sábado, 4 de julho de 2009

Dadores de Sangue homenageados



















Os Dadores Benévolos de Sangue de Évora foram alvo de uma grande homenagem no passado dia 29 de Junho, Dia da Cidade, através da inauguração de um monumento dedicado à sua causa e que está doravante perpetuada numa rotunda da freguesia da Horta das Figueiras, na variante da cidade.

O monumento, da autoria da artista Maria Leal da Costa, procura simbolizar através das mãos em mármore o sentimento de dádiva e de partilha enquanto que o ferro, ou a hemoglobina se se preferir, o sangue.

Durante a cerimónia de inauguração, o Presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto D’Oliveira, enalteceu o trabalho da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Évora fruto do qual “o hospital da cidade, felizmente, não tem falta de sangue”.

“É através do trabalho destes homens e mulheres, completamente anónimo e voluntarioso, que vidas humanas são salvas, pelo que toda e qualquer homenagem lhes seja prestada será sempre insuficiente”, disse ainda.

O Presidente da Junta de Freguesia da Horta das Figueiras, Baltazar Damas, por seu turno, realçou a beleza do monumento, que “assim enriquece o património da freguesia”, lembrando depois que será na área da Horta das Figueiras que a Associação de Dadores Benévolos de Sangue irá ter a sua nova sede social”.

O Presidente da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Évora, José Rosado, que no dia da inauguração do monumento cumpria mais um aniversário natalício, agradeceu a homenagem, realçando o espírito de partilha que se encontra na génese da associação.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ministros da Saúde Ibero-Americanos reuniram em Évora

O Presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto d’ Oliveira, recebeu nos Paços do Concelho os participantes na XI Conferência Ibero-Americana de Ministros da Saúde que decorreu em Évora nos dias 29 e 30 de Junho.

Tratou-se de uma reunião subordinada ao tema “Inovação e Cuidados Primários de Saúde” que também funcionou já como preparação para a XIX Cimeira sobre “Inovação e Conhecimento”, agendada de 30 de Novembro a 1 de Dezembro, no Estoril.

Mais de duas dezenas de países participam neste organismo onde Portugal e Espanha também estão representados e que desta vez também aproveitou para abordar a temática da gripe A, segundo afirmou a Ministra da Saúde, Ana Jorge.

A recepção nos Paços do Concelho contou com duas breves intervenções no final das quais se seguiu a oferta de um Alentejo d’ Honra. O Presidente da Câmara deu as boas vindas e expressou “o orgulho e satisfação” por esta conferência, tendo também agradecido à Ministra a escolha de Évora. Concluiu as suas palavras com uma breve caracterização da cidade, nomeadamente em termos históricos e patrimoniais.

A intervenção da Ministra centrou-se no agradecimento pela hospitalidade, sublinhando a importância da escolha desta cidade que os participantes tiveram ocasião de constatar através de uma posterior visita guiada pelo Centro Histórico da cidade oferecida pela Câmara.

Realçou a importância deste encontro, explicando que o grande objectivo visou discutir a inovação e cuidados primários de saúde, sendo também agora uma boa oportunidade para “poder discutir algumas questões sobre a pandemia da gripe que atinge grande parte dos nossos países”.

Posto de Turismo de Évora

Posto de Turismo de Évora
Evora tourism office
Telefone: 266777071
Fax: 266732075
Email: cmevora.dpt@mail.evora.net

Timetables

Horário de Inverno: 09h00 - 18h00

- De 01 de Novembro a 31 de Março

- 1st November until 31st March

Horário de Verão: 09h00 - 19h00

- De 01 de Abril a 31 de Outubro

- 1st April until 31st October

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Évora foi Praça Cheia

- Praça de Toiros: Arena d’ Évora
- Data: 29/06/2009
- Empresa: Terra Brava
- Ganadaria: Murteira Grave
- Cavaleiros: Joaquim Bastinhas, António Ribeiro Telles, Rui Salvador, Marcos Tenório e os Praticantes Tiago Carreiras e Salgueiro da Costa
- Grupos de Forcados Amadores: de Évora comandado pelo Exmo. Sr. Bernardo Patinhas
Assistência: Casa cheia
- Delegados da IGAC: Delegado Técnico Tauromáquico Sr. César Marinho assessorado pelo Médico Veterinário Dr. João Infante
- Banda de música: Imparcial de Alcochete

