quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Évora Perdida no Tempo - Vista parcial de Évora


Vista parcial de Évora vendo-se, em primeiro plano, parte da muralha e a Torre de Alconchel e, em segundo plano, a Igreja de São Francisco.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Vista parcial de Évora
Cota DFT2303 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Hospital de Évora regista casos de desidratação

Três idosos foram assistidos nos últimos dias no Hospital de Évora devido a desidratação, provocada pelo calor, numa altura em que as temperaturas no Alentejo ultrapassam os 30 graus centígrados, disse à agência Lusa fonte hospitalar.
A mesma fonte salientou que se trata de "casos pontuais", uma vez que a população da região está habituada a viver com temperaturas elevadas.
"Só dois ou três dias depois é que se fazem sentir as consequências dos golpes de calor", explicou a fonte.
Nos outros hospitais distritais do Alentejo (Beja e Portalegre) não há notícia de quaisquer casos relacionados com o calor, segundo fontes de ambas as unidades hoteleiras.
Neste início de Outono, o Alentejo voltou a registar esta quarta-feira temperaturas superiores a 30 graus centígrados.
Para os próximos dias, está prevista a continuação de temperaturas elevadas.

Personalidades Eborenses - Ana Laura Chaveiro Calhau

Foi a primeira mulher do concelho a assumir publicamente a sua condição de republicana. Filha do grande lavrador eborense Joaquim Inácio Calhau e de Maria Pires Chaveiro, Ana Laura nasceu na freguesia de Igrejinha, do concelho de Arraiolos, em 1892, mais propriamente na Herdade da Comenda Grande, onde ainda residia quando em 1908, apenas com 16 anos, discursou no grande comício republicano do quintalão da Rua de Machede, falando entre Bernardino Machado e Afonso Costa. Jovem de educação esmerada e de grande cultura, participou ainda nesse ano no plebiscito às mulheres republicanas organizado pela Tribuna Feminina do jornal “República”. 
No ano seguinte esteve entre as fundadoras da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas (LRMP). Foi a principal impulsionadora da Comissão de Mulheres Republicanas Eborenses, que decidiu ofertar uma bandeira por elas bordada e confeccionada ao município eborense para içar no Rossio de Brás e no edifício camarário no dia 1 de Dezembro de 1910, declarado como feriado para celebrar o dia da Bandeira. Casou nova e diminuiu a sua actividade política, mas continuou a militar na LRMP até à sua extinção, trocando correspondência com outras feministas do tempo como Ana de Castro Osório e Maria Veleda. Morreu a 27 de Maio de 1955, com 63 anos, no mesmo lugar onde abriu os olhos e viveu. Sempre republicana.


Texto: José Frota

Évora Perdida no Tempo - Secção de empacotamento da Fábrica dos Leões


Fábrica dos Leões: secção de embalagem/ empacotamenento (funcionários e maquinaria).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 dep. - 1970 ant.
Legenda Secção de empacotamento da Fábrica dos Leões
Cota DFT5130.1- Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Fábricas da Embraer em Évora vão ser inauguradas em Agosto

O vice-presidente da construtora aeronáutica brasileira Embraer, Jackson Schneider, disse esta terça-feira, em Bruxelas, que as duas fábricas que a empresa está a construir em Évora irão abrir, como previsto, em Agosto de 2012.
"Estamos dentro do cronograma previsto, imaginamos já que possamos inaugurar as fábricas em Agosto do próximo ano", disse Schneider à agência Lusa.
"Está tudo a caminhar exactamente como planeado", sublinhou.
A Embraer está a construir, desde Novembro de 2010, as suas duas fábricas em Évora - uma de estruturas metálicas (asas) e outra de materiais compósitos (caudas) -, prevendo criar 600 postos de trabalho directos e 1200 indirectos, num investimento inicial de 148 milhões de euros.
As produções das unidades, inicialmente, vão ser dedicadas ao suporte logístico de jactos executivos, área de negócio em que a Embraer tem apostado e cujo mercado tem evoluído a nível mundial.

Hoje comemora-se o Dia Mundial do Animal

Évora Perdida no Tempo - Cabine telefónica - Bairro da Caixa de Previdência


Autor David Freitas
Data Fotografia 1945 - 1960
Legenda Cabine telefónica - Bairro da Caixa de Previdência
Cota DFT3163 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Martinho da Vila na Arena de Évora este sábado ...


Martinho da Vila dispensa apresentações. Ele mesmo diz: “quem quiser saber meu nome não precisa perguntar, sou Martinho lá da Vila, partideiro devagar. Quem quiser falar comigo não precisa procurar, vá onde tiver samba, que eu devo estar por lá”.

Ele está de volta a Portugal, para nos proporcionar três noites fantásticas de samba: a 6 de outubro, no Coliseu dos Recreios; a 7 de Outubro no Dragão Caixa (concerto seguido por after party com Funkyou2, DJ Rui Santoro e DJ Vegas); e a 8 de Outubro na Arena d´Évora (concerto seguido de after party com DJ Moreno, DJ Pedro Reis e DJ Vegas).

Os concertos serão baseados no seu mais recente CD/DVD, “Lambendo a Cria” – um trabalho definido pelo próprio como um “encontro musical particular, uma ação entre amigos”.

