segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Francisco José a voz de Évora

«Eu não sei que tenho em Évora, que de Évora me estou lembrando...» cantou, como ninguém, Francisco José, em voz quente e arrebatadora que a todos fazia vibrar de inexprimível emoção. Certo, outros artistas, em tempos diferentes, interpretaram de forma excelente esta melodia tradicional, mas nenhum o fez tão sentidamente, arrancando-a do mais íntimo de si, lembrando a nostalgia de quantos, um dia, por imperativos da vida tiveram de a abandonar sem nunca a poder esquecer. Muitos rumos e trilhos percorreu mas nunca deixou de a entoar em pungente homenagem à terra onde viu a luz do dia, estudou e se fez homem. Francisco José Galopim de Carvalho nasceu em Évora, na Rua da Cal Branca, em 16 de Agosto de 1924. Segundo relata o seu irmão mais novo António Marcos (o famoso professor e investigador Galopim de Carvalho) em “Fora de Portas – Memórias e Reflexões”, a sua primeira grande paixão foi o jogo do bilhar, que começou a praticar assim que o tamanho lhe possibilitou estar à altura do tampo verde. Adestrada a técnica de manejar o taco e a arte de carambolar, passou a ser presença assídua em cafés e sociedades recreativas dotados de salas de bilhar, nomeadamente nas da Harmonia e FNAT, para se haver com os melhores, apesar de não passar de um adolescente.
Entretanto a sua voz bem timbrada e melodiosa começava a dar nas vistas. Apenas com 15 anos estreou-se a cantar em público interpretando o tema “Trovador” na revista musical eborense em dois actos, «Palhas e Moinhas, da autoria de Vasconcellos e Sá e colaboração de Raul Cordeiro Ramos. No final desse ano de 1939 passou a actuar nas galas do Liceu Nacional de Évora, organizadas anualmente por ocasião das festas do 1º. de Dezembro. O sucesso foi tal que as festas anuais da estudantada liceal jamais deixaram de contar com a presença do Chico Carvalho, como era então conhecido. 
Com a voz romântica e aveludada enchia o coração das suas enamoradas, em serenatas de encantamento. E não se dispensava de ajudar algum colega a amolecer a alma de uma ou outra jovem mais renitente à corte de que era alvo.
Depois, com o ingresso nos estudos universitários, as ondas da vida levaram-no a passar o rio Tejo. Em 1948 apresentou-se no Centro de Preparação de Artistas da Rádio, munido de uma carta de apresentação para o seu director, o professor e antigo cantor Motta Pereira, e foi desde logo aceite. A partir daí profissionaliza-se, passa a ser Francisco José e abandona o curso de engenharia.
Dois anos mais tarde grava em Madrid “Olhos Castanhos”, tema que conhece um êxito extraordinário e o consagra definitivamente como cantor romântico. Seguem-se “Deixa Falar o Mundo” e “Ana Paula”, que lhe consolidam a popularidade já crescente. É esta que, transpondo o Atlântico, lhe vai valer um convite para em 1954 actuar no Brasil. Aquilo que se pensava não passar de um pequena digressão acabou por se converter numa prolongada estada em terras de Vera Cruz. Nelas conheceu um êxito sem precedentes, tendo-se tornado uma autêntica vedeta da televisão do Brasil, país em que viveu até 1980.
Em 1964 o cantor veio a Portugal e a Évora matar saudades de familiares e amigos. Na RTP souberam da sua estada e convidaram-no a apresentar um programa musical, em directo e à hora de maior audiência. Aceitou e cantou, maravilhando quem o ouviu. No final “partiu a loiça toda”, denunciando o quanto os artistas nacionais eram miseravelmente recompensados pelas suas participações nos programas televisivos, ao passo que os estrangeiros eram principescamente remunerados, pondo em causa a gestão político-cultural da administração da RTP.
O arrojo demonstrado levou-o a ter de comparecer para interrogatório na sede da PIDE, levado a cabo pelos respectivos beleguins. Não ficou detido mas foi-lhe levantado um processo por difamação, do qual veio a ser absolvido. Mas sempre que voltava a Portugal estava sujeito a apertada e incómoda vigilância desde o momento do desembarque até tomar o avião de regresso ao Brasil. Foi numa dessas surtidas várias ao nosso país que em 1973 lançou outro estrondoso êxito: “Guitarra toca baixinho”. O seu retorno definitivo ocorreu no início da década de 80. Em 1983 lança um último disco intitulado “As Crianças não Querem a Guerra”.
Já sexagenário voltou à Universidade para se licenciar em Matemática. Foi leccionar Geometria Descritiva para uma Universidade Sénior, obtendo em contrapartida autorização para assistir a aulas de outras matérias como Historia de Arte e Arqueologia, pelas quais nutria também grande afeição. Vítima de acidente cardiovascular, Francisco José faleceu a 31 de Julho de 1988, a duas semanas de completar 64 anos. Talvez que nos seus derradeiros instantes se tenha lembrado dos versos finais da canção que tão emocionadamente entoou: «… Olhei para trás chorando / Alentejo da minha alma / Tão longe, tão longe, tão longe / me vais ficando».

