quinta-feira, 5 de maio de 2011

Teatro - Duas Irmãs, pela Lendias d'Encantar

“Duas irmãs” aborda um drama familiar marcado pela conflitualidade, pela desestruturação de papéis e valores, pela culpa, pelo sofrimento e pelo trauma que permanece no tempo, incapaz de cicatrizar-se.
Alice e Joana têm personalidades muito diferentes e incompatíveis. Invejam-se, culpam-se, agridem-se. E agora têm de viver juntas na mesma casa e partilhar o mesmo quarto. O passado é constantemente revisitado, assim como as feridas não saradas. O presente de ambas é disputado e avaliado, na divergência de valores e projectos de vida que as opõe. A conflitualidade agudiza-se ao absurdo e a agressividade intensifica-se. O dia-a-dia das duas irmãs torna-se uma luta permanente. O seu desfecho mudará para sempre as suas vidas.

Texto: António Manuel Revez
Interpretação: Ana Ademar e Marisela Terra

6 e 7 de Maio, às 21h30
Teatro Garcia de Resende

(espectáculos realizados no âmbito do protocolo de intercâmbio existente entre o Cendrev e a Lendias dEncantar)

Évora Perdida no Tempo - Jardim do claustro principal do Cv. da Cartuxa

Vista geral do jardim do claustro principal do Convento da Cartuxa.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1969
Legenda Jardim do claustro principal do Cv. da Cartuxa
Cota DFT170 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Abalo de magnitude 2,5 registado próximo de Évora

Um sismo de magnitude 2,5 na escala de Richter com epicentro próximo de Évora foi registado esta quarta-feira nas estações da rede sísmica do continente, de acordo com o Instituto de Meteorologia (IM).
Uma fonte do IM adiantou à agência Lusa que o abalo, sentido às 18h04, teve epicentro numa zona entre Évora, Arraiolos e Montemor-o-Novo.
A mesma fonte acrescentou que o sismo foi sentido com intensidade III, de acordo com a escala de Mercalli modificada.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora disse à Lusa que não há registo de danos pessoais ou materiais.
A fonte adiantou ainda que o CDOS de Évora foi contactado por "alguns" habitantes, principalmente de Arraiolos e das freguesias rurais de Canaviais e S. Miguel de Machede, no concelho de Évora.

Exposição de fotografia de José Cabrita Nascimento


A ChiadoDesign irá inaugurar uma exposição de fotografia de José Cabrita Nascimento a ter lugar na Galeria de Fotografia do EvoraInn-ChiadoDesign (Rua da República, 11 - à Pça do Giraldo), na próxima quinta-feira, dia 5 de Maio, pelas 18 horas.


EvoraInn-ChiadoDesign - Na alma de Évora

O EvoraInn-ChiadoDesign é uma hospedaria design que, nos seus apenas dois meses de vida, já mereceu a atenção de diversas revistas, jornais e suplementos especializados. Dado como um projecto exemplar na associação entre o segmento ‘low cost’ e a afirmação do design, o EvoraInn-ChiadoDesign oferece quatro suites familiares, três quartos duplos e dois quartos vocacionados para um ‘target’ jovem. O edifício – onde em Évora foi proclamada a República – foi todo decorado com as nossas marcas de design (Rotodesign, Kartell, Seletti, Magis, Calligaris, etc.). Além disso, tudo fizemos para que o conforto e a qualidade dominassem o projecto. Os colchões são todos da gama Rubi da Molaflex, as roupas da excelente Filoturco e todos os quartos, sem excepção, têm casa de banho privativa, ar condicionado e televisão.

No andar intermédio (terceiro piso), a sala António Ribeirto Chiado conta com uma pequena Galeria d Ftografia (onde já expôs David Infante) e com diversas obras de arte (Júlio Pomar, Maluda, Carlos Castanheira, Maria Beatriz Matias, etc.). O ambiente criativo é ainda sublinhado através da presença de peças únicas, de que são exemplo o famoso aparador “Código de Barras”, a estante “Braque” e as consolas ‘blanc-rouge’ encomendados na VanguardInteriors de Paços de Ferreira. A promoção de eventos culturais, como um peddy-paper literário, seminários de escrita criativa e inaugurações de exposições, estão na agenda do EvoraInn-ChiadoDesign.

