sexta-feira, 26 de julho de 2013

Concerto “Entre Cante e Piano”


Concerto “Entre Cante e Piano”

Data: 27 de julho
Local: Convento dos Remédios (Av. de S. Sebastião)
Horário: 18:30
 
Concerto integrado no XIV Ciclo de Concertos "Música nos Claustros", com Amílcar Vasques-Dias e os cantadores Joaquim Soares e Pedro Calado.

Organização: Associação Eborae Mvsica
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Antena 2 | Diário do Sul | Rádio Diana
Contacto: 266 746 750 | eboraemusica@mail.evora.net

“Au-Delà du Tage” - Fotografia de Pierre Gonnord


“Au-Delà du Tage”, fotografia de Pierre Gonnord

Data: até 31 de outubro
Local: Igreja do Salvador (Praça de Sertório)
Horário: terça a sexta-feira | 9:30-12:30 | 14:00-17:00 | Sábado 10:30-13:00 | 15:00-17:00 | Inauguração 23 julho 19:00
   
Pierre Gonnord é um fotógrafo francês, viajante retratista, com influência do retrato clássico pictórico que lembra os mestres da pintura como Ribera ou Velázquez. O retrato para si é uma reflexão e contemplação da vida e beleza do seu retratado, enquanto indivíduo com a sua história e origens. O artista vive e trabalha em Madrid, onde se faz representar pela conceituada Galeria Juana de Aizpuru. Sendo Madrid a sua cidade de eleição para expor o seu trabalho, em 2007 foi distinguido com o Prémio de Fotografia da cidade de Madrid.

Organização: Trienal no Alentejo
Apoios: Direção Regional da Cultura do Alentejo | Universidade de Evora - Departamento de Artes
Contacto: 916 610 | info@trienal-alentejo.com
Inf. Extra: Entrada Livre

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Festas de Verão - Canaviais


Data: 26, 27 e 28 de julho
Local: Canaviais
Horário: 26 julho 18:30-00:00 | 27 julho 15:00-00:00 | 28 julho 11:00-00:00
   
O programa das Festas de Verão em Canaviais conta com inúmeras atividades, como exposições, campeonato de sueca, garraiada e jogos tradicionais, mas também muita música, com as atuações da Banda Rodapé, Grupo Notas Livres, Grupo de Cante Alentejano Canaviais do Alentejo, Banda Sem Limite, João Machorrinho, Carlos Maurício e Grupo Coral e Instrumental "Vozes de Canaviais".

Organização: Casa do Povo de Canaviais | Comissão de Festas
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Junta de Freguesia de Canaviais | Hotel Convento do Espinheiro | Diário do Sul | Rádio Telefonia
Contacto: 266 761 857
Inf. Extra: Entrada Livre.

Postais Antigos: Catedral

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Cinema; Uma Viagem com pelo Cinema Americano


"Nove 5.ªs de Cinema no Museu"

Data: 25 de julho
Local: Museu de Évora (Largo do Conde de Vila Flor)
Horário: 22:00
 
“Viagem pelo Cinema Americano I”, com realização: Martin Scorsese e Michael Henry Wilson. (GB/EUA | 112 min.) Convidado em 1994 pelo British Film Institute a juntar-se às celebrações do centenário do Cinema, Martin Scorsese realizou este documentário, em que regressa à sua juventude para nos falar de alguns dos filmes que mais o marcaram ao longo da sua vida de cineasta. De Ernst Lubitsch a Alfred Hitchcock, passando por John Ford, Fritz Lang, Nicholas Ray e John Cassavettes, muitos são os grandes nomes da História do Cinema americano aqui citados. Uma História que não é apenas descritiva, mas apresentada através da experiência e visão pessoal de Scorsese, que se fez ainda acompanhar pelos depoimentos de Gregory Peck, Billy Wilder, Francis Ford Coppola ou George Lucas. E a participação de Kathryn Bigelow, Brian De Palma, André De Toth, Clint Eastwood, Billy Wilder, Arthur Penn, Samuel Fuller em imagens de arquivo Frank Capra, John Cassavetes, John Ford, Howard Hawks, Elia Kazan, Fritz Lang, Nicholas Ray Douglas Sirk, King Vidor, Orson Welles…

Organização: Cineclube da Universidade de Évora | Pátio do Cinema - SOIR Joaquim António d’Aguiar | Direcção Regional de Cultura do Alentejo
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Universidade de Évora | INATEL | ICA-Instituto do Cinema e do Audiovisual | Secretaria de Estado da Cultura | Federação Portuguesa de Cineclubes | Associação Académica da Universidade de Évora | Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica
Contacto: cineclube@uevora.pt