Évora Mosaico

Artistas de Évora - José Mendes e Moby´s Dance

Francisco José

Com uma carreira maioritariamente construída no Brasil, o cantor Francisco José deparou-se com alguns contratempos quando, em 1964, se deslocou a território português e, num programa gravado em directo, acusou a RTP de pagar miseravelmente os artistas nacionais, ao contrário do que se passava lá fora.
O caso não ficou por aí, já que Fancisco José resolveu pedir uma quantia de cinco mil escudos pela actuação que iria realizar para a RTP, mesmo estando habituado a receber cinquenta contos por programa no Brasil. A resposta foi negativa, uma vez que o limite máximo pago aos artistas portugueses era de dois mil escudos, no entanto, no seu caso, resolveram abrir uma excepção e fizeram a contraproposta de três mil escudos, caso o cantor não divulgasse a situação. Francisco José aceitou, mas no fim da actuação revelou o escândalo em directo, e a transmissão foi imediatamente cortada. Levado para a sede da PIDE, o cantor foi interrogado, e obrigado a responder em tribunal por "injúria e difamação", depois de lhe ter sido movido um processo.
Francisco José Galopim de Carvalho nasceu em Évora no dia 16 de Agosto de 1924, tendo falecido em Julho de 1988, vítima de um acidente vascular cerebral. Foi na festa de finalistas do liceu que frequentou, que se deu a sua estreia, no Teatro Garcia de Resende, com a interpretação do tema "Trovador". Passou de amador a profissional aos 24 anos, vendo-se obrigado a interromper o 3º ano do curso de Engenharia que frequentava na altura, acabando por não o terminar.
Em 1948, compareceu no Centro de Preparação de Artistas da Rádio, acompanhado por uma carta de apresentação do professor Mota Pereira, tendo cantado, no teste, as canções "Marco do Correio" e "Marina Morena.
A partida para a internacionalização aconteceu em 1951, ano em que se deslocou a Madrid para gravar "Olhos Castanhos/Se", um 78 rpm que lhe valeu 500 escudos por cada face registada, tendo regressado à cidade, no ano seguinte, desta feita para gravar três discos, "Sou Doido Por Ti", "Deixa Falar O Mundo" e "Ana Paula".
Depois de ter pisado o palco em Évora numa revista regionalista de Vasconcelos Sá, intitulada "Palhas e Moinhas", o artista repetiu a experiência em 1952, numa peça que contou com a presença de Hermínia Silva.
Dois anos depois, partiu à descoberta do Brasil, acabando por se estabelecer em Copacabana. Foi lá que construiu uma carreira sólida e de sucesso invulgar para um artista português radicado em território brasileiro. Depois de seis anos de concertos realizados para plateias de emigrantes portugueses, Francisco José registou, em 1960, na editora Sinter, a canção "Olhos Castanhos", que se tornou, no ano seguinte, na canção mais popular do panorama musical brasileiro, depois de ter vendido cerca de um milhão de cópias. Para além de regulares edições discográficas, que somaram um total de 24 álbuns, dos quais apenas seis chegaram a Portugal, do currículo de Francisco José fazem parte inúmeras passagens pela televisão, tendo apresentado um programa aos sábados no Canal 9, em horário nobre.
De passagem por Portugal, a sua relação conflituosa com a PIDE terminou com uma interdição para sair do país, pelo que esteve dezasseis anos sem cantar na televisão portuguesa. No entanto, os discos continuaram a chegar ao mercado na década de 70, e a ser recebidos pelo público com grande satisfação. "Guitarra Toca Baixinho" e "Eu e Tu" são apenas dois dos 109 títulos que compõem a sua discografia, feita de registos em 33, 45 e 78 rpm. Depois de gravado o último single, "As Crianças Não Querem A Guerra", o cantor envolveu-se na política activa mas, em meados de 80, regressou à música. A sua última actividade profissional foi desempenhada no campo do ensino, na Universidade da Terceira Idade, depois de terminar o curso de Matemática.