O EvoraInn abriu as portas ao seu público na BTL (Feira de Turismo da FIL) com stand próprio no final de Fevereiro deste ano. Neste momento, já em plena Primavera, a presença de público internacional e também da Grande Lisboa e da região do Porto está a confirmar a excelência do projecto e sobretudo o facto de ele surgir como uma espécie anfitrião privilegiado que dá a conhecer, ao mesmo tempo, o pulsar intemporal da cidade e uma oferta que se quer muito actual e cosmopolita.








Évora Perdida no Tempo - Montra da antiga Ourivesaria Figueiredo

Montra da antiga Ourivesaria Figueiredo, na Rua 5 de Outubro (memórias do comércio eborense)
Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1969
Legenda Montra da antiga Ourivesaria Figueiredo
Cota DFT5266 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 3 de maio de 2011

Embraer quer exportar dentro de um ano

O Director de Relações Externas da Embraer para a Europa, João Taborda, afirmou que as obras das duas fábricas de Évora estão a cumprir os prazos previstos e que em Agosto de 2012 deverão estar já a funcionar.

Segundo este elemento da empresa brasileira de aeronáutica, as condições atmosféricas pouco normais que se fizeram sentir este inverno na região “não atrasaram o andamento das obras e tudo aponta para começar a exportar em 2012, sendo que é nosso objectivo estar em velocidade de cruzeiro em 2013”.

João Taborda fez estas declarações no âmbito da sua participação no I Encontro Portugal/Andaluzia de Empresas do Sector Aeronáutico, promovido pela Associação Portuguesa da Indústria Aeronáutica (Pemas), em co-organização com a Extenda – Agência Andaluza de Promoção Exterior, empresa pública da Junta da Andaluzia, com o apoio da Câmara Municipal de Évora e da AICEP Portugal Global, que teve lugar em Évora, no Palácio D. Manuel.

Recorde-se que neste momento estão em curso as empreitadas das unidades industriais de dois projectos de investimento da Embraer, uma das maiores empresas mundiais do sector aeronáutico, na criação de dois centros de excelência para a produção de estruturas metálicas e de conjuntos em materiais compósitos, de uso exclusivo na indústria aeronáutica. Segundo João Taborda as duas fábricas de Évora, que deverão dar emprego a 500 pessoas e ajudar a fomentar a criação de mais 1500 postos de trabalho indirectos, irão produzir componentes para o modelo Legacy 450 e 500.

Com um número de inscrições que ultrapassou a centena de delegados (122), em representação de 68 empresas, o I Encontro Portugal/Andaluzia de empresas do Sector Aeronáutico surge da cooperação Pemas/Extenda e na sequência de um evento similar realizado em Maio de 2010 em Sevilha.

Para o Presidente da Câmara Municipal, José Ernesto d’Oliveira, que presidiu à sessão de abertura do evento, a realização deste encontro na cidade é a prova de que o cluster aeronáutico de Évora começa a ganhar forma.

Durante a sua intervenção, o autarca eborense apresentou de uma forma sumária todas as potencialidades do concelho “para a efectivação do cluster aeronáutico” e destacou as facilidades que o município cria para a instalação de empresas no Parque de Indústria Aeronáutica.

Évora Perdida no Tempo - Claustro do Convento de Santa Clara

Claustro do Convento de Santa Clara, enquanto Escola Industrial e Comercial de Évora.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1951 dep. -
Legenda Claustro do Convento de Santa Clara
Cota DFT4246 - Propriedade Aruivo Fotográfico CME

segunda-feira, 2 de maio de 2011

CP - Reabertura à circulação ferroviária prevista para 23 de Julho.