Em palco, Martinho da Vila será acompanhado pela Banda Família Musical, onde toca o seu filho Tunico Ferreira e as filhas Maíra Freitas e Juju Ferreira, a quem irá entregar o seu público.

Impedem filhos de ir à escola por terem de pagar bilhete de autocarro

Um grupo de pais de alunos da aldeia de Torre de Coelheiros (Évora) não deixou ir esta segunda-feira os filhos à escola, porque a empresa de transporte exigiu a compra de bilhete, após atraso no pagamento da comparticipação da câmara.
Em declarações à Agência Lusa, Fernanda Bárbara, mãe de um dos alunos, explicou à Agência Lusa que os pais não deixaram os filhos irem à escola para a cidade de Évora porque "o motorista do autocarro da rodoviária informou que os miúdos só iriam se pagassem o bilhete".
A Rodoviária do Alentejo "suspendeu os serviços e não levou os miúdos sem comprarem bilhete. Sabemos que esta decisão foi tomada porque a câmara não efectuou o pagamento da sua comparticipação dos passes à empresa", afirmou.
Esta mãe adiantou que a falta de pagamento "não é só deste ano lectivo" e lamentou o facto de os pais não terem sido informados nem pela Rodoviária do Alentejo, nem pela câmara e que tenha sido o próprio motorista do autocarro a fazê-lo.
Contactada pela Agência Lusa, a vereadora da Câmara de Évora com o pelouro da educação, Cláudia Sousa Pereira, reconheceu dificuldades do município em efectuar o pagamento à Rodoviária do Alentejo, mas disse tratar-se de uma situação "pontual".
"Desde alguns meses para cá, temos feito um esforço enorme para pagar a tempo e horas a nossa comparticipação dos passes sociais. Até agora, temos conseguido pagar e estou convencida que esta situação hoje mesmo se resolverá", garantiu.

Évora Perdida no Tempo - Antigo posto de combustível da Mobil


Antiga garagem e posto de combustível da Mobil (actual BP).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1969
Legenda Antigo posto de combustível da Mobil
Cota DFT5331 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 2 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Crise não afecta construção do Évora Shopping

A maioria das lojas do Évora Shopping, centro comercial em construção na cidade alentejana e previsto abrir em 2013 já está “pré-comercializada”.
A administração da Imorendimento, promotora do conjunto comercial a que pertence o Évora Shopping afirma que "a comercialização está a ser um grande sucesso, em contra ciclo com o enquadramento geral da economia. Neste momento existe uma pré-comercialização superior a 60 por cento.
As obras do centro comercial arrancaram em agosto passado e neste momento decorrem a fase de "escavações e de construção do parque de estacionamento", estando previsto haver "uma continuidade entre as obras da cave e do edifício".
A abertura do Évora Shopping está prevista para a primavera de 2013 e vai ter cerca de 60 lojas.
A empresa promotora refere que a obra não sofreu qualquer reajustamento devido à actual situação de crise.
O Évora Shopping é um projecto integrado num conjunto comercial mais vasto, com um investimento global de 60 milhões de euros e conta ainda com um ‘stand alone' operado pela marca IZI, em funcionamento, e um retail park já construído e a aguardar abertura.
O retail park, com "três lojas, duas das quais grandes âncoras e um espaço de restauração e lazer" está previsto abrir "entre Outubro e Novembro".
O conjunto comercial vai representar "um forte contributo para a dinamização do tecido económico, social e comercial" de Évora, estando prevista a criação de cerca de 600 postos de trabalho directos, segundo fonte da promotora.

O exemplo de Évora

A rede rodoviária já existente, a rede ferroviária que está ser projectada, o anel de fibra óptica que une os municípios da região e a rede inteligente de electricidade (InovCity) são vantagens competitivas em termos de infra-estruturas. As autoridades, em particular a Câmara de Évora e a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, querem agora atrair empresas e talentos para a região. A Universidade é, por isso, uma arma de desenvolvimento que é necessário potenciar, quer para a formação de novos quadros, quer para desenvolver parcerias com empresas. Mas a Academia também pode ajudar a dinamizar ‘start ups' e ‘spin-offs' em áreas que vão da mecanização da agricultura, às energias renováveis, genética molecular, mecatrónica e química. O Alentejo tem, basicamente, um terço do território nacional e cerca de 5% da população e do emprego nacionais, o que, aliado às condições que estão a ser reunidas em Évora, cria um ambiente propício à atracção de mais pessoas e pólos de desenvolvimento. Já existem diversos quadros espanhóis a residir em Évora e a trabalhar em Espanha e há, pelo menos, uma empresa com cerca de cem ‘designers' que se fixou na cidade e exporta os seus serviços para todo o mundo. Mas ainda há um longo caminho a percorrer. A cidade conta com perto de 2.500 empresas que empregam cerca de 17 mil pessoas e facturam 940 milhões de euros. Évora é, neste momento, um exemplo a seguir e tem condições naturais para crescer muito no futuro próximo. Basta, para isso, que os agentes económicos tomem consciência das condições ali existentes e tomem decisões. Património Mundial da Humanidade, Évora é o exemplo de uma zona com História e tradição que se está a projectar para o futuro.