Música:
Olhos Castanhos
Letra da Música:
Letra e musica: Alves Coelho

Teus olhos castanhos
de encantos tamanhos
são pecados meus,
são estrelas fulgentes,
brilhantes, luzentes,
caidas dos céus,
Teus olhos risonhos
são mundos, sao sonhos,
são a minha cruz,
teus olhos castanhos
de encantos tamanhos
são raios de luz.
Olhos azuis são ciume
e nada valem para mim,
Olhos negros sao queixume
de uma tristeza sem fim,
olhos verdes sao traição
sao crueis como punhais,
olhos bons com coracão
os teus, castanhos leais

Olhos Castanhos - Francisco José

Fonte da Praça do Giraldo



Recentemente a Câmara Municipal submeteu a Fonte da Praça de Giraldo a uma obra de conservação e restauro, devolvendo-lhe a sua magnitude e beleza. Esta fonte é um dos monumentos mais interessantes do património hidráulico eborense, de arquitectura civil renascentista, construída provavelmente entre 1571 e 1573, é considerada uma sumptuosa peça do seu género na região. 

Vários investigadores mencionam que a localização da fonte corresponde ao espaço anteriormente ocupado por um arco triunfal ou um pórtico romano. E que junto a este legado se construiu durante o século XV ou XVI o suposto Chafariz dos Quatro Leões, com esculturas que datavam provavelmente do período romano e que recebiam água do Aqueduto da Água da Prata. Terá sido por ordem do Cardeal-Infante D. Henrique que se demoliu todo este património, supostamente por estas construções taparem a frontaria da Basílica de S. Antão, então recentemente edificada, dando lugar à construção da actual fonte. Construída em estilo barroco, a fonte teve como tracista o arquitecto Afonso Álvares, mestre das obras da Comarca e do Cano Real, sob orientação de Joane Mendes Cicioso, tendo custado, pelo menos, a quantia de 5000 cruzados. 

Para a construção do seu bojo, segundo Túlio Espanca, a 6 de Novembro de 1571, foi preciso romper uma ombreira da Porta da Lagoa para poder passar um bloco de mármore branco de Estremoz, que pesava muitas toneladas. Constituída por um único tanque, de secção redonda, a fonte assenta numa base de braceletes. Tem oito mascarões com bicas em bronze, antropomórficas, concebidas no gosto clássico, que envolvem a taça e correspondem às oito ruas que vêm desembocar na Praça de Giraldo.  Na base em que assenta a coroa apresenta-se a seguinte inscrição latina de homenagem, em letra romana: SEBAS / TIANO / LVSIT / REGI / PIO FE / LICIN / VICTO / VITA Segundo a história popular, Filipe III de Espanha, em 1619, terá dito a lendária frase quando se referia à fonte: Bien merece ser coronada!