As obras de modernização do Troço Bombel – Casa Branca – Évora, na Linha do Alentejo / Linha de Évora (e que é parte integrante da Ligação Ferroviária de Mercadorias Sines – Elvas), entraram na sua fase final, prevendo-se a reabertura à circulação ferroviária no próximo dia 23 de Julho.
A empreitada em curso compreende, nomeadamente, uma reabilitação profunda da plataforma ferroviária nos cerca de 37,4 km de via entre Bombel e Casa Branca e a electrificação de todo o traçado até Évora.
Com a instalação de novos sistemas de sinalização electrónica e de controlo de velocidade (CONVEL) viabiliza-se a prática de velocidades da ordem dos 190 / 200 km/h, permitindo uma redução do tempo de percurso entre Lisboa e Évora de cerca de 20 minutos, o que, decerto, irá contribuir para uma melhoria da competitividade do caminho-de-ferro neste percurso.

O itinerário ferroviário Sines – Elvas (fronteira), de importância estratégica para Portugal, tem como objectivo estabelecer uma ligação ferroviária para o tráfego de mercadorias entre o Porto de Sines e Espanha e daí para o resto da Europa, contribuindo assim para a melhoria da capacidade do Porto de Sines (e do arco Sines – Setúbal) e da sua competitividade internacional (pelo alargamento da sua área de influência ao centro da Península Ibérica).
Reforçando o papel da ferrovia no transporte internacional de mercadorias, esta ligação possibilitará a estruturação das acessibilidades do país quer internamente, quer relativamente ao exterior, facilitando o funcionamento em rede e articulando os diferentes modos de transporte numa lógica de complementaridade, especialização e eficiência, com efeitos muito positivos na economia e no ambiente (transferência de carga da rodovia para a ferrovia).
O projecto foi acordado na XIX Cimeira Luso-Espanhola, na Figueira da Foz, em 2003, e reafirmado nas subsequentes cimeiras, e faz parte do Projecto Prioritário nº 16 (Eixo ferroviário de transporte de mercadorias Sines / Algeciras - Madrid - Paris) da Rede Transeuropeia de Transportes.
Neste contexto, prevêem-se criar as necessárias condições de interoperabilidade designadamente ao nível de:
Sinalização, com o equipamento progressivo do ERTMS nível 1;

Via, com o emprego de travessas polivalentes que permitirão a futura mudança de bitola com programação articulada com Espanha.
As intervenções da REFER na ligação ferroviária Sines/Elvas compreendem:
Modernização da Estação da Raquete na Linha de Sines;
Construção de nova estação na Linha do Sul, entre Canal Caveira e Lousal;
Construção da Variante de Alcácer à Linha do Sul, entre Grândola e Pinheiro;
Renovação integral de via do troço Casa Branca/Évora da Linha de Évora;
Modernização do troço Bombel/Casa Branca/Évora das Linhas do Alentejo e de Évora;
Modernização da Estação de Évora na Linha de Évora;
Construção da nova linha entre Évora e Elvas-Caia.
Com a concretização destas intervenções, o tempo de percurso da ligação entre o porto de Sines e a fronteira em Elvas é reduzido significativamente, em resultado da redução de 137 km em relação ao trajecto actual (o trajecto actual tem 452 km e o futuro terá 315 km), melhorando assim as condições de exploração ferroviária e reforçando a competitividade dos portos de Sines, Setúbal e Lisboa.

Évora Perdida no Tempo - Fábrica de farinha de bolota, em Évora


Aspecto geral da Fábrica de farinha de bolota, em Évora.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1960
Legenda Fábrica de farinha de bolota, em Évora
Cota DFT5101 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Festival de Tunas Académicas

A Tuna Académica da Universidade de Évora realiza nos dias 29 e 30 de Abril o V CITARA - Certame Internacional de Tunas Académicas da Região Alentejo. O V CITARA é um festival de tunas Académicas que tem por objectivo mostrar aos eborenses e à cidade de Évora algumas das melhores Tunas do país, assim como a sua música e tradição académica.