Curro irrepreensivelmente bem apresentado por parte do Dr. Joaquim Grave com os seguintes pesos (530,540,535,600,605 e 535kg), quanto ao comportamento destacaram-se o 4º e o 5º pela sua bravura e nobreza, os restantes mostraram-se reservados e empregaram-se pouco com os cavalos.

Joaquim Bastinhas abriu praça dedicando a sua lide a D. Álvaro Domecq, tocou-lhe em sorte um toiro reservado e brusco, colocou-lhe dois ferros compridos à tira, trocou de montada e nos curtos arrimou-se tendo colocado dois bons ferros, tocou a música e antes de terminar a sua lide o público exigiu o popular par de bandarilhas que colocou com a destreza habitual, tendo-lhe sido atribuída uma enorme salva de palmas. Deu volta à arena.

A António Ribeiro Telles saiu-lhe um toiro distraído que nunca se empregou com o cavalo, colocou 3 ferros compridos com o “Poeta” , trocou de montada e foi buscar o “Santarém” com o qual colocou dois bons ferros ao estribo, soou a música e o Cavaleiro da Torrinha colocou um excelente ferro quase sem preparação em terrenos de adentro. Numa distracção evitável o toiro abalroou o cavalo pelo peito sem no entanto derrubar o Cavaleiro, terminou a sua lide com um bom ferro ao estribo. No final deu volta.

Rui Salvador que esta temporada comemora 25 anos de Alternativa, recebeu bem um toiro que prometia mas que acabou a lide num plano menor, começou com uma boa brega colocando 3 ferros compridos, nos curtos tentou fazer a lide possível com alguns ferros curtos de inspiração que fizeram recordar as noites dos ferros impossíveis. Teve uma passagem meritória pela Arena d’Évora. Deu volta merecida.

Para a segunda parte da Corrida estavam reservadas as melhores lides, muito possivelmente pela vontade de triunfos da juventude.

Iniciou Marcos Tenório, tendo pela frente o nº134 da Herdade de Galeana que foi o melhor da noite pela sua bravura e fijeza com o cavalo, recebeu e parou o toiro no meio da praça onde colocou 3 ferros compridos de valor, pese embora os dois toques que sofreu na montada, após o primeiro ferro curto o soberano público pediu música e ela soou, continuou com a colocação de três excelentes ferros ao estribo demonstrando estar no bom caminho no que diz respeito à Arte de Marialva, finalizou com um ferro de palmo. No final deu volta e agradeceu nos médios a pedido do público.

Ao praticante Tiago Carreiras tocou-lhe o maior toiro da Corrida que cumpriu a sua função denotando alguns sinais de bravura, colocou dois ferros compridos em que mostrou que ainda tem que evoluir pois os toques na montada foram desnecessários, para os curtos foi buscar o “Quirino” com o qual tem alcançado enormes triunfos, tendo cravado ferros de muito boa nota que empolgaram o público pela forma como eram adornados no remate, deverá corrigir certos pormenores como a cravagem que foi um pouco desordenada. No final deu volta triunfal.

O ainda praticante Salgueiro da Costa, teve pela frente um toiro difícil pela sua pouca mobilidade e pelas suas arrancadas bruscas, colocou 2 ferros de praça a praça que fizeram vibrar a afición eborense, nos curtos fez soar a música após a colocação do primeiro, e continuou com dois ferros de enorme valor em terrenos apertados que lhe valeram enorme ovação, terminou com um ferro ao estribo em que muito arriscou tendo por isso levado um toque na montada. Continua no bom caminho para a ambicionada Alternativa. Deu volta merecida.