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Chafariz das Bravas




O pitoresco chafariz e lavadouro publico das Bravas, sito na Avenida Tulio Espanca, próximo à Igreja de S. Sebastião, mencionado documentalmente desde 1483, o Chafariz das Bravas terá sido edificado pelo Senado Eborense no último terço do século XV (ESPANCA, Túlio, 1966), e integrado na rede de águas construída nas principais entradas da cidade. Muito embora D. João III tenha introduzido melhoramentos ao Chafariz das Bravas, nomeadamente através de uma empreitada "do montante de 10 000 reis entregue aos pedreiros Lourenço Luís e Domingos Rodrigues, segundo arrematação pública de 11 de Março de 1528" (ESPANCA, Túlio, 1966), este monumento não parece ter sofrido grandes intervenções estruturais. Assim, a cortina de vinte ameias góticas que remata o paredão de alvenaria e enquadra o tanque rectangular de granito, é muito semelhante ao desenho "apenso à folha de guarda do Foral da Leitura Nova, doado pelo rei D. Manuel em 1 de Novembro de 1501 "(ESPANCA, Túlio, 1966). No entanto, existem outras descrições que referem a existência de mais do que um tanque, o que aponta para modificações a esse nível, motivadas, muito possivelmente, pelas necessidades de aproveitamento das águas para diversos fins (GUERREIRO, Madalena, 1999, p. 7). Por outro lado, sabe-se que o brasão de armas nacionais que se encontrava ao centro, e as duas carrancas situadas nos extremos do Chafariz, desapareceram (ESPANCA, Túlio, 1966).

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Chafariz d'el Rei




A construção desta fonte  e chafariz público, remota à época de D. Manuel, que o mandou construir quando na cidade estagiava ou à Câmara de 1497, em homenagem ao rei Venturoso. A lápide de mármore, ostentando a Cruz de Cristo e legenda latina, cronografada com bordadura carregada  de dez castelos, está colocada ao merlão central, de grande porte. Sotoposta, em pedra lavrada, existem as armas de Portugal segundo a interpretação arcaica, constituidas por cinco escudetes dispostos em cruz  Robusto muro em alvenaria, de cunhais graniticos, é terminado por cortina de ameias do tipo chanfrado, de perfis muito aguçados. O tanque de granito escuro e carcomido, muito baixo e de planta sensivelmente rectangular, esteve protegido em tempos, por vários malhões circulares, do tipo rustico, que servia para amarrar os quadrupedes dos viajantes.

Com a escritura composta por caracteres romanos e góticos:
EMANUEL - I - R -
P - ET - A - CITRA - E

IN - APHRICA - G - DT - VLTRAMARE -
OMINVS § 1497 - ANVS

que traduzida para português e desdobrando as abreviaturas, se deve interpretar:
MANUEL REI DE PORTUGAL DAQUEM E DALEM MAR EM AFRICA E SENHOR DA GUINÉ ANO 1497.

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Royal Circus em Évora de 23 a 25 de Abril




Circo Victor Hugo Cardinalli presente no Rossio de S.Brás de 30 de Outubro a 8 de Novembro













Circo Walter Dias em Évora de 21 a 23 de Outubro 2011




Circo Royal em Évora entre 20 a 25 de Abril


O Circo Royal existe desde 1940, foi fundado por Anibal Costa. Durante vários anos o Circo Royal percorreu todo o continente e ilhas como Madeira e Açores, passou por vários países da Europa em tourneé e até mesmo por África. A companhia do Circo Royal contava com mais ou menos 35 artistas, de várias idades todos eles com "números" de grande categoria. O circo Royal terminou em 1975. Em 2007 o Circo Royal renasceu, desta vez por Paulo Costa, bisneto de Anibal Costa, o primeiro fundador do Circo Royal.

Circo Dallas em Évora


O pai de Isaac Alves não tinha ascendência circense. Veio para o circo pelas mãos da sua irmã que havia casado com um artista circense. Depois do casamento com Vitória Dias, Joaquim Alves (Sevla, como era conhecido) foi director de 2 circos: Guarany (1950-70) e Brasil (1970-76) e teve 4 filhos: Mário, Renato, Esmeralda e Isaac. É sobre este último que vamos falar. Iniciou-se como animador de pista aos 4 anos de idade, mais tarde clown e trapezista com Rosa Noronha (sua esposa). Tiveram 3 filhos: Mário Sandro (domador), Renato (ventríloquo) e Fernanda Esmeralda (corda vertical, pombas e mais recentemente desde 2000 empresária do Brasil). O circo Dallas foi fundado no Natal de 1982 na cidade do Porto. A sua tenda tinha 2 torres e do seu parque automóvel faziam parte meia dúzia de viaturas. Com a digressão ao Sul do país, o Dallas foi crescendo tornando-se num dos maiores (senão o maior) e mais reconhecido circo do Sul do País. Visita anualmente a cidade de Faro na época Natalicia e conta com 3 tendas, uma das quais com capacidade para 3000 pessoas e 3 pistas que a empresa utiliza no Natal e aluga nos mais diversos eventos como a Concentração Motard de Faro. No que concerne a instalações, as fotos falam por si e muitas revistas da especialidade consideram que este circo  dispõe de um parque automóvel renovado e uma bilheteira soberba (Circus Foto Magazine-spring 2005).