No dia 29 de Abril, decorre a “Noite de serenatas”, que será realizada às 21h30 nas escadas da Sé Catedral de Évora. Às 00h00, haverá arraial académico no Jardim do Granito da Universidade de Évora.

O dia 30 de Abril, começa com o desfile das Tunas às 16h00, pelas ruas de Évora e à noite, pelas 21h30 será o “Festival de Tunas”, na Arena d'Évora.

As Tunas a Concurso são: Estudantina Universitária de Lisboa; Semper Tesus - Tuna Académica da Escola Superior Agrária de Beja; Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa; Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior; e Imperial Neptuna Académica, da Cidade da Figueira da Foz

Como Tunas Extra-Concurso, apresentam-se a Tuna da Escola Superior de Enfermagem São João de Deus e a Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora.

O evento conta com uma vertente solidária, revertendo parte da bilheteira a favor da Associação Pão e Paz, por isso, pede-se ao público que participe na ajuda, trazendo bens alimentares que irão ser entregues à referida associação. A recolha desses bens alimentares será efectuada no dia 29 de Abril, durante a “Noite de Serenatas”, nas Escadas da Sé Catedral de Évora, e no dia 30 de Abril, na Arena d'Évora.

Dois mortos e quatro feridos graves

Duas pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas, quatro delas com gravidade, numa colisão entre dois automóveis ocorrida esta manhã na Estrada Nacional 254, perto de Redondo, Évora.

O acidente aconteceu às 09h22, na estrada que liga Évora ao Redondo, a cerca de quatro quilómetros desta vila alentejana. As vítimas estão a ser transportadas para o Hospital de Évora, pelo que a EN254 está cortada ao trânsito nos dois sentidos.

"Prevemos que a circulação automóvel possa vir a ser retomada por volta das 11:30", estimou a fonte da GNR.

No local, além de meios da GNR, encontram-se 24 bombeiros, pertencentes às corporações de Évora, Redondo e Alandroal, apoiados por oito viaturas.

A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) que o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) tem baseada em Évora também foi mobilizada para o socorro às vítimas.

Évora Perdida no Tempo - Altar no Palácio dos Morgados Melos de Carvalho

Altar no Palácio Vilas Boas ou dos Morgados Melos de Carvalho (Grémio da Lavoura), em Évora.
 Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1966
Legenda Altar no Palácio dos Morgados Melos de Carvalho
Cota DFT4357 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Évora Perdida no Tempo - Vista parcial de Évora

Vista parcial de Évora, a partir do lado Poente. À esquerda vê-se a Rua de Machede, à direita a Igreja do Espírito Santo e ao fundo, ao centro, a Sé Catedral.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Vista parcial de Évora
Cota DFT7617 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Caracterização da freguesia de S.Manços

Orago: S. Manços
População: -/+ 1 300 habitantes

Actividades económicas: 
Agricultura, pecuária, cooperativas de produção agrícola, de consumo e serviços, indústria de carnes e enchidos, panificação, construção civil, serralharia civil, carpintaria e comércio.

Feiras: anual - franca (4.º domingo de Agosto)
Festas e romarias: S. Manços e N.º Sr.ª  da Ajuda (2.º fim-de-semana de setembro)
Património Cultural e edificado: Igreja matriz, cruzeiro, anta e estatueta em bronze com cerca de 2 mil anos.
Outros locais de interesse turístico: praça de touros e jardim.
Gastronomia: Sopa de tomate, gaspacho, açorda alentejana, migas gatas, pé de porco de coentrada e ensopado de borrego.
Colectividades: Associação Os amigos de S. Manços, casa do Povo, grupo Desportivo de S. Manços, Grupo Musical Alta Voltagem e grupo de Forcados Amadores de S. Manços.