Na passagem de mais um São Pedro, o GFA de Évora festejou o seu aniversário encerrando-se com um curro de Murteira Grave, numa Corrida onde se fardaram antigos e actuais forcados do Grupo.

O Grupo de Évora teve uma noite difícil (2ª,2ª,1ª,2ª,4ª e 2ª de cernelha) em grande parte por falta de coesão das ajudas.

Iniciou a contenda como mandam as leis o Cabo Bernardo Patinhas, brindou a pega a todos os elementos do Grupo, citou de largo e o toiro arrancou brusco tendo Bernardo recebido mal o seu oponente, o que resultou numa enorme voltereta, na 2ª tentativa teve que ir buscar o toiro às tábuas e arrancou uma boa pega com as ajudas a fecharem bem. Deu volta merecida.

Para a segunda pega foi escolhido Gonçalo Pires, citou a mais de meia praça e o toiro arrancou com prontidão, o forcado recuou em demasia e o toiro humilhou pouco tendo-o colhido na cara, foi novamente à cara do toiro tendo arrancado uma excelente pega. Não deu volta por se encontrar lesionado na Enfermaria, tendo-se confirmado mais tarde uma fractura no perónio.

António Alfacinha, fez a pega da noite após brindar a seu Pai, esteve tecnicamente perfeito desde o citar ao receber num toiro que arrancou com prontidão e as ajudas não defraudaram. Volta meritória.

Francisco Garcia, dedicou a sua pega ao Cabo Fundador Sr. João Patinhas, chamou o toiro de meia praça e recebeu bem, saiu nas tábuas por falta de ajudas, repetiu a arrancou uma pega de valor com as ajudas a emendarem o erro anterior. Deu volta merecida.

Nuno Lobo, foi para a cara do 5º toiro, dedicando a sua pega às meninas presentes na Praça, citou de largo o toiro arrancou e o forcado saiu ao segundo derrote por falta de ajudas, na 2ª tentativa saiu no chão pois as ajudas em vez de levantarem a cabeça do toiro fizeram o contrário, na 3ª tentativa mais em curto pegou novamente com valor mas voltou a ser desfeiteado pelo hastado, pegou finalmente à 4ª tentativa com ajudas carregadas numa pega pouco ortodoxa. Recusou dar volta à arena.

Para finalizar a actuação do Grupo, foi executada uma pega de cernelha pela parelha Gonçalo Mira e Manuel Rovisco Paes, brindaram a D. Álvaro Domecq, demoraram a entrar pelo facto da campinagem ser pouco lesta na manobra dos cabrestos, entraram junto aos curros com o toiro parado, o toiro foi brusco e o cernelhador saiu-lhe pelo morrilho, na segunda entrada com o toiro a andar, executaram uma cernelha de mérito em que demonstraram que são das boas parelhas deste País. No final deram uma volta muito aplaudida.

O Mais e o Menos
+ A apresentação dos toiros e as actuações de Marcos Tenório, Tiago Carreiras e Salgueiro da Costa
- Nada a registar

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Tourada - 29 Junho 2009 - Tradicional Corrida de S. Pedro

Cavaleiros:
Joaquim Bastinhas
António Telles
Rui Salvador
Bastinhas Junior

Cavaleiros Praticantes:
Tiago Carreiras
Salgueiro da Costa

Forcados Amadores de Évora:
Tradicionais e Antigos

6 Toiros Murteira Grave

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Como chegar a Évora...


Évora é a capital do Alto Alentejo e encontra-se limitada, a norte, pelo distrito de Santarém e pelo distrito de Portalegre, a leste pela Espanha, a sul pelo distrito de Beja e a oeste pelo distrito de Setúbal.
O Distrito de Évora ocupa uma área de cerca de 7400 Km2, a segunda maior extensão distrital do país, sendo que o concelho de Évora é responsável pela ocupação de quase 20% dessa área.