I-Mário Sandro (leões/lions) 
II-Flávio (malabarista)     
III-Ricardo (cómico)   
IV-Rosys (cães amestrados)   
V-Diana (antipodista) 
VII-Rosys (cães amestrados)   
IX- Mário Sandro (exóticos)      
X-Jéssica (octágono giratório)                                                         
XI-Ricardo (cómico)                                                      
XII-Ambulância (cómico)                               
XIII-Manducas (hipnotizador)            
XIV-Renato (ventriloquo)
XV-Suzy (arco aéreo)                                           
XVI-Sevla Bros (clown)

Circo Mundial em Évora entre 22 a 25 de Abril



O Circo Mundial destaca-se pela permanente ânsia na renovação dos seus elencos, produzindo, anualmente, espectáculos de excelente qualidade, sempre aplaudidos por milhares e milhares de espectadores onde a criança é elemento sempre a considerar.
   
Actualmente, o Circo Mundial dispõe de uma frota automóvel de 17 camiões tipo TIR9 carrinhas para passageiros, 4 automóveis para uso da Administração e Direcções (Artística e Administrativa), 12 Caravanas-Residência totalmente equipadas (inclui TV, Máquinas lavar roupa e louça, Casas de Banho (água quente e fria) com polivan. O Circo Mundial está ligado, via Internet, ao programa Escola Móvel.
   

Companhia do Circo Mundial em Tournée compõe-se de 25 Artistas de Pista, 12 Empregados Técnicos de apoio (montagem e desmontagem dos equipamentos), 8 Tigres/Artistas + 6, nascidos nas instalações do Circo Mundial, 1 Hipopótamo, 7 Crocodilos, Répteis de várias espécies.
O Circo Mundial, em deslocação, ocupa cerca de 4 Quilómetros de extensão.
Convém aqui dizer que a continuidade da Empresa e Circo está garantida através dos 3 filhos de Rui Mariani e Clotilde. São eles a “espinha dorsal” do espectáculo e da renovação.
O filho mais velho, Mário Mariani, um talento a domar feras. Elegante, corajoso, dialoga com as feras. Não as afronta.
Ruben, artista mulifacetado. Dono de uma cultura de comédia tipo burlesca, fora do comum. Um caso singular na arte do Circo. É, também, Trapezista em grande altura. Arrojado, cruza de forma esvoaçante os ares pelos “céus” da grande Tenda. O público sustém a respiração enquanto Ruben flutua e, depois, tributa-lhe os aplausos intermináveis. Carol, a irmã de 15 anos, já desafia as alturas. Os trapézios são a sua paixão. Figura esbelta, mais parece uma estrela a soltar-se e a cruzar-se entre os vários aparelhos, com artísticas acrobacias produzidas em pleno voo.
O Circo Mundial dispõe ainda de 2 Tendas de apoio, uma das quais para uso do Parque Mundial Infantil, composto por vários insufláveis.
Rui Mariani.






1ª parte
Tigres da Sibéria - com Mário Mariani
  

Fitas - Aurely
   

Boneco Articulado - Bilas e Carole
   

Rede aérea - Yolanda

   


Palhaço Bilas em Hollywood
   


Cavalos - Yuri Gotani
   

Hipopótamo - Ruben
   

2ª parte
Animação - Palhaços


Homem Bala - Ruben Mariani
   

Pratos - Mike e Belini
 

Arco aéreo - Carole Mariani
   

Palhaços - Família Mariani
   

Toda a Companhia 2011