“Giraffes” - Escultura de Claire de Jong


“Giraffes”, escultura de Claire de Jong

Data: até 18 de agosto
Local: Palácio do Barrocal (Rua Serpa Pinto)
Horário: segunda a sexta-feira 9:30-12:30 | 14:00-18:00 | Inauguração 23 julho 17:00
 
As esculturas são uma resposta pessoal ao Alentejo. A forma impressionante como a paisagem existente desperta o nascer de ideias numa beleza surreal. Um conto de fadas, como, uma paisagem alienígena transplantado e sujeito a muitas leituras introspetivas e emotivas, levando a outras memorias e sentimentos, como os vividos pela artista Claire de Jong em África. Claire de Jong nasceu na Cidade do Cabo, viveu e trabalhou em Londres e em Paris e atualmente reside e trabalha na Antuérpia. A artista é formada em Belas Artes (BA Fine Art) pela University of the Witwatersrand. Comissariado da exposição: D. André de Quiroga.

Organização: Trienal no Alentejo
Apoios: INATEL
Contacto: 213 916 610 | info@trienal-alentejo.com
Inf. Extra: Entrada Livre

terça-feira, 23 de julho de 2013

Cinema: Bestas do Sul Selvagem


"Bestas do Sul Selvagem", de Benh Zeitlin
Data: 24 de julho
Local: Praça de Sertório
Horário: 22:00
 
Numa comunidade esquecida e separada do mundo por um enorme dique, Hushpuppy, de seis anos, vive entregue a si mesma, num ambiente quase selvagem. Com a mãe desaparecida há muito e um pai ausente e descuidado, a pequena vê o mundo como uma frágil rede de seres que respiram, pulsam e de cujo perfeito funcionamento depende todo o Universo. Por isso, quando uma enorme tempestade faz subir as águas e submerge a aldeia e o pai descobre que tem uma doença terminal, Hushpuppy vê tudo à sua volta entrar em colapso. Desesperada por reparar a estrutura do seu mundo, salvar o pai e a sua aldeia inundada, a menina tem de aprender a sobreviver à própria custa e da solidariedade dos vizinhos. (2012 | EUA | 93 min. | M/12 | Drama. Com: Quvenzhané Wallis, Dwight Henry e Levy Easterly)

Organização: Cineclube da Universidade de Évora | Pátio do Cinema - SOIR Joaquim António d’Aguiar
Apoios: Câmara Municipal de Évora | Universidade de Évora | INATEL | ICA-Instituto do Cinema e do Audiovisual | Secretaria de Estado da Cultura | Federação Portuguesa de Cineclubes | Associação Académica da Universidade de Évora | Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica
Contacto: cineclube@uevora.pt
Inf. Extra: Entrada Livre

Postais Antigos: Claustro da Sé

segunda-feira, 22 de julho de 2013

"Semana dos Palhaços" de regresso a Évora


III Semana dos Palhaços

Data: 24 a 28 de julho
Local: Praça do Giraldo | Praça de Sertório | Jardins da Malagueira | Parque Infantil do Jardim Público | Casa do Alto de S. Bento
Horário: Praça do Giraldo, 25 e 26 julho, 18:30 | Praça de Sertório, 25, 26 e 27 julho, 22:00 | Jardins da Malagueira, 27 e 28 julho, 18:00 | Parque Infantil do Jardim Público, 28 julho, 11:00 | Casa do Alto de S. Bento; 24,25,26 e 27 julho, 24:00
   
A festa do riso, da magia e da cor regressa para refrescar o verão eborense. Espetáculos para todas as idades, todos os espaços e todos os gostos, com artistas de Portugal, Brasil, Colômbia, Venezuela e Espanha.

Organização: PIMTAI | Pim Teatro
Apoios: Junta Freguesia Malagueira | Câmara Municipal de Évora | Secretaria de Estado da Cultura | Cafetarias Vinil e Sto Humberto | Grupo Pró-Evora | Audex | Sociedade Harmonia Eborense
Contacto: 266 744 403 | pim@pimteatro.pt
Web page: http://www.pimteatro.pt
Inf. Extra: Entrada Livre

Serões Culturais à 5ª no Pátio Inatel


“Serões Culturais à 5ª no Pátio Inatel”

Data: 25 de julho
Local: Pátio do INATEL (Rua Serpa Pinto)
Horário: 21:30
 
Atuação da Banda da Sociedade Antiga Filarmónica Montemorense “Carlista”. Esta banda terá sido fundada quando no ano de 1830 um grupo de jovens montemorenses decidiu organizar um grupo musical. Esse grupo era dirigido por Carlos Simões, ficando conhecido por “ Grupo de Mestre Carlos “. Atualmente a Banda apresenta-se com uma formação de cerca de 40 elementos e é conduzida pelo Maestro João Afonso Cerqueira, Chefe da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana. Em Março de 2006 e 2008, participou nos Concursos de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense onde no segundo ano obteve um honroso 2º lugar.