Edifício da Sede da junta de Freguesia

Freguesia situada junto da margem direita da ribeira de Azambuja, afluente do rio Degebe, S. Manços dista cerca de 20 quilómetros da sede do conselho. S. Manços foi elevada à categoria de vila em 29 de Dezembro de 1923.
Está esta freguesia ligada à tradição de S. Manços, considerado o primeiro bispo de Évora. Este terá estado sepultado na sua igreja paroquial, de onde os cristãos o levaram em 714, durante a invasão árabe, para Vila Nueva de S. Mâncio, na diocese de Palência, onde existiam, já no fim do século VII, duas igrejas a ele dedicadas. Por doação de D. Telo Peres em 9 de Julho de 1195 se fundo o mosteiro beneditino naquela terra espanhola.
Conforme a "História das Antiguidades de Évora", de André de Resende, um Homem nobre deu sepultura ao nosso santo na herdade de S. Manços, e crescendo a fama e os milagres, o conde D. Julião e D. Júlia, matrona religiosa, a cujo domínio aquela herdade veio, lhe construíram uma famosa basília "que agora é destruída e edificaram aquela torre que ainda dura meio destruída já".
A referência mais antiga que se conhece da "entrega da herdade de Somanços ao Cabido", é de 26 de Abril de 1278, documento que faz parte do arquivo capitular. No códice 3 - II - fls. 3 do mesmo, feito em 1321, se diz que "há o Cabiso hum herdamento em Somanços que ouve de presoria".
A folhas 16,v, se encontra o testamento de Mem Soares cavaleiro e sua mulher Sancha Gonçalves, ambos sepultados na Sé, junto da porta Gótica do claustro, que no ano 1301 fizeram doação de herdamento que possuíam em S. Manços, ao Cabido, devendo este manter duas capelas de missas por suas almas. No "livro das Demarcações Antigas", feiro em 1424, ao descrever os limites do dito herdamento já se refere a igreja: "... seguinte per elle ao dito caminho que vai para a cidade voltando por elle ata ribeira sobredita de san mãços ante a porta principal da egreja". Igual referência de encontra noutro códice escrito em 26 de Maio de 1460: "as quais folhas jazem em par com herdade do cabido de Sam manços contra vandaval e chegam a ribeira que vai para a dita ermida de sam manços".
A actual igreja matriz, dos finais do século XVI, inícios do séc. XVII, foi construída pelo mestre de pedraria eborense, Diogo Martins, no local de outro mas antigo que a Sé fundara, no séc. XV. Em 1962 sofreu obras de beneficiação interior que a alteraram, sobretudo na nave, perdendo alguns elementos ornamentais sacros, tais como talha, azulejaria e escultura dos séculos XVII e XVIII. As obras foram da iniciativa do pároco de então, o Reverendo Henrique José Marques. Recentes escavações e o restauro da abside puseram a descoberto elementos arquitectónicos romanos.
A observação atenta da capela-mor leva a considerá-la da época visigótica. Vicente Lamperes inculca o plano da mesma tradição siríaca ou bizantina. A igreja tem uma fachada de duas torres com alpendre de três arcos de volta abatida. Os livros paroquiais mais antigos que existem datam do ano de 1591. Esta freguesia tinha, em 1758, 170 fogos e já vem referida no pergaminho 68 da Colegiada de S. Pedro.


Germinação entre S. Manços e a Villa Nueva de
San Macios na província de Lion, Norte de Espanha


Momento de celebração da geminação entre S. Manços
e Villa Nueva de san Mancios. Celebrada pelo Presidente
da J.F. de S. Manços e o Alcaide de Villa Nueva de San Mancios


Vista parcial da Vila de S. Manços
Espaços verdes, zona de lazer. Jardim Público de S. Manços
 
Igreja matriz erguinda sobre o templo visigótico e cruzeiro Medieval mandado erguer pelo Mestre D'Aviz (recentemente recuperado pela J.F. S. manços
Urna em prata contendo os restos mortais do santo Martir de S. Manços. Encontram-se guardadas estas reliquias na igreja de Villa Nueva de San Mancios, estando uma parte na Sé de Évora doada por Filipe I de Espanha II de Portugal.