De Lisboa - 135 Km (1h15m de duração média da viagem)
Em função da sua posição geográfica dentro da cidade de Lisboa, poderá optar pela Ponte 25 de Abril (A2) ou Ponte Vasco da Gama (A12). Se optar por esta última, após cerca de 40 Kms percorridos, terá que mudar para a A2 (não seguindo em direcção a Setúbal). Um pouco mais à frente (20 Km) terá que abandonar a A2 e seguir pela A6 em direcção a Évora. Após 59 Kms percorridos na A6 deverá sair na indicação para Évora e seguir mais 12 Kms pela N114 até chegar à cidade.

De Espanha (Badajoz) - 100 Km (1h de duração média da viagem)
O percurso é extremamente simples. Basta seguir pela A6 durante 83 Kms após a fronteira.
Na indicação para Évora deve abandonar a Auto-Estrada e fazer os restantes 10 Kms na N18.

Do Norte (Porto) - 375 Km (4h de duração média da viagem)
Com a abertura da A13, ligação entre Almeirim e o nó da A2/A6 na Marateca, deixou de ser necessária a passagem por Lisboa para que se faça a viagem do norte do país até Évora sempre em auto-estrada. Com efeito, na saída da A1 de Santarém deverá seguir para o IC10 e, posteriormente, perto de Almeirim, para a A13. No nó da Marateca deve virar para a A6 em direcção a Évora.
Um caminho um pouco mais curto (mas mais moroso) passa por tomar a EN114 à saída do IC10 e seguir sempre na Estrada Nacional.

Do Algarve (Faro) - 225 Km (2h30m de duração média da viagem)
Terá que apanhar a ligação entre a Via do Infante (A22) e a A2 em direcção a Lisboa. Na A2, perto de Ourique, deverá tomar o desvio para o IP2/N18 em direcção a Beja e seguir nessa estrada até Évora.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Promoção da Feira de S.João 2009

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SOBRE A HISTÓRIA...

ÉVORA, cidade histórica no coração do Alentejo, é herdeira de um rico e variado património cultural, construído e preservado ao longo do tempo.

Fundada pelo povo romano e por este denominada Ebora Liberalitas Iulia, a cidade foi a praça-forte que alicerçou, no Além-Tejo, a formação do novo reino de Portugal durante a Reconquista cristã peninsular do séc. XII.
Após a consolidação das fronteiras com Castela, vários reis aqui fixaram a sua corte, particularmente na período das descobertas marítimas, época em que, orgulhosamente, exibiam títulos e senhorios de terras tão distantes como a Guiné, Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia.

O património histórico e artístico que hoje se preserva na cidade resultou em boa medida dessa longa permanência da monarquia portuguesa. O conjunto monumental que esses tempos aureos legaram à cidade, em harmonia com o tecido urbano de cariz popular, estão na base da classificação de Évora como Património Cultural da Humanidade, desde 1986.

Além deste património único no país, a região em torno de Évora tem muito mais para oferecer ao visitante. É o caso da singular paisagem arqueológica megalítica, uma das mais antigas e monumentais da Europa, perfeitamente integrada na paisagem rural envolvente, de que o recinto megalítico dos Almendres é o expoente máximo.

Seja no entretecido das ruas medievais, na exuberância de palácios, mosteiros e igrejas, nos espaços de convívio e de desgustação dos requintados paladares da cozinha tradicional, Évora esconde o encanto próprio das cidades antigas. Mas sobre essa matriz histórica ela reassume-se, novamente, como pólo de desenvolvimento regional face aos grandes desafios do futuro através da criação de grandes equipamentos, da aposta na qualificação de produtos e serviços de excelência na área do Turismo, da intensa oferta cultural, a par da criação de infraestruturas urbanas que dão prioridade ao bem estar dos seus habitantes.

Por todas estas razões o turista e visitante encontrará em Évora um excepcional património cultural, coexistindo, em harmonia, com os melhores padrões de qualidade de vida do país. Motivos sobejos para não deixar de a conhecer e descobrir … e, seguramente, desejar voltar.