Organização: Fundação Inatel - Agência de Évora
Contacto: 266 730 520 | ag.evora@inatel.pt
Inf. Extra: Entrada Livre

domingo, 21 de julho de 2013

Técnico de Pintura para Évora

FUNÇÃO: Reparar as superfícies a serem isoladas e pintadas;Executar isolamento e pinturas básicas, controlando os parâmetros de cura, validade do produto e tempo de aplicação;Remover o isolamento;Cumprir os procedimentos relativos aos programas FOE (Eliminação de Objetos Estranhos), Melhoria Contínua, IGMASSQ (Sistema Integrado de Gestão, Meio Ambiente, Saúde e Segurança no Trabalho), apontamento de horas no SAP, preenchimento de documentações e cumprir políticas, posturas e diretrizes da área, bem como executar as atividades relacionadas. 

PERFIL: 
* Experiência profissional mínimo 2 anos em função semelhante; 
* Conhecimentos da língua inglesa; 
* Facilidade de comunicação e flexibilidade são factores fundamentais; 
* 12º ano de escolaridade mínima (eliminatório). 


OPORTUNIDADES: 
* Oportunidade de desenvolvimento profissional; 
* Integração em empresa prestigiada, em crescimento e de grande futuro; 
* Remuneração compatível com a função; 
* Formação contínua. 

Se preenche os requisitos apresentados envie o seu currículo para:


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Cinema de Verão - Nove 5as de Cinema no Museu


JULHO
Praça do Sertório - 22h

Dia 24
As Bestas do Sul Selvagem

Dia 31
Bansky

Nove 5.ªs de Cinema no Museu - 22h
Dia 25
Viagem pelo Cinema Americano

Inácia Angélica Ramalho Barahona - a mãe dos pobres


Inácia Angélica Ramalho Barahona foi porventura a mulher mais rica da cidade e, simultaneamente, a mais generosa de quantos a habitaram. Nasceu a 27/7/1844, no seio de uma família abastada, e o fato de ter enviuvado de dois matrimónios, contraídos com dois poderosos proprietários eborenses, sem que de ambos houvesse descendentes, levou a que concentrasse nas suas mãos uma fortuna fabulosa, consubstanciada em inúmeros prédios rurais e urbanos e um vultuoso número de ações disseminadas por diversos bancos. Mas nunca deixou de ser uma pessoa atenta aos problemas dos mais carenciados, quer através do financiamento de diversas associações filantrópicas, quer através da construção do monumental Asilo Ramalho Barahona, para o qual contou com o apoio sucessivo dos seus cônjuges, mas que só veio a ser concluído em 1908, em tempos da sua dupla viuvez. 

Neta do negociante Sousa Matos e do lavrador José Joaquim Fernandes (três filhas do primeiro consorciaram-se com outros tantos filhos do segundo, dando origem à mui abastada e poderosíssima família dos Matos Fernandes), Inácia Angélica, menina prendada, casou-se ainda não havia feito 20 anos com José Maria Dinis Ramalho Perdigão, nascido e residente no Monte da Oliveirinha, na freguesia da Graça do Divor. Ramalho Perdigão era 14 anos mais velho, pessoa discreta, amante das artes e lavrador de elevado mérito, tendo revolucionado a agricultura local com a introdução de novas práticas e metodologias nas suas explorações. Inácia Angélica possuía carácter sensível e bondoso, era senhora de maneiras requintadas, aprendidas entre a elite da cidade, que frequentava, para mais sendo a família a mais influente na administração concelhia, e tinha espírito determinado, procurando levar a bom termo tudo aquilo a que metia ombros. Para residência o casal mandou construir, em espaço herdado, um grande palácio que impressionou a cidade e os forasteiros pela sua dimensão, grandiosidade e beleza arquitetónica. 

Mas, para lá do levantamento de tão aparatosa mansão e da ajuda prestada ao município na abertura do Passeio Público, o par não ficou sossegado no afã de contribuir para o desenvolvimento da cidade. O ano de 1881 será marcante para ambos. Por alvará régio de 6 de Agosto, Inácia Angélica vê aprovados os estatutos do Asilo da Infância Desvalida de Évora, especialmente dedicado a acolher órfãos abandonados e no qual a filantropa se empenhou pessoal e financeiramente. Por sua vez, o marido fazia vingar um projecto muito caro à elite citadina encabeçando uma lista de 280 notáveis, que constituíram o grupo de acionistas da Companhia Eborense, a qual adquiriu, em 8 de Agosto, «uma casa térrea situada à Praça de D. Pedro» para aí instalar o Teatro Garcia de Resende. 

