseguiram romper a mole humana que circundava a Igreja e dirigir-se para os automóveis que os conduziriam às piscinas municipais, onde a Câmara iria oferecer o copo d’água. O desfile nupcial passou pela Praça do Giraldo, Rua Cândido dos Reis, estrada de Arraiolos, estrada de S.Bento de Castris e parque Arantes de Oliveira – tudo em linha recta porque os tempo eram outros e o trânsito automóvel relativamente diminuto – entrando no belo salão decorado com hortenses azuis, rosas e cor de salmão. No decurso do ágape, o vice-presidente do município, José Luís Cabral, veio a acentuar: «Graças à iniciativa, entusiasmo e ao esforço desenvolvidos por uma comissão de senhoras da nossa cidade, as nossas festas chegaram a um nível nunca antes atingido.

Os Casamentos de S. Pedro são afinal a festa que faltava em Évora. E bem se viu como o povo, toda a cidade, a eles aderiu. Bem se viu como os industriais, comerciantes e  autoridades para eles contribuíram». Também Lopes da Rocha, o administrador do “Diário Popular”, usou da palavra para se congratular com «a decisão de patrocinar o acontecimento pois os Casamentos de S.Pedro atingiram de facto um brilho invulgar, perfeitamente na linha dos que o jornal organiza em Lisboa e no Porto», acabando por oferecer a cada casal uma prenda pecuniária.

Ao “Diário Popular” coube, como é natural, a reportagem em exclusivo do evento. Para o efeito fez deslocar a Évora Ângelo Granja, o seu mais talentoso repórter (homem ligado ao Partido Comunista e que chegaria mais tarde à chefia da redacção) e dois repórteres fotográficos. Durante os dois dias (véspera e dia dos casamentos) em que permaneceram em Évora, cada um, à vez, deslocou-se a Lisboa de táxi aéreo, para fazer a entrega das películas, enquanto na cidade o Banco do Alentejo pôs o seu telex à disposição para envio dos textos.

Há 37 anos os casamentos de S. Pedro constituíram um acontecimento diferente  no dia do padroeiro da cidade. Um dos noivos declarou à reportagem do “Popular”: «Tudo isto é maravilhoso e oxalá se repita para beneficiar outros jovens entre nós». Os rumos da História e a vontade dos homens não o vieram a permitir.

Texto e Fotos: José Frota