A obra visava ainda contribuir para resolver a grave crise de desemprego que grassava por essa altura em toda a região. Ramalho Perdigão viria a falecer a 29 de Janeiro de 1884, sem ver o seu palácio nem o teatro concluídos. Em testamento viria a constituir um legado de 12 contos para construção de um Asilo de Mendicidade para alojar os trabalhadores rurais inválidos da sua casa agrícola, uma grande aspiração de sua mulher, a quem condoía o coração ver deixados ao abandono aqueles que os tinham servido. 

José Celestino Rosado Formosinho, homem de posses, consideração pública e tendência republicana, viria a escrever, em tirada de grande apreço e admiração: «E se, em vida de seu marido a Srª. D. Inácia fizera o bem que podia, continuou na sua viuvez com mão larga e munificiente a derramar à flux os dons da caridade». Não ficaria muito tempo sozinha tão beneficente mulher. Da sua distinção, do seu porte, da sua personalidade assaz cativante e sedutora e da sua grandeza de alma se veio a encantar Francisco Eduardo de Barahona Fragoso, nascido em Cuba e apenas um ano mais velho que ela, filho do 1º. Visconde da Esperança, bacharel em Direito e Par do Reino, senhor de vastos domínios fundiários, opulentos rendimentos e apaixonado pelas artes clássicas. Depois das núpcias celebradas em 16/5/1887 e com a anuência da esposa, Francisco Barahona incute nova dinâmica e requintes de exceção, reforçados pela adição de novas verbas, às obras do Palácio e do Teatro Garcia de Resende. 

O Teatro foi inaugurado em 1892 e ofertado de imediato pelo casal à Câmara Municipal. No grandioso e magnificente Palácio, a partir daí conhecido pelo apelido de Barahona, foram alojando frequentemente os monarcas do tempo quando das suas visitas a Évora: D. Luís e D. Maria Pia de Sabóia, D. Carlos e D. Amélia. O primeiro destes soberanos, a instâncias da mulher, patrona e benemérita de imensas obras de caridade e ação, chegou em 1899 a oferecer o título de Marquesa a Inácia, mas esta recusou perentoriamente. As suas virtudes e a sua permanente ação esmoler vieram a ser consagradas publicamente num magnífico opúsculo em sua homenagem editado pelo “Eborense” (semanário que se publicou nos dois primeiros anos do século passado) no dia do seu 57º. aniversário, ocorrido em 1901. 

Interpretando o sentimento do povo, que já então a conhecia por “Mãe dos Pobres” e por “Anjo da caridade”, produziram textos de invulgares encómios a Inácia Angélica o já citado José Celestino Formosinho; o ex-governador civil Conselheiro José Carlos Gouveia; José Fernando Pereira, antigo Presidente da Câmara de Estremoz, distinto professor do Liceu Nacional de Évora e seu futuro Reitor; Henrique Freire, notabilíssimo professor de instrução primária e excecional pedagogo; António Francisco Barata, investigador, escritor e historiador; e finalmente, entre outros, Luís da Costa (Janota & Cª.), o repórter social da época. O segundo marido morrerá em 25 de Janeiro de 1905, não ficando totalmente terminado o Asilo de Mendicidade, sonho maior de sua mulher. O magnífico edifício, e obra de extraordinário alcance social, é inaugurado em 17/6/1908. 

A viúva dá-lhe o nome de Ramalho Barahona que usava, juntando o nome dos seus cônjuges. Assiste à chegada da República, a qual não teme, pois sabe que embora sendo monárquica está no coração de todos eborenses. Deixa então o Palácio, que será vendido em 1915 à Companhia de Seguros “A Pátria”, então em fase de constituição. Passa a residir no nº. 13 da Rua de Cicioso (João Mendes de Cicioso, judeu riquíssimo que ali viveu na segunda metade do século XV e foi igualmente um grande benemérito da cidade), onde continuará a corresponder com o generoso óbolo a quem a ela recorre, sejam pessoas ou instituições de solidariedade. 

Finar-se-á a 5 de Janeiro de 1918, e da sua colossal fortuna deixará em testamento, publicado no “Notícias d’Évora”, dois contos de réis (2.000$00) a dividir pelas quatro freguesias da cidade para serem distribuídos pelas pessoas mais pobres de cada uma, consoante as respetivas necessidades; 9 contos de réis em ações nominais à Santa Casa da Misericórdia; 1 conto e trezentos mil réis em ações ao Asilo de Mendicidade; outro tanto ao Asilo de Infância Desvalida; e igual montante à Casa Pia, ao Montepio Eborense e à Associação Filantrópica Académica Eborense, num total de 17 contos e quinhentos mil réis (17.500.$00). Uma quantia fabulosa há quase 100 anos. Mas todos os que serviram a família, desde criados a feitores, passando por aias e pastores, foram contemplados, chegando os mais antigos e fiéis a serem beneficiados com o usufruto vitalício de alguns prédios, legados naturalmente a herdeiros de Inácio Angélica.

Texto